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Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus | São Paulo

O que vigiar por anos após a retirada robótica da próstata, e por que o seguimento pesa tanto quanto a cirurgia.

“O paciente costuma relaxar quando o primeiro PSA (exame de sangue que mede uma proteína da próstata) volta baixo. Prefiro combinar logo o calendário das dosagens seguintes, porque a vigilância só protege quando continua regular.”— Dr. José Augusto

CRM 185703RQE 100170Urologia
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Formação acadêmica
  • Residência Médica em Cirurgia Geral na Santa Casa de São Paulo
  • Residência em Urologia no Hospital Santa Marcelina de São Paulo
  • Fellowship em Cirurgia Robótica em Urologia na Santa Casa de Santos-SP
  • Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia no Hospital Albert Einstein
Sociedades médicas
  • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia
Onde atende
  • Hospital Beneficência Portuguesa, Hospital Santa Catarina, Hospital Sírio Libanês, Rede Dor São Paulo, Hospital Nove de Julho, Instituto Medicina em Foco
Áreas de atuação
  • Urologia
Dr. José Augusto, Urologia — Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus
20 min de leituraRevisado por Dr. José AugustoJose Augusto Farias Da Silva Junior · CRM 185703 · RQE 100170Atualizado em 28 de setembro de 202611 referências citadas
Sumário
  1. Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus: a cobertura é automática?
  2. O que é a prostatectomia radical assistida por robô
  3. Para quais casos de câncer de próstata a cirurgia robótica é indicada
  4. Robótica, laparoscópica ou aberta: o que a evidência mostra
  5. Quando vigilância ativa ou radioterapia podem ser alternativas à cirurgia
  6. Continência urinária e ereção depois da cirurgia robótica
  7. Como é a recuperação: internação, sonda e retorno às atividades
  8. Passo a passo para solicitar a cirurgia robótica pela Care Plus
  9. Honorários, hospital, robô e materiais: o que confirmar antes de agendar
  10. Atendimento no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco
Urologia

Para mim, operar é uma etapa; acompanhar o paciente pelos anos seguintes é o que dá sentido ao esforço da cirurgia.

— Dr. José Augusto
Quem busca Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus costuma pensar na autorização e esquecer o que vem depois. Sou o Dr. José Augusto, Urologia do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, com atendimento em São Paulo. Neste guia, explico o caminho do convênio e, sobretudo, o seguimento de longo prazo depois da operação.
Muitos homens chegam ao primeiro retorno achando que a história terminou, e no consultório explico que não é bem assim. O resultado da cirurgia também depende da constância desse acompanhamento e dos hábitos mantidos em casa. A partir dos próximos blocos, mostro o que cada etapa pede de você, do pedido de autorização às consultas de controle.
Como funciona

Passo a passo

  • 1Consulta urológicaO urologista revisa PSA, toque retal (exame da próstata pelo reto) e biópsia para definir o tratamento.
  • 2Exames de imagemExames de imagem mostram se o tumor está restrito à próstata e ajudam a comparar cirurgia com outras opções.
  • 3Autorização do planoO relatório médico segue para a operadora, que analisa o pedido de internação e emite a guia correspondente.
  • 4Cirurgia e altaA retirada da próstata é feita com o robô, e a sonda urinária costuma permanecer alguns dias após a alta.
  • 5Primeiros retornosO laudo da peça operada e o primeiro PSA orientam o ritmo das consultas seguintes.
  • 6Seguimento contínuoDosagens periódicas de PSA, avaliação da urina e da ereção e ajustes de hábitos seguem ao longo dos anos.
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Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus: a cobertura é automática?

Análise completa
A operadora analisa cada pedido individualmente, sem aprovação padrão para quem tem câncer de próstata. Pesam o produto contratado, a indicação clínica documentada e o hospital escolhido dentro da rede credenciada (hospitais e médicos conveniados ao plano). O plano de um vizinho ou colega não serve de referência para o seu.

O que a autorização costuma incluir

A autorização prévia (aval da operadora antes da internação) cobre a internação hospitalar. O aluguel do robô e os honorários médicos podem ser cobrados à parte, conforme o contrato. Materiais especiais também merecem conferência item a item.Coparticipação (parte do custo paga pelo beneficiário a cada uso) também pode existir, conforme o produto. Vale perguntar isso junto com a autorização.

