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Cirurgião do aparelho digestivo pelo Mediservice | São Paulo

Como o plano Mediservice se encaixa na consulta, na cirurgia e nas cobranças que ficam fora da autorização.

“Muita gente chega com a guia de autorização achando que ela resolve toda a cirurgia. Explico logo na primeira conversa que o plano autoriza a internação. Honorários e aluguel de equipamento podem vir à parte.”— Dr. Fabio Piovezan

CRM 149378RQE 122187Coloproctologia
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Formação acadêmica
  • Faculdade de Medicina do ABC (FMABC)
Onde atende
  • Instituto Medicina em Foco
Áreas de atuação
  • Coloproctologia
Dr. Fabio Piovezan, Cirurgia do Aparelho Digestivo — cirurgião do aparelho digestivo pelo Mediservice
17 min de leituraRevisado por Dr. Fabio PiovezanDr. Fabio Piovezan Fonte · CRM 149378 · RQE 62756Atualizado em 28 de outubro de 202612 referências citadas
Sumário
  1. Cirurgião do aparelho digestivo pelo Mediservice: quando faz sentido procurar
  2. Gastroenterologista, cirurgião geral ou cirurgião digestivo: com quem começar
  3. Pedra na vesícula: quando a retirada da vesícula é indicada
  4. Refluxo e hérnia de hiato: quando o remédio deixa de bastar
  5. Cirurgia bariátrica: quem pode ser candidato
  6. Sinais que pedem pronto-socorro, e não consulta agendada
  7. Como confirmar se o médico e o hospital estão na rede
  8. Da consulta à autorização da cirurgia: as etapas pelo plano
  9. Como escolher o cirurgião e o que levar na primeira consulta
  10. Atendimento no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco
Cirurgia do Aparelho Digestivo

Sou o Dr. Fabio Piovezan, Cirurgia do Aparelho Digestivo do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco. Antes de falar em cirurgia, quero entender a sua queixa e o plano que você tem.

— Dr. Fabio Piovezan
Procurar um cirurgião do aparelho digestivo pelo Mediservice em São Paulo começa com uma dúvida prática: ele atende meu plano? Esta especialidade cuida de doenças da vesícula, do estômago, do esôfago, do intestino e da parede abdominal, como as hérnias. No consultório, vejo com frequência a doença do refluxo gastroesofágico (volta do ácido do estômago para o esôfago).
Outra queixa comum é a hérnia inguinal (saliência na virilha que aumenta ao fazer força). Doenças do reto e do ânus ficam com o coloproctologista (médico do intestino grosso, reto e ânus). Se for o seu caso, veja o texto sobre o coloproctologista que atende pelo Mediservice.
Como funciona

Passo a passo

  • 1Primeira consultaO cirurgião ouve a queixa, examina o abdome e confere na carteirinha qual produto Mediservice você tem.
  • 2ExamesConforme a queixa, pede ultrassonografia (exame de imagem com ondas sonoras) do abdome ou endoscopia (exame que avalia esôfago, estômago e duodeno).
  • 3Definição do tratamentoNo retorno, os resultados são discutidos e a escolha entre tratamento clínico ou cirurgia é feita com você.
  • 4Autorização préviaA clínica envia ao Mediservice o pedido médico com os exames, e o plano analisa a internação.
  • 5Cirurgia e altaA operação acontece no hospital credenciado, e a alta vem com orientações de dieta, curativo e retorno às atividades.
  • 6ReavaliaçãoNa consulta pós-operatória, o cirurgião revê a cicatriz, retira pontos se preciso e avalia como está a recuperação.
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Cirurgião do aparelho digestivo pelo Mediservice: quando faz sentido procurar

Análise completa
O gastroenterologista (médico que trata o aparelho digestivo sem operar) costuma receber primeiro a azia e a má digestão. O cirurgião entra quando o exame mostra uma alteração que a operação corrige. Os exemplos mais comuns são o cálculo na vesícula (pedra formada pela bile) e a hérnia abdominal.Quando o diagnóstico ainda não está claro, começar pelo clínico ou pelo gastroenterologista costuma encurtar o caminho.

Sinais que levam ao cirurgião

Alguns sinais costumam motivar o encaminhamento, conforme as orientações do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva. Dor do lado direito da barriga após refeições gordurosas, com pedra vista no ultrassom, é um deles. Outro é a saliência na virilha ou no umbigo que cresce ao fazer força.O refluxo biliar (bile que sobe do intestino para o estômago) também pode chegar ao cirurgião. Segundo a Mayo Clinic sobre refluxo biliar, a cirurgia entra quando os remédios não controlam os sintomas. Temos visto pacientes que trataram só a azia por muito tempo antes dessa avaliação.
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Gastroenterologista, cirurgião geral ou cirurgião digestivo: com quem começar

Análise completa
O gastroenterologista investiga e trata com remédios a azia, a diarreia e a dor abdominal sem causa definida. Ele também pede a endoscopia (exame que avalia esôfago, estômago) e a colonoscopia (exame que avalia o intestino grosso por dentro).

