HOLEP pela NotreDame Intermédica: cobertura, autorização e prazo
Onde o plano costuma travar o laser de próstata e o que encurta a espera pela cirurgia.
“Pedidos de enucleação prostática a laser (remoção do miolo da próstata) sem exames anexados costumam voltar do convênio com pendência. Por isso, envio o ultrassom e a medida do jato urinário junto da primeira solicitação.”— Dr. José Augusto
CRM 185703RQE 100170Urologia
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Formação acadêmica
- Residência Médica em Cirurgia Geral na Santa Casa de São Paulo
- Residência em Urologia no Hospital Santa Marcelina de São Paulo
- Fellowship em Cirurgia Robótica em Urologia na Santa Casa de Santos-SP
- Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia no Hospital Albert Einstein
Sociedades médicas
- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia
Onde atende
- Hospital Beneficência Portuguesa, Hospital Santa Catarina, Hospital Sírio Libanês, Rede Dor São Paulo, Hospital Nove de Julho, Instituto Medicina em Foco
Áreas de atuação
- Urologia
Urologia
Explico a cada paciente: a negativa do convênio não precisa encerrar o caminho até o HOLEP (cirurgia a laser da próstata aumentada).— Dr. José Augusto
Este guia explica HOLEP pela NotreDame Intermédica: cobertura, autorização e prazo, do pedido médico até a data marcada da cirurgia. Sou o Dr. José Augusto, Urologia do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, e acompanho esse trâmite com meus pacientes. No consultório, a dúvida mais comum é quanto da conta fica fora da autorização.
Nos próximos tópicos, mostro como a guia (formulário de pedido ao plano) chega ao hospital credenciado e quem a analisa. Também detalho onde entram o laser de hólmio, os honorários da equipe e a anestesia no orçamento. Assim, você chega à cirurgia sabendo o que a autorização inclui.
Como funciona
Passo a passo
- 1Consulta urológicaO urologista avalia os sintomas urinários, examina a próstata e pede os exames que sustentam a indicação.
- 2Relatório médicoOs resultados entram no relatório, que descreve o tamanho da próstata e o impacto dos sintomas no dia a dia.
- 3Envio da guiaO hospital credenciado envia a guia à auditoria médica (equipe de médicos do plano que analisa pedidos) da operadora.
- 4Senha liberadaCom a senha de liberação, o hospital agenda a internação e informa o que fica fora da autorização.
- 5Cirurgia e altaApós a remoção do tecido pelo laser de hólmio, a sonda vesical (tubo que drena a urina) é retirada conforme a recuperação.
- 6ReavaliaçãoNo retorno, o urologista repete a urofluxometria e compara a força do jato com o exame anterior.
HOLEP pela NotreDame Intermédica: cobertura, autorização e prazo na prática
Análise completa
A liberação do laser de próstata começa no contrato. O plano precisa incluir a segmentação hospitalar (cobertura de internações e cirurgias), e não apenas consultas e exames. Também conta a carência (tempo mínimo de contrato antes de usar certos serviços), que precisa estar cumprida na data do pedido.
O que pesa na análise da operadora
Outro ponto é a rede credenciada (hospitais e médicos conveniados ao plano). O hospital escolhido precisa ter o laser de hólmio disponível e aceitar o seu plano da NotreDame Intermédica.Na rotina clínica, o que mais atrasa a senha é documentação incompleta, não a técnica cirúrgica. Um relatório que liga os sintomas ao tamanho da próstata reduz pedidos de complemento. Uma avaliação com urologista em São Paulo ajuda a montar esse dossiê antes do envio.Prazo e conta final
Com o pedido completo, a operadora segue o prazo regulatório para internação eletiva (cirurgia programada, sem urgência). Cada pedido de complemento tende a somar dias à espera, por isso vale conferir cada anexo antes do envio.A autorização cobre a internação hospitalar, mas o aluguel do laser e os honorários médicos podem ser cobrados à parte. O valor dessas parcelas varia conforme hospital e equipe; há referências no guia de preço do HOLEP.O que é a HOLEP e para quem ela costuma ser indicada
Análise completa
A HOLEP usa um laser introduzido pela uretra (canal por onde sai a urina) para descolar o tecido que aperta a passagem. O cirurgião não faz corte na pele, e a próstata é tratada por dentro.
