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Candidíase de repetição: qual médico procurar em SP

Por que o fungo volta depois de cada pomada e o que muda quando o tratamento mira a causa.

“Quando o corrimento com coceira volta quatro ou mais vezes no ano, a paciente costuma me procurar com uma gaveta de pomadas. Quase nunca recebo junto uma cultura vaginal (exame que identifica qual fungo está ali).”— Dr. Celso Mendanha

CRM 189080RQE 101779Infectologia
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Formação acadêmica

  • UNIFESP/EPM – Residência em Infectologia
  • Fellowship em Imunologia Clínica (UNIFESP)
  • Mestrado em andamento na UNIFESP (Imunologia aplicada às Infecções)
  • Professor voluntário do Ambulatório de Imunologia da UNIFESP.
Títulos de especialista

  • Título de Especialista em Infectologia pela SBI (RQE 101779)
  • Fellowship em Imunologia Clínica (UNIFESP)
  • Mestrando em Imunologia aplicada às infecções (UNIFESP)
  • Especialização em ISTs e Saúde LGBTQIA+
  • Capacitação em Medicina do Viajante.
Sociedades médicas

  • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI)
  • Membro da Sociedade Brasileira de Imunologia
  • Membro-Fundador do NAISBDST
  • Vinculado à Disciplina de Alergia
  • Imunologia Clínica e Reumatologia da UNIFESP.
Onde atende

  • Instituto Medicina em Foco (SP); Hospital São Paulo (HSP-UNIFESP); Hospital do Rim (Hrim); ICESP; Rede D'Or São Luíz; Prevent Senior; NuDII; Ambulatório de Imunologia Clínica da UNIFESP.
Áreas de atuação

  • Infectologia
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Dr. Celso Mendanha, Infectologia — candidíase de repetição qual médico procurar e como tratar de vez em São Paulo
19 min de leituraRevisado por Dr. Celso MendanhaDr. Celso José Mendanha Da Silva · CRM 189080 · RQE 101779Atualizado em 16 de outubro de 20266 referências citadas
Sumário
  1. Candidíase de repetição: qual médico procurar e como tratar de vez em São Paulo?
  2. Os sintomas voltaram: é mesmo candidíase recorrente?
  3. Cultura vaginal e antifungigrama: quando esses exames fazem diferença
  4. O que investigar quando a candidíase continua voltando
  5. Tratamento de manutenção: controlar as crises significa curar de vez?
  6. Quando o fluconazol falha: o que muda com Candida glabrata e outras espécies
  7. Prevenção sem culpa: higiene, probióticos e tratamento do parceiro
  8. Como preparar sua avaliação com o Dr. Celso Mendanha em São Paulo
  9. Atendimento no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco
Infectologia
Eu trato cada recaída de candidíase como uma pista a investigar. Ela diz algo sobre o fungo e sobre o organismo de quem a tem.

— Dr. Celso Mendanha

Quem busca candidíase de repetição qual médico procurar e como tratar de vez em São Paulo quer sair do ciclo de pomadas. Sou o Dr. Celso Mendanha, Infectologia do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco. Neste guia explico quem investiga a recorrência, quais exames definem o tratamento e o que esperar dos meses de acompanhamento.
No consultório, a dúvida mais comum é se o problema vem de falta de higiene. A recorrência costuma envolver a espécie do fungo, o equilíbrio hormonal e a imunidade local (defesa do revestimento interno da vagina). Também mostro como encontrar esse cuidado em São Paulo e como diabetes, antibiótico e gravidez entram na conta.
Como funciona

Passo a passo

  • 1Consulta inicial

    O médico revisa quantas crises houve no ano, quais pomadas foram usadas e se há diabetes ou antibiótico frequente.

  • 2Exame ginecológico

    No exame especular (avaliação com instrumento que afasta as paredes da vagina), o material é coletado durante a crise.

  • 3Cultura vaginal

    A cultura identifica a espécie, como Candida glabrata, e o antifungigrama (teste de sensibilidade aos antifúngicos) é pedido quando há falha.

  • 4Exames complementares

    Conforme a avaliação clínica, glicemia (açúcar no sangue) e hemoglobina glicada (média dos últimos três meses) investigam diabetes.

