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Médico de Intestino: Encontre o Especialista Certo no Instituto



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Revisado por Dr. Rodrigo Barbosa — CRM 167670 · RQE 78610
Saúde Digestiva e Intestinal

Encontrar o médico de intestino certo faz diferença direta no tempo até o diagnóstico e na qualidade do tratamento. Gastroenterologista, coloproctologista ou cirurgião do aparelho digestivo: cada especialidade cobre uma parte do problema. Este guia do Instituto Medicina em Foco mostra qual profissional procurar conforme o sintoma, os sinais que exigem atenção imediata e como a avaliação integrada acelera o cuidado.

Dor abdominal recorrente, sangue nas fezes, mudança no ritmo intestinal, inchaço persistente ou um diagnóstico prévio de doença inflamatória intestinal costumam gerar a mesma dúvida: qual médico de intestino devo procurar? A resposta depende do tipo de queixa, da região anatômica envolvida e da necessidade — ou não — de intervenção cirúrgica. Na nossa prática no Instituto Medicina em Foco, observamos que a maioria dos pacientes chega com sintomas que se sobrepõem a mais de uma especialidade, o que torna a triagem inicial ainda mais importante para evitar caminhos longos e desnecessários.

Pontos-chave


O médico de intestino pode ser gastroenterologista, coloproctologista ou cirurgião do aparelho digestivo, com áreas de atuação complementares.

Gastroenterologistas investigam sintomas digestivos amplos: dor abdominal, alterações no hábito intestinal, doenças inflamatórias e funcionais.

Coloproctologistas cuidam do cólon, reto e ânus — são a referência para sangramento, hemorroidas, fissuras, fístulas e constipação crônica.

Cirurgiões do aparelho digestivo atuam quando há indicação cirúrgica em tumores, obstruções, diverticulite complicada ou hérnias.

Sangue nas fezes, perda de peso inexplicada, anemia e dor abdominal intensa são sinais de alerta que exigem avaliação rápida.

Doenças como Crohn, retocolite ulcerativa e câncer colorretal pedem equipe multidisciplinar, e não um especialista isolado.

No Instituto Medicina em Foco, em São Paulo, o atendimento integra as três especialidades para acelerar diagnóstico e tratamento.

Sobre o autor

Dr. Rodrigo Barbosa

CRM 167670
RQE 78610
Cirurgião do Aparelho Digestivo
Coloproctologista

Dr. Rodrigo Barbosa é Cirurgião do Aparelho Digestivo e Coloproctologista, com subespecialização em Coloproctologia pelo Hospital Sírio-Libanês e formação em pesquisa clínica pela Harvard Medical School. Integra o corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo, atuando com foco em procedimentos minimamente invasivos, cirurgia robótica, doenças inflamatórias intestinais e cirurgias proctológicas. É membro da Sociedade Brasileira de Coloproctologia, do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva e da SBCBM.

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ESCOLHA DO ESPECIALISTA

Qual médico cuida do intestino?


O médico de intestino não é uma única especialidade. O cuidado do trato intestinal se divide entre três profissionais com formações complementares: o gastroenterologista, o coloproctologista e o cirurgião do aparelho digestivo. O primeiro investiga sintomas digestivos amplos e doenças clínicas; o segundo concentra expertise em cólon, reto e ânus; o terceiro resolve casos que exigem cirurgia. A escolha correta depende da localização do sintoma, da natureza clínica ou cirúrgica da queixa e da presença de sinais de alerta.

Em termos práticos, o paciente com azia, refluxo ou dor no estômago raramente precisa de um coloproctologista — a entrada natural é o gastroenterologista. Já quem apresenta sangramento anal, desconforto ao evacuar ou massa perianal tem indicação direta para a coloproctologia. Quadros como diverticulite complicada, obstrução intestinal, câncer colorretal ou hérnias da parede abdominal costumam exigir avaliação de um cirurgião do aparelho digestivo.

No Instituto Medicina em Foco, em São Paulo, o paciente pode acessar as três especialidades dentro da mesma estrutura assistencial, o que reduz tempo de diagnóstico e evita deslocamentos entre consultórios. A tabela abaixo resume as principais diferenças entre cada especialidade para ajudar na primeira decisão.

