Orientação clara com Ginecologista em SP para cuidar da saúde íntima
O corrimento vaginal é uma das queixas mais comuns em consultórios de Ginecologia. Muitas mulheres relatam coceira na vagina, percebem cheiro ruim vaginal ou alterações de cor e consistência.
É importante lembrar que nem todo corrimento está ligado a Infecção Sexualmente Transmissível, IST. Em várias situações, isso pode ser apenas uma secreção fisiológica, ligada ao ciclo e à lubrificação vaginal.
- No Instituto Medicina em Foco você conta com o atendimento do Dr. Vitor Maga (Vitor Henrique de Oliveira | CRM 185033 | RQE 92.064), especialista em Ginecologia, para esclarecer as dúvidas sobre o corrimento. Neste guia, você vai entender o que é normal, quais sinais exigem atenção, como diferenciar causas frequentes e quando procurar avaliação com Ginecologista em São Paulo.
O que é corrimento vaginal? Secreção normal versus alterações que exigem atenção
O corrimento é o conteúdo produzido naturalmente pela vagina e pelo colo do útero. A vagina, desde a puberdade, não deve ser seca. A umidade protege, equilibra o pH e mantém a flora vaginal saudável.
Sinais de secreção fisiológica (normal)
Algumas características comum podem confundir mas são totalmente naturais:
- Cor transparente ou esbranquiçada, sem grumos.
- Conteúdo vaginal sem cheiro ou com odor característico discreto.
- Pode aumentar em fases do ciclo, durante excitação ou perto da ovulação, pela lubrificação vaginal.
- Não acompanha dor, ardor intenso ou prurido persistente.
Sinais que você deve se atentar
No caso dos sintomas a seguir, é importante procurar um médico o quanto antes:
- Coceira intensa, sensação de ardor, dor pélvica ou ao urinar.
- Odor forte, descrito como corrimento cheiro ruim.
- Mudança marcante de cor e aspecto: amarelado, esverdeado, acinzentado, grumoso ou com sangue fora do período menstrual.
Sintomas persistentes ou que pioram após automedicação também são um alerta para a saúde ginecológica.
Se os sinais de alerta aparecerem, agende avaliação com Ginecologista em São Paulo.
Causas e tipos de corrimento
As causas do corrimento vaginal variam de alterações fisiológicas até infecções. Diferenciar exige exame clínico e, em alguns casos, testes laboratoriais.
Conteúdo fisiológico
- Relacionado ao ciclo, ao uso de métodos hormonais ou ao aumento da lubrificação vaginal.
- Não causa sintomas relevantes, não tem odor na vagina forte e não provoca coceira na vagina.
- Pode umedecer a calcinha, o que é esperado após a puberdade.
Corrimento patológico
- Pode acontecer junto com a coceira, ardor, desconforto e corrimento cheiro ruim.
- Alterações frequentes de aspecto: esverdeado, amarelado, acinzentado, espumoso ou muito grumoso.
- Pode estar associado a desequilíbrios da flora vaginal ou outras condições.
- Atenção a relatos de cheiro ruim vaginal persistente.
Infecção Sexualmente Transmissível (IST) e vaginose bacteriana
- Nem todo corrimento está ligado a uma IST, mas algumas ISTs podem causar secreção, dor e odor.
- Vaginose bacteriana não é uma IST, ocorre por desequilíbrio das bactérias habituais da vagina. É muito comum e costuma produzir corrimento acinzentado com odor característico.
- Outras causas possíveis incluem candidíase e tricomoníase que é uma IST, entre outras.
O diagnóstico correto e rápido, evita tratamentos desnecessários e repetidos.
Sintomas associados ao corrimento vaginal
O corrimento vaginal pode vir acompanhado de outros sinais. Observar e relatar esses sinais facilita o diagnóstico e o tratamento adequado.
Coceira e irritação
A coceira na vagina pode indicar desequilíbrio da flora vaginal, alergias locais ou infecções. Roupas muito apertadas, tecido sintético e higiene íntima inadequada também podem piorar a irritação.
Odor forte ou cheiro ruim vaginal
O cheiro ruim vaginal pode ocorrer em desequilíbrios bacterianos ou em IST. Quando o odor na vagina é intenso e persistente, a avaliação médica é recomendada com urgência.
Sentiu alteração no odor? Agende acompanhamento ginecológico no Instituto Medicina em Foco!
