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Hemorroidectomia: como lidar com a dor no pós-operatório?

Última atualização: 13/02/2026
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Agende sua consulta com um médico do Instituto Medicina em Foco

Conheça as cirurgias sem cortes para o tratamento da hemorroida

A dor no pós-operatório ainda é um dos principais receios no tratamento da doença hemorroidária. Durante anos, a hemorroidectomia foi tratada como uma cirurgia desconfortável ao paciente, ainda que estivesse sofrendo os sintomas da hemorroida, impactando a sua qualidade de vida.

Hoje, o tratamento dessa doença anorretal evoluiu muito, com técnicas modernas de cirurgia sem corte como a desarterialização hemorroidária e o uso do grampeador PPH que permitem procedimentos mais precisos, com menor trauma, uma recuperação mais confortável e rápida no pós-operatório.

É importante destacar que o nível de dor varia conforme o grau da hemorroida, a presença de prolapso hemorroidário e a técnica indicada. Por isso, a avaliação com um especialista em Coloproctologia, como o Dr. Carlos Obregon, é fundamental para diferenciar o desconforto.

Sentir dor após hemorroidectomia nem sempre é motivo de preocupação, mas entender seus limites é essencial. Procure um especialista.

Cirurgia sem corte: menos dor e recuperação rápida

As cirurgias sem cortes, como a desarterialização hemorroidária (THD) ou a hemorroidectomia com grampeador PPH, são técnicas que tratam a causa da doença com menor agressão tecidual. Isso resulta em um pós-operatório com menos desconforto e recuperação mais rápida.

O foco principal dessa cirurgia minimamente invasiva é interromper o fluxo sanguíneo para as áreas afetadas, reduzindo os sintomas e corrigindo o prolapso, o que resulta em menor trauma cirúrgico.

O impacto do grau da hemorroida na escolha da técnica sem corte

  • Graus 1 e 2: frequentemente são tratados com técnicas minimamente invasivas em consultório, como a ligadura elástica. O objetivo é resolver os sintomas com desconforto quase insignificante e recuperação imediata.
  • Grau 3: principal indicação para procedimentos como a desarterialização hemorroidária ou o grampeador PPH. Essas técnicas corrigem eficazmente o prolapso com um pós-operatório consideravelmente mais confortável que a cirurgia tradicional.
  • Grau 4: hemorroidas volumosas e irredutíveis podem exigir uma hemorroidectomia tradicional ou técnicas híbridas. Apesar da dor no pós-operatório, essa abordagem é muitas vezes necessária para um resultado definitivo.

Importante: os graus somente se aplicam às hemorroidas internas, isto é, as que “nascem” no interior do canal anal e que “saem para fora”. Existem as hemorroidas externas, revestidas por pele (anoderma) e que já “nascem” fora do ânus. Elas não têm grau.

Inclusive, caso tornem-se sintomáticas, ao ponto de justificarem cirurgia, somente podem ser operadas por técnicas excisionais (“com corte”).

Cirurgia sem corte significa zero dor?

A afirmação de que uma cirurgia resulta em zero dor é um mito. É crucial ter expectativas realistas: qualquer intervenção médica, por mais minimamente invasiva que seja, provoca uma resposta inflamatória no organismo, o que gera algum nível de desconforto no pós-operatório.

Dessa forma, uma cirurgia sem corte significa menos dor, menor trauma e uma recuperação mais rápida. Um grande avanço em relação aos métodos antigos da hemorroidectomia, mas não equivalem a uma experiência completamente isenta de desconforto.

Para saber se a cirurgia sem corte é a melhor opção para o seu grau de hemorroida, marque uma consulta online ou presencial em São Paulo.

Desarterialização hemorroidária (THD) vs. técnica tradicional

Ao planejar a cirurgia para hemorroidas, a escolha entre a desarterialização hemorroidária (THD) e a técnica tradicional (hemorroidectomia) é fundamental. Esta decisão impacta diretamente a experiência de dor no pós-operatório e o tempo de recuperação.