Quem atende cada tipo de queixa

O cirurgião geral opera casos comuns da parede abdominal, como a hérnia inguinal e a hérnia umbilical (saliência no umbigo). O cirurgião digestivo tem formação adicional em doenças da vesícula, estômago, esôfago, fígado e pâncreas. Já o cirurgião do aparelho digestivo pelo Mediservice recebe o paciente quando o exame aponta um desses órgãos.O refluxo biliar começa tratado com remédios que alteram a bile ou protegem o estômago, conforme a conduta descrita pela Mayo Clinic. Nessa fase, o gastroenterologista acompanha a resposta aos remédios e decide quando pedir a opinião cirúrgica.Vômito com sangue, fezes pretas ou dor abdominal forte e súbita levam ao pronto-socorro, antes de qualquer agendamento. O Centers for Disease Control and Prevention (agência de saúde pública dos Estados Unidos) trata sangramento digestivo como situação de urgência.
Imagem ilustrativa — cirurgião do aparelho digestivo pelo Mediservice
Imagem ilustrativaAgende sua avaliação com Dr. Fabio →
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Pedra na vesícula: quando a retirada da vesícula é indicada

Análise completa
Muita gente descobre o cálculo num ultrassom pedido por outro motivo, sem nunca ter sentido dor. Nesses casos, a pedra pode ficar anos parada. E a decisão leva em conta a idade, o tamanho dos cálculos e outras doenças.

Quando a cirurgia entra no plano de tratamento

A colecistectomia costuma ser recomendada quando a pedra provoca cólica biliar (dor forte embaixo das costelas à direita) repetida. Também entra na conversa após colecistite (inflamação da vesícula) ou pancreatite (inflamação do pâncreas) causada por cálculo. A azia do refluxo pode imitar essa dor, e seu tratamento segue o cuidado da Mayo Clinic para refluxo.

Como o pedido segue no plano

Com a indicação definida, o cirurgião do aparelho digestivo pelo Mediservice anexa o laudo do ultrassom ao pedido de autorização. O trâmite é o mesmo de outras cirurgias do plano, como mostra o texto sobre cirurgia endoscópica de coluna pela Mediservice. O dia da internação é marcado só depois da resposta do plano.
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Refluxo e hérnia de hiato: quando o remédio deixa de bastar

Análise completa
Os inibidores da bomba de prótons (remédios que reduzem o ácido), como o omeprazol, formam a base do tratamento clínico. A cirurgia é considerada quando a azia volta ao parar o remédio ou persiste mesmo com dose correta. Os critérios seguem o guia da Mayo Clinic sobre refluxo, que inclui ainda quem prefere não usar remédio por toda a vida.

O que se avalia antes da cirurgia antirrefluxo

A avaliação antes da operação reúne a endoscopia e a pHmetria (medida do ácido no esôfago por 24 horas). A manometria esofágica (teste da força do esôfago) mostra se o órgão aguenta a válvula nova. A endoscopia (exame que avalia esôfago, estômago e duodeno) também procura o esôfago de Barrett (mudança no revestimento causada pelo ácido).

Como é a fundoplicatura

A fundoplicatura (cirurgia que envolve o esôfago com o fundo do estômago) cria uma válvula contra o refluxo. Na mesma operação, o cirurgião fecha a hérnia de hiato e costuma usar a videolaparoscopia (cirurgia minimamente invasiva por pequenos furos).Os laudos da pHmetria e da manometria acompanham o pedido de autorização ao plano. A exigência de exames é parecida com a do guia de cirurgia endoscópica de coluna pelo Bradesco.
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Cirurgia bariátrica: quem pode ser candidato

Análise completa
A indicação considera IMC (índice de massa corporal) acima de 40, ou acima de 35 com doença associada ao peso. O excesso de peso favorece o refluxo, como descreve a Mayo Clinic sobre refluxo gastroesofágico. Quem tem refluxo intenso costuma ser avaliado para o bypass gástrico (desvio do trânsito do alimento no intestino).

Doenças associadas que entram na conta

As doenças associadas mais comuns são diabetes tipo 2, hipertensão e apneia do sono (pausas na respiração ao dormir). A esteatose hepática (gordura acumulada no fígado) e o desgaste dos joelhos também entram na conta. O peso a mais sobrecarrega ainda a coluna lombar, tema do texto sobre cirurgia de hérnia de disco pela Mediservice.

