Veja o guia completo sobre cirurgia de fístula anal em pacientes com Doença de Crohn
A cirurgia de fístula anal é central na Coloproctologia, especialmente para pacientes com Doença de Crohn em comparação a outras formas de Doença Inflamatória Intestinal (DII). Afinal, complicações na região perianal são comuns e frequentemente exigem tratamento cirúrgico.
Em São Paulo (SP), o Instituto Medicina em Foco (MEF) conta com o Núcleo de Doenças Inflamatórias Intestinais (NuDii) para oferecer as melhores opções de tratamentos para fístula anal. Saiba mais!
Quando a Doença de Crohn pode levar à fístula anal?
A Harvard Health Publishing explica que a Doença de Crohn é uma inflamação crônica que afeta qualquer parte do trato intestinal, diferentemente da Retocolite Ulcerativa (RCU), que atinge principalmente o reto e cólon.
Ainda assim, a fístula na região perianal é uma complicação frequente dessa Doença Inflamatória Intestinal, causada pela inflamação profunda do intestino que cria uma conexão que atravessa toda a parede do órgão.
Isso leva à presença de pus e pode causar infecções graves ou abscessos. Não à toa, os sintomas de fístula anal mais comuns são dor, secreção purulenta e sangramento nas fezes. A partir disso, seu diagnóstico é feito por exame físico e análise dos sintomas, reforça a Mayo Clinic.
Mais que isso, a fistulização bloqueada, com abscesso, exige cuidado inicial com antibióticos e suporte clínico, seguido, quando apropriado, por tratamento cirúrgico na região perianal.
Agende sua consulta e entenda se precisa fazer uma Gastrocirurgia de fístula anal.
O que está envolvido em uma cirurgia na região perianal no contexto da Doença de Crohn?
A cirurgia de fístula anal na região perianal em pacientes com Crohn tem riscos específicos mais altos, incluindo a recidiva e a incontinência fecal, devido à inflamação crônica.
Assim, a escolha da técnica para tratamento cirúrgico de doenças orificiais na região perianal é guiada pela complexidade da fístula e pelo nível de atividade da Doença de Crohn.
Entre as opções, podem ser aplicadas:
- Seton: consiste em posicionar um fio cirúrgico para manter o trajeto da fístula aberto e drenando.
- Fistulotomia: envolve abrir o trajeto da fístula completamente para cicatrizar gradualmente.
- Avanço de retalho (flap de avanço): indicado para casos em que a preservação do músculo esfíncter é crucial. Para isso, usa-se um retalho de tecido saudável para cobrir e fechar o orifício interno da fístula.
Quando a cirurgia de fístula anal é a melhor opçãopara quem tem Doença de Crohn?
Segundo a Mayo Clinic, os médicos decidem que a cirurgia de fístula anal na região perianal é a melhor opção quando:
- Há falha no tratamento clínico com antibióticos e imunossupressores, sendo o paciente refratário a ele.
- O paciente apresenta abscessos recorrentes ou dor intensa.
- Ocorre uma emergência cirúrgica causada por complicações como a fistulização livre ou perfuração intestinal.
- A fístula compromete significativamente a qualidade de vida do paciente.
Em muitos casos, ainda é avaliado se a cirurgia na região perianal deve ser realizada isoladamente ou em conjunto com outras intervenções, como uma cirurgia intestinal mais abrangente.
Essa análise é central, pois a Doença de Crohn também pode demandar a remoção de segmentos estreitados do trato intestinal ou outras ressecções, como a ileotiflectomia.
Qual é o papel do Cirurgião do Aparelho Digestivo nesse contexto?
A consulta com o Coloproctologista é o passo inicial para o paciente com Doença de Crohn identificar a necessidade de cirurgia de fístula anal.
Nesse momento, o especialista avalia a extensão da Doença Inflamatória Intestinal para definir se é necessário o tratamento cirúrgico da região perianal. A partir disso, o Cirurgião do Aparelho Digestivo torna-se fundamental.
Cirurgia de fístula anal em São Paulo (SP) na MEF
O Instituto Medicina em Foco conta com uma equipe multidisciplinar de especialistas em São Paulo (SP):
Coloproctologia
- Dr. Alexander Rolim: com título de especialista em Cirurgia do Aparelho Digestivo, é uma referência no tratamento cirúrgico de DII e doenças do cólon.
- Dr. Alexandre Ferrari: especialista em Cirurgia Geral e em Coloproctologia, aplica técnicas cirúrgicas em Doença Inflamatória Intestinal e outras enfermidades da região perianal.
- Dr. Carlos Obregon: médico colaborador do Serviço de Cirurgia do Cólon e Reto no Hospital das Clínicas com residência em Cirurgia Geral e Cirurgia do Aparelho Digestivo, usa essa experiência no NuDii.
- Dr. Rodrigo Barbosa: mais que fundador da MEF, esse Cirurgião do Aparelho Digestivo, tem focado em Coloproctologia, pesquisa clínica e tratamento cirúrgico de vários males do intestino
Dermatologia
- Dr. Vinicius Rocha: é parte do NuDii com a responsabilidade de tratar as manifestações cutâneas que a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa podem ter.
Gastroenterologia
- Dra. Charliana Uchôa: seu papel como Gastroenterologista do NuDii começa no diagnóstico de cada Doença Inflamatória Intestinal e segue com o acompanhamento de cada paciente atendido, incluido após o tratamento cirúrgico.
- Dra. Laís Naziozeno: como mestranda em Doença Inflamatória Intestinal, fornece uma abordagem integrada no monitoramento de quem sofre com Doença de Crohn ou Retocolite Ulcerativa.
