Especialista em Coluna em São Paulo | Instituto Medicina em Foco
Como chegar ao consultório certo na primeira tentativa — e saber quando a dor exige pressa.
“Vejo toda semana pacientes que passaram meses indo de uma especialidade a outra. Levam exames repetidos e a mesma dor. Uma avaliação dirigida da coluna resolveria a dúvida em uma consulta.”— Dr. Pedro Henrique Correa
Ver currículo do profissional
- Hospital Universitário da UNIFESP (Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia)
- UNIFESP (Fellowship em Cirurgia da Coluna)
- Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia pela SBOT
- Título de Especialista da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC)
- Membro da North American Spine Society
- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT)
- Membro da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC)
- Instituto Medicina em Foco | Corpo Clínico dos Hospitais Albert Einstein, Alemão Oswaldo Cruz e Nove de Julho.
- Ortopedista especialista em coluna
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Recebo essa dúvida quase todo dia no consultório: "doutor, qual especialista devo procurar para a minha coluna?". A confusão é compreensível — ortopedistas e neurocirurgiões atuam na mesma estrutura, mas com enfoques diferentes. Quando avalio um paciente com dor na coluna, minha primeira preocupação é identificar se há comprometimento neurológico ou se o problema é puramente mecânico.— Dr. Pedro Henrique Correa
Passo a passo
- 1Consulta
Na primeira consulta, o especialista em coluna escuta o relato da dor e faz o exame físico dirigido, antes de qualquer exame.
- 2Exames
Se houver déficit ou suspeita de lesão, exames como radiografia e ressonância complementam o raciocínio clínico.
- 3Plano
Com o diagnóstico, o plano começa pelo tratamento conservador: fisioterapia, reabilitação e ajuste de hábitos.
- 4Reavaliação
Nas semanas seguintes, a resposta ao tratamento define se há necessidade de intervenção ou de acompanhamento.
O que faz um especialista em coluna
Atendendo casos de dor na coluna, eu costumo dizer que ela é estrutura mecânica e via neurológica ao mesmo tempo. O profissional que a trata precisa enxergar as duas. Ele avalia da dor muscular simples à compressão de nervo ou medula. A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia congrega a ortopedia brasileira e é a referência dessa formação.
O que esse especialista trata
A lista é ampla e não se resume à dor. Inclui hérnia de disco, escoliose e estenose de canal lombar (estreitamento do canal da coluna). Também entram a espondilolistese (escorregamento de uma vértebra sobre a outra) e fraturas por osteoporose. A mielopatia, sofrimento da medula por compressão, completa o quadro.
Diagnóstico e tratamento na mesma linha
Esse profissional não se limita a operar. Ele conduz o caso inteiro, do diagnóstico à reabilitação. Quando a cirurgia não é necessária, indica fisioterapia e mudanças de hábito. A maioria dos pacientes que chegam ao consultório não precisa de operação.
Ortopedista ou neurocirurgião: quem procurar
A dúvida mais comum é essa: ortopedista ou neurocirurgião? Os dois tratam a coluna, mas partem de enfoques diferentes. O ortopedista cuida de deformidade, desgaste e dor mecânica; o neurocirurgião, das compressões de nervo e medula. Os dois caminhos são complementares na prática clínica, com contexto em Johns Hopkins Medicine.
Tabela de sintoma e especialista
Use esta referência para encurtar o caminho:
| Situação | Especialista | Primeiro exame |
|---|---|---|
| Lombalgia mecânica que piora ao movimento | Ortopedista de coluna | Exame clínico |
| Ciática com formigamento na perna | Ortopedista ou neurocirurgião | Exame clínico e imagem seletiva |
| Perda de força progressiva | Neurocirurgião | Ressonância magnética (exame de imagem sem radiação) |
| Deformidade como escoliose e cifose | Ortopedista de coluna | Radiografia panorâmica |
E o neurologista?
O neurologista investiga dor de origem neurológica e condições como neuropatias. Ele não opera. É útil na fase de diagnóstico, quando a causa ainda não está clara. Depois, encaminha ao cirurgião de coluna quando há indicação.

Sinais de alerta: quando a dor na coluna é urgente
A maioria das dores de coluna é benigna e melhora sozinha. Algumas, porém, escondem causas graves. Uma revisão de 2026 sobre a cauda equina confirma que a descompressão em caráter de urgência define o prognóstico.
