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Tirando as suas principais dúvidas sobre pesquisa clínica

Última atualização: 20/02/2026
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Agende sua consulta com um médico do Instituto Medicina em Foco

Terapia biológica e inflamação no intestino no contexto das Doenças Inflamatórias Intestinais

Para quem convive com enfermidades como a Doença de Crohn ou a Retocolite Ulcerativa, lidar com a inflamação no intestino, que está na base do quadro clínico dessas doenças, nem sempre é simples.

Mesmo com acompanhamento regular, há situações em que os sintomas persistem, o que exige novas estratégias de cuidado e acesso a terapia biológica avançadas Nesse contexto, a pesquisa clínica passa a fazer parte da jornada de muitos pacientes com alguma Doença Inflamatória Intestinal (DII).

Esse tipo de pesquisa pode ser definida como um estudo médico realizado com pessoas voluntárias para avaliar a segurança e a eficácia de tratamentos, remédios específicos ou estratégias de cuidado. Ela segue protocolos rigorosos, normas éticas e acompanhamento contínuo de especialistas.

No Instituto Medicina em Foco, esse tema é conduzido por profissionais como a Dra. Sabrina Figueiredo, Gastroenterologista da instituição, em parceria com o Dr. Alexander Rolim, Coloproctologista e pesquisador clínico reconhecido nacionalmente.

Continue a leitura para entender mais sobre o tema e descobrir os diferenciais desses dois profissionais experientes!

Para aprofundar o entendimento sobre os estudos clínicos aplicados às Doenças Inflamatórias Intestinais, vale agendar uma conversa informativa com a equipe do Instituto Medicina em Foco.

Quem pode participar de uma pesquisa clínica no tratamento de Doença Inflamatória Intestinal?

A participação em um estudo clínico dessa natureza exige critérios bem definidos e uma avaliação cuidadosa do histórico do paciente. Esse processo garante segurança e alinhamento com os objetivos do protocolo.

Em geral, é necessário ter diagnóstico médico confirmado de Doença de Crohn ou Retocolite Ulcerativa, condições diretamente associadas à inflamação no intestino e classificadas como inflamações crônicas.

Outro ponto relevante envolve o histórico terapêutico. Muitos protocolos dos estudos clínicos são destinados a pacientes que já utilizaram tratamentos convencionais para DIIs e não obtiveram resposta adequada, incluindo medicamentos tradicionais e terapia biológica.

Em alguns casos, a própria terapia biológica em uso deixa de controlar a inflamação no intestino, abrindo espaço para novos estudos.

Confira alguns dos critérios específicos:

  • Relatório médico.
  • Receita médica.
  • Resultado de exames como colonoscopia e outros exames endoscópicos.
  • Documentos que comprovam a Doença de Crohn, a Retocolite Ulcerativa e o grau de inflamação no intestino

Esse conjunto de informações, para os médicos e pesquisadores, não é aleatório. Na verdade, garante segurança tanto ao paciente voluntário quanto aos protocolos de estudo clínico.

Para saber se o seu histórico de Doença de Crohn ou Retocolite Ulcerativa atende aos critérios de um estudo clínico dessa natureza, uma consulta avaliativa no Instituto Medicina em Foco facilita esse entendimento.

Como funciona o processo para se tornar um paciente voluntário em pesquisa clínica?

O primeiro passo para ingressar envolve uma avaliação detalhada do quadro clínico. O paciente voluntário passa por consulta especializada, na qual são revisados o diagnóstico médico, o histórico da inflamação no intestino e as respostas prévias à terapia biológica.

Em seguida, o protocolo da avaliação clínica específica é apresentado com clareza, incluindo objetivos, duração, número de visitas e tipos de exames. Em estudos sobre Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa, é comum haver acompanhamento mensal e monitoramento contínuo da inflamação no intestino.

Um aspecto importante desse tipo de pesquisa é o consentimento informado. O paciente recebe todas as orientações do médico sobre benefícios, riscos e responsabilidades, garantindo autonomia na decisão.

Esse cuidado é fundamental em estudos que envolvem terapia biológica ou medicamentos inovadores voltados a enfermidades do intestino, como a Doença de Crohn e à Retocolite Ulcerativa.

Para compreender cada etapa da pesquisa e avaliar com segurança a participação como paciente voluntário, agendar uma conversa com especialistas em Doença Inflamatória Intestinal é um bom ponto de partida.

Quais são as vantagens da pesquisa clínica em comparação ao tratamento convencional?

Um dos principais diferenciais está no acompanhamento próximo. Pacientes com Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa recebem atenção contínua de equipes treinadas, com foco no controle da inflamação no intestino e na resposta à terapia biológica utilizada no estudo.

Outro benefício relevante envolve o acesso. Nesse tipo de pesquisa, consultas, exames e medicamentos costumam ser custeados pelo protocolo.

Essa característica reduz barreiras comuns enfrentadas por quem convive com Doenças Inflamatórias Intestinais, especialmente quando a terapia biológica tem custo elevado e a inflamação no intestino exige monitoramento frequente.

Além disso, os estudos clínicos contribuem para o avanço do tratamento da Doença de Crohn e da Retocolite Ulcerativa. Assim, os próprios pacientes participam ativamente da evolução científica voltada às inflamações crônicas intestinais, com impacto direto na qualidade do cuidado.

Para avaliar as vantagens da pesquisa clínica frente ao tratamento convencional da Doença de Crohn e da Retocolite Ulcerativa, uma consulta no Instituto Medicina em Foco ajuda a alinhar expectativas e possibilidades.