Como o laser de hólmio atua
O laser de hólmio (luz que corta e estanca sangramento) descola o adenoma (parte aumentada da próstata) da cápsula que o envolve. Depois, um morcelador (aparelho que tritura e aspira tecido) retira esse miolo de dentro da bexiga. O material segue para exame no laboratório de patologia.Para quem a HOLEP costuma ser indicada
A indicação vale para homens com hiperplasia prostática benigna cujos sintomas urinários não melhoram com remédios. Também entram casos de retenção urinária (bexiga que não esvazia), infecções repetidas, pedras na bexiga ou sangramento pela próstata. A Sociedade Brasileira de Urologia reconhece a enucleação a laser entre as opções cirúrgicas, inclusive para próstatas volumosas.A decisão também considera anticoagulantes (remédios que afinam o sangue), condição para anestesia e o desejo de preservar a ejaculação. Após a HOLEP, é comum a ejaculação retrógrada (sêmen que volta para a bexiga), tema a conversar antes da cirurgia.O laudo que comprova a indicação sustenta a HOLEP pela NotreDame Intermédica: cobertura, autorização e prazo. Os critérios são os mesmos em outras operadoras, como mostra o guia de HOLEP pelo plano Unimed em São Paulo.
O que o Rol da ANS e o seu contrato dizem sobre a cirurgia
Análise completa
A consulta começa pelo site da ANS, onde o Rol pode ser pesquisado pelo nome do procedimento. Na guia, o urologista informa o código TUSS (numeração padronizada de procedimentos), que permite à operadora localizar a cirurgia na tabela. Peça ao hospital esse código e confira se ele corresponde à enucleação a laser.
Quando o procedimento não aparece com esse nome
Desde a Lei 14.454/2022, o Rol funciona como referência básica, e não como lista fechada. Tratamentos fora dele podem ter cobertura com comprovação científica de eficácia ou recomendação da Conitec (comissão que avalia tecnologias no SUS). A enucleação a laser para hiperplasia prostática benigna aparece em publicações indexadas pelo National Institutes of Health.O que conferir no seu contrato
Na carteirinha ou no contrato, procure a palavra hospitalar na segmentação; planos apenas ambulatoriais não incluem internação. Confira também se o hospital desejado pertence à rede do seu plano NotreDame Intermédica, que varia conforme o produto contratado. Se a carência ainda corre, a guia pode ser negada mesmo com o procedimento coberto.A mesma checagem vale em outras operadoras, como mostra o guia de cirurgia robótica de próstata pela Cassi. Guarde capturas das telas consultadas, pois elas ajudam numa eventual contestação.Cobertura, carência, autorização e agendamento não são a mesma coisa
Análise completa
A cobertura responde se o contrato inclui a cirurgia; a carência diz quando você pode usá-la. A autorização prévia (análise do pedido pela operadora antes da internação) confirma o caso concreto. O agendamento, por fim, depende da agenda do hospital e da equipe.
Carência e cobertura parcial temporária
Para cirurgias eletivas, as regras da ANS admitem carência de até 180 dias desde a assinatura do contrato. Se a hiperplasia prostática benigna foi declarada como preexistente, pode valer a cobertura parcial temporária (até 24 meses sem cirurgia relacionada). Os dois prazos correm em paralelo, e o pedido só avança depois do maior.Autorização prévia e data da cirurgia
A auditoria confere se os exames anexados batem com a indicação descrita na literatura, como em uma revisão sobre hiperplasia prostática benigna. Senha liberada não significa data marcada: o hospital ainda reserva sala, laser de hólmio e leito. O agendamento costuma depender da disponibilidade do equipamento e da agenda do cirurgião.Pergunte ao hospital por quanto tempo a senha vale e anote a data limite. Se a cirurgia passar desse período, o hospital precisa pedir nova liberação à operadora. A mesma lógica de etapas aparece no guia de cirurgia robótica pela Omint.Exames e avaliação que fundamentam o pedido médico
Análise completa
A auditoria procura quatro dados: volume prostático, jato urinário, PSA e IPSS (questionário internacional de sintomas da próstata). Quando os quatro chegam juntos, o relatório deixa pouco espaço para pedidos de complemento.
