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Refluxo: entenda causas, sintomas e como tratar em SP

Última atualização: 02/03/2026
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Agende sua consulta com um médico do Instituto Medicina em Foco

Aprenda a identificar a origem da sua queimação e saiba quando procurar atendimento médico

O refluxo é um problema muito comum que impacta diretamente a qualidade de vida. Segundo a Dra. Sabrina Figueiredo, essa condição ocorre quando o conteúdo gástrico, como ácido e alimentos, retorna para o esôfago.

A queimação no esôfago e a sensação de comida voltando para a garganta são as queixas mais frequentes nos consultórios. Esse retorno irrita o tecido esofágico, podendo causar danos graves se não houver acompanhamento médico.

Neste guia completo, detalharemos como identificar os sinais precoces e quais exames são fundamentais para o diagnóstico, como a endoscopia. Você também aprenderá sobre os riscos da esofagite erosiva e como o acompanhamento médico previne complicações graves no sistema digestivo.

Aprofunde seu conhecimento sobre pirose, regurgitação e azia que te incomoda o suporte de nossa equipe em São Paulo.

O que é o refluxo e por que ele causa queimação no estômago?

Clinicamente, essa sensação de queimação no esôfago ocorre quando o esfíncter esofágico inferior não funciona de maneira adequada. Esse esfíncter é um anel muscular que atua como uma “válvula” entre o esôfago e o estômago, 

Segundo a Harvard Health Publishing, o esfíncter normalmente se abre apenas durante a deglutição e permanece fechado no restante do tempo. Portanto, impede que o conteúdo gástrico retorne ao esôfago.

Em pessoas com Refluxo Gastroesofágico, esse mecanismo falha: o esfíncter permanece relaxado por mais tempo do que deveria ou apresenta redução da sua pressão de fechamento, permitindo que o ácido estomacal e enzimas digestivas subam em direção ao esôfago.

Como a mucosa esofágica não possui os mesmos mecanismos de proteção contra o ácido que o estômago, esse contato repetido provoca irritação e inflamação, gerando a sensação de queimação no peito  — popularmente conhecida como azia.

A diferença entre pirose e regurgitação

A pirose é a sensação de queimação no peito que pode subir em direção à garganta após as refeições. Ela é causada pela ação do ácido gástrico sobre o revestimento do esôfago. 

Já a regurgitação é a percepção de que o alimento ou líquido ácido está retornando à boca, sem esforço de vômito. Portanto, provoca um gosto amargo e desconforto.

Sintomas atípicos que você não deve ignorar

O refluxo nem sempre se manifesta com a sensação de queimação no peito. Outros sintomas podem indicar que o ácido estomacal atingiu as vias aéreas ou irritou terminações nervosas no esôfago, como:

  • Rouquidão.
  • Pigarro persistente.
  • Tosse crônica.
  • Dor torácica.

Esses sinais são frequentemente confundidos com problemas respiratórios ou cardíacos. A especialista Dra. Sabrina Figueiredo alerta que salivação excessiva, sensação de nó na garganta e dificuldade para engolir também são sintomas relevantes e devem ser investigados por um especialista.

Entenda melhor a origem da sua queimação no estômago ou regurgitação com profissionais preparados em SP.

Como o Gastroenterologista diagnostica a origem da acidez estomacal?

O diagnóstico inicial baseia-se na história clínica do paciente e na presença de pirose e regurgitação frequentes. Contudo, em casos atípicos ou resistentes ao tratamento, exames complementares tornam-se indispensáveis para a segurança do paciente.

O papel da endoscopia na detecção de lesões

A endoscopia permite visualizar diretamente a mucosa do esôfago e do estômago. Por meio do exame, o médico identifica inflamações, úlceras ou sinais de alerta que exigem biópsias específicas.

Exames avançados: pHmetria esofágica e manometria esofágica

Quando a endoscopia não revela lesões, mas os sintomas persistem, utilizamos a pHmetria esofágica. Esse exame mede a quantidade exata de ácido que retorna ao esôfago durante um período de 24 horas.

Complementarmente, a manometria esofágica avalia a movimentação do esôfago e a pressão do esfíncter. Tais ferramentas são essenciais para diagnosticar a hipersensibilidade ao ácido estomacal ou a pirose funcional.

Descubra como endoscopia, pHmetria e manometria esofágica auxiliam no seu diagnóstico com nossa equipe na Consolação, em São Paulo.

