Saiba mais sobre o método diagnóstico
Quem convive com sintomas gastrointestinais sabe o quanto é importante entender o que está acontecendo no corpo.
A enterotomografia é um exame de imagem avançado, indicado para investigar e acompanhar Doenças Inflamatórias Intestinais (DII), como a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa.
O procedimento combina contraste oral e endovenoso com tecnologia de tomografia computadorizada, permitindo a visualização detalhada do intestino delgado e estruturas adjacentes. Com isso, é possível identificar inflamações, estenoses, fístulas e abscessos com alta precisão.
Essa abordagem detalhada na consulta com Gastroenterologista permite ao paciente compreender melhor o papel da enterotomografia no diagnóstico. A seguir, veja como o exame contribui para identificar e acompanhar essas condições.
O que é a enterotomografia e como auxilia no diagnóstico?
A enterotomografia, também chamada de enterografia por tomografia computadorizada, é um exame não invasivo que permite avaliar o intestino delgado com riqueza de detalhes.
O paciente ingere uma solução de contraste por via oral e recebe aplicação de contraste intravenoso, seguida pela tomografia computadorizada do abdômen, o que destaca as estruturas internas durante a captação das imagens após a consulta com Gastroenterologista ou Coloproctologista.
O exame é especialmente eficaz na detecção de inflamação no intestino, permitindo decisões clínicas mais seguras. A enterografia por tomografia é indicado para avaliação detalhada do intestino delgado e costuma durar entre 30 e 45 minutos, incluindo o tempo de preparo e a realização das imagens.
O procedimento, feito pelo especialista em Gastroenterologia, é útil para:
- Avaliar a extensão da inflamação intestinal.
- Detectar complicações como estenoses, fístulas e abscessos.
- Monitorar a resposta ao tratamento.
- Planejar intervenções clínicas ou cirúrgicas.
Quais são os sintomas da Doença de Crohn?
Entre os sintomas da Doença de Crohn, destacam-se dor abdominal, diarreia e perda de peso. Embora seja mais utilizada na investigação da Doença de Crohn, ele também auxilia na avaliação da Retocolite Ulcerativa, ainda mais em casos com suspeita de comprometimento do intestino delgado.
É bom destacar que a inflamação crônica está no centro de doenças complexas como as DII. Exames como enterografia com tomografia computadorizada na consulta com Gastroenterologista são fundamentais para controlar esse processo antes que ele comprometa a saúde intestinal.
Portanto, este exame é uma ferramenta indispensável para melhorar a precisão no diagnóstico e segurança no tratamento. Por isso, a importância de procurar um especialista em Gastroenterologia.
Quando o exame é recomendado?
Nem sempre os sintomas intestinais são claros ou fáceis de interpretar. Muitas vezes, o desconforto se arrasta por semanas ou meses sem um diagnóstico preciso. Por isso que exames como esse se tornam aliados, para o médico entender o que acontece e tomar decisões.
Dessa forma, numa consulta com Gastroenterologista, o exame é indicado quando há:
- Dor abdominal recorrente.
- Diarreia persistente.
- Sangue nas fezes.
- Perda de peso sem causa aparente.
- Histórico familiar de Doença de Crohn ou Retocolite Ulcerativa.
Esses sintomas devem ser avaliados por um especialista em Gastroenterologia. Exames de imagem são essenciais para avaliar a atividade inflamatória intestinal e guiar decisões terapêuticas.
Preparo para o exame
Além disso, o preparo para o procedimento geralmente envolve jejum de 4 a 6 horas antes do início, além da ingestão de contraste oral sob orientação da equipe médica.
Apesar de ser bastante utilizada na Doença de Crohn, a enterografia por tomografia computadorizada também é indicada para outras condições inflamatórias intestinais, como a Retocolite Ulcerativa e casos de dor abdominal de origem indeterminada.
Com isso, ao notar sintomas persistentes ou alterações gastrointestinais, é fundamental buscar avaliação. Se você procura por um Gastroenterologista em São Paulo para avaliação completa, entre em contato com a MEF.
Diferença entre os exames na avaliação Gastroenterológica
Cada paciente com Doença Inflamatória Intestinal apresenta um comportamento clínico próprio. Por isso, a escolha do exame de imagem mais adequado influencia diretamente a qualidade do diagnóstico e as decisões tomadas ao longo do acompanhamento médico.
A comparação entre a enterotomografia e a enterorressonância magnética vai além da tecnologia utilizada. O que realmente importa é como cada método contribui para compreender a atividade inflamatória, detectar complicações e orientar o tratamento de forma segura.