Como confirmar antes de marcar a data

Na rotina clínica, oriento pedir à operadora a resposta por escrito, com número de protocolo e itens liberados. Se houver negativa, o relatório médico pode ser complementado e o pedido, reapresentado. Detalhes sobre a consulta inicial estão no perfil do urologista em São Paulo.Fora da rede credenciada, alguns produtos oferecem reembolso (devolução parcial do valor pago pelo paciente). O valor devolvido segue a tabela do contrato e pode não coincidir com o gasto total. Vale conferir também se as consultas e os exames do seguimento entram na mesma cobertura.Esta seção foi revisada contra material de referência clínica.
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O que é a prostatectomia radical assistida por robô

Análise completa
O cirurgião opera sentado em um console (estação de comando ao lado do paciente), com visão ampliada em três dimensões. Os braços robóticos reproduzem os movimentos das mãos dele, com filtragem do tremor natural. O robô não decide nada nem se move sozinho.

O que é retirado na operação

A peça removida inclui a próstata e as vesículas seminais (glândulas atrás da bexiga que produzem parte do sêmen). Conforme o risco do tumor, retiram-se também linfonodos da pelve (gânglios que filtram a linfa da região). A indicação e a extensão da retirada seguem recomendações da Sociedade Brasileira de Urologia, avaliadas caso a caso.Depois da retirada, a bexiga é costurada à uretra (canal que leva a urina para fora). Uma sonda protege essa emenda nos primeiros dias.

O que a tecnologia ajuda e o que não muda

Incisões pequenas costumam reduzir sangramento e encurtar a internação. A precisão ajuda a poupar os feixes neurovasculares (nervos ao lado da próstata ligados à ereção), quando o tumor permite. Controle do tumor, continência (controle da urina) e ereção dependem mais do caso e da equipe que da máquina.Quem avalia a Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus encontra detalhes sobre valores no guia de custos da cirurgia robótica.
Imagem ilustrativa — Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus
Imagem ilustrativaAgende sua avaliação com Dr. José →
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Para quais casos de câncer de próstata a cirurgia robótica é indicada

Análise completa
A decisão cruza cinco informações: estadiamento, PSA, grau do tumor na biópsia, imagem da ressonância e expectativa de vida. Nenhum dado isolado basta, porque o PSA também sobe com próstata aumentada ou inflamada.

O que o grau do tumor e a imagem revelam

O Grade Group (escala de 1 a 5 da agressividade das células) traduz a antiga pontuação de Gleason. A ressonância multiparamétrica (exame de imagem detalhado da próstata) aponta se o tumor ultrapassa o contorno da glândula. Somados ao PSA, esses dados classificam o câncer em risco baixo, intermediário ou alto.

Quando a retirada da próstata entra como opção

A prostatectomia radical costuma ser considerada no tumor restrito à próstata ou pouco além dela, de risco intermediário ou alto. Também pesa uma expectativa de vida longa, que dê tempo para o controle do tumor fazer diferença. A saúde geral entra na conta, e informações sobre câncer da Organização Mundial da Saúde (WHO) ajudam a entender esse raciocínio.No risco baixo, a vigilância ativa (acompanhamento programado com PSA, ressonância e nova biópsia) muitas vezes substitui a operação. A radioterapia (tratamento com radiação) é outra alternativa para tumores localizados, com escolha discutida caso a caso. O aumento benigno da próstata não pede retirada radical e tem opções como o tratamento a laser pelo convênio.Na Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus, a escolha depende da avaliação individual do histórico e dos exames. A mesma plataforma robótica também serve a outros órgãos, e os custos envolvidos aparecem no guia de preços da cirurgia renal.
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Robótica, laparoscópica ou aberta: o que a evidência mostra

Análise completa
Um ensaio randomizado (estudo que sorteia a técnica de cada paciente) publicado na revista The Lancet comparou robótica e cirurgia aberta. Nas primeiras semanas, controle da urina, ereção e margem cirúrgica (borda do tecido retirado) ficaram semelhantes entre os grupos. A chance de restar tumor na margem depende mais do estágio da doença que da via de acesso.

Onde a robótica se diferencia

A vantagem mais consistente aparece na perda de sangue, com menor necessidade de transfusão. A internação tende a ser mais curta que na cirurgia aberta, e a volta às atividades costuma ser mais rápida. Frente à laparoscópica, essa distância diminui bastante.

Continência e ereção: diferenças modestas

Uma revisão Cochrane (análise que reúne vários estudos) não encontrou diferença clara em urina e ereção após um ano. Algumas análises sugerem retorno um pouco mais precoce com o robô, mas a experiência do cirurgião pesa muito. O número de cirurgias já feitas pela equipe costuma contar mais que o tipo de acesso.