Qual a diferença real no tempo de recuperação?

  • Desarterialização hemorroidária (THD): cirurgia sem corte que evita feridas externas sensíveis, a recuperação com retorno às atividades laborais em 14 dias, em média. A dor no pós-operatório tende a diminuir de forma acelerada.
  • Hemorroidectomia: como envolve a remoção de tecido e deixa uma ferida aberta na borda do ânus, a cicatrização costuma ser mais demorada. O retorno às mesmas atividades costuma levar 4 semanas de forma gradual, com um período mais longo de dor no pós-operatório que requer cuidados específicos.

Agende uma avaliação e descubra se a desarterialização hemorroidária ou a hemorroidectomia com grampeador PPH são cirurgias sem corte indicadas para o seu caso.

Grampeador PPH e ligadura: como é a evolução?

A evolução pós-operatória da cirurgia com grampeador PPH e do tratamento com ligadura elástica reflete a natureza minimamente invasiva desses procedimentos, com trajetórias distintas.

  • Hemorroidopexia com Grampeador PPH: essa cirurgia sem cortes externos costuma ter uma menor dor no pós-operatório do que na hemorroidectomia clássica, permitindo um retorno às atividades em cerca de uma semana.
  • Ligadura elástica: o paciente retorna imediatamente à rotina. A queda da hemorroida ocorre dias depois, geralmente sem dor aguda.

A cirurgia de hemorroida com grampeador PPH realmente traz mais conforto?

Sim, a cirurgia com grampeador PPH é uma cirurgia minimamente invasiva. É importante deixar claro que esta cirurgia de uma certa forma ela corta sim, porém ela não deixa incisões na pele da borda anal (anoderma), área com mais terminações nervosas sensitivas. 

O “corte” realizado no PPH é na mucosa do reto, que é removida com auxílio de grampeador. Como essa mucosa não possui as mesmas terminações nervosas sensitivas que a pele da borda anal, a dor no pós-operatório é habitualmente bem menor.

Ligadura elástica dói?

A ligadura elástica é um procedimento minimamente invasivo realizado em consultório para hemorroidas internas. Pode causar uma sensação de peso ou cólica leve por 1-2 dias, mas raramente provoca dor no pós-operatório intensa. A dor forte pode indicar que a banda foi aplicada muito baixo, na área sensível.

Como o prolapso influencia o desconforto pós-cirúrgico?

Tanto o grampeador PPH quanto a ligadura são eficazes para corrigir o prolapso hemorroidário. A escolha entre eles considera o volume e a extensão do prolapso.

Cada técnica, do grampeador PPH à ligadura elástica, tem seu perfil ideal de indicação. A decisão deve ser compartilhada entre médico e paciente.

O que esperar da dor no pós-operatório de hemorroidectomia?

Após qualquer procedimento, algum nível de desconforto é esperado. Na hemorroidectomia, a sensação pode variar de uma pressão incômoda a uma dor que requer manejo medicamentoso. A evolução natural é de melhora progressiva a cada dia.

Dor normal vs. complicação: como diferenciar?

  • Dor normal: é administrável com analgésicos comuns, piora momentaneamente durante a evacuação e diminui sensivelmente após os primeiros dias.
  • Complicação: a dor é intensa, constante, progressiva e não responde aos medicamentos prescritos. Pode estar associada a febre, sangramento abundante ou outros sinais de alerta comuns em complicações de qualquer doença anorretal mal tratada, como abscessos ou infecções.

Sinais de alerta: quando procurar o médico imediatamente?

Fique atento aos sinais abaixo. Se surgirem, entre em contato com nossa equipe ou procure atendimento médico sem demora.

  • Dor intensa e progressiva que não responde aos analgésicos prescritos.
  • Sangramento retal em volume grande, que persiste ou encharca os papéis higiênicos.
  • Febre alta, acima de 38°C, que pode indicar um processo infeccioso.
  • Dificuldade ou incapacidade de urinar (retenção urinária) após as primeiras horas.
  • Calafrios, náuseas ou vômitos persistentes.
  • Saída de secreção purulenta (pus) pela região anal.
  • Inchaço, vermelhidão ou calor excessivo na área operada.