Volume da próstata e jato urinário
O ultrassom de próstata mede o volume em mililitros, dado que orienta a escolha da técnica cirúrgica. A urofluxometria registra o fluxo máximo, e um jato fraco sustenta a obstrução descrita no pedido. O resíduo pós-miccional (urina que sobra na bexiga após urinar) completa o quadro, como mostra esta revisão sobre avaliação da hiperplasia prostática.PSA e questionário de sintomas
O PSA ajuda a separar o aumento benigno de uma suspeita de câncer, que mudaria o plano de tratamento. Valores alterados podem levar à biópsia (retirada de fragmentos para análise) antes da cirurgia. A relação entre o tamanho da glândula e os sintomas é discutida nesta revisão de conceitos atuais sobre próstata aumentada.O IPSS soma de 0 a 35 pontos e traduz em número o incômodo de levantar à noite e urinar com esforço. Anexar o questionário preenchido e datado mostra a evolução dos sintomas durante o tratamento com remédios.Como organizar os laudos
Reúna os laudos originais, com data e assinatura, em uma única pasta digital antes da consulta. Inclua também exames de urina e de função dos rins, que costumam compor a avaliação pré-operatória.Checklist de documentos para solicitar a autorização
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A NotreDame Intermédica decide com base no que chega anexado à guia, e cada item ausente vira pedido de complemento. Um envio completo na primeira tentativa costuma poupar dias de espera.
Documentos assinados pelo médico
O pedido médico traz o CID (código internacional que identifica a doença) da hiperplasia prostática benigna e o código TUSS do procedimento. O relatório descreve a evolução dos sintomas urinários e os tratamentos já tentados. Ambos levam carimbo, assinatura e data recente, além do número do CRM (registro no conselho de medicina).Os laudos de ultrassom, urofluxometria e PSA entram como anexos, em arquivo legível e com o nome completo do paciente. Imagem cortada ou ilegível costuma gerar novo pedido de complemento.Documentos do paciente
Separe documento com foto, CPF, carteirinha da NotreDame Intermédica e comprovante de residência atualizado. Alguns hospitais pedem também o termo de consentimento (documento em que você declara ter entendido riscos e benefícios) já assinado.Antes de enviar
Peça ao hospital credenciado o número de protocolo da guia e anote a data do envio. O prazo da ANS corre a partir do pedido completo, então esse registro ajuda a acompanhar a análise. Guarde cópia de tudo e compare a conta prevista com os valores de referência do HOLEP.Passo a passo do pedido e como acompanhar o protocolo
Análise completa
O pedido percorre três mãos: urologista, hospital credenciado e operadora. Cada passagem gera um registro, e esse registro é o que permite cobrar uma resposta com data.
Do relatório à mesa da auditoria
Depois da consulta, o urologista entrega o pedido e o relatório ao hospital escolhido, que digitaliza tudo e envia à NotreDame Intermédica. A operadora abre um número de protocolo para o hospital, e você tem direito de recebê-lo também. Ao ligar na central, peça sempre esse número e anote nome do atendente, data e horário.Como ler o status da guia
No aplicativo ou no site da operadora, a guia costuma aparecer como em análise, pendente, autorizada ou negada. Pendência significa que falta algum documento ou que a auditoria quer mais informações clínicas. Responda pelo mesmo protocolo, para manter o histórico do pedido reunido.Quando a pendência envolve o PSA, a auditoria pode querer entender se há suspeita de câncer antes de liberar a cirurgia. Nesse caso, o urologista complementa o relatório explicando quando o PSA alto preocupa e o que já foi investigado.Se o prazo vencer ou vier negativa
Passado o prazo da ANS sem resposta, registre reclamação na ouvidoria da operadora informando o protocolo. Se ainda assim nada mudar, a ANS recebe a queixa pelo canal Fale com a ANS. Em caso de divergência técnica, o plano pode convocar junta médica (avaliação por um médico desempatador escolhido em comum).Para escrever esta parte consultamos material de referência clínica.Quanto tempo pode levar: prazos de análise e de agendamento
Análise completa
Três relógios diferentes correm entre a consulta e o centro cirúrgico. O primeiro mede a análise da operadora, o segundo mede as pendências, e o terceiro mede a agenda do hospital. Confundir esses relógios é o que faz muitos pacientes acharem que o plano descumpriu o prazo.