De maneira geral:
- A enterotomografia utiliza tomografia computadorizada com contraste, tem execução mais rápida e costuma ser mais acessível, sendo muito útil para identificar inflamação ativa, estenoses e fístulas.
- A enterorressonância magnética não emprega radiação ionizante e pode oferecer vantagens em situações específicas, especialmente em pacientes mais jovens ou que necessitam de exames repetidos.
A definição do exame ideal depende de fatores como os sintomas apresentados, a fase da Doença de Crohn, a idade do paciente, histórico clínico e a disponibilidade do método. Essa decisão deve sempre ser individualizada e orientada pelo médico responsável.
Vale reforçar que o diagnóstico das Doenças Inflamatórias Intestinais não se baseia em um único exame. Ele resulta da integração entre avaliação clínica, exames laboratoriais e métodos de imagem, que juntos oferecem uma visão completa da doença.
Por que a enterografia por tomografia é tão importante?
A enterografia com tomografia computadorizada do intestino é uma das ferramentas mais eficazes para avaliar a extensão da inflamação intestinal e suas possíveis complicações.
O exame permite visualizar áreas comprometidas, identificar estreitamentos do intestino, trajetos fistulosos e outras alterações que impactam diretamente a conduta terapêutica.
Esse método é especialmente relevante em pacientes com quadros mais complexos, sintomas persistentes ou resposta insatisfatória ao tratamento inicial. Nesses cenários, o exame ajuda a esclarecer a atividade da doença e a planejar ajustes no acompanhamento clínico ou cirúrgico.
A repetição da enterografia pode ser indicada quando há mudança no quadro clínico, necessidade de reavaliação da inflamação ou monitoramento da evolução da Doença Inflamatória Intestinal, sempre conforme critério médico.
Onde realizar o exame em São Paulo com acompanhamento especializado
O acompanhamento do paciente com Doença Inflamatória Intestinal no Instituto Medicina em Foco (MEF) é feito de forma integrada. A enterotomografia é realizada em hospitais e laboratórios parceiros, devidamente selecionados, garantindo qualidade técnica e segurança na realização do exame.
Após a realização do exame externo, as imagens e laudos são analisados pela equipe médica do NuDii, núcleo especializado em Doenças Inflamatórias Intestinais da MEF. Esse modelo permite que o paciente tenha acesso à melhor tecnologia disponível, sem perder a continuidade do cuidado clínico.
O núcleo conta com profissionais com atuação focada em DII, como a Charliana Uchôa e o Rodrigo Barbosa, que acompanham casos de Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa de forma individualizada e baseada em evidências.
Ter um exame bem executado, interpretado por uma equipe experiente, faz diferença real na precisão do diagnóstico e na condução do tratamento ao longo do tempo.
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Conteúdo atualizado em 2026.
Charliana Uchôa Cristovão Sampaio I Gastroenterologia I CRM-SP 142970 I RQE 49554 I RQE 77431
Rodrigo Barbosa Novais I Cirurgia do Aparelho Digestivo I CRM-SP 167670 I RQE 78610
FAQ – Dúvidas frequentes sobre enterotomografia: exame de imagem avançado para DII
1. O que é a enterotomografia?
Exame que avalia o intestino com contraste oral e endovenoso para identificar inflamações e alterações intestinais.
2. Quanto tempo dura uma enterotomografia?
Dura cerca de 30 a 45 minutos, incluindo o tempo de preparo e a realização das imagens.
3. Como é feita uma enterotomografia?
O paciente ingere contraste e realiza tomografia computadorizada do abdômen para análise detalhada.
4. Quando o Gastroenterologista indica a enterotomografia para investigar inflamações intestinais?
Indicada em casos de inflamação intestinal ou suspeita de Doença Inflamatória Intestinal (DII).
5. Como é feito o preparo da enterografia com tomografia computadorizada do intestino?
Requer jejum de 4 a 6 horas e ingestão de contraste antes do exame para melhor visualização.
6. A Retocolite Ulcerativa também pode ser diagnosticada pela enterotomografia?
Sim, ajuda a avaliar inflamações intestinais e casos de Retocolite Ulcerativa no intestino delgado.
7. Quando o paciente com Doença Inflamatória Intestinal (DII) deve repetir o exame de imagem?
Deve ser repetida quando há piora dos sintomas ou necessidade de acompanhar a evolução da doença.
8. Qual a diferença entre enterotomografia e enterorressonância magnética?
A tomografia usa raios-X, enquanto a ressonância magnética não emite radiação.
9. A enterotomografia é indicada apenas para quem tem Doença de Crohn?
Não, também é útil para Retocolite Ulcerativa e outras doenças inflamatórias intestinais.






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