Como a técnica entra na decisão

A escolha depende do tumor, do corpo do paciente, de cirurgias abdominais anteriores e da equipe disponível. O custo do equipamento também entra na conversa, como detalha o texto sobre preço da cirurgia robótica. A via precisa constar no pedido à operadora, e cada convênio tem trâmite próprio, como mostra o roteiro de autorização da Omint.
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Quando vigilância ativa ou radioterapia podem ser alternativas à cirurgia

Análise completa
O urologista pode propor não operar de imediato quando o tumor tem comportamento lento. Também pesa quando os riscos da cirurgia superam o ganho esperado para aquele paciente. A decisão é compartilhada e considera prioridades pessoais, como função sexual e rotina de trabalho.

Quando a vigilância ativa faz sentido

No câncer de baixo risco, com Grade Group 1 e tumor pequeno na ressonância, a vigilância costuma ser a primeira opção. Ela evita ou adia efeitos da cirurgia sobre urina e ereção. O tratamento ativo entra se os exames mostrarem progressão.O seguimento inclui PSA periódico, ressonância repetida e nova biópsia em intervalos definidos pelo urologista. Exige disciplina, porque perder retornos reduz a segurança da estratégia.

Quando a radioterapia entra no lugar da operação

A radioterapia externa ou a braquiterapia (sementes radioativas implantadas na próstata) tratam tumores localizados com controle comparável em muitos casos. Costumam ser preferidas em homens mais velhos, com doenças cardíacas ou pulmonares que elevam o risco anestésico. Em tumores de alto risco, podem se associar à hormonioterapia (remédios que bloqueiam a testosterona).Cirurgia prévia no abdome, bexiga muito irritada ou intestino inflamado também influenciam a escolha entre radiação e retirada.

O que muda no acompanhamento

Após radioterapia, o PSA cai devagar e é interpretado de forma diferente do que ocorre após a retirada da próstata. Na vigilância, o seguimento começa no primeiro dia. Quem compara convênios encontra um roteiro de autorização semelhante no guia da cirurgia robótica pela Unimed Seguros.Esta seção foi revisada contra material de referência clínica.
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Continência urinária e ereção depois da cirurgia robótica

Análise completa
O controle da urina e a ereção costumam piorar nas primeiras semanas e melhorar aos poucos. O ritmo varia de um homem para outro. Nenhuma técnica cirúrgica consegue garantir o retorno completo das duas funções.

Do que depende a preservação dos nervos da ereção

Os feixes neurovasculares (nervos finos que correm colados à próstata) comandam o enchimento do pênis durante a ereção. Poupá-los só é possível quando o tumor não encosta neles, algo avaliado pela ressonância e pela biópsia. Se o câncer invade essa região, a prioridade passa a ser retirar todo o tumor, e os nervos podem ser sacrificados.Ereção prévia boa, idade mais jovem e ausência de diabetes ou doença cardíaca favorecem a recuperação. Cigarro, obesidade e pressão alta atuam no sentido contrário, porque prejudicam a circulação do pênis. A experiência da equipe com a dissecção (separação cuidadosa dos tecidos) também pesa bastante no resultado.

O que favorece o controle da urina

A continência depende do esfíncter (músculo em anel que fecha a saída da bexiga), que fica logo abaixo da próstata. Preservar o comprimento da uretra e os tecidos de sustentação ao redor ajuda o retorno do controle. Perdas ao tossir ou fazer força são comuns no começo e tendem a diminuir com os meses.

Acompanhamento das duas funções no seguimento

Urina e ereção entram no roteiro das consultas de controle, ao lado do PSA. Questionários simples medem a evolução e mostram se vale reforçar o tratamento de reabilitação. Perda de urina que não melhora depois de um ano merece nova avaliação com o urologista.Quem planeja gastos com a plataforma pode comparar as referências de valores da cirurgia renal.Esta seção foi revisada contra Prostatectomy prostate removal surgery.
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Como é a recuperação: internação, sonda e retorno às atividades

Análise completa
A internação após a retirada robótica da próstata costuma durar de um a dois dias. O paciente anda no mesmo dia ou no seguinte, o que ajuda a prevenir trombose (coágulo nas veias das pernas). A dor costuma ser controlada com analgésicos comuns.