  • 5Tratamento da crise

    O antifúngico escolhido pela espécie identificada trata a crise atual antes de se planejar qualquer esquema prolongado.

  • 6Manutenção e reavaliação

    Conforme o caso, há manutenção com antifúngico espaçado por meses, revisão da glicemia e dos antibióticos, e nova cultura se recair.

01

Candidíase de repetição: qual médico procurar e como tratar de vez em São Paulo?

Análise completa

O ginecologista é a porta de entrada para quem tem crises frequentes de coceira e corrimento. Ele colhe a cultura vaginal (exame que identifica o fungo) durante a crise. Também separa a candidíase da vaginose bacteriana (desequilíbrio das bactérias vaginais), que pede outro tratamento.

Quando a avaliação conjunta com o infectologista ajuda

A avaliação conjunta faz sentido quando a cultura mostra Candida glabrata ou outra espécie diferente de Candida albicans. Também ajuda quando o antifungigrama (teste de sensibilidade aos remédios) aponta resistência ao fluconazol, antifúngico comum. Diabetes difícil de controlar, uso repetido de antibiótico e imunidade baixa justificam ainda o olhar do infectologista.

Quem pesquisa candidíase de repetição qual médico procurar e como tratar de vez em São Paulo encontra duas especialidades complementares. O ginecologista segue o exame da vulva e da vagina, e o infectologista investiga o fungo e as defesas do organismo. O guia sobre quando o ginecologista encaminha ao infectologista detalha esse caminho.

Como funciona o acompanhamento compartilhado

Na rotina clínica, a troca de informação entre os dois médicos evita exames repetidos e mudanças de remédio sem critério. Ambos leem a mesma cultura e combinam quando repetir o exame se houver nova crise. A formação e a área de atuação estão na leitura complementar sobre o infectologista.

02

Os sintomas voltaram: é mesmo candidíase recorrente?

Análise completa

A candidíase vulvovaginal recorrente corresponde a quatro ou mais crises sintomáticas em doze meses. Esse critério é usado por sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Infectologia. Pelo menos uma das crises precisa ter o fungo confirmado em exame, não só a coceira parecida.

O que imita a candidíase

A vaginose bacteriana costuma dar corrimento acinzentado e fino, com cheiro forte que piora após a relação. A tricomoníase (infecção sexualmente transmissível causada por um parasita) produz corrimento amarelo-esverdeado e espumoso. Na candidíase, o corrimento tende a ser branco e grumoso, mas essa aparência não confirma o diagnóstico.

Nem toda irritação vem de infecção. A dermatite de contato (reação da pele a sabonete, absorvente ou lubrificante) causa ardor e vermelhidão que não respondem a antifúngico. O líquen escleroso (doença crônica que deixa a pele da vulva fina e esbranquiçada) também provoca coceira persistente.

Como o diagnóstico é confirmado

A medida do pH vaginal (grau de acidez) e a microscopia (exame do material ao microscópio) ajudam a separar candidíase de vaginose. Na recorrência, a cultura vaginal mostra qual espécie de Candida está presente, como Candida albicans ou Candida glabrata. Algumas espécies resistem a parte dos antifúngicos mais usados.

Sem gatilho aparente, a investigação pode incluir teste de HIV (vírus que enfraquece as defesas do corpo). A baixa imunidade favorece crises frequentes e de difícil controle. Um resultado positivo leva a outra linha de cuidado, explicada em qual médico procurar após HIV positivo.

Imagem ilustrativa — candidíase de repetição qual médico procurar e como tratar de vez em São Paulo
Imagem ilustrativaAgende sua avaliação com Dr. Celso →
03

Cultura vaginal e antifungigrama: quando esses exames fazem diferença

Análise completa

A cultura vaginal identifica qual espécie de Candida está presente e é o exame de referência na recorrência confirmada. O antifungigrama usa o fungo que cresceu nessa cultura e mostra a quais antifúngicos ele ainda responde. São perguntas diferentes, feitas em momentos diferentes do acompanhamento.