Quando procurar um Ginecologista da MEF em São Paulo
O cuidado com a saúde íntima exige atenção e, muitas vezes, um olhar especializado. No Instituto Medicina em Foco, o atendimento é realizado pelo Dr. Vitor Maga, médico formado pela FMABC, especialista em Ginecologia e Obstetrícia, com atuação reconhecida em Sexologia e qualificação em saúde da mulher e saúde sexual.
Além da experiência clínica, o Dr. Vitor é professor, preceptor e integra comissões científicas. O que reforça sua autoridade no acompanhamento de situações que envolvem corrimento vaginal, queixas sexuais e saúde ginecológica de forma integral.
Se você se identificar com algum dos casos abaixo, vale a pena agendar uma consulta:
- Sintomas que persistem por mais de três dias ou retornam com frequência.
- Corrimento vaginal acompanhado de odor muito forte, dor pélvica, dor na relação sexual ou ao urinar.
- Suspeita de Infecção Sexualmente Transmissível (IST) ou exposição de risco.
- Sinais de vaginose bacteriana recorrente.
- Dúvidas sobre uso de medicamentos, principalmente quando houve automedicação.
O acompanhamento próximo do Dr. Vitor Maga é fundamental para diferenciar alterações normais daquilo que merece investigação e tratamento.
Corrimento vaginal e cuidado integral no Instituto Medicina em Foco
No Instituto Medicina em Foco, o atendimento integra Ginecologia considerando todo o contexto da paciente, inclusive queixas sexuais, hábitos e histórico clínico.
O objetivo é oferecer diagnóstico preciso e plano terapêutico individualizado com escuta qualificada, exame físico quando indicado e, se necessário, coleta de exames para esclarecer a causa do corrimento vaginal.
Embora o corrimento vaginal possa ser fisiológico e saudável, as mudanças bruscas ou sintomas associados pedem avaliação. Evite a automedicação, fale com o Dr. Vitor Maga e conte com o Instituto Medicina em Foco para tratar a causa e prevenir possíveis recorrências.
Pronta para cuidar da sua saúde íntima com atenção individualizada? Agende sua consulta agora mesmo.
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FAQ – Dúvidas frequentes sobre Corrimento vaginal: quando é normal e quando investigar
1. Coceira e corrimento com mau cheiro sempre indicam infecção vaginal?
Não necessariamente. Esses sinais podem indicar desequilíbrios da flora vaginal, mas nem sempre estão ligados a uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST).
2. Quando procurar um ginecologista por corrimento com odor forte?
Sempre que o cheiro ruim vaginal for persistente, intenso ou acompanhado de dor, coceira ou secreção diferente do habitual.
3. Corrimento branco com coceira pode ser candidíase?
Sim. O corrimento branco e grumoso associado à coceira na vagina é um sintoma clássico de candidíase, mas só o médico confirma o diagnóstico.
4. Qual a diferença entre corrimento normal e corrimento infeccioso?
O corrimento normal é claro ou esbranquiçado, sem odor forte e sem sintomas de irritação. O infeccioso geralmente tem cheiro ruim, alteração de cor, coceira ou dor.
5. Cheiro ruim e secreção amarelada podem ser sinal de DST?
Podem sim. Algumas ISTs provocam secreções amareladas ou esverdeadas com odor desagradável, exigindo avaliação médica imediata.
6. Corrimento com coceira precisa sempre de tratamento médico?
Sim. Mesmo que os sintomas pareçam leves, é importante investigação para identificar a causa correta e evitar automedicação.
7. Quando o corrimento vaginal é considerado anormal?
Quando muda de cor, cheiro ou consistência, ou quando vem acompanhado de prurido, dor pélvica, ardor ao urinar ou durante a relação.
8. Posso tratar corrimento com coceira em casa ou preciso de ginecologista?
A automedicação pode mascarar sintomas e agravar o problema. O ideal é procurar um Ginecologista em São Paulo para avaliação segura.
9. Corrimento com odor forte pode afetar a fertilidade?
Em alguns casos, sim. Infecções não tratadas podem causar complicações que afetam a fertilidade. Por isso, a avaliação médica é essencial.
10. Quais exames o ginecologista pede para investigar corrimento vaginal?
Exames clínicos, coleta de secreção vaginal, exames de laboratório e, se necessário, testes específicos para ISTs ou para identificar alterações da flora vaginal.
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