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Vacinas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal – NuDii
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Entenda por que as vacinas em pacientes com DII exigem cuidados específicos

As vacinas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal são um aspecto super importante no cuidado de pessoas diagnosticadas com Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa (RCU)

Em especial, na prática clínica, as vacinas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal reduzem o risco de internações por infecções oportunistas.

Além disso, o tema sobre vacinas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal tem ganhado cada vez mais destaque, pois envolve segurança, eficácia e prevenção de infecções graves.

Por isso, elencar prioridades de vacinas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal é parte do plano terapêutico, sobretudo em fases de maior vulnerabilidade imunológica.

Esses pacientes costumam utilizar imunossupressores e imunobiológicos, o que pode impactar diretamente na resposta imunológica às vacinas. Diante desse cenário, a avaliação médica individualizada é indispensável para garantir a segurança e a eficácia da imunização.

Assim, quando bem indicadas, as vacinas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal favorecem a continuidade do tratamento sem intercorrências.

Portanto, as vacinas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal não são apenas uma recomendação, mas parte essencial da prevenção de complicações clínicas; além disso, alinham prevenção e continuidade terapêutica.

Nesse contexto, o diálogo entre imunossupressores e vacinas é essencial, já que cada medicamento pode alterar a forma como o corpo responde às doses de proteção.

Em pacientes com histórico de infecções, alinhar imunossupressores e vacinas é prioridade, pois o equilíbrio entre ambos é complexo e, por isso, exige avaliação individualizada em cada fase do tratamento. Desse modo, a sincronização entre  imunossupressores e vacinas evita janelas de vulnerabilidade.

Por exemplo, no caso da vacinação na Doença de Crohn, é necessário considerar o tipo de tratamento em uso e o momento adequado para aplicação, de forma a oferecer máxima proteção sem riscos desnecessários.

Nessa linha, em períodos de remissão e com menor uso de imunossupressores, a vacinação na Doença de Crohn tende a apresentar melhor resposta imunológica.

Além disso, a vacinação na Doença de Crohn deve ser planejada de forma individualizada, considerando o estágio clínico e os tratamentos em uso. Em pacientes recém-diagnosticados, a vacinação na Doença de Crohn deve considerar as sorologias prévias e os imunizantes previamente recebidos.

Por esse motivo, a chamada vacinação na Doença de Crohn ainda levanta muitas dúvidas, e por isso é avaliada caso a caso pelos especialistas.

Da mesma forma, pacientes com RCU devem ter atenção especial em situações como a indicação da vacina covid, já que a resposta vacinal pode variar de acordo com o grau de imunossupressão.

Além disso, em casos de atividade inflamatória elevada, a vacina covid pode ser reagendada para otimizar a resposta.

Desde então, as vacinas contra covid foram amplamente discutidas durante a pandemia e assim continuam, pois pacientes imunossuprimidos precisam de reforços mais bem planejados.

A definição de reforços para os casos de pacientes portadores de Retocolite deve considerar variantes circulantes, intervalos recomendados e o esquema de imunossupressão em uso pelo paciente.

Em síntese, a discussão sobre vacina covid na Retocolite foi um marco no entendimento de como pacientes imunossuprimidos respondem à imunização contra o coronavírus.

Vamos entender melhor o assunto ao longo deste artigo.

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Calendário vacinação imunossuprimido

Seguir corretamente o calendário de vacinação do imunossuprimido é fundamental para garantir a proteção de pessoas com Doença Inflamatória Intestinal (DII).

Na prática, o calendário de vacinação do imunossuprimido deve ser seguido de forma rigorosa, com atenção redobrada para vacinas vivas e inativadas.

Além disso, como muitos utilizam tratamentos com imunobiológicos e outros medicamentos que reduzem a resposta do sistema imune, é essencial adaptar o esquema vacinal às suas necessidades.

Por outro lado, diferente da população em geral, o atraso vacinal em imunossuprimidos pode representar um risco elevado de infecções graves e complicações clínicas.

Essa orientação deve ser feita sempre em conjunto com a equipe médica, que avalia o uso de imunossupressores e vacinas e indica o momento mais seguro para a aplicação de cada imunizante.

Como resultado, essa análise garante que o paciente siga o calendário de vacinação do imunossuprimido com máxima proteção e mínimo risco.

Em paralelo, a escolha das vacinas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal deve sempre levar em conta a fase da doença e o uso de imunobiológicos.