Prazo de resposta da autorização
Para internação eletiva, a ANS fixa até 21 dias úteis para a operadora garantir o atendimento. A contagem começa quando o pedido chega completo, e não na data da consulta. Sábados, domingos e feriados ficam fora da conta, então 21 dias úteis podem passar de um mês no calendário.Prazo das pendências
Quando a auditoria pede complemento, o pedido fica parado até chegar a resposta do urologista ou do hospital. Esse intervalo depende de quem precisa agir: um laudo refeito leva menos tempo que um exame novo.Pergunte na central se a contagem do prazo foi retomada ou reiniciada após a pendência. Anote a data em que a pendência foi respondida, para comparar com a data da resposta final.Da senha à data da cirurgia
A senha liberada abre outra espera, a do agendamento, que depende da estrutura do hospital. A fila do laser de hólmio no hospital escolhido pode pesar mais que a própria análise do plano. Pedir uma estimativa de data no momento da liberação ajuda a planejar afastamento do trabalho e acompanhante.A mesma divisão entre análise, pendência e agenda vale em outras operadoras, como no guia de cirurgia robótica de próstata pela Mediservice.O que a autorização pode incluir: internação, equipe, laser e materiais
Análise completa
A senha liberada pela NotreDame Intermédica cobre a internação hospitalar, com quarto, diárias, centro cirúrgico e enfermagem. O aluguel do laser de hólmio e os honorários médicos (pagamento do trabalho da equipe) podem ser cobrados à parte. Cada item tem regra própria e vale confirmar por escrito antes da cirurgia.
Internação e equipe cirúrgica
A equipe inclui urologista, auxiliar e anestesista (médico que aplica e controla a anestesia). Em alguns hospitais, a operadora repassa os honorários direto aos médicos credenciados. Em outros, a equipe não é credenciada e cobra o valor do paciente, com possível pedido de reembolso.Trocar a acomodação prevista no contrato por uma superior pode gerar cobrança de diferença. Confira na carteirinha se o plano prevê enfermaria ou apartamento antes da internação.Laser de hólmio e materiais especiais
O laser de hólmio costuma pertencer a uma empresa que aluga o aparelho ao hospital por cirurgia. A fibra do laser e o morcelador costumam ser tratados como OPME (materiais especiais com liberação própria). A operadora pode recusar parte desses itens, que então aparecem num orçamento separado.Antes de assinar, peça ao hospital o orçamento detalhado do laser, da fibra e da equipe. A mesma separação entre internação e equipamento aparece no guia de HOLEP pela SulAmérica.Atendimento no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco
Análise completa
A equipe multidisciplinar acompanha o paciente com hiperplasia prostática benigna desde a consulta. Urologista, anestesista e enfermagem trocam informações sobre exames, medicações e riscos antes da cirurgia. Essa integração tende a reduzir pedidos de complemento na guia enviada à NotreDame Intermédica.