Acompanhamento antes da operação

Antes da cirurgia, a pessoa com obesidade passa por avaliação de equipe multidisciplinar (médicos, nutricionista e psicólogo que trabalham juntos). Os relatórios registram as tentativas anteriores de perder peso com dieta e atividade física. O plano costuma pedir esses laudos junto com o pedido médico na autorização.A técnica, bypass gástrico ou gastrectomia vertical (retirada de parte do estômago em forma de tubo), é decidida depois dessa avaliação.
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Sinais que pedem pronto-socorro, e não consulta agendada

Análise completa
A pedra na vesícula pode sair do lugar e travar o canal da bile ou do pâncreas. Nessa hora, a cólica não passa em poucas horas e vem com febre, calafrios ou icterícia (pele e olhos amarelados).

Complicações da pedra na vesícula

A colangite (infecção do canal da bile) e a pancreatite aguda exigem internação, exames de sangue e ultrassom no mesmo dia. A pedra presa no canal sai pela CPRE (endoscopia que alcança o canal da bile), conforme a Mayo Clinic sobre cálculos biliares. Depois da crise, a retirada da vesícula reduz o risco de novos episódios.

Hérnia que não volta e outras urgências

A hérnia encarcerada (hérnia que fica presa e não volta para dentro) aparece endurecida, dolorosa e às vezes arroxeada. Com náusea e barriga estufada, pode haver alça do intestino sem circulação, situação que leva ao pronto-socorro sem demora.Dor forte nas costas que desce para a virilha, com urina avermelhada, costuma vir do rim, e não da vesícula. O texto sobre cirurgia robótica de rim pelo Allianz mostra esse caminho com o urologista (médico do rim e das vias urinárias). Febre alta com dor que não cede é sinal de urgência em qualquer desses casos.
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Como confirmar se o médico e o hospital estão na rede

Análise completa
A operadora mantém a lista oficial de médicos e hospitais credenciados para cada produto do plano. A consulta sai pelo aplicativo, pelo site ou pela central, com o número da carteirinha. Médico credenciado num produto pode não atender outro produto da mesma operadora.

Três checagens antes de marcar a cirurgia

Na clínica do cirurgião, pergunte se ele atende pelo plano direto ou por reembolso, e qual produto da carteirinha aceita. No hospital, a central de internação informa se aquele produto está aceito para cirurgia.Hospital credenciado e médico credenciado são cadastros separados no plano. Pode acontecer de o hospital aceitar o plano e o cirurgião atender só por reembolso. A mesma checagem dupla aparece no texto sobre cirurgia robótica de próstata pelo Allianz.Mesmo com médico e hospital credenciados, a autorização do plano cobre a internação hospitalar. Os honorários médicos e o aluguel de equipamento, como robô ou laser, podem ser cobrados à parte.

Quando a cirurgia é de urgência

Na colecistite, a internação costuma incluir jejum, antibiótico na veia e retirada da vesícula, conforme as orientações da Mayo Clinic sobre colecistite. Na recepção, o hospital consulta a operadora pelo número da carteirinha antes de abrir a internação.
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Da consulta à autorização da cirurgia: as etapas pelo plano

Análise completa
A primeira consulta reúne a queixa, o exame físico e a conferência do produto na carteirinha. O cirurgião pede os exames que confirmam o diagnóstico, e o retorno define se haverá operação.

Exames antes do pedido

Com suspeita de tumor na vesícula, a investigação segue com tomografia (raio X em fatias) antes da cirurgia. A ressonância magnética (imagem feita com ímã) e exames de sangue ajudam no estadiamento (medida de quanto a doença avançou). Essa sequência segue a Mayo Clinic sobre câncer de vesícula, e os laudos vão anexados ao pedido.

O pedido de autorização à operadora

A clínica envia ao Mediservice o pedido com o código TUSS (tabela padronizada de procedimentos dos planos) e os laudos. A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) fixa prazos máximos para a operadora responder ao pedido de cirurgia eletiva (marcada com antecedência). Pedidos incompletos voltam para a clínica.Quando o plano discorda da técnica ou do material pedido, abre uma junta médica (avaliação por um terceiro médico desempatador). O mesmo rito aparece na autorização de cirurgia endoscópica de coluna.Com a autorização emitida, o hospital agenda a internação e informa a validade da guia. O paciente recebe as orientações de jejum e a lista de exames pré-operatórios (checagem de sangue, coração e anestesia).
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Como escolher o cirurgião e o que levar na primeira consulta

Análise completa
O CRM (registro do médico no Conselho Regional de Medicina) mostra se o profissional está habilitado a exercer a medicina. O RQE (Registro de Qualificação de Especialista) confirma o título em Cirurgia do Aparelho Digestivo. Os dois números aparecem na consulta pública do site do Conselho Federal de Medicina.