Na mesma direção, um calendário de vacinação do imunossuprimido bem estruturado inclui vacinas anuais, de reforço e de risco específico, sempre com monitoramento médico.

Por fim, com um protocolo claro de vacinas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal, a adesão do paciente melhora e as dúvidas diminuem.

Vacinas inativadas recomendadas

Entre as estratégias mais seguras, destacam-se o uso de vacinas inativadas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal. Por não conter vírus vivos, podem ser aplicadas com segurança mesmo durante o uso de imunobiológicos. 

Nesse sentido, todas elas têm um papel essencial na prevenção de doenças infecciosas que podem evoluir de forma mais grave em pacientes imunossuprimidos.

Desse modo, no caso de pacientes em uso de imunobiológicos, reforçar o papel de imunossupressores e vacinas ajuda a orientar a conduta médica e o momento adequado de cada dose.

Entre elas estão:

  • Vacina da gripe: proteção anual contra influenza.
  • Vacina pneumo 20: prevenção de pneumonias e infecções pneumocócicas.
  • Hepatite B: prevenção de infecção viral que afeta o fígado.
  • Hepatite A: proteção contra hepatite viral transmitida por alimentos e água contaminados.
  • HPV: prevenção de lesões pré-cancerígenas e cânceres associados ao vírus.
  • Vacina ACWY: proteção contra meningite meningocócica.
  • Vacina dT: reforço contra difteria e tétano.
  • Vacina dTpa: reforço contra difteria, tétano e coqueluche.
  • Vacina coqueluche: proteção adicional em situações específicas.
  • Vacina inativada contra Herpes Zoster: proteção contra o Herpes Zoster e suas complicações

Quando indicado, esquemas estendidos conciliam imunossupressores e vacinas sem perda de eficácia.

Vacinas de vírus vivos

Por cautela, as vacinas de vírus vivos exigem maior cautela em pacientes com DII, já que a imunossupressão pode aumentar o risco de efeitos adversos. Um exemplo importante é a vacina contra Febre Amarela, que pode trazer benefícios, mas deve ser avaliada individualmente. 

Por isso, em pacientes imunodeprimidos, a relação entre imunossupressores e vacinas deve ser cuidadosamente monitorada, especialmente com vacinas vivas. Em cenários de maior risco, a relação imunossupressores e vacinas favorece a opção por imunizantes inativados.

Além do mais, em pacientes em uso de imunobiológicos, a decisão deve ser tomada em conjunto com o Infectologista e o Coloproctologista. 

Entre os pontos de atenção, destacam-se:

  • Vacina contra Febre Amarela: pode ser considerada em casos específicos (como em risco epidemiológico), com avaliação médica.
  • Pacientes em uso de anti-TNF (Infliximabe, Adalimumabe): aplicação deve ser adiada ou cuidadosamente planejada.
  • Uso de Vedolizumabe: decisão individualizada conforme grau de imunossupressão.
  • Uso de Ustekinumabe: deve ser avaliada a relação risco-benefício antes da aplicação.

Em síntese, o tema imunossupressores e vacinas é recorrente nas consultas, pois envolve dúvidas sobre segurança, momento da aplicação e risco de falhas na imunização.

Na prática clínica diária, ferramentas de lembrete auxiliam a coordenar imunossupressores e vacinas em longo prazo.

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O impacto das vacinas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal

De acordo com a literatura clínica, estudos mostram que as vacinas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal contribuem para reduzir infecções graves, aumentar a expectativa de vida e melhorar a qualidade do tratamento a longo prazo.

Adicionalmente, as vacinas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal auxiliam no controle de surtos sazonais de doenças respiratórias.

Vacinas específicas em Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa

Para além das recomendações gerais, os cuidados com a vacinação em pacientes com Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa (RCU) precisam ser individualizados, levando em conta o estágio da doença e o tratamento em andamento. 

Em muitos casos, a vacinação na Doença de Crohn deve ser administrada em momentos específicos, garantindo, se houver mudança de terapia, uma resposta vacinal adequada sem riscos para o paciente.

Quando há mudança de terapia, a vacinação na Doença de Crohn pode exigir reprogramação do esquema de doses.

Por consequência, o acompanhamento do status vacinal deve ser contínuo, com revisões frequentes do tratamento para evitar falhas na imunização.

