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Entendendo a diverticulite: características da doença

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Saiba tudo sobre diverticulose, inflamação no intestino e estratégias para manter a sua saúde intestinal

Como Gastroenterologista com vasta experiência em distúrbios intestinais, a Dra. Sabrina Figueiredo vê diariamente pacientes lidando com condições que afetam a saúde intestinal e do corpo de forma geral. Afinal, o intestino funciona como nosso segundo cérebro.

A diverticulite é uma delas, uma condição comum que envolve inflamação no intestino, especificamente no intestino grosso. Neste artigo, é possível entender de forma detalhada e cautelosa o que é essa condição, as suas causas, sintomas, diagnóstico e também quais são os principais tratamentos.

O principal objetivo é ajudar os interessados a entender melhor essa alteração que pode impactar significativamente a saúde intestinal. Dessa forma, diferenciar os sintomas da diverticulose, que muitas vezes é assintomática.

Como Gastroenterologista, a Dra. Sabrina Figueiredo sempre opta por uma abordagem cautelosa, pois ignorar sintomas pode levar a complicações graves. Vamos explorar isso passo a passo, garantindo que você tenha informações precisas para cuidar do seu intestino.

Preocupado com sintomas de diverticulite? Agende uma consulta com a Dra. Sabrina Figueiredo para uma avaliação completa da sua saúde intestinal.

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O que é diverticulite?

É uma condição inflamatória que afeta o intestino grosso, caracterizada pela inflamação no intestino de divertículos infectados. Divertículos são pequenas protrusões na parede intestinal que se formam ao longo do tempo, especialmente em regiões de pressão elevada.

Quando esses divertículos ficam obstruídos por fezes ou bactérias, surge a inflamação intestinal, resultando nessa doença. A Dra. Sabrina Figueiredo enfatiza que a condição não é apenas uma questão de desconforto; ela pode comprometer a saúde intestinal geral.

A diverticulite difere da diverticulose, que corresponde à presença de divertículos no intestino grosso sem inflamação e, na maioria das vezes, sem sintomas. A diverticulose, isoladamente, não indica tratamento cirúrgico, sendo o manejo definido de acordo com a evolução clínica e a presença de complicações ao longo do tempo.

Diferença entre diverticulose e diverticulite

A diverticulose refere-se à presença de divertículos no intestino grosso, geralmente sem inflamação e, na maioria das vezes, sem sintomas. Já a diverticulite ocorre quando um ou mais desses divertículos se tornam inflamados, podendo causar dor abdominal, febre e alterações do hábito intestinal.

Muitas pessoas convivem com diverticulose sem saber, pois a condição costuma ser silenciosa e descoberta incidentalmente em exames como a colonoscopia.

A diverticulose é comum e, isoladamente, não representa uma doença inflamatória. Apenas uma pequena parcela dos pacientes — cerca de 4 a 5% ao longo da vida — evolui para diverticulite.

Diverticulose sempre vira diverticulite?

Não. A maioria das pessoas com diverticulose nunca desenvolverá diverticulite. A progressão ocorre em uma minoria dos casos e está relacionada a uma combinação de fatores, incluindo estilo de vida, composição corporal, inflamação sistêmica, microbiota intestinal e predisposição genética.

Como Gastroenterologista, a Dra. Sabrina Figueiredo reforça que a diverticulose não deve ser motivo de alarme, mas merece orientação adequada.

Ignorar fatores de risco pode aumentar a chance de inflamação ao longo do tempo, especialmente em indivíduos com episódios prévios de diverticulite ou histórico familiar da doença.

O que leva à formação dos divertículos?

Os divertículos se formam em áreas de fragilidade natural da parede do intestino grosso, especialmente onde os vasos sanguíneos atravessam a camada muscular. Alterações da motilidade intestinal e aumento da pressão intraluminal parecem desempenhar papel importante nesse processo.

Diferentemente do que se acreditava no passado, baixa ingestão de fibras e constipação não estão diretamente associadas ao surgimento da diverticulose assintomática.

No entanto, hábitos alimentares e estilo de vida têm impacto relevante na progressão para diverticulite, especialmente por meio de inflamação crônica e alterações da microbiota intestinal.