Experiência no procedimento

Vale perguntar quantas cirurgias daquele tipo o médico faz e se opera por videolaparoscopia ou técnica aberta. Pergunte em quais hospitais credenciados ele opera e quais custos ficam fora da autorização. Para entender orçamentos com valores separados, veja o guia sobre pagamento da cirurgia de coluna particular.

O que levar na primeira consulta

Leve a carteirinha do Mediservice, um documento com foto e o pedido de encaminhamento, se houver. Junte os laudos de ultrassom, endoscopia (exame que avalia esôfago, estômago) e exames de sangue recentes, com as imagens quando possível. Uma lista dos remédios em uso e das cirurgias anteriores completa a avaliação.A fissura anal (pequeno corte no canal do ânus) é tratada pelo coloproctologista. O fluxo de documentos se repete no texto sobre cirurgia de fissura anal pelo Bradesco.
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Atendimento no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco

Análise completa
A consulta com o cirurgião digestivo acontece numa clínica onde trabalham outras especialidades médicas e profissionais de saúde. Quando a queixa envolve mais de um órgão, o encaminhamento interno encurta o caminho entre consultas. Os laudos levados à consulta ficam disponíveis para a equipe que acompanha o caso.

Quando outra especialidade entra na avaliação

Dor nas costas que acompanha uma queixa abdominal pode vir da coluna, e não do aparelho digestivo. Nesse caso, a avaliação segue com o especialista de coluna da equipe. O caminho pelo convênio aparece no texto sobre cirurgia endoscópica de coluna pela Porto Seguro.

Como agendar a avaliação

Para avaliar hérnia, vesícula ou refluxo pelo Mediservice, agende consulta com o Dr. Fabio Piovezan, de Cirurgia do Aparelho Digestivo. Ele atende no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em estrutura multidisciplinar. O passo a passo de um caso parecido está no guia sobre cirurgia de hérnia abdominal pelo Omint.
Próximo passo

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Consulta com Dr. Fabio Piovezan, Cirurgia do Aparelho Digestivo, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo.

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Perguntas frequentes

Preciso de encaminhamento para consultar um cirurgião do aparelho digestivo pelo Mediservice?
Depende do produto contratado pela empresa. Alguns produtos do Mediservice liberam a consulta direta com o especialista, enquanto outros pedem guia do médico de referência. Ligue para a central com a carteirinha em mãos e pergunte se a especialidade exige encaminhamento.
Como funciona o reembolso da consulta com o cirurgião digestivo?
Você paga a consulta, guarda o recibo com os dados do médico e a descrição do atendimento e envia ao plano. O valor devolvido segue a tabela do contrato e pode ser menor que o cobrado. Antes de agendar, peça ao plano uma simulação do reembolso.
Quais custos da cirurgia podem ficar fora da autorização?
A autorização do plano cobre a internação hospitalar. Honorários médicos e aluguel de equipamento, como robô ou laser, podem ser cobrados à parte. Peça o orçamento por escrito antes da data marcada, com cada valor separado do que a guia autorizou.
O anestesista também pode cobrar à parte?
Pode. Em alguns hospitais, o anestesista (médico que aplica a anestesia e acompanha a cirurgia) não atende pelo plano e cobra honorários próprios. Pergunte na consulta pré-anestésica (avaliação antes da operação) e peça esse valor por escrito.
Existe carência para cirurgia pelo plano?
Os planos podem prever carência (prazo de espera após a contratação) para cirurgias marcadas com antecedência. Nos planos empresariais, essa regra muda conforme o contrato firmado pela empresa. Confirme com o RH ou com a central antes de reservar a data no hospital.
O que fazer se o plano negar a autorização?
Peça a negativa por escrito, com o motivo e a cláusula do contrato usada para recusar. O cirurgião pode complementar o pedido com novos laudos ou um relatório mais detalhado. Se a recusa continuar, a reclamação pode ser registrada na ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
Posso pedir uma segunda opinião antes de operar?
Sim, e muita gente faz isso antes de uma cirurgia eletiva (operação marcada com antecedência). Leve os mesmos laudos e imagens ao segundo especialista, para não repetir exames sem necessidade. Essa consulta segue as regras de rede credenciada ou de reembolso do seu produto.
A consulta de retorno é cobrada de novo?
Muitas clínicas tratam como retorno a volta para mostrar exames dentro de um prazo combinado, sem nova cobrança. Depois da cirurgia, as revisões costumam fazer parte do acompanhamento da recuperação. Pergunte a regra ao agendar, porque ela varia de uma clínica para outra.
Dá para fazer a primeira consulta por vídeo?
Alguns produtos aceitam teleconsulta (consulta por vídeo) para conversar sobre a queixa e revisar exames já feitos. O exame do abdome e da virilha, porém, pede consulta presencial, sobretudo quando há suspeita de hérnia. Confirme com a central se o seu produto inclui essa modalidade.