Especialidade Foco de atuação Principais queixas que atende
Gastroenterologista Todo o trato digestivo (esôfago, estômago, intestino delgado e grosso, fígado, vesícula e pâncreas) — abordagem clínica Dor abdominal, azia, refluxo, diarreia crônica, constipação, síndrome do intestino irritável, doença de Crohn, retocolite ulcerativa, SIBO
Coloproctologista Cólon, reto e ânus — abordagem clínica e cirúrgica de baixa complexidade Sangramento retal, hemorroidas, fissuras anais, fístulas, constipação refratária, pólipos, rastreamento de câncer colorretal
Cirurgião do Aparelho Digestivo Intervenção cirúrgica em órgãos digestivos — convencional, laparoscópica ou robótica Tumores digestivos, obstrução intestinal, diverticulite complicada, hérnias, cirurgia para Crohn, vesícula, refluxo cirúrgico

Sintomas digestivos que se arrastam merecem uma avaliação clínica específica antes de pensar em qualquer procedimento.

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GASTROENTEROLOGISTA

O papel do Gastroenterologista


O gastroenterologista é o médico clínico que investiga e trata doenças de todo o trato digestivo, do esôfago ao ânus, incluindo fígado, vesícula e pâncreas. É a porta de entrada mais comum para quem procura um médico de intestino por sintomas amplos, como dor abdominal recorrente, alterações no hábito intestinal, refluxo, azia, má digestão e distensão. Trata de forma não cirúrgica a síndrome do intestino irritável, a Doença Inflamatória Intestinal, infecções intestinais persistentes, SIBO e doenças funcionais.

A consulta com o gastroenterologista costuma envolver história clínica detalhada, exame físico abdominal, solicitação de exames laboratoriais (hemograma, proteína C reativa, calprotectina fecal, sorologias) e exames de imagem ou endoscópicos quando indicado. Em muitos casos, a colonoscopia é o exame decisivo para confirmar ou descartar diagnósticos importantes do intestino grosso.

Doenças tratadas pelo Gastroenterologista

O espectro de doenças é amplo e inclui condições agudas e crônicas. Entre as queixas mais frequentes que chegam ao consultório de um médico de intestino com perfil gastroenterológico estão:

Síndrome do intestino irritável (SII)

Dor abdominal, distensão e alteração do hábito intestinal sem lesão estrutural identificável.

Doença de Crohn e retocolite ulcerativa

As doenças inflamatórias intestinais (DII) exigem acompanhamento contínuo e ajuste periódico do tratamento.

SIBO

Supercrescimento bacteriano no intestino delgado, que pode causar distensão, gases e má absorção.

Diarreia crônica

Causas funcionais, inflamatórias ou infecciosas, além de intolerâncias alimentares específicas.

Refluxo e dispepsia

Refluxo gastroesofágico, dispepsia funcional, gastrite e úlcera péptica.

Doenças hepáticas e biliares

Compartilham sintomas com o intestino, como esteatose hepática, litíase biliar e colestase.

Guidelines internacionais como as da Mayo Clinic e da European Crohn’s and Colitis Organisation (ECCO) reforçam que o gastroenterologista deve ser o coordenador clínico do cuidado em doenças inflamatórias intestinais, articulando quando envolver o coloproctologista e o cirurgião. No Instituto Medicina em Foco, essa coordenação acontece em uma mesma estrutura, com discussão de casos entre as especialidades — modelo que, na nossa experiência, encurta o intervalo entre primeiro sintoma e definição terapêutica.

Se dor abdominal e alteração do ritmo intestinal persistem por mais de quatro semanas, a investigação não deveria esperar.

Agendar investigação clínica

Paciente em consulta com médico de intestino do Instituto Medicina em Foco, especialista avaliando sintomas abdominais
A consulta com um médico de intestino bem orientado é o primeiro passo para alívio e diagnóstico preciso.


COLOPROCTOLOGISTA

A expertise do Coloproctologista


Coloproctologista é o médico especialista em doenças do cólon, reto e ânus, com formação que combina avaliação clínica e domínio de procedimentos cirúrgicos da região. Para quem busca um médico de intestino por sintomas na parte final do tubo digestivo — sangramento ao evacuar, dor anal, prurido, nódulo perianal, dificuldade para esvaziar o reto ou alterações visíveis no ânus — a coloproctologia é a referência direta. Também é a especialidade que coordena o rastreamento de câncer colorretal em pacientes com risco aumentado e faz o seguimento endoscópico de pólipos.