Fatores associados ao risco de diverticulite

Diversos fatores estão relacionados a maior risco de inflamação dos divertículos, entre eles:

  • Obesidade, especialmente gordura abdominal.
  • Tabagismo.
  • Sedentarismo.
  • Dieta com alto consumo de carnes vermelhas e padrão alimentar ocidental.
  • Baixa ingestão de fibras, associada a maior risco de diverticulite (e não à formação inicial dos divertículos).
  • Uso frequente de anti-inflamatórios não esteroides.
  • Uso de corticoides e imunossupressão.
  • Histórico familiar, que pode responder por até 50% da predisposição em alguns indivíduos.

Por outro lado, padrões alimentares ricos em frutas, vegetais, grãos integrais, prática regular de atividade física e manutenção de um peso saudável estão associados à redução do risco de diverticulite.

Quando procurar avaliação especializada?

Pessoas com dor abdominal recorrente, episódios prévios de diverticulite ou fatores de risco associados devem ser acompanhadas de forma individualizada

O foco está na prevenção, educação em saúde e monitoramento adequado da saúde intestinal, evitando complicações desnecessárias.

Sofre com dor abdominal ou já teve inflamação no intestino? Agende sua consulta com a Dra. Sabrina Figueiredo, Gastroenterologista especialista em doenças intestinais, no NuDii – Instituto Medicina em Foco.

Entre em contato com o Insituto Medicina em Foco para agendar sua consulta com gastroenterologista em São Paulo, Dra. Sabrina Figueiredo, para saber mais sobre diverticulite

Sintomas comuns da doença

Os sintomas da doença incluem dor abdominal intensa, geralmente no lado esquerdo, devido à inflamação no intestino no intestino grosso. Febre, náuseas e alterações nas fezes, como constipação intestinal ou diarreia, são comuns, impactando a saúde intestinal.

Esses sintomas surgem subitamente durante uma crise da condição, distinguindo-a da diverticulose assintomática. Como Gastroenterologista, a Dra. Sabrina Figueiredo nota que pacientes podem experimentar inchaço e sensibilidade abdominal, sinalizando inflamação intestinal. 

Em outros casos, há vômitos ou sangue nas fezes, exigindo atenção imediata para preservar a saúde do intestino. Por isso, é importante buscar ajuda profissional.

É vital não confundir esses sintomas com outros distúrbios intestinais, como Síndrome do Intestino Irritável. Em São Paulo, SP, é possível encontrar uma abordagem cautelosa para diferenciar, evitando complicações na saúde intestinal causadas por diverticulite não tratada.

Descubra como tratar inflamação no intestino grosso. Agende sua consulta com a Dra. Sabrina Figueiredo.

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Diagnóstico da doença

O diagnóstico começa com uma avaliação clínica detalhada, incluindo histórico de sintomas como dor abdominal e alterações na saúde intestinal. Por isso, é importante que o paciente também esteja atento aos próprios sintomas.

A Dra. Sabrina Figueiredo recomenda exames como a Tomografia Computadorizada do abdômen. Ela visualiza a inflamação no intestino no intestino grosso com alta precisão.

A colonoscopia pode ser usada para confirmar diverticulose ou excluir outras condições. No entanto, é evitada durante crises agudas para não agravar a inflamação no intestino

A tecnologia avançada também pode ser usada para um diagnóstico cauteloso, diferenciando condições de saúde. Assim, é possível garantir o tratamento adequado para a saúde do intestino.

Lidando com constipação intestinal ou dor abdominal? Consulte a especialista Dra. Sabrina Figueiredo para soluções eficazes.

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Tratamentos para diverticulite

O tratamento varia conforme a gravidade. Para casos leves, repouso, dieta líquida e antibióticos combatem a inflamação no intestino. Geralmente, há a prescrição de medicamentos para aliviar dor abdominal e melhorar a saúde intestinal.

Em situações graves ou pacientes de risco, a hospitalização com antibióticos intravenosos é necessária. A cirurgia, por sua vez, pode ser indicada, quando necessária, para remover partes afetadas do intestino grosso

A Dra. Sabrina Figueiredo recomenda mudanças na dieta, como dieta rica em fibras, pós-crise para prevenir recorrências da doença. Para diverticulose, o foco é preventivo, evitando progressão para a outra condição.

Os tratamentos devem ser abordados com cautela, monitorando pacientes para evitar complicações como peritonite. É importante integrar orientação nutricional para fortalecer a saúde do intestino e reduzir a inflamação no intestino.

Pronto para cuidar do intestino grosso e evitar complicações? Marque sua consulta com a Dra. Sabrina Figueiredo hoje mesmo.