Recorrência: quando identificar a espécie

As diretrizes do Centers for Disease Control and Prevention recomendam cultura na candidíase recorrente, porque espécies incomuns são mais frequentes nesse grupo. A Candida glabrata responde pior ao fluconazol (antifúngico em comprimido mais receitado) e costuma exigir outro esquema. A Candida krusei já nasce resistente ao fluconazol, e repetir o mesmo comprimido apenas prolonga as crises.

Persistência: quando testar a sensibilidade

O antifungigrama ganha valor quando os sintomas continuam e a cultura segue positiva apesar de um tratamento bem feito. Essa situação vale também para a Candida albicans, que pode desenvolver resistência ao fluconazol após uso repetido. A presença de espécie não albicans, sozinha, não torna o teste necessário quando a crise melhora.

Quando o resultado pede investigação mais ampla

Espécies incomuns e falhas repetidas aparecem mais em quem tem diabetes descompensado ou usa corticoide (anti-inflamatório hormonal) com frequência. Quando a cultura revela um fungo incomum sem gatilho aparente, a investigação da imunidade pode incluir o teste de HIV. Um resultado positivo tem encaminhamento próprio, descrito no guia sobre o médico certo após HIV positivo.

04

O que investigar quando a candidíase continua voltando

Análise completa

Diabetes mellitus, imunossupressão (queda das defesas do organismo) e certos medicamentos explicam parte das recorrências. Diabetes e queda de imunidade podem passar anos sem sintoma, então os exames de sangue completam o relato. O pedido de exames segue a história e os achados de cada pessoa, sem uma lista fixa para todos.

Sinais que apontam para diabetes

Sede intensa, urina frequente, cansaço e perda de peso sem dieta sugerem glicose alta. Feridas que demoram a cicatrizar e infecção urinária repetida reforçam a suspeita. A glicose elevada na secreção vaginal alimenta a Candida e dificulta o controle das crises.

Em quem já tem diabetes, as gliflozinas (remédios que eliminam açúcar pela urina) aumentam o risco de candidíase genital. Dapagliflozina e empagliflozina são exemplos dessa classe.

Imunidade baixa e medicamentos que favorecem o fungo

Corticoide em uso prolongado, quimioterapia e remédios contra rejeição de transplante reduzem as defesas do organismo como um todo. Antibióticos repetidos reduzem os lactobacilos (bactérias protetoras da vagina) e deixam a Candida crescer com menos competição. Anticoncepcional com estrogênio em dose alta e reposição hormonal também podem favorecer o fungo em algumas mulheres.

Sapinho na boca (candidíase oral) frequente, herpes-zóster (cobreiro) em pessoa jovem e diarreia prolongada sugerem imunidade baixa. Quem teve contato de risco recente encontra orientação em quem procurar após exposição ao HIV. A sorologia (exame de sangue) para sífilis costuma acompanhar o teste de HIV; veja qual especialista trata a sífilis.

05

Tratamento de manutenção: controlar as crises significa curar de vez?

Análise completa

Nos casos recorrentes por Candida albicans, o acompanhamento costuma ter duas fases e dura meses. A fase de indução (antifúngico em doses próximas para tratar a crise atual) leva até duas semanas. A manutenção supressiva (antifúngico espaçado que segura o fungo) costuma seguir por seis meses, segundo a referência da Mayo Clinic sobre candidíase.

O que acontece quando a manutenção termina

Durante a manutenção, muitas mulheres ficam sem crises ou têm crises raras e leves. Ao suspender o antifúngico, parte delas volta a ter recaídas nos meses seguintes. O remédio controla o fungo, mas não elimina a tendência individual às crises, cuja causa nem sempre é identificada.

Quando as crises voltam durante a manutenção

Crise durante a manutenção pede nova consulta, e não um ajuste por conta própria. Primeiro, a cultura confirma se é mesmo Candida, porque vaginose bacteriana e dermatite de contato imitam o quadro. Confirmado o fungo, as hipóteses incluem resistência ao fluconazol, outra espécie ou gatilho ainda não controlado.