Muitos pacientes adiam a consulta com o coloproctologista por constrangimento, o que atrasa diagnósticos que seriam simples em fase inicial. No nosso ambulatório do Instituto Medicina em Foco, é frequente ver hemorroidas tratadas como pomada por meses antes da avaliação correta, quando a queixa já comprometia o sono, a vida sexual e o trabalho.

Condições proctológicas comuns

A coloproctologia concentra algumas das doenças mais prevalentes da população adulta brasileira. Entre as principais atendidas por esse médico de intestino estão:

  1. 01
    Hemorroidas internas e externas
    Causam sangramento, desconforto e prolapso, com tratamento clínico ou cirúrgico conforme o grau. Procedimentos como cirurgia minimamente invasiva de hemorroidas são indicados em quadros avançados.
  2. 02
    Fissura anal
    Pequena ferida no canal anal que causa dor intensa à evacuação e sangramento vivo. O manejo combina medidas clínicas e, em casos refratários, procedimentos como o botox anal ou a esfincterotomia, abordados na página de cirurgia de fissura anal.
  3. 03
    Fístula anorretal
    Trajeto anormal entre o canal anal e a pele perianal, geralmente consequência de abscesso. A cirurgia de fístula anorretal é resolutiva quando bem indicada.
  4. 04
    Doença pilonidal
    Cisto na região sacrococcígea que inflama e drena. Técnicas minimamente invasivas como laser e EpiSIT reduzem afastamento do trabalho.
  5. 05
    Constipação crônica e evacuação obstruída
    Avaliadas com manometria anorretal e tratadas com abordagem combinada de fisioterapia, dieta e, em casos selecionados, cirurgia. Saiba mais sobre evacuação obstruída.
  6. 06
    Pólipos e câncer colorretal
    Diagnosticados por colonoscopia e manejados conforme estadiamento, muitas vezes em articulação com cirurgião do aparelho digestivo e oncologista.

Queixas anais e proctológicas têm tratamento simples quando avaliadas cedo — e quase sempre sem cirurgia grande.

Agendar com coloproctologista


CIRURGIA DIGESTIVA

A atuação do Cirurgião do Aparelho Digestivo


O cirurgião do aparelho digestivo é o médico de intestino com formação específica para conduzir intervenções cirúrgicas em órgãos do sistema digestivo, desde a vesícula biliar até o reto, usando técnicas convencionais, laparoscópicas e robóticas. Entra no cuidado quando a doença não responde ao tratamento clínico, quando há indicação cirúrgica eletiva (por exemplo, hérnias sintomáticas) ou em situações de urgência, como apendicite, obstrução intestinal e perfuração por diverticulite.

A decisão cirúrgica nunca é isolada. Em centros que seguem o padrão internacional recomendado por entidades como a Society of American Gastrointestinal and Endoscopic Surgeons (SAGES), a indicação passa por discussão com o clínico que acompanha o paciente — geralmente gastroenterologista ou coloproctologista — e por avaliação multidisciplinar que envolve anestesia, nutrição e, quando necessário, oncologia.

Quando a cirurgia é indicada

As indicações cirúrgicas relacionadas ao intestino variam em urgência e complexidade. Entre as mais frequentes no consultório de um médico de intestino com perfil cirúrgico:

Diverticulite complicada

Abscessos, perfurações, fístulas ou episódios recorrentes que comprometem qualidade de vida.

Obstrução intestinal

Por aderências, tumores, volvo ou hérnia encarcerada — com frequência cirurgia em caráter de urgência.

Câncer colorretal

Ressecção cirúrgica é o pilar do tratamento curativo, hoje cada vez mais por videolaparoscopia ou cirurgia robótica.

Cirurgia para Doença de Crohn

Indicada em estenoses, fístulas complexas ou refratariedade ao tratamento clínico. Detalhes na página cirurgia para doença de Crohn.

Hérnias da parede abdominal

Umbilical, inguinal, incisional — todas com risco de encarceramento quando não tratadas.

Apendicite aguda

Emergência cirúrgica clássica, com diagnóstico rápido e recuperação habitualmente boa em mãos experientes.

Na nossa experiência com cirurgia digestiva minimamente invasiva, pacientes operados por videolaparoscopia ou técnica robótica costumam ter alta hospitalar mais precoce, menos dor pós-operatória e retorno às atividades em intervalos que variam de dias a poucas semanas, a depender do procedimento. A decisão pela técnica depende da anatomia, da doença de base e da estrutura hospitalar disponível. O cirurgião do aparelho digestivo do Instituto Medicina em Foco opera em hospitais de referência como Sírio-Libanês, 9 de Julho e Vila Nova Star, o que amplia as opções técnicas oferecidas ao paciente.