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Prevenção e manutenção da saúde intestinal

A prevenção das complicações da doença diverticular está relacionada, principalmente, à redução do risco de diverticulite, e não à prevenção da formação dos divertículos em si.

Uma alimentação equilibrada, com adequada ingestão de fibras, está associada à redução do risco de diverticulite e de suas recorrências.

O consumo regular de frutas, vegetais, legumes e grãos integrais contribui para um padrão alimentar mais saudável e para o bom funcionamento intestinal, embora não impeça o surgimento da diverticulose.

A prática regular de atividade física tem papel importante na diminuição do risco de inflamação dos divertículos, especialmente exercícios de maior intensidade. A hidratação adequada auxilia no funcionamento intestinal, mas isoladamente não previne a diverticulose.

Manter um peso corporal saudável, evitar o tabagismo e reduzir hábitos associados à inflamação crônica são medidas fundamentais para a preservação da saúde intestinal e para a diminuição do risco de diverticulite.

O acompanhamento regular com Gastroenterologista permite orientação individualizada, identificação de fatores de risco e definição de estratégias de prevenção, especialmente em pacientes com histórico familiar ou episódios prévios de diverticulite.

Em São Paulo (SP), a Dra. Sabrina Figueiredo, Gastroenterologista especialista em doenças intestinais, oferece acompanhamento personalizado com foco em prevenção, educação em saúde e cuidado integral do intestino.

Possíveis complicações

As complicações incluem abscessos, fístulas e peritonite, resultantes de inflamação intestinal não controlada. Essas afetam gravemente a saúde intestinal e podem requerer intervenção cirúrgica.

As recorrências de diverticulite podem ocorrer em aproximadamente 20 a 30% dos pacientes após um primeiro episódio, especialmente na ausência de acompanhamento adequado e controle dos fatores de risco.

O seguimento com gastroenterologista permite monitoramento individualizado, com foco na redução do risco de novos episódios e de complicações associadas à doença diverticular.

Complicações como sangramento intestinal, abscessos, fístulas ou obstrução do intestino grosso podem ocorrer em uma parcela dos casos, reforçando a importância do diagnóstico correto, tratamento oportuno e acompanhamento especializado.

A avaliação por um profissional capacitado é fundamental para orientar as melhores estratégias de cuidado e preservar a saúde intestinal a longo prazo.

Buscando tratamento para diverticulose assintomática? Agende com a Dra. Sabrina Figueiredo e proteja a sua saúde.

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Quando procurar ajuda médica

É importante procurar avaliação médica ao apresentar dor abdominal persistente, febre, sensibilidade abdominal ou alterações recentes do hábito intestinal, sintomas que podem estar associados à diverticulite e que precisam ser diferenciados de outras doenças intestinais.

A consulta com Gastroenterologista é fundamental para o diagnóstico correto, definição do tratamento adequado e exclusão de outras condições que podem causar sintomas semelhantes.

Sinais de alerta como vômitos persistentes, sangramento nas fezes, dor abdominal intensa, distensão abdominal progressiva ou incapacidade de se alimentar podem indicar complicações e requerem avaliação médica imediata. 

Reconhecer esses sinais precocemente é essencial para evitar agravamento do quadro e preservar a saúde intestinal.

MEF e a saúde do intestino

O Instituto Medicina em Foco oferece exames e tratamentos especializados para o monitoramento da saúde do intestino de seus pacientes. Com tecnologia moderna e profissionais altamente capacitados, o paciente recebe todo o suporte necessário.

Na MEF, o cuidado é centrado no paciente, com atendimento individualizado, baseado em evidências científicas e em uma abordagem humanizada, respeitando as particularidades de cada caso.

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Dra. Sabrina Figueiredo, especialista em distúrbios do intestino

A Dra. Sabrina Figueiredo é especialista em Gastroenterologia pelo Hospital das Clínicas, da USP. Seu foco está voltado para doenças do intestino, como intolerâncias alimentares, Doenças Inflamatórias Intestinais e doença celíaca.

A sua atuação é moldada no bem-estar do paciente, além de um diagnóstico detalhado da doença para um tratamento completo e efetivo. Além disso, a Dra. Sabrina Figueiredo possui amplo conhecimento em sua área e realizou diversos cursos e aperfeiçoamentos para oferecer o melhor atendimento possível.

Agende a sua consulta

Identificou algum desses sintomas ou precisa dar mais atenção à sua saúde intestinal? Procure a MEF, com a Dra. Sabrina.