A queda das defesas do organismo é uma possibilidade entre outras, investigada com exames e nunca presumida. Em quem vive com HIV, o tratamento antirretroviral (remédios que controlam o vírus) recupera as defesas e costuma reduzir as crises. Esse acompanhamento fica com o infectologista que acompanha quem vive com HIV.

O que define o sucesso do tratamento

O objetivo realista é espaçar as crises e torná-las leves, com reavaliação a cada recaída. Controlar diabetes e evitar antibiótico desnecessário reduz a chance de precisar de nova fase de manutenção. Os cuidados de rotina nesses meses estão em como conviver com a candidíase recorrente.

06

Quando o fluconazol falha: o que muda com Candida glabrata e outras espécies

Análise completa

A Candida glabrata tem menor sensibilidade natural ao fluconazol, um dos azólicos (família de antifúngicos mais usada). Repetir o mesmo comprimido costuma trazer só melhora parcial. Encontrar Candida na cultura sem coceira ou corrimento não pede tratamento, porque o fungo pode viver na vagina sem causar doença.

Alternativas quando a espécie não é albicans

O antifungigrama (exame que testa a quais antifúngicos o fungo responde) orienta a troca quando a crise persiste. Nas espécies não albicans, as diretrizes descrevem um azólico diferente do fluconazol, por mais dias, como primeira opção. A nistatina (antifúngico local de outra classe) é alternativa, como detalha o material sobre quando a candidíase vaginal volta.

Antes da troca, o médico revisa doenças e remédios em uso. O itraconazol (azólico em comprimido) pode reter líquido e agravar a insuficiência cardíaca (coração fraco para bombear sangue). Pernas inchadas durante o uso pedem avaliação, como explica o guia de quem trata inchaço nas pernas.

Ácido bórico em situações selecionadas

O ácido bórico (antisséptico em cápsula aplicada dentro da vagina) é opção para Candida glabrata e outras espécies não albicans. A decisão de usar ácido bórico considera a espécie, o antifungigrama e a resposta aos tratamentos anteriores. Depende de manipulação com receita.

Engolido, ele é tóxico, então a cápsula fica longe de crianças, e o uso é evitado na gravidez. Quem usa PrEP (remédio que previne o HIV) leva a cultura às consultas de exames periódicos de quem usa PrEP.

07

Prevenção sem culpa: higiene, probióticos e tratamento do parceiro

Análise completa

A recorrência da candidíase depende da espécie do fungo, dos hormônios e da imunidade local, e não da falta de limpeza. Duchas vaginais (lavagem da parte interna da vagina com água ou produto) removem os lactobacilos e não reduzem as crises.

Higiene que protege a pele da vulva

Sabonete neutro só na parte externa, água morna e secagem cuidadosa preservam a pele da vulva. Calcinha de algodão e troca rápida de roupa molhada reduzem a umidade local. Essas medidas aliviam o desconforto, mas não têm comprovação de que evitem novas crises.

Perfumes íntimos, lenços umedecidos e protetor diário de uso contínuo costumam irritar e confundem o quadro com dermatite de contato.

Probióticos: o que os estudos mostram

Probióticos (bactérias vivas benéficas) com lactobacilos, em cápsula oral ou vaginal, têm estudos com resultados conflitantes na prevenção das recaídas. A evidência não sustenta usá-los contra a recorrência nem no lugar da manutenção com antifúngico. Iogurte aplicado na vagina não tem respaldo e pode irritar a mucosa (revestimento interno úmido).

Parceria sexual e saúde sexual

Os estudos não mostram menos recaídas quando o parceiro sem sintomas recebe antifúngico. Parceiro com coceira, vermelhidão ou placas brancas no pênis tem avaliação própria com o urologista ou infectologista.

O preservativo protege contra infecções sexualmente transmissíveis, que também causam corrimento e coceira genital. Após relação sem proteção, a PEP (remédio anti-HIV iniciado até 72 horas depois) tem critérios em quando o infectologista indica a PEP. Diante de um teste reagente (resultado positivo), o próximo passo está na orientação após teste de HIV positivo.

O que está descrito acima segue material de referência clínica, referência usada nesta seção.