Indicação cirúrgica sempre merece uma segunda leitura técnica antes da decisão — especialmente em intestino.

Avaliar indicação cirúrgica


SINAIS DE ALERTA

Sinais de alerta: quando buscar ajuda urgente


Alguns sintomas intestinais não toleram espera. Sangue visível nas fezes, dor abdominal intensa e contínua, perda de peso sem explicação, anemia de causa não identificada, mudança súbita e persistente do hábito intestinal em pessoas acima dos 45 anos e massa abdominal palpável são considerados sinais de alarme pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e por diretrizes internacionais. Nesses casos, o tempo até a avaliação com um médico de intestino afeta diretamente o prognóstico.

Na nossa equipe, priorizamos encaixe rápido para pacientes com esses sintomas porque sabemos que muitos deles representam doenças que têm excelente resposta quando diagnosticadas em fase inicial — e piora acelerada quando tratadas como “gastrite nervosa” por meses. O objetivo é excluir rapidamente as causas graves e, se a suspeita inicial se confirmar benigna, tratar sintomaticamente com segurança.

A tabela abaixo organiza os principais sinais de alerta, sua possível gravidade e o tempo recomendado para avaliação médica. Não é um substituto do julgamento clínico individual, mas serve como referência prática para decidir quando ligar hoje, quando agendar esta semana e quando ir ao pronto-socorro.

Sinal ou sintoma Gravidade potencial Tempo recomendado para avaliação
Sangue vivo nas fezes pontual, sem dor Geralmente benigno (hemorroidas, fissura), mas exige descartar causas graves 2–4 semanas
Sangue escuro misturado às fezes ou melena (fezes pretas) Pode indicar sangramento alto ou lesão do intestino grosso 24–72 horas
Dor abdominal intensa, súbita, com vômito ou parada de evacuação Possível abdome agudo (obstrução, perfuração, apendicite) Pronto-socorro imediato
Perda de peso não intencional ≥ 5% em 6 meses + sintomas intestinais Alerta para neoplasia, DII grave ou má absorção 1–2 semanas
Anemia ferropriva em homem ou mulher na pós-menopausa Exige investigação do trato digestivo (incluindo colonoscopia) 2–4 semanas
Mudança persistente do hábito intestinal após os 45 anos Indicação formal de rastreamento de câncer colorretal 2–4 semanas
Febre + dor abdominal localizada + alteração intestinal Diverticulite, abscesso, infecção intestinal 24 horas

Sinais de alerta não combinam com agenda apertada. Encaixe clínico existe exatamente para esses casos.

Solicitar encaixe urgente


DOENÇAS E ESPECIALISTAS

Doenças intestinais comuns e seus especialistas


A maioria das doenças intestinais não pertence a uma única especialidade — e essa é uma das razões pelas quais tantos pacientes circulam entre médicos sem definição. Quem escolhe um médico de intestino em um centro integrado ganha tempo porque a equipe já tem fluxo definido para cada diagnóstico. A tabela a seguir mapeia as condições mais frequentes na prática clínica brasileira, o especialista coordenador habitual e o papel dos demais profissionais no cuidado compartilhado. No acompanhamento dos nossos pacientes, percebemos que essa clareza reduz ansiedade e aumenta adesão ao tratamento.

Condição Especialista coordenador Suporte multidisciplinar habitual
Síndrome do Intestino Irritável (SII) Gastroenterologista Nutricionista (dieta low FODMAP), psicólogo em eixo cérebro-intestino
Doença de Crohn Gastroenterologista Coloproctologista e cirurgião digestivo em complicações; reumatologista em manifestações extra-intestinais
Retocolite ulcerativa Gastroenterologista Coloproctologista em pouchite ou indicação cirúrgica; nutricionista
Diverticulite Gastroenterologista ou coloproctologista Cirurgião digestivo em casos complicados ou recorrentes
Pólipos e câncer colorretal Coloproctologista Cirurgião digestivo para ressecção; oncologista para estadiamento avançado
Hemorroidas, fissuras e fístulas anais Coloproctologista Fisioterapia pélvica em disfunção associada
Hérnias da parede abdominal Cirurgião do aparelho digestivo Fisioterapeuta no pós-operatório
SIBO Gastroenterologista Nutricionista com foco em saúde intestinal
Constipação crônica / evacuação obstruída Coloproctologista Fisioterapia pélvica, nutricionista, psicólogo em casos selecionados