Esofagite erosiva, estenoses e esôfago de Barrett: nem sempre os sintomas refletem a gravidade

Um ponto muito importante — e pouco conhecido — é que nem sempre existe correspondência entre a intensidade dos sintomas e o grau de inflamação visto na endoscopia.

Alguns pacientes apresentam muita azia, mas não têm lesões visíveis no exame. Outros têm poucos sintomas ou até o chamado “refluxo silencioso” e, ainda assim, podem apresentar inflamação significativa.

Por isso, a ausência de sintomas intensos não significa ausência de doença.

O refluxo pode se apresentar de duas formas principais: a esofagite erosiva e não erosiva. 

No refluxo não erosivo, o paciente apresenta queimação e regurgitação, mas a endoscopia não mostra feridas, embora a regurgitação ácida possa causar grande mal-estar.

Já na esofagite erosiva, há lesões visíveis na mucosa do esôfago, que podem variar de pequenas erosões até inflamação extensa. Em casos mais avançados, pode haver dor ao engolir e até sangramento.

Quando o refluxo é frequente e não tratado adequadamente, pode evoluir ao longo dos anos.

Complicações e o risco de câncer de estômago

A inflamação crônica pode levar ao surgimento de estenoses e aumenta o risco para o esôfago de Barrett.

Estenose esofágica

A inflamação crônica pode levar a cicatrizações repetidas e estreitamento do esôfago, dificultando a passagem do alimento e causando sensação de entalo.

Esôfago de Barrett

Outra possível complicação é o Esôfago de Barrett, uma alteração celular provocada pela exposição crônica ao ácido.

Nessa condição, o revestimento normal do esôfago é substituído por células semelhantes às do intestino. Essa adaptação aumenta o risco de desenvolvimento de Adenocarcinoma de esôfago.

É importante reforçar:

  • Essa evolução ocorre em uma minoria dos pacientes.
  • Geralmente é um processo lento, que leva anos.
  • O acompanhamento médico adequado reduz significativamente os riscos.

Saiba mais sobre a prevenção de complicações como o esôfago de Barrett com nossos especialistas.

Refluxo pode virar câncer?

A maioria das pessoas com refluxo não desenvolverá câncer.

No entanto, quando há inflamação crônica persistente, especialmente associada ao esôfago de Barrett, existe aumento do risco de adenocarcinoma de esôfago.

Por isso, o tratamento correto do refluxo não é apenas para aliviar sintomas — é também uma estratégia de proteção da mucosa e prevenção de complicações a longo prazo.

A falta de tratamento pode levar à evolução de complicações que colocam a saúde do paciente em risco. A exposição contínua ao ácido estomacal gera cicatrizes e alterações celulares profundas no revestimento interno do órgão.

Entre em contato com o Insituto Medicina em Foco para agendar sua consulta com a Dra. Sabrina Figueiredo, Gastroenterologista em São Paulo, para o tratamento de refluxo gastroesofágico

Sinais de alerta: quando a investigação se torna urgente?

Existem situações em que a azia deixa de ser apenas um incômodo e se torna uma urgência médica. A Dra. Sabrina Figueiredo destaca que alguns “sinais de alerta” indicam a necessidade imediata de uma endoscopia.

Perda de peso, anemia e histórico familiar

Se você apresenta perda de peso sem motivo aparente ou anemia, a investigação deve ser priorizada. O histórico familiar de câncer no aparelho digestivo também torna o rastreamento por endoscopia obrigatório para a prevenção.

A relação entre hérnia de hiato e o refluxo persistente

A hérnia de hiato ocorre quando uma parte do estômago sobe para o tórax através do diafragma. Essa alteração anatômica facilita a regurgitação e torna o controle da pirose muito mais difícil apenas com medicamentos.

Esclareça suas dúvidas sobre a influência da hérnia de hiato no refluxo com uma avaliação detalhada na Rua Frei Caneca. Marque a sua endoscopia.

Cuide da sua saúde no Instituto Medicina em Foco

Na MEF, transformamos a experiência médica em algo que vai além de simples consultas e diagnósticos. Nossa infraestrutura em São Paulo é preparada para oferecer um cuidado humanizado e uma rede integrada, evitando que informações se percam durante o tratamento.