A sonda urinária e sua retirada

A sonda protege a emenda entre bexiga e uretra e costuma sair entre sete e dez dias após a operação. A retirada é rápida, sem anestesia, e às vezes vem precedida de um exame que confirma a cicatrização. O cuidado com a sonda em casa segue a lógica de outras cirurgias urológicas, detalhada pelo especialista em câncer de bexiga.Febre, sonda que para de drenar ou dor forte na barriga pedem contato imediato com a equipe, sem esperar o retorno.

Trabalho, exercícios e vida sexual

Trabalho de escritório costuma ser retomado entre duas e quatro semanas, e dirigir, depois que a sonda sai. Carregar peso, pedalar e academia pesada esperam cerca de seis semanas, pelo risco de hérnia (saliência pela parede da barriga) no corte. No aumento benigno da próstata, a recuperação é outra, como detalha o guia de valores do HoLEP (cirurgia a laser da próstata).A vida sexual pode ser retomada quando o paciente se sente confortável, em geral algumas semanas após a saída da sonda. Sem a próstata e as vesículas seminais, o orgasmo acontece sem ejaculação, o que não indica falha da cirurgia. Esse tema merece conversa franca nos retornos.
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Passo a passo para solicitar a cirurgia robótica pela Care Plus

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O beneficiário começa pela consulta com um urologista da rede, em São Paulo ou na cidade do contrato. Leve a carteirinha, o nome do produto contratado e todos os exames anteriores.

Do diagnóstico ao relatório médico

A biópsia, o PSA e a ressonância definem o estadiamento e a indicação. Antes do pedido, vale discutir alternativas, como mostra o texto sobre vigilância ativa no câncer de próstata. Se a cirurgia for a escolha, o urologista redige o relatório com diagnóstico, estágio e justificativa da via robótica.

Pedido à operadora e registro do protocolo

O hospital ou a clínica envia à Care Plus o pedido médico, os laudos e o relatório. A operadora analisa a solicitação dentro dos prazos definidos pela ANS (agência que regula os planos de saúde).Cada ligação, e-mail ou mensagem à operadora gera um número de protocolo. Anote cada um, com data, horário e nome do atendente. Na guia liberada, confira os itens listados, porque equipamento e equipe podem ter cobrança separada.

Se o pedido for negado

Peça o motivo da negativa por escrito. Com ele, é possível recorrer à ouvidoria (canal interno de reclamações) da operadora e, persistindo o impasse, registrar reclamação na ANS.Guarde a guia, os laudos e o relatório numa pasta única. Esses papéis voltam a ser úteis nos retornos e em futuras autorizações de exames do seguimento.Esta seção foi revisada contra material de referência clínica.
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Honorários, hospital, robô e materiais: o que confirmar antes de agendar

Análise completa
A guia liberada pela operadora cobre a internação hospitalar, mas a conta da cirurgia tem outras partes. O aluguel do robô e os honorários da equipe podem ser cobrados à parte, conforme o produto contratado.

Os quatro itens que compõem a conta

Os honorários (pagamento da equipe médica) incluem cirurgião, auxiliar e anestesista, e cada um pode ter acordo próprio com o plano. A conta hospitalar reúne diárias, taxa de sala cirúrgica e medicamentos, conforme a acomodação prevista no contrato.A taxa do robô remunera o uso do equipamento e pode aparecer como item separado no orçamento. As OPME (órteses, próteses e materiais especiais, como pinças e grampos descartáveis) também podem ser cobradas à parte.

Como verificar reembolso e coparticipação

Peça ao hospital um orçamento discriminado, com valor de cada item, e leve-o à operadora antes da data marcada. Pergunte por escrito quais itens a guia inclui, qual o limite de reembolso e se há coparticipação na internação. A diferença entre o orçamento e a resposta da operadora mostra quanto pode sair do seu bolso.Quando houver reembolso, guarde notas fiscais, recibos dos médicos e o relatório cirúrgico, porque a devolução segue a tabela do contrato. A comparação com outra operadora ajuda a entender os itens, como no guia de cobertura da Unimed Seguros.
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Atendimento no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco

Análise completa
A retirada robótica da próstata envolve várias etapas, e cada uma pede um olhar diferente ao longo dos anos. Quando consulta, exames e retornos acontecem no mesmo lugar, fica mais fácil comparar cada resultado de PSA com o anterior. O paciente também evita recontar a história a cada nova etapa.

Estrutura multidisciplinar no seguimento

Uma estrutura multidisciplinar (equipe que reúne profissionais de várias áreas) ajuda a tratar o que vai além da cirurgia. Perda de urina, mudanças na vida sexual, ganho de peso e pressão alta aparecem com frequência nos retornos. Cada queixa pode ser discutida com o profissional mais indicado, sem interromper o acompanhamento urológico.