Sinais que pedem pressa
- Perda de força em pernas ou braços, ou dificuldade para andar.
- Dormência em "sela" (região genital) ou perda do controle da bexiga e do intestino.
- Dor noturna intensa que acorda, febre ou perda de peso sem explicação.
- Dor após queda ou trauma em pessoa com osteoporose.
Síndrome da cauda equina
É a emergência mais temida da coluna. É a compressão aguda dos nervos da parte baixa da medula. Há risco de sequela permanente. Exige avaliação imediata em pronto-socorro, com ressonância e descompressão em horas.
Coluna cervical: quando o pescoço pede avaliação
O pescoço sustenta a cabeça e abriga a medula cervical, por isso merece atenção específica. A cervicalgia simples costuma ser muscular. A dor que desce pelo braço sugere radiculopatia (compressão de uma raiz nervosa). A marcha instável sugere mielopatia (sofrimento da medula).
Hérnia de disco cervical
Quando o disco do pescoço comprime um nervo, a dor irradia pelo braço, às vezes até a mão. O sinal de Spurling (manobra que reproduz a dor ao inclinar a cabeça) confirma a compressão. O tratamento começa conservador na maioria dos casos; a cirurgia entra com déficit progressivo ou dor que não cede. Veja este guia sobre quando a hérnia de disco exige tratamento.
Mielopatia cervical
É a compressão lenta da medula, mais silenciosa e mais perigosa. Costuma aparecer como sensação de "mão desajeitada". Também surge como dificuldade de abotoar a camisa ou mudança no equilíbrio. Um estudo de 2026 sobre a mielopatia cervical reforça que o acompanhamento especializado define o momento da cirurgia.
Como o especialista investiga: exame antes da imagem
Muita gente chega ao consultório com ressonância na mão e nenhuma conversa sobre o que dói. A sequência correta inverte isso: primeiro a escuta e o exame físico. Só depois entra o exame de imagem, se ele for necessário. Tratar só o achado da ressonância é como trocar um pneu pela foto do desgaste.
O que o exame físico revela
Força, reflexos, sensibilidade e manobras específicas localizam a raiz nervosa comprometida. Isso acontece antes de qualquer imagem. Em casos selecionados, a eletroneuromiografia (exame que mede a função dos nervos) confirma a raiz afetada. Uma triagem de 2023 sobre sinais de alerta procura fratura e infecção.
Quando a ressonância importa
Ela entra com déficit neurológico, dor que não melhora em semanas ou suspeita de lesão grave. Fora desses cenários, a ressonância precoce mostra desgastes que existem em muita gente sem dor. Esses achados não mudam a conduta. Por isso, exames demais também são um risco.
Hérnia de disco: quando operar e quando esperar
Hérnia de disco assusta, mas a história natural é favorável na maioria dos casos. Uma revisão sistemática de 2026 sobre reabsorção descreve os fatores que fazem o disco herniado encolher sozinho. Cirurgia não é a primeira resposta. É a alternativa quando o tratamento conservador falha ou surge déficit.
Quando a cirurgia é considerada
A indicação fica clara em três situações: déficit motor progressivo, dor refratária após 6 a 12 semanas e síndrome da cauda equina. Fora delas, fisioterapia e reabilitação costumam bastar. Veja o valor da cirurgia de hérnia de disco. E confira como funciona a autorização pela Unimed quando a operação é mesmo necessária.
O papel da segunda opinião
Diante de uma indicação cirúrgica, a segunda opinião é direito do paciente e boa prática médica. Em uma hérnia extrusa, vale entender se a hérnia extrusa precisa de cirurgia antes de decidir.
Tratamento conservador ou cirurgia: como se decide
A fronteira entre tratar sem operar e operar não é subjetiva. Ela se apoia em três pilares: intensidade e duração da dor, déficit neurológico e resposta ao tratamento conservador. Uma revisão de 2025 sobre operar ou tratar mostrou que os dois caminhos podem ser eficazes em casos selecionados. Quem opera pelo plano de saúde precisa entender se o convênio cobre a cirurgia.
O que o tratamento conservador inclui
Fisioterapia dirigida, reabilitação postural e ajuste de carga e de hábitos. Quando indicado, entra medicação para dor e inflamação. O alvo é devolver função e autonomia. Na maioria dos casos, isso é o suficiente.
Como o prazo orienta a escolha
Dor que melhora em semanas favorece continuar no conservador. Dor que estaciona ou piora após reabilitação bem-feita aproxima a discussão da cirurgia. Essa leitura separa a indicação técnica da cirurgia por impulso.