Além disso, a decisão sobre a vacinação na Doença de Crohn inclui avaliar remissão da doença, imunossupressão vigente e risco de exposição a agentes infecciosos. Em viagens internacionais, esquemas acelerados da vacinação podem ser considerados, conforme risco de exposição.

No público infantil, a vacinação na Doença de Crohn segue calendários adaptados às faixas etárias.

No mesmo sentido, para a Retocolite Ulcerativa, a prevenção de infecções também é prioridade, principalmente em relação às vacinas contra covid, que se mostraram fundamentais na redução de complicações. 

O acompanhamento contínuo por especialistas em Coloproctologia e Infectologia é indispensável para ajustar o esquema vacinal conforme a evolução clínica de cada paciente.

Vacina da COVID-19 em pacientes com RCU e Crohn

Quanto À COVID-19, a vacinação é fortemente recomendada para pessoas com RCU e Crohn, inclusive aquelas em uso de imunossupressores. A imunização contra covid representa uma medida essencial para reduzir riscos de complicações respiratórias e hospitalizações. 

Nesses casos, quando há troca de biológico, é prudente reavaliar o calendário vacinal para alinhar prazos.

Em termos práticos, o cuidado com as vacinas contra covid mostrou-se essencial para reduzir hospitalizações e garantir proteção mesmo em pacientes em tratamento avançado.

Durante períodos de maior circulação viral, a priorização da vacina contra covid reduz o impacto de ondas epidêmicas.

Ainda assim, mesmo que a resposta imunológica possa ser menor nesses pacientes, a aplicação é segura e necessária. Por isso, o acompanhamento em Infectologia é crucial para determinar reforços e monitorar a proteção vacinal ao longo do tempo.

Em situações selecionadas, a titulação de anticorpos não é rotina, mas pode orientar condutas em relação à revacinação contra covid em casos selecionados.

Como consequência direta, manter as vacinas contra covid em dia reduz drasticamente o risco de hospitalizações, mesmo em casos graves.

Por fim, o reforço da vacina covid precisa ser definido em conjunto com o Infectologista, pois a resposta pode variar com o tempo.

Paralelamente, o calendário vacinação imunossuprimido precisa ser constantemente revisado, já que novos imunobiológicos podem interferir na resposta vacinal.

Além disso, em convivência domiciliar com pessoas de risco, antecipar reforços das vacinas contra covid é uma estratégia válida.

Vacinas recomendadas no acompanhamento crônico

No acompanhamento de longo prazo, além das vacinas específicas para situações de risco aumentado, pacientes com DII devem manter uma rotina regular de imunização.

Entre elas, a vacina da gripe deve ser renovada anualmente, oferecendo proteção contínua contra as complicações do vírus influenza. 

Com isso, essa atualização constante do calendário vacinal reforça a segurança do paciente e contribui para a manutenção de sua qualidade de vida ao longo do tratamento.

De igual modo, no caso dos imunossuprimidos, manter atualizado o calendário vacinação imunossuprimido faz parte da rotina clínica tanto de Crohn quanto de RCU.

Se você tem DII ou usa imunobiológicos, agende uma consulta e entenda a melhor forma de se vacinar enquanto imunossuprimidos! 

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Orientação multidisciplinar no NuDii

Para organizar o cuidado de ponta a ponta, o NuDii é o Núcleo de Doenças Inflamatórias Intestinais do Instituto Medicina em Foco e oferece acompanhamento completo para pacientes com Doença Inflamatória Intestinal (DII), garantindo orientações precisas sobre vacinas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal. 

Na prática assistencial, o cuidado multidisciplinar é fundamental, pois permite avaliar cada paciente individualmente, considerando o uso de imunossupressores e vacinas, o histórico de doenças e o estado clínico atual.

Como desfecho positivo, essa integração é fundamental para alinhar imunossupressores e vacinas, evitando riscos desnecessários e maximizando a resposta de proteção.

Com protocolos padronizados, integrar imunossupressores e vacinas torna-se parte do cuidado habitual.

Por fim, o NuDii acompanha de perto todas as etapas relacionadas às vacinas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal, garantindo um protocolo seguro e personalizado.

Para ser atendido, o Instituto Medicina em Foco fica na Rua Frei Caneca, 1380, Consolação – SP. Você pode agendar uma consulta, presencial ou online por ligações pelo número: +55 11 3289-3195, pelo whatsapp +55 11 92056-0219, ou pelo site emfoco.med.br.