A Dra. Sabrina Figueiredo é formada pela Universidade Federal da Bahia e possui residência em Gastroenterologia pela USP. A médica é mestre em doenças intestinais, com foco em doenças inflamatórias, síndrome do intestino irritável e supercrescimento bacteriano. 

Ela mantém vínculo com o ambulatório da USP e participa de congressos nacionais e internacionais para oferecer tratamentos sempre atualizados.

Agende a sua consulta

Se você sente queimação, refluxo ou regurgitação com frequência, não normalize esses sintomas, pois eles podem indicar complicações silenciosas. Não permita que a queimação no estômago ou no esôfago limite suas escolhas alimentares ou prejudique o seu sono. 

Recupere sua saúde com quem entende o impacto da regurgitação e do refluxo gastroesofágico na sua rotina. Conheça as melhores práticas para o controle do seu quadro com o suporte da Dra. Sabrina Figueiredo.

🏥 Endereço do Instituto Medicina em Foco: Rua Frei Caneca 1380, Consolação, São Paulo, CEP 01307-000. 

🕗 Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h às 21h.

📞 Telefone para ligação e WhatsApp:(11) 3289-3195 – segunda a sexta, das 9h às 18h, sábados, das 9h às 16h.

Para mais informações, siga o Instituto Medicina em Foco nas redes sociais:

Conteúdo atualizado em 2026.

Sabrina Rodrigues de Figueiredo I Gastroenterologia I CRM-SP 203753 I RQE 99224

FAQ – Dúvidas frequentes sobre Refluxo: entenda causas, sintomas e como tratar em SP

1. Quando o refluxo gastroesofágico causa queimação no esôfago frequente, é hora de procurar ajuda médica?

Sim. Quando a queimação no esôfago torna-se frequente, é essencial buscar ajuda para evitar que o ácido estomacal cause lesões graves na mucosa do esôfago.

2. Qual a diferença entre pirose ocasional e regurgitação persistente causada pelo ácido estomacal?

A pirose é a sensação de queimação no esôfago. Já a regurgitação é a percepção física do alimento ou ácido estomacal voltando para a garganta ou boca, sem esforço de vômito.

3. Em quais casos a endoscopia é indicada para investigar refluxo e possíveis lesões no esôfago?

A endoscopia é indicada quando há sinais de alerta, como perda de peso e anemia, ou se os sintomas não melhoram com o tratamento, permitindo identificar a esofagite erosiva.

4. A hérnia de hiato pode piorar os sintomas de refluxo mesmo com tratamento medicamentoso?

Sim. A hérnia de hiato desloca parte do estômago em direção ao tórax, facilitando a regurgitação e dificultando o controle da pirose, o que pode exigir uma investigação mais profunda.

5. Como a pHmetria esofágica ajuda a confirmar o diagnóstico de refluxo não visível na endoscopia?

A pHmetria esofágica monitora a acidez por 24 horas, sendo essencial para diagnosticar o problema quando a endoscopia está normal, mas os sintomas de pirose persistem.

6. Quando a manometria esofágica é necessária na avaliação de refluxo e alterações da motilidade?

A manometria esofágica é necessária para avaliar a movimentação do esôfago e o funcionamento do esfíncter, sendo fundamental em casos de sintomas resistentes ou atípicos, e na presença de dificuldade para engolir.

7. O esôfago de Barrett pode surgir em pacientes com refluxo antigo e não tratado?

Sim. O esôfago de Barrett é uma complicação de sintomas crônicos não tratados, quando a exposição ao ácido estomacal altera as células esofágicas, aumentando o risco de câncer.

8. Quais sinais de alerta indicam esofagite erosiva, estenoses ou risco aumentado de câncer de estômago?

Dificuldade para engolir, perda de peso, anemia e regurgitação constante são sinais de alerta para esofagite erosiva, estenoses ou complicações como o câncer.

9. Em que momento agendar uma consulta com Gastroenterologista em São Paulo para investigar refluxo persistente?

Deve-se agendar uma consulta com Gastroenterologista ao notar sintomas persistentes de pirose, ou se houver sinais de alerta que necessitem de uma endoscopia imediata.

10. O refluxo pode causar complicações silenciosas mesmo sem dor intensa ou sintomas diários?

Sim. Pode causar danos silenciosos, como estenoses ou o esôfago de Barrett, mesmo sem a presença clássica de queimação no esôfago ou dor intensa.

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