08

Como preparar sua avaliação com o Dr. Celso Mendanha em São Paulo

Análise completa

A consulta sobre crises que voltam depende de informações que a paciente costuma guardar de memória, e a memória falha. Datas, nomes de remédios e laudos antigos permitem ao médico separar candidíase confirmada de episódios parecidos e escolher o próximo exame.

Diário das crises

Anote a data de início, os sintomas e a fase do ciclo menstrual de cada crise. Registre também o que antecedeu cada episódio, como antibiótico, relação sexual ou troca de anticoncepcional. Fotos das lesões tiradas durante a crise ajudam quando os sintomas já passaram no dia da consulta.

Exames e tratamentos anteriores

Leve os laudos de culturas vaginais, antifungigramas e exames de sangue, como glicemia e hemoglobina glicada. Liste cada antifúngico usado, se era creme ou comprimido, a dose e por quantos dias. Sorologias anteriores para sífilis e HIV também entram na pasta; veja o acompanhamento da sífilis que volta.

Medicamentos e outras queixas

Traga a lista de remédios em uso, incluindo anticoncepcional, corticoide, gliflozinas e antibióticos dos últimos meses. Informe também diagnósticos como diabetes, gravidez atual ou tratamento que reduza a imunidade.

Dor na vulva que continua entre as crises merece registro. Ela pode ter outra origem, como a vulvodínia (dor crônica na vulva sem lesão visível). Os sinais que pedem avaliação própria estão em quando a dor pede um especialista.

09

Atendimento no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco

Análise completa

Cada consulta sobre crises que voltam parte da história clínica e dos laudos já reunidos pela paciente. A partir deles, a equipe avalia se o caso envolve só o fungo ou também outra condição de saúde.

Quando outras especialidades entram no caso

O ginecologista pode seguir com o exame ginecológico, a contracepção e o pré-natal, enquanto o infectologista conduz a investigação do fungo. O endocrinologista (médico de hormônios e diabetes) entra quando os exames de sangue mostram diabetes mellitus fora de controle. O dermatologista avalia lesões na vulva que persistem sem confirmação do fungo na cultura vaginal.

Como a informação circula entre a equipe

Os laudos de cultura vaginal e antifungigrama (teste que mostra a quais remédios o fungo responde) ficam reunidos no prontuário. Assim, quem atende a próxima crise conhece a espécie identificada, como Candida glabrata, e os tratamentos anteriores. A mesma leitura evita tratar como fungo uma vaginose bacteriana (desequilíbrio das bactérias da vagina).

Se a investigação da imunidade inclui teste de HIV (vírus que enfraquece as defesas), o infectologista explica o resultado. Contato sexual recente sem preservativo tem orientação própria, descrita no guia sobre quem procurar após exposição ao HIV.

Agende sua avaliação com o Dr. Celso Mendanha, de Infectologia, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco. A estrutura multidisciplinar integra cultura vaginal, exames de sangue e revisão dos remédios em uso. Crises repetidas pedem diagnóstico confirmado em exame, como reforça o alerta da Febrasgo (federação de ginecologistas e obstetras).

O que dizem os pacientes

Excelente profissional. O Dr. Celso Mendanha é extremamente atencioso, ético e muito seguro nas orientações. Demonstra amplo conhecimento técnico aliado a uma escuta cuidadosa, explicando tudo de forma clara, acessível e sem pressa. Transmitiu muita confiança desde o primeiro atendimento, com abordagem humana e responsável, o que faz toda a diferença em um acompanhamento na área de infectologia. Recomendo fortemente a quem busca um médico competente, atualizado e verdadeiramente comprometido com o cuidado ao paciente.

— Hygor Mendes (fev/2026)

Médico infectologista extremamente competente, com conhecimento profundo e atualizado. O grande diferencial está na forma como explica: linguagem simples, objetiva e acessível, fazendo com que o paciente compreenda realmente o diagnóstico, o tratamento e os cuidados necessários. Demonstra paciência, atenção e empatia, transmitindo segurança e confiança durante toda a consulta. Profissional raro, que alia excelência técnica a uma comunicação humana e acolhedora.