Melhore a sua saúde intestinal com orientação personalizada. Marque uma consulta com a Dra. Sabrina Figueiredo.

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Conteúdo atualizado em 2026.

FAQ – Dúvidas frequentes sobre entendendo a diverticulite: características da doença

1. O que é diverticulite e qual a diferença entre diverticulose e diverticulite?

A diverticulite é a inflamação ou infecção de pequenas bolsas (divertículos), a diverticulose é a presença desses divertículos sem inflamação ou sintomas.

2. Quais são os principais sintomas da diverticulite intestinal?

Os principais sintomas incluem dor abdominal intensa (geralmente no lado esquerdo inferior), febre, náuseas, vômitos, alterações intestinais como diarreia ou constipação, inchaço e sensibilidade ao toque.

3. Dor abdominal do lado esquerdo pode ser sinal de diverticulite?

Sim, a dor abdominal do lado esquerdo é um sinal clássico da doença, pois afeta principalmente o cólon sigmóide no intestino grosso esquerdo. 

4. Diverticulite tem cura ou pode voltar com o tempo?

A doença pode ser tratada e “curada” em episódios agudos com antibióticos, dieta e repouso, mas o paciente pode apresentar um novo episódio de diverticulite com o tempo. 

5. Quais alimentos devem ser evitados durante uma crise de diverticulite?

Durante uma crise aguda de diverticulite, a recomendação é reduzir a ingestão de fibras temporariamente, especialmente nas fases iniciais do quadro, conforme orientação médica. O objetivo é diminuir o estímulo intestinal enquanto ocorre a inflamação.

Não há evidências científicas de que alimentos como sementes, nozes, milho ou pipoca aumentem o risco de piora da diverticulite ou de complicações, e esses alimentos não precisam ser evitados de forma rotineira após a resolução do quadro.

Em geral, durante a fase aguda, pode ser indicado:

  • Dieta leve ou de baixo resíduo, conforme a gravidade dos sintomas
  • Evitar alimentos muito gordurosos, ultraprocessados ou de difícil digestão
  • Retorno gradual da ingestão de fibras após melhora clínica

A orientação alimentar deve ser individualizada e ajustada de acordo com a evolução dos sintomas e a resposta ao tratamento.

6. Diverticulite precisa sempre de antibiótico ou internação hospitalar?

Nem sempre. Casos leves podem ser tratados em casa com repouso, dieta líquida e analgésicos, mas antibióticos são comuns para infecções.

7. Quando a diverticulite se torna grave e exige cirurgia?

Torna-se grave com perfuração intestinal, abscessos, fístulas, obstrução ou peritonite, exigindo cirurgia para drenar infecções ou remover partes afetadas do intestino. Além desses casos, pode ser necessário cirurgia em pacientes com diverticulite recorrente.

8. Exames como tomografia e colonoscopia ajudam no diagnóstico da diverticulite?

Sim, a tomografia computadorizada é o exame principal para diagnosticar inflamação e complicações agudas; a colonoscopia ajuda a confirmar divertículos ou excluir outras causas, mas não pode ser realizada durante o quadro agudo de inflamação.

9. Quais são os fatores de risco para desenvolver diverticulite no intestino?

  • Idade mais avançada, com aumento progressivo do risco ao longo dos anos.
  • Obesidade, especialmente acúmulo de gordura abdominal.
  • Sedentarismo, sobretudo baixa prática de atividade física vigorosa.
  • Tabagismo.
  • Dieta com alto consumo de carnes vermelhas e padrão alimentar ocidental.
  • Baixa ingestão de fibras, associada ao risco de inflamação dos divertículos.
  • Uso de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), corticoides e opiáceos.
  • Imunossupressão.
  • Histórico familiar, refletindo predisposição genética.

10. Quando procurar um gastroenterologista diante de suspeita de diverticulite?

É recomendado procurar um Gastroenterologista ao apresentar dor abdominal persistente, especialmente em quadrante inferior esquerdo, febre, sensibilidade abdominal, náuseas, vômitos ou alterações recentes do hábito intestinal.

A avaliação especializada é ainda mais importante em pessoas com histórico prévio de diverticulite, histórico familiar de doença diverticular ou presença de fatores de risco, como obesidade, tabagismo ou uso de determinados medicamentos.

Sinais como dor intensa, piora progressiva dos sintomas, sangramento nas fezes ou incapacidade de se alimentar indicam necessidade de avaliação médica imediata, podendo demandar atendimento de urgência.

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