Em doenças inflamatórias intestinais, a recomendação atual é que o acompanhamento siga as orientações mais recentes da European Crohn’s and Colitis Organisation (ECCO) e das diretrizes nacionais do Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil (GEDIIB), que reforçam a necessidade de consulta multidisciplinar periódica e avaliação objetiva de atividade inflamatória por calprotectina fecal e endoscopia, e não apenas por sintomas. Para um aprofundamento sobre inflamação intestinal, vale a leitura do material sobre inflamação no intestino no site do Instituto.

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Sintomas intestinais persistentes merecem avaliação com o especialista certo. Fale com nossa equipe e encontre o médico de intestino adequado ao seu caso.

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Como o Instituto Medicina em Foco cuida do seu intestino

No Instituto Medicina em Foco, o médico de intestino não atende sozinho. O Dr. Rodrigo Barbosa integra um corpo clínico que articula gastroenterologia, coloproctologia e cirurgia do aparelho digestivo dentro de uma estrutura assistencial única, com discussão de casos complexos em equipe multidisciplinar. Esse modelo existe porque sintomas intestinais quase nunca se encaixam com limpeza em uma só especialidade — e exigir que o paciente resolva essa engenharia é desperdício de tempo clínico e emocional.

O valor do atendimento no Instituto está menos em um único nome e mais na forma como os especialistas se coordenam para definir o melhor caminho. Quando uma colonoscopia sugere investigação cirúrgica, o cirurgião entra na conversa no mesmo dia. Quando uma doença inflamatória intestinal precisa de acompanhamento longitudinal, a gastroenterologia assume o eixo, com suporte da coloproctologia e da cirurgia quando o quadro pede. É essa coesão — e não um procedimento isolado — que define o padrão de cuidado que oferecemos.