— Patricia candida (jan/2026)

Ao sair da primeira consulta com o Dr Celso me sinto muito esperançosa, acredito que finalmente um médico irá dar atenção ao meu problema como não sendo algo corriqueiro, normal, que um remedinho passa. Pelos exames pedidos, pelas explicações em atendimento, pelas perguntas, investigações, sinto que o Dr Celso vai a fundo para resolver uma questão importante para mim. Trouxe honestidade à consulta quando diz que Candidiase de repetição é algo tratável mas que deverei ter cuidados para o resto da vida. Trouxe muita informação e seriedade ao assunto. Trouxe orientações para já dar início a um tratamento e trouxe dados para fazer mais investigações. Saio da primeira consulta com uma sensação de cuidado e de alívio!

— Paula Inglez (set/2025)

Próximo passo

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Consulta com Dr. Celso Mendanha, Infectologia, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo.

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Perguntas frequentes

Candidíase é uma infecção sexualmente transmissível?

Não, a Candida vive na vagina, na boca e no intestino de muitas pessoas sem causar sintomas. A crise surge quando o equilíbrio local muda. A relação sexual pode desencadear irritação, mas não transmite a doença como uma infecção sexual.

Homem também pode ter candidíase?

Pode. No pênis, ela aparece como vermelhidão, coceira e placas brancas na glande (cabeça do pênis), sobretudo em quem tem diabetes. O homem com esses sinais procura o urologista ou o infectologista para confirmar o diagnóstico antes de tratar.

A candidíase que sempre volta tem cura?

Muitas mulheres passam longos períodos sem crises depois do tratamento de indução e manutenção. A tendência individual, porém, pode continuar, e parte delas volta a ter recaídas meses depois. Por isso o acompanhamento mira espaçar as crises e confirmar cada nova suspeita em cultura vaginal (exame que identifica o fungo).

Quem não tem diabetes pode ter candidíase de repetição?

Pode. Em muitas mulheres com crises frequentes, nenhum gatilho aparece nos exames, e a tendência parece ligada à resposta da vagina ao fungo. Fatores genéticos e a defesa do revestimento vaginal explicam parte desses casos, ainda sem exame disponível na rotina.

Candidíase na gravidez é mais comum?

Sim. O aumento do estrogênio (hormônio feminino) na gestação favorece o crescimento da Candida, e as crises ficam mais frequentes. Qualquer antifúngico nesse período passa pela avaliação do obstetra (médico que acompanha a gestação), que considera a segurança para o bebê.

A menstruação piora a candidíase?

Muitas mulheres notam crises na semana antes da menstruação, quando os hormônios mudam e o pH vaginal (grau de acidez) se altera. Absorvente e protetor diário de uso prolongado aumentam a umidade e irritam a pele da vulva. Anotar a fase do ciclo em cada crise ajuda o médico a perceber esse padrão.

Posso ter relação sexual durante a crise?

A relação durante a crise costuma aumentar o ardor e pode ferir a mucosa (revestimento interno da vagina) inflamada. Alguns cremes antifúngicos vaginais podem enfraquecer o preservativo de látex, e a bula traz esse aviso. Converse com o médico sobre o momento de retomar as relações.

Preciso fazer exame de sangue?

Nem todo caso exige exame de sangue, e o pedido segue a história de cada pessoa. Com sede intensa ou crises sem gatilho, a glicemia (açúcar no sangue) e a hemoglobina glicada investigam diabetes mellitus. Sinais de imunidade baixa junto das crises levam ao teste de HIV.

O antifúngico de farmácia resolve a candidíase que volta?

Antifúngicos de farmácia aliviam muitas crises isoladas causadas por Candida albicans. Na recorrência, repetir o remédio sem cultura vaginal esconde espécies como a Candida glabrata, que responde pior ao fluconazol. Crises que voltam pedem avaliação médica antes de outra dose.

A crise pode passar sozinha?

Crises leves às vezes melhoram sem remédio, mas os sintomas tendem a voltar quando o gatilho continua. Deixar passar a crise sem exame perde a chance de coletar a cultura vaginal, mais útil com sintomas ativos. Corrimento com febre, dor na barriga ou feridas genitais pede consulta rápida, porque sugere outra causa.