No NuDii, nossa equipe multidisciplinar inclui:

  • Proctoctologia: Dr. Alexander Rolim, Dr. Alexandre Ferrari, Dr. Carlos Obregon, Dr. Rodrigo Barbosa.
  • Gastroenterologia: Dra. Charliana Uchôa, Dra. Laís Naziozeno, Dra. Sabrina Figueiredo.
  • Infectologia: Dr. Celso Mendanha.
  • Especialista em Nutrologia: Dr. Plinio Fonseca.
  • Nutrição: Dra. Christiani Chaves.
  • Psicologia: Leonårdo Miggiorin.
  • Dermatologia: Dr. Vinicius Rocha.
  • Reumatologia: Dr. Erivelton Lopes.

Com esse modelo, os pacientes recebem as melhores orientações em Infectologia e Coloproctologia, além de suporte para acompanhamento de vacinação, tratamento com imunobiológicos e prevenção de complicações.

O enfoque multidisciplinar garante que todas as decisões clínicas sejam seguras e baseadas nas necessidades individuais de cada paciente.

Inicie seu tratamento com a equipe multidisciplinar da Medicina em Foco!

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🏥 Endereço do Instituto Medicina em Foco: Rua Frei Caneca 1380, Consolação, São Paulo, CEP 01307-000. 

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Sabrina Rodrigues de Figueiredo I Gastroenterologia I CRM-SP 203753 I RQE 99224

Vinicius de Alencar da Rocha I Dermatologia I CRM-SP 168567 I RQE 96847

FAQ – Dúvidas frequentes sobre Vacinas em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal – NuDii

1. Por que pacientes com Doença Inflamatória Intestinal precisam de acompanhamento especial para vacinas?

Porque muitos estão em uso de imunossupressores ou imunobiológicos, o que altera a resposta imunológica e pode limitar a aplicação de vacinas de vírus vivos, exigindo um calendário diferenciado.

2. Vacinação na Doença de Crohn pode ser aplicada durante crises ou apenas em períodos de remissão?

A recomendação é priorizar a vacinação em períodos de remissão, já que durante crises a resposta pode ser menor e há maior risco de complicações.

3. Pacientes com Retocolite Ulcerativa em uso de Adalimumabe ou Infliximabe podem tomar vacina da gripe?

Sim, a vacina da gripe é inativada e segura para pacientes em uso de anti-TNF como Adalimumabe e Infliximabe.

4. Como montar um calendário vacinação imunossuprimido personalizado para quem usa anti-TNF ou Vedolizumabe?

O calendário deve ser feito com base no histórico vacinal, estado clínico e tipo de imunobiológico em uso, sempre em consulta com infectologista e equipe de Coloproctologia.

5. Quais vacinas são prioritárias para pacientes imunossuprimidos com DII antes de viajar ou entrar em áreas de risco?

As prioritárias incluem hepatite A, hepatite B, HPV, ACWY, pneumo 20, gripe,  dT/dTpa e herpes zoster, além de vacinas específicas recomendadas conforme destino.

6. Vacina herpes zoster é segura para quem faz tratamento com Ustekinumabe em São Paulo?

A versão recombinante da vacina herpes zoster é segura e indicada; já a versão de vírus vivo deve ser evitada em pacientes em tratamento com Ustekinumabe.

7. Existe diferença na eficácia de vacinas como HPV, dT ou ACWY em pacientes com RCU ou Crohn?

Pode haver resposta imunológica um pouco reduzida, mas a vacinação continua eficaz e necessária para proteção contra essas doenças.

8. Como o uso contínuo de imunossupressores interfere na resposta à vacina pneumo 20 ou hepatite B?

O uso contínuo pode reduzir a produção de anticorpos, mas ainda assim a vacinação é indicada e pode ser reforçada com esquemas de doses adicionais.

9. É seguro aplicar a vacina covid em pacientes que acabaram de iniciar biológicos?

Sim, a vacina covid é segura em imunossuprimidos e deve ser aplicada mesmo após início dos biológicos, respeitando apenas ajustes de tempo quando necessário.

10. Quais orientações os Infectologistas dão sobre imunossupressores e vacinas para manter proteção completa contra doenças preveníveis?

Os infectologistas recomendam manter vacinas inativadas em dia, avaliar com cautela as de vírus vivos, individualizar o calendário e acompanhar periodicamente a resposta vacinal.

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