Perguntas frequentes

Tenho dor de barriga e gases, qual médico devo procurar?
O primeiro especialista a procurar é o gastroenterologista, que avalia sintomas digestivos amplos como dor abdominal, distensão, gases e alteração do ritmo intestinal. A consulta inicial identifica se a causa é funcional (como síndrome do intestino irritável ou SIBO), inflamatória (como Crohn ou retocolite) ou relacionada a intolerâncias alimentares. Quando a avaliação clínica sugere necessidade de investigação anatômica do cólon, reto ou ânus, o gastroenterologista articula com o coloproctologista. Procure atendimento mais rápido se a dor for intensa, associada a febre ou com perda de peso.
Notei sangue nas fezes, o que devo fazer?
Sangue nas fezes exige avaliação com coloproctologista ou gastroenterologista em prazo curto, idealmente em duas a quatro semanas. Mesmo quando a suspeita inicial é de hemorroida ou fissura, causas menos benignas — como pólipos, doença inflamatória intestinal ou neoplasia — precisam ser descartadas, principalmente em pessoas acima dos 45 anos, com histórico familiar de câncer colorretal ou sintomas adicionais. Em casos de sangramento abundante, fezes pretas (melena), tontura ou palidez importante, o atendimento deve ser em pronto-socorro. Não tente tratar por conta própria com pomadas antes da avaliação.
Minha diarreia não para há uma semana, quem pode me ajudar?
Diarreia persistente por mais de sete dias exige consulta com gastroenterologista para investigação de causas infecciosas, inflamatórias e funcionais. A avaliação habitual inclui história clínica detalhada, exames de fezes (pesquisa de patógenos, calprotectina fecal), hemograma e, dependendo do contexto, colonoscopia. Crohn, retocolite ulcerativa, SIBO e infecções intestinais prolongadas são diagnósticos frequentes nessa situação. Procure atendimento mais urgente se houver sangue nas fezes, febre, desidratação, perda de peso significativa ou dor abdominal intensa — a demora pode agravar o quadro.
Sofro de constipação crônica, qual especialista devo consultar?
Constipação crônica que não melhora com medidas básicas (hidratação, fibras, atividade física) deve ser avaliada pelo coloproctologista. A investigação pode incluir manometria anorretal, defecografia e colonoscopia para descartar causas estruturais. Em muitos casos, o problema é de evacuação obstruída por disfunção do assoalho pélvico, tratada com fisioterapia especializada e orientação dietética. Em situações selecionadas, a cirurgia é considerada. Sempre que houver mudança do padrão intestinal em pessoas acima dos 45 anos, a colonoscopia é indicada para rastreamento de câncer colorretal.
Tenho hemorroidas, qual o médico certo para tratar?
O especialista indicado para hemorroidas é o coloproctologista, que avalia o grau da doença (I a IV) e define o tratamento, que pode ir de medidas clínicas (dieta, hidratação, pomadas e banhos de assento) a procedimentos minimamente invasivos (ligadura elástica, laser) e cirurgia quando indicado. Graus I e II costumam responder bem ao tratamento clínico; graus III e IV ou hemorroidas que causam sangramento recorrente e comprometem a qualidade de vida podem exigir abordagem cirúrgica. Sangramento persistente nunca deve ser tratado como “só hemorroida” sem avaliação adequada.
Preciso fazer uma cirurgia no intestino, quem realiza?
Cirurgias do intestino são realizadas por cirurgião do aparelho digestivo ou por coloproctologista com formação cirúrgica, dependendo da região anatômica e da complexidade. Procedimentos no cólon, reto e ânus geralmente são conduzidos pelo coloproctologista; cirurgias que envolvem intestino delgado, hérnias complexas ou ressecções oncológicas costumam ser do cirurgião digestivo. Técnicas minimamente invasivas (videolaparoscopia e cirurgia robótica) são padrão sempre que possível, com menor dor pós-operatória e recuperação mais rápida. A escolha da técnica deve considerar experiência da equipe e estrutura hospitalar.
Meu intestino mudou o funcionamento de repente, devo me preocupar?
Mudança súbita e persistente do hábito intestinal — com diarreia, constipação ou alternância entre as duas — é considerada sinal de alerta, especialmente após os 45 anos ou quando acompanhada de sangue, perda de peso, dor abdominal ou anemia. Nessas situações, procure um gastroenterologista ou coloproctologista em duas a quatro semanas. A investigação habitual inclui colonoscopia, exames de sangue e de fezes. Alterações transitórias associadas a mudanças de dieta, estresse ou uso de antibióticos podem não exigir investigação, mas tudo que dura mais de quatro semanas merece avaliação médica.
Tenho diagnóstico de Doença de Crohn, com qual médico devo continuar o acompanhamento?
O acompanhamento longitudinal da Doença de Crohn é coordenado pelo gastroenterologista, que define e ajusta o tratamento medicamentoso, incluindo imunobiológicos e imunomoduladores. Coloproctologista e cirurgião do aparelho digestivo são acionados em complicações como fístulas perianais, estenoses ou necessidade de ressecção intestinal. O ideal é ter essa equipe articulada dentro de uma mesma estrutura, para evitar descontinuidade de cuidado. O seguimento envolve consultas periódicas, calprotectina fecal, exames de imagem e colonoscopias de controle conforme a atividade da doença e a resposta ao tratamento.
O que é SIBO e quem trata?
SIBO é a sigla para supercrescimento bacteriano no intestino delgado (em inglês, small intestinal bacterial overgrowth), condição em que bactérias se proliferam de forma excessiva em uma região do intestino delgado que normalmente tem pouca colonização. Os sintomas incluem distensão abdominal, gases, diarreia, má absorção e desconforto após refeições. O tratamento é conduzido pelo gastroenterologista, que solicita teste respiratório para diagnóstico e orienta tratamento com antibióticos específicos, ajustes dietéticos e correção de fatores predisponentes. Nutricionista com formação em saúde intestinal é parceiro frequente do cuidado.
Sinto cólicas fortes no abdômen com frequência, qual especialista devo consultar?
Cólicas abdominais recorrentes devem ser investigadas inicialmente pelo gastroenterologista, que avalia se a causa é funcional (como síndrome do intestino irritável), inflamatória (Crohn ou retocolite), infecciosa, relacionada a intolerâncias alimentares ou ligada a problemas de vesícula e vias biliares. A avaliação envolve exame físico, laboratoriais, exames de imagem e, frequentemente, endoscopia ou colonoscopia. Procure atendimento de urgência se a dor for súbita e intensa, associada a vômitos, febre, parada de evacuação e gases ou se houver sinais de choque — esses sintomas podem indicar abdome agudo cirúrgico.

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