Como escolher um bom especialista em coluna
Escolher bem evita cirurgia desnecessária — e é mais simples do que parece. O Dr. Pedro Henrique Correa, ortopedista do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, orienta um caminho de confiança. A regra é examinar antes de pedir exame e esgotar o conservador antes de operar.
Perguntas para fazer na consulta
- Qual é o diagnóstico e em que exame ele se apoia?
- Existe alternativa à cirurgia no meu caso?
- O que acontece se eu esperar algumas semanas?
- Quantos procedimentos como o meu o médico faz por ano?
O cuidado dentro de uma estrutura maior
No Instituto Medicina em Foco, a avaliação da coluna acontece dentro de um corpo clínico multidisciplinar. Há apoio de fisioterapia e reabilitação no mesmo fluxo. Esse arranjo reduz a chance de decisão isolada e define um centro de coluna de referência.
O que dizem os pacientes
Excelente experiência! O atendimento desde a recepção foi muito organizado. Quanto à consulta com o doutor Pedro, ele é um profissional atencioso, explicou tudo com muita clareza e me passou a segurança que eu precisava para tratar minha coluna. Recomendo com toda certeza!— Sandra Lima (mai/2026)
Quero deixar meu agradecimento ao Dr. Pedro. Ele cuidou da coluna da minha mãe com muita atenção, profissionalismo e carinho. Desde a primeira consulta, passou muita segurança e explicou tudo com clareza. Recomendo de olhos fechados!— Brunna Rayssa Lima Borges (mai/2026)
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Uma avaliação bem conduzida responde se o seu caso é conservador ou cirúrgico — e poupa meses de dúvida.
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Perguntas frequentes
Como se chama o médico especialista em coluna?
Pode ser o ortopedista com subespecialização em coluna ou o neurocirurgião de coluna. Os dois realizam cirurgias da coluna vertebral; a escolha depende do tipo de problema e do sintoma apresentado.
Quando a dor na coluna é preocupante?
Dor com febre, perda de força, dormência em "sela" ou alteração de bexiga e intestino exige avaliação imediata. Também são sinais de alerta a dor noturna incapacitante e a perda de peso sem explicação. Nesses casos, procure atendimento sem esperar.
Qual problema de coluna afeta o pescoço?
Cervicalgia, hérnia de disco cervical e mielopatia cervical são as principais causas. Cada uma tem sinais próprios: dor local, irradiação para o braço ou alteração de equilíbrio. O exame clínico ajuda a diferenciar cada quadro.
Quem cuida da coluna: ortopedista ou neurologista?
O neurologista investiga a dor de origem neurológica e não opera. O ortopedista de coluna e o neurocirurgião tratam a causa estrutural. Quando há indicação, os dois realizam a cirurgia da coluna vertebral.
Quem tem fibromialgia pode fazer cirurgia da coluna?
Pode, mas em geral a fibromialgia é tratada antes de qualquer decisão cirúrgica. A cirurgia só se justifica quando há lesão estrutural com correlação clínica clara. Do contrário, a dor difusa pode persistir após a operação.
Quanto tempo a hérnia de disco demora para melhorar sem cirurgia?
Na maioria dos casos, a melhora acontece em 6 a 12 semanas de tratamento conservador. Quando a dor não cede nesse prazo ou surge déficit, a cirurgia passa a ser considerada.
Como encontrar um médico de coluna?
Busque um ortopedista de coluna ou neurocirurgião com formação específica, preferencialmente em um centro com estrutura de reabilitação. Avaliações pela rede pública ou por convênio também chegam a bons profissionais.
Preciso de ressonância antes de ir ao especialista?
Não. O ideal é que o especialista faça primeiro o exame físico e, a partir dele, decida se a ressonância é necessária. Pedir imagem antes da consulta pode gerar achados que não explicam a dor.
O ortopedista de coluna atende por convênio?
Sim. A consulta e o tratamento de coluna são feitos por convênio, como Unimed e Bradesco, e também de forma particular. Os planos com cobertura ambulatorial incluem a consulta com o especialista.
O que perguntar ao especialista antes de aceitar uma cirurgia?
Pergunte o diagnóstico exato e se há alternativa conservadora. Pergunte o que ocorre se esperar algumas semanas e a experiência do médico com o procedimento. Respostas claras indicam uma indicação bem fundamentada.