O que pacientes com Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa precisam saber sobre imunossupressores
Como o Núcleo de Doenças Inflamatórias Intestinais (NuDii), localizado no Instituto Medicina em Foco (MEF), em São Paulo, é referência no cuidado integral de pacientes com Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa, temos muito a orientar sobre o uso imunossupressores no tratamento de DII.
Isso porque, frequentemente, pacientes com esses quadros fazem uso de medicamentos imunossupressores para controlar a inflamação. Contudo, eles exigem atenção especial devido ao risco aumentado de imunidade baixa.
Portanto, ao longo desse artigo você vai saber o que são imunossupressores e muito mais para entender como agir diante de seus efeitos. Confira!
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O que são e para que servem os medicamentos imunossupressores?
Os imunossupressores são medicamentos que reduzem a atividade do sistema imunológico. Assim, em pacientes com Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa, eles ajudam a controlar o ataque exagerado do corpo ao próprio intestino, evitando crises e lesões graves.
Por outro lado, o uso prolongado pode causar imunidade baixa, facilitando o surgimento de infecções bacterianas, infecções virais e infecções fúngicas. Por isso, é fundamental que o tratamento seja sempre acompanhado por um Coloproctologista e outros especialistas.
Principais exemplos de imunossupressores
Existem diferentes exemplos de imunossupressores, como azatioprina, metotrexato, ciclosporina e biológicos como infliximabe e adalimumabe. Vale dizer que cada um atua de maneira específica, mas todos têm em comum o papel de manter a inflamação sob controle.
Efeitos colaterais dos imunossupressores
Antes de iniciar o uso, é importante compreender os efeitos colaterais dos imunossupressores, que incluem risco de queda de cabelo, alterações hepáticas e náuseas. Não à toa, o médico deve avaliar qual opção é mais segura para cada paciente e monitorar de perto possíveis reações.
Para avaliação personalizada com o Núcleo de Doenças Inflamatórias Intestinais.
Como reduzir o risco de infecções durante o tratamento de DII?
Pacientes com Doença Inflamatória Intestinal (DII) que fazem uso dessa medicação precisam adotar medidas de prevenção para evitar complicações decorrentes da imunidade baixa.
Entre os principais cuidados estão:
- Realizar acompanhamento médico regular.
- Manter a vacinação em dia, incluindo hepatite B, influenza e pneumonia.
- Evitar contato com pessoas com doenças contagiosas.
- Lavar bem as mãos e alimentos crus.
- Evitar o consumo de água sem tratamento adequado.
- Comunicar imediatamente sintomas como febre, tosse persistente ou feridas na pele.
Essas medidas simples ajudam a reduzir o risco de infecções bacterianas, infecções virais e infecções fúngicas, que podem se tornar graves quando o sistema imunológico está comprometido.
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Quando procurar ajuda médica diante de uma infecção?
Durante o tratamento da Doença de Crohn e da Retocolite Ulcerativa, alguns sinais indicam que a imunidade baixa pode estar favorecendo uma infecção grave. É importante procurar atendimento médico se houver:
- Febre persistente.
- Tosse ou falta de ar.
- Lesões na pele que não cicatrizam.
- Diarreia intensa com sangue.
- Cansaço extremo ou perda de apetite.
Em caso de sintomas de infecção durante o uso de imunossupressores, esses sintomas podem indicar complicações e precisam de avaliação imediata. Lembre-se: o diagnóstico precoce e o ajuste do tratamento são fundamentais para evitar riscos maiores.
Como funciona o tratamento de Doença Inflamatória Intestinal no NuDii?
O tratamento da Doença Inflamatória Intestinal requer acompanhamento de uma equipe multidisciplinar que atua de forma integrada para fortalecer o sistema imunológico, evitar a imunidade baixa e garantir o bem-estar do paciente.
O Núcleo de Doenças Inflamatórias Intestinais é o setor da MEF voltado exclusivamente à Doença de Crohn e à Retocolite Ulcerativa. Nele, realizamos o suporte completo aos pacientes que utilizam esses medicamentos, monitorando os riscos de imunidade baixa.
Nosso atendimento é feito por especialistas experientes e atualizados em estrutura moderna. Assim, esse modelo de acompanhamento conjunto é fundamental para ajustar o tratamento e evitar complicações diante de:
- Infecções de pele durante o tratamento: acompanhamento do Coloproctologista, Infectologista e Dermatologista.
- Dificuldades de ganho de peso e cansaço: atuação do Nutricionista e Nutrólogo.
- Crises emocionais e ansiedade devido à doença crônica: acompanhamento psicológico.