O que levar à consulta

Na primeira consulta de seguimento, vale trazer o laudo da peça operada, o relatório cirúrgico e todos os PSA anteriores. Uma lista de remédios em uso e das dúvidas sobre urina e ereção torna a conversa mais produtiva. A guia de autorização também ajuda a planejar exames futuros pelo convênio.Para agendar uma avaliação, procure o Dr. José Augusto, de Urologia, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo. O atendimento acontece numa estrutura multidisciplinar, e quem compara convênios pode ver o roteiro da cirurgia robótica pela Unimed Nacional.

O que dizem os pacientes

Fui acompanhado pelo Dr. José Augusto da Silva e por toda a sua equipe durante o meu tratamento. Recebi explicações claras sobre cada etapa e fui atendido com atenção e respeito do início ao fim.
— Guilherme G (dez/2025)
Fui atendida desde a urgência com atenção e organização, e recebi acompanhamento em todas as etapas do tratamento.
— Aline Franco (dez/2025)
Fui bem recebido pela equipe e recebi orientações claras sobre o meu caso. O atendimento foi atencioso do início ao fim.
— Joao Roberto (mai/2026)
Próximo passo

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Consulta com Dr. José Augusto, Urologia, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo.

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Perguntas frequentes

A Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus tem cobertura em todos os planos?
Não existe liberação uniforme para todos os produtos da operadora. A análise considera o contrato, o relatório médico e o hospital escolhido dentro da rede. Quando aprovada, a autorização cobre a internação hospitalar, e o aluguel do robô e os honorários podem ser cobrados à parte.
Preciso de encaminhamento para consultar um urologista pela Care Plus?
A regra varia conforme o produto contratado, e algumas modalidades exigem passagem prévia por outro médico. Confira no aplicativo ou na central da operadora antes de marcar. Leve à primeira consulta os exames de PSA e de biópsia que você já tiver.
Quais hospitais fazem a prostatectomia robótica pela Care Plus?
A lista muda com o tempo, porque depende dos contratos entre a operadora e os hospitais que têm a plataforma robótica. Consulte a rede credenciada (hospitais conveniados ao plano) do seu produto e confirme por telefone, anotando o protocolo. O urologista também informa onde costuma operar e se aquele hospital atende o seu plano.
Quanto custa a cirurgia robótica de próstata com Care Plus?
Não há valor único, porque o gasto depende do que a guia libera e da taxa do equipamento. Honorários e coparticipação (parte paga pelo beneficiário) também entram na conta. Um orçamento discriminado do hospital, comparado à resposta escrita da operadora, mostra o que pode ficar por sua conta.
A cirurgia robótica é melhor que a aberta ou a laparoscópica?
O controle do tumor é parecido entre as técnicas. O robô tende a reduzir sangramento e tempo de internação, mas continência e ereção dependem muito da experiência da equipe. A escolha considera o tumor, o corpo do paciente e as cirurgias abdominais anteriores.
Com que frequência preciso dosar o PSA depois da cirurgia?
O intervalo é definido pelo urologista conforme o laudo da peça operada e o primeiro resultado. Costuma ser mais curto nos primeiros anos e se espaçar quando os valores ficam estáveis. Mantenha o mesmo laboratório para que as dosagens possam ser comparadas entre si.
Por quanto tempo dura o acompanhamento depois de tratado?
O seguimento continua por muitos anos, porque uma recidiva (volta do câncer) pode surgir tarde e sem sintomas. Com o tempo, os retornos ficam mais espaçados, mas não deixam de existir. Urina, ereção, peso e pressão arterial também entram nessas consultas.
Que hábitos ajudam depois da retirada da próstata?
Caminhadas regulares, alimentação com mais vegetais e menos ultraprocessados e controle do peso favorecem a recuperação e a saúde cardiovascular. Parar de fumar melhora a circulação, inclusive a do pênis. Os exercícios do assoalho pélvico (músculos que sustentam a bexiga) rendem mais quando viram parte da rotina.
A Care Plus cobre os exames do seguimento após a cirurgia?
A cobertura das consultas e dos exames de controle segue o contrato, e alguns exames de imagem pedem autorização prévia. Guarde o relatório cirúrgico e o laudo da peça, que embasam novos pedidos. Em caso de dúvida, peça a resposta da operadora por escrito, com número de protocolo.