Para entender o que é normal no seu caso específico, é essencial ter um acompanhamento próximo com o profissional que realizou o procedimento.

Entre em contato com o Insituto Medicina em Foco para agendar sua consulta com gastrocirurgiao em Sao Paulo Dr. Carlos Obregon para tratamento de hemorroida Hemorroidectomia

Referência em Coloproctologia: procure o Instituto Medicina em Foco

No Instituto Medicina em Foco, em São Paulo, contamos com uma equipe multidisciplinar preparada para oferecer o que há de mais moderno no tratamento da doença hemorroidária, como a desarterialização hemorroidária.

Com o nosso especialista, o Dr. Carlos Obregon, buscamos, através do diálogo claro e da avaliação minuciosa, apresentar alternativas, desde as técnicas minimamente invasivas, como a desarterialização hemorroidária, até as tradicionais, sempre trabalhando em prol dos pacientes.

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Supere o receio de desconforto e complicações no pós-operatório da cirurgia de hemorroidas com um atendimento humanizado no Instituto Medicina em Foco, em São Paulo, seja online ou presencial.

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Conteúdo atualizado em 2026.

Carlos de Almeida Obregon I Cirurgia do Aparelho Digestivo I CRM-SP 177864 I RQE 107012 I RQE 107013

FAQ – Dúvidas frequentes sobre hemorroidectomia: como lidar com a dor no pós-operatório

1. Dor no pós-operatório de hemorroidectomia é normal ou indica complicação?

A dor no pós-operatório é esperada nos primeiros dias. Porém, desconfortos e complicações excessivas devem ser avaliados pelo especialista em Coloproctologia.

2. Cirurgia sem corte para hemorroida realmente reduz a dor após o procedimento?

Sim, a cirurgia sem corte, um procedimento minimamente invasivo, costuma causar menos trauma tecidual, acelerando a cura da doença hemorroidária e reduzindo a dor.

3. Qual a diferença no pós-operatório entre desarterialização hemorroidária e hemorroidectomia tradicional?

A desarterialização hemorroidária foca no fluxo sanguíneo, sem cortes externos, garantindo um pós-operatório muito mais leve que a hemorroidectomia convencional.

4. O uso do grampeador PPH torna a recuperação da cirurgia de hemorroida mais confortável?

O grampeador PPH atua acima da linha sensitiva do ânus. Isso torna a hemorroidectomia mais confortável para quem sofre com prolapso hemorroidário interno.

5. Ligadura elástica causa dor significativa depois do procedimento?

A ligadura elástica é um procedimento minimamente invasivo simples. Pode causar pressão local, mas raramente gera dor significativa como uma cirurgia de hemorroida.

6. Quando o desconforto no pós-operatório de hemorroida passa a ser um sinal de alerta?

Febre, sangramento intenso ou dor que não cede com analgésicos são sintomas de alerta importantes em qualquer tratamento de doença anorretal

7. O grau da hemorroida influencia na dor após a cirurgia?

Sim. O grau da hemorroida define a extensão da cirurgia. Casos avançados (grau 4) podem demandar uma hemorroidectomia mais ampla, influenciando na dor.

8. Prolapso hemorroidário costuma gerar um pós-operatório mais doloroso?

Hemorroidas com prolapso hemorroidário frequente exigem técnicas de reposicionamento que podem elevar a sensibilidade na região durante a cicatrização inicial.

9. Cirurgia minimamente invasiva para doença hemorroidária sempre significa menos dor?

Geralmente sim, pois preserva o canal anal. Técnicas como a desarterialização hemorroidária tratam a doença hemorroidária com mínimo impacto nos nervos sensoriais.

10. Quando procurar um especialista em coloproctologia por dor persistente após cirurgia de hemorroida?

Se a dor no pós-operatório aumentar após o 5º dia ou houver secreção com odor, agende com seu especialista em Coloproctologia para descartar infecções.

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