Quais exames, acompanhamentos e terapias fazem parte dos protocolos de pesquisa clínica?

Os protocolos de pesquisa clínica para Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa incluem exames periódicos que avaliam a inflamação no intestino de forma precisa. Colonoscopia, exames laboratoriais e outros exames endoscópicos fazem parte do acompanhamento.

No campo terapêutico, a terapia biológica ocupa papel central nos protocolos de estudos clínicos voltados à Doença de Crohn e à Retocolite Ulcerativa, especialmente quando a inflamação no intestino se mantém ativa.

Muitos estudos avaliam novas moléculas ou variações de terapia biológica, como medicamentos semelhantes ao infliximabe, buscando maior controle da inflamação no intestino associada à Doença de Crohn e à Retocolite Ulcerativa.

Esse acompanhamento frequente garante ajustes rápidos no tratamento da DII e maior segurança ao paciente voluntário, o que reforça o caráter estruturado dos estudos clínicos no cuidado da Doença Inflamatória Intestinal.

Para entender como exames e terapia biológica se integram aos protocolos de estudos clínicos, conversar com especialistas em Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa amplia a clareza sobre o processo.

Entre em contato para agendar sua consulta com especialistas do Instituto Medicina em Foco e tire suas dúvidas sobre a pesquisa clínica

Como o trabalho da Dra. Sabrina Figueiredo e do Dr. Alexander Rolim se relacionam com à pesquisa clínica?

No Instituto Medicina em Foco, a pesquisa clínica é conduzida com foco no paciente e na ciência. A Dra. Sabrina Figueiredo, Gastroenterologista, acompanha de perto pacientes com Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa, avaliando a evolução da inflamação no intestino ao longo dos protocolos.

Já o Dr. Alexander Rolim, Coloproctologista e pesquisador clínico, lidera estudos voltados à terapia biológica e a novas abordagens para Doença Inflamatória Intestinal, integrando rigor científico e cuidado assistencial.

Agende a sua consulta

Um dos pilares da MEF é o trabalho integrado. Essa atuação conjunta fortalece a pesquisa clínica como alternativa segura e informativa para pacientes com Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa que convivem com inflamação no intestino persistente.

Para conhecer como a pesquisa clínica é conduzida pela Dra. Sabrina Figueiredo e pelo Dr. Alexander Rolim, agendar uma consulta no Instituto Medicina em Foco ajuda a aprofundar esse entendimento.

🏥 Endereço do Instituto Medicina em Foco: Rua Frei Caneca 1380, Consolação, São Paulo, CEP 01307-000.

🕗 Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h às 21h.

📞 Telefone para ligação e WhatsApp:(11) 3289-3195 – segunda a sexta, das 9h às 18h, sábados, das 9h às 16h.

Para mais informações, siga o Instituto Medicina em Foco nas redes sociais:

Conteúdo atualizado em 2026.

Alexander de Sa Rolim I Coloproctologia I CRM-SP 83270 I RQE 55787 I RQE 115989 I RQE 115988

Sabrina Rodrigues de Figueiredo I Gastroenterologia I CRM-SP 203753 I RQE 99224

FAQ – Dúvidas frequentes sobre Tirando as suas principais dúvidas sobre pesquisa clínica

1. Quando a pesquisa clínica se torna uma opção segura para pacientes com Doença Inflamatória Intestinal?

Quando há diagnóstico confirmado, falha terapêutica prévia e avaliação criteriosa por uma equipe de especialistas.

2. Pessoas com Doença de Crohn em atividade podem se beneficiar da terapia biológica em estudos clínicos?

Sim. Pacientes com DIIs ativas podem ser avaliados para terapias avançadas sob monitoramento rigoroso e protocolos bem definidos.

3. A pesquisa clínica pode ajudar pacientes com Retocolite Ulcerativa que apresentam inflamação persistente no intestino?

Sim. Pacientes que sofrem com inflamação persistente têm acesso a abordagens inovadoras e acompanhamento contínuo, focados no controle do quadro.

4. Como é feito o diagnóstico médico para inclusão em um protocolo de pesquisa?

Por avaliação clínica, histórico detalhado e exames que confirmem a DII e a atividade da doença, seguindo critérios específicos do estudo.

5. Quais exames estão incluídos num protocolo de pesquisa para pacientes voluntários?

Geralmente, a pesquisa engloba exames laboratoriais, endoscópicos e avaliações periódicas para monitorar resposta e evolução clínica.

6. O que significa ser um paciente voluntário em uma pesquisa com terapia biológica?

Significa participar de um estudo com consentimento informado, receber acompanhamento próximo e seguir visitas e exames previstos por especialistas.

7. Medicamentos como infliximabe fazem parte de protocolos de pesquisa em doenças intestinais?

Sim. Fármacos já utilizados e novas formulações podem integrar estudos para avaliar eficácia de tratamentos e respostas específicas.

8. A pesquisa clínica exige relatório médico e receita atualizada para participação?

Sim. Documentos médicos ajudam a comprovar diagnóstico, tratamentos prévios e elegibilidade conforme critérios do estudo.

9. Participar de uma pesquisa substitui o tratamento médico tradicional?

Não. O acompanhamento médico permanece ativo, integrado ao estudo, com foco em segurança e continuidade do cuidado.

10. Quais são as dúvidas mais comuns de quem considera a pesquisa clínica para tratar inflamações crônicas intestinais?

Níveis de segurança, critérios de inclusão, frequência de visitas, tipos de exames, duração do estudo e impacto na rotina.

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