- Dra. Sabrina Figueiredo: atuando com foco no intestino e, principalmente em Doença Inflamatória Intestinal, está apta a diferenciar as DII de outros quadros como intolerâncias alimentares, síndrome do intestino irritável e doença celíaca.
Infectologia
- Dr. Celso Mendanha: desenvolve um trabalho de apoio ao cuidado de Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa em pacientes imunossuprimidos em decorrência dos tratamentos.
Nutrição
- Dra. Christiani Chaves: sua especialização em Nutrição Clínica, Hospitalar e Funcional lhe dá respaldo para orientar a dieta de pacientes com Doença Inflamatória Intestinal em vários momentos, desde a prevenção de crise até após o tratamento cirúrgico.
Nutrologia
- Dr. Plinio Fonseca: como Nutrólogo tem papel central na melhoria da qualidade de vida de portadores de Doença Inflamatória Intestinal, já que ajuda a compensar a carências vitamínicas geradas por esse quadro.
Psicologia
- Leonårdo Miggiorin: como doenças crônicas, as Doença Inflamatória Intestinal afetam a saúde mental dos pacientes. Assim, o NuDii conta com um psicólogo.
Reumatologia
- Dr. Erivelton Lopes: manifestações articulares de Doença Inflamatória Intestinal são outra face da Doença de Crohn e da Retocolite Ulcerativa, exigindo o cuidado de um Reumatologista.
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Conteúdo atualizado em 2026.
Alexander de Sa Rolim I Coloproctologia I CRM-SP 83270 I RQE 55787 I RQE 115989 I RQE 115988
Alexandre Ferrari Amaral I Coloproctologia I CRM-SP 179945 I RQE 92807
Carlos de Almeida Obregon I Cirurgia do Aparelho Digestivo I CRM-SP 177864 I RQE 107012 I RQE 107013
Celso José Mendanha da Silva I Infectologia I CRM-SP 189080 I RQE 101779
Charliana Uchôa Cristovão Sampaio I Gastroenterologia I CRM-SP 142970 I RQE 49554 I RQE 77431
Christiani Gomes Chaves I Nutrição I CRN3 19475
Erivelton de Azevedo Lopes I Reumatologia I CRM-SP 166408 I RQE 89517
Laís Naziozeno Santos I Gastroenterologia I CRM-SP 204969 I RQE 115836
Leonardo Moreira Miggiorin I Psicologia I CRP-SP 119637
Plínio Augusto Moreira Fonseca I Cirurgia Geral I CRM-SP 173544 I RQE 138884 I RQE 1388841 I RQE 1388842
Rodrigo Barbosa Novais I Cirurgia do Aparelho Digestivo I CRM-SP 167670 I RQE 78610
Sabrina Rodrigues de Figueiredo I Gastroenterologia I CRM-SP 203753 I RQE 99224
Vinicius de Alencar da Rocha I Dermatologia I CRM-SP 168567 I RQE 96847
FAQ – Dúvidas frequentes sobre Crohn pode levar cirurgia de fístula anal? Descubra!
1. O que é uma fístula anal e por que ela é comum em pacientes com Doença de Crohn?
Um túnel anormal que se forma na região perianal, frequente na Doença de Crohn, com inflamação crônica e profunda, atravessando todas as camadas da parede intestinal.
2. Quais são os principais sintomas de fístula anal na Doença Inflamatória Intestinal?
Dor, pus e sangramento na região perianal. Em casos avançados, abscessos (coleções de pus).
3. Quando a cirurgia de fístula anal é indicada no tratamento da Doença de Crohn?
Quando o tratamento clínico falha, há abscessos, dor e problemas na qualidade de vida ou como emergência em situações de fistulização livre.
4. Qual é a diferença entre o tratamento cirúrgico e o tratamento clínico da fístula anal?
O tratamento cirúrgico envolve a intervenção física. Já o tratamento clínico utiliza antibióticos e imunossupressores para controlar a inflamação.
5. A cirurgia de fístula anal é diferente em casos com Doença de Crohn e em casos sem inflamação intestinal?
Sim, o tratamento cirúrgico da fístula anal no contexto da Doença de Crohn é mais conservador. O foco é preservar o músculo esfíncter e evitar a fistulotomia.
6. Como é realizada a cirurgia de fístula anal na região perianal?
As técnicas mais comuns incluem posicionamento de um fio cirúrgico para manter a drenagem e evitar abscessos (Seton), fechamento (avanço de retalho) ou abertura completa do trajeto (fistulotomia).
7. Quais complicações podem ocorrer após a cirurgia de fístula anal em pacientes com Crohn?
Devido à inflamação crônica da doença, os riscos mais comuns são o retorno da fístula e incontinência fecal.
8. O que o paciente deve discutir durante a consulta com Coloproctologista antes do tratamento cirúrgico de fístula anal?
A extensão da Doença Inflamatória Intestinal, se precisa apenas da cirurgia da fístula ou de uma cirurgia intestinal mais abrangente. Idealmente, deve-se planejar o desmame de corticoides e o suporte nutricional.
9. Qual é o papel do Cirurgião do Aparelho Digestivo e da Gastrocirurgia nesses casos?
Desempenha um papel fundamental em situações complexas como a necessidade de uma cirurgia intestinal mais abrangente.
10. A fístula anal pode voltar mesmo após a cirurgia intestinal ou o tratamento para fístula anal?
Sim. A recidiva é um dos riscos específicos devido à inflamação crônica e contínua da Doença de Crohn.






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