Diferentes especialidades com um único foco
No NuDii, a equipe é composta por profissionais altamente capacitados em áreas como:
- Coloproctologia: com o Dr. Alexander Rolim, o Dr. Alexandre Ferrari, o Dr. Carlos Obregon e o Dr. Rodrigo Barbosa, responsáveis por diagnosticar e acompanhar diretamente casos de Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa.
- Gastroenterologia: com a Dra. Charliana Uchôa, a Dra. Laís Naziozeno e a Dra. Sabrina Figueiredo, especialistas no manejo clínico e no controle da inflamação intestinal.
- Infectologia: sob o cuidado do Dr. Celso Mendanha para identificar e tratar infecções bacterianas, infecções virais e infecções fúngicas em pacientes com imunidade baixa.
- Nutrição: com a Dra. Christiani Chaves, que orienta dietas específicas para fortalecer o sistema imunológico e evitar deficiências nutricionais.
- Nutrologia: com o Dr. Plinio Fonseca, que avalia o equilíbrio metabólico e o suporte nutricional durante o uso de imunossupressores.
- Dermatologia: com o Dr. Vinicius Rocha, responsável por tratar complicações de pele causadas por efeitos colaterais de imunossupressores.
- Psicologia: com Leonårdo Miggiorin, que auxilia na adaptação emocional ao diagnóstico e tratamento prolongado.
- Reumatologia: com o Dr. Erivelton Lopes, que avalia possíveis manifestações articulares associadas à imunidade baixa causada pela Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa.
Agende a sua consulta
Cuidar da Doença de Crohn e da Retocolite Ulcerativa exige atenção constante e acompanhamento completo. Frente a isso, no NuDii você encontra todos os recursos e profissionais necessários, Isto é, pode contar com todo o apoio para viver com mais segurança e qualidade de vida.
Para saber mais sobre os serviços do NuDii e agendar sua avaliação, acesse emfoco.med.br ou entre em contato pelo número +55 11 3289-3195. O núcleo está localizado na Rua Frei Caneca, 1380, Consolação, CEP 01307-000, São Paulo (SP), mas também oferece consultas online.
Entre em contato agora e agende seu horário! No NuDii, você encontra todas essas especialidades integradas no mesmo espaço.
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Vinicius de Alencar da Rocha I Dermatologia I CRM-SP 168567 I RQE 96847
FAQ – Dúvidas frequentes sobre uso de imunossupressores: cuidados essenciais na Doença Inflamatória Intestinal
1. O que são imunossupressores e como são usados no tratamento de Doença Inflamatória Intestinal?
São medicamentos que reduzem a resposta imunológica para controlar a inflamação na Doença de Crohn e na Retocolite Ulcerativa.
2. Quais são os principais exemplos de imunossupressores utilizados no tratamento de Doença Inflamatória Intestinal?
Azatioprina, 6-mercaptopurina, metotrexato e ciclosporina são os mais usados.
3. Como os efeitos colaterais de imunossupressores impactam o sistema imunológico do paciente?
Eles diminuem as defesas do corpo, aumentando o risco de infecções.
4. Qual a relação de medicamentos imunossupressores e a baixa imunidade?
Esses remédios reduzem a imunidade para conter a inflamação intestinal.
5. Quais são os tipos de infecções mais preocupantes em pacientes que fazem uso de imunossupressores?
Infecções respiratórias, urinárias, de pele e por vírus como herpes e citomegalovírus.
6. Que medidas de prevenção podem ser adotadas para reduzir o risco de infecções em pacientes com imunidade baixa devido aos imunossupressores?
Manter vacinas atualizadas, boa higiene e acompanhamento médico regular.
7. Como a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa afetam o sistema imunológico antes do início do tratamento com imunossupressores?
Elas causam resposta imunológica exagerada contra o próprio intestino.
8. É necessário monitoramento laboratorial específico para acompanhar a imunidade baixa e detectar precocemente infecções em usuários de imunossupressores?
Sim, com exames regulares como hemograma e marcadores inflamatórios.
9. Como diferenciar os sintomas de um surto de Doença de Crohn ou Retocolite Ulcerativa dos sinais de infecções em pacientes sob tratamento com imunossupressores?
Surtos causam dor e diarreia com sangue, já infecções trazem febre e mal-estar.
10. O risco de infecções virais graves aumenta significativamente com o uso de imunossupressores no tratamento da Doença Inflamatória Intestinal?
Sim, por isso é essencial o controle médico e medidas preventivas contínuas.






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