Integração entre especialidades antes da cirurgia
Antes da internação, a avaliação pré-anestésica (consulta que checa se o corpo tolera a anestesia) revisa coração, rins e remédios em uso. Se houver doença cardíaca ou diabetes, outros especialistas da equipe podem participar da avaliação. Os pareceres entram no prontuário e ficam disponíveis ao hospital credenciado no dia da cirurgia.Acompanhamento depois da alta
Depois da alta, o mesmo time que preparou a guia acompanha a recuperação, sem recomeçar a história clínica do zero. Dúvidas sobre ardor, sangue na urina ou continência (controle da saída da urina) chegam à equipe que conhece o caso.Agende uma consulta com o Dr. José Augusto, de Urologia, no corpo clínico multidisciplinar do Instituto Medicina em Foco. Leve exames e carteirinha da NotreDame Intermédica para revisar o pedido antes do envio. A mesma lógica vale em outras operadoras, como no guia de HOLEP pelo Amil.O que dizem os pacientes
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Fui acompanhado pelo Dr. José Augusto da Silva e por toda a sua equipe durante o meu tratamento. Recebi explicações claras sobre cada etapa e fui atendido com atenção e respeito do início ao fim.— Guilherme G (dez/2025)
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Fui atendida desde a urgência com atenção e organização, e recebi acompanhamento em todas as etapas do tratamento.— Aline Franco (dez/2025)
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Fui bem recebido pela equipe e recebi orientações claras sobre o meu caso. O atendimento foi atencioso do início ao fim.— Joao Roberto (mai/2026)
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Consulta com Dr. José Augusto, Urologia, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo.
Atendimento humanizadoAvaliação individualizadaPlano terapêutico personalizado
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Rua Frei Caneca, 1380 · Consolação, São Paulo — SP+551132893195
Perguntas frequentes
A NotreDame Intermédica cobre a HOLEP?
O plano com segmentação hospitalar (cobertura de internações e cirurgias) costuma liberar a internação, com carência cumprida. Em resumo, HOLEP pela NotreDame Intermédica: cobertura, autorização e prazo dependem do contrato, dos exames e da rede. O aluguel do laser de hólmio e os honorários médicos podem ser cobrados à parte.
O laser de hólmio pode sair do meu bolso?
Pode, dependendo do hospital. A autorização cobre a internação hospitalar, e o aluguel do laser e da fibra pode vir em orçamento separado. Vale perguntar se o hospital tem acordo próprio com a operadora para o equipamento, o que muda a conta.
Quanto tempo a operadora tem para responder?
Para internação eletiva (cirurgia programada, sem urgência), a ANS (agência que regula os planos de saúde) fixa até 21 dias úteis. Esse prazo vale para a garantia do atendimento, não apenas para a resposta da guia. Se a operadora não oferecer hospital da rede dentro do período, cabe reclamação na ANS.
E se a bexiga travar e eu precisar de atendimento urgente?
Quadros de urgência seguem regras diferentes da cirurgia programada. A carência para urgência é de 24 horas, e o pronto-socorro não espera o prazo de análise da guia. Se a urina não sair, procure o pronto-socorro da rede; a equipe de plantão define os primeiros cuidados.
Posso operar com um urologista fora da rede credenciada?
Pode, mas os honorários desse médico tendem a sair do seu bolso, com possível reembolso (devolução parcial do valor pago). O valor devolvido segue a tabela do plano e costuma ficar abaixo do cobrado pela equipe. Confirme também se o hospital escolhido aceita o seu produto da operadora.
Posso trocar de hospital depois da senha liberada?
Em geral, a senha fica vinculada ao hospital que enviou a guia. Ao mudar de hospital, o novo prestador costuma precisar abrir outro pedido, com outro protocolo. Avise o urologista antes, para que relatório e exames acompanhem a nova solicitação.
O que fazer se a NotreDame Intermédica negar o pedido?
Peça à operadora a negativa por escrito, com a justificativa e a cláusula contratual usada. Com esse documento, registre reclamação na ouvidoria e, sem solução, na ANS. Em casos persistentes, um advogado pode avaliar pedido de liminar (decisão judicial provisória e rápida).
A anestesia entra na autorização?
O procedimento anestésico costuma integrar a guia, mas o anestesista (médico que conduz a anestesia) pode não ser credenciado. Nesse caso, os honorários dele podem ser cobrados à parte, assim como os do cirurgião. Pergunte ao hospital quem compõe a equipe de anestesia e se ela atende pela rede.
Se eu mudar de plano, perco a carência já cumprida?
A portabilidade de carências (troca de plano sem cumprir novos prazos) pode evitar recomeçar a contagem. Ela exige tempo mínimo de permanência no plano atual e faixa de preço compatível, conforme regras da ANS. Consulte o Guia ANS de Planos de Saúde antes de assinar a troca.