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Médico urologista em SP | Dr. José Augusto | São Paulo

Como levar a família para a decisão urológica sem tirar do paciente a palavra final sobre o próprio cuidado.

“Quando a esposa ou o filho traz perguntas anotadas, a conversa sobre próstata ou pedra nos rins rende mais. Peço que o paciente fale primeiro; depois ouço quem nota o que ele minimiza.”— Dr. José Augusto

CRM 185703RQE 100170Urologia
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Formação acadêmica
  • Residência Médica em Cirurgia Geral na Santa Casa de São Paulo
  • Residência em Urologia no Hospital Santa Marcelina de São Paulo
  • Fellowship em Cirurgia Robótica em Urologia na Santa Casa de Santos-SP
  • Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia no Hospital Albert Einstein
Sociedades médicas
  • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia
Onde atende
  • Hospital Beneficência Portuguesa, Hospital Santa Catarina, Hospital Sírio Libanês, Rede Dor São Paulo, Hospital Nove de Julho, Instituto Medicina em Foco
Áreas de atuação
  • Urologia
Dr. José Augusto, Urologia — médico urologista em SP
20 min de leituraRevisado por Dr. José AugustoJose Augusto Farias Da Silva Junior · CRM 185703 · RQE 100170Atualizado em 1 de outubro de 20265 referências citadas
Sumário
  1. Médico urologista em SP: o que ele trata e quando procurar
  2. Pedra nos rins e na bexiga: quando o urologista é o especialista certo
  3. Próstata aumentada e dificuldade para urinar
  4. Infecção urinária que volta: urologista atende mulheres também?
  5. Sinais de urgência: consulta marcada ou pronto atendimento?
  6. Como conferir CRM e RQE antes de agendar
  7. Subespecialidade, convênio e avaliações: o que pesar na escolha
  8. O que levar e o que esperar da primeira consulta urológica
  9. Como agendar com o Dr. José Augusto em São Paulo
  10. Atendimento no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco
Urologia

Considero bem-sucedida a consulta em que a família sai entendendo o plano.

— Dr. José Augusto
O médico urologista em SP costuma receber o paciente acompanhado, e a presença da família muda o tom da conversa. Sou o Dr. José Augusto, Urologia do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco. Muitas vezes, no consultório, a pergunta de um filho ou da esposa revela um sintoma que o paciente não havia mencionado.
Neste artigo, explico como dividir papéis entre paciente, cônjuge, filhos e cuidador antes do diagnóstico e durante o tratamento. Mostro quais perguntas levar, como registrar a evolução dos sintomas em casa e quando faz sentido pedir segunda opinião. Em São Paulo, onde as opções de atendimento são muitas, ter critério compartilhado evita escolhas apressadas e conflitos familiares.
Como funciona

Passo a passo

  • 1Primeira consulta

    O paciente relata os sintomas, o acompanhante complementa o que observa em casa e o urologista faz o exame físico.

  • 2Exames solicitados

    Conforme a queixa, podem ser pedidos exame de urina, PSA (exame de sangue da próstata) e ultrassonografia (imagem por ondas sonoras).

  • 3Resultados explicados

    No retorno, o diagnóstico é apresentado ao paciente e à família, com espaço para as perguntas anotadas em casa.

  • 4Escolha compartilhada

    As opções de tratamento, como medicamento, acompanhamento ou cirurgia, são comparadas, e o paciente decide ouvindo quem convive com ele.

  • 5Reavaliação periódica

    Nas consultas seguintes, o urologista confere a resposta ao tratamento com base no diário de sintomas trazido pela família.

01

Médico urologista em SP: o que ele trata e quando procurar

Análise completa

A Urologia abrange condições comuns e outras que pedem investigação cuidadosa, tanto em homens quanto em mulheres. Quem chega à primeira consulta geralmente traz uma queixa urinária, uma dor lombar ou uma preocupação com a próstata. Saber em qual grupo o problema se encaixa ajuda a família a organizar as perguntas.

Condições mais frequentes na consulta urológica

Entre os motivos frequentes estão a hiperplasia prostática benigna (aumento não canceroso da próstata) e a infecção urinária de repetição. Também aparecem litíase urinária (pedras no trato urinário) e incontinência urinária (perda involuntária de urina), presente também em mulheres. A avaliação do risco de câncer de próstata completa a lista mais procurada.

A andrologia (área da saúde sexual masculina) inclui disfunção erétil (dificuldade para obter ou manter a ereção), infertilidade masculina e vasectomia. Essas queixas costumam ser as mais difíceis de verbalizar diante da família.

Sinais que justificam marcar a consulta

A hematúria (sangue visível na urina) merece avaliação mesmo sem dor, porque pode ter causas diversas. Jato urinário fraco, levantar várias vezes à noite e ardor persistente também justificam marcar consulta. No consultório, é comum o acompanhante lembrar desde quando o sintoma começou, detalhe que o paciente esquece.

Formação, CRM e RQE de quem escreve este texto estão no perfil completo do urologista responsável.

02

Pedra nos rins e na bexiga: quando o urologista é o especialista certo

Análise completa

A cólica renal (dor forte nas costas que vem em ondas) é o sinal mais típico de pedra em movimento. Ela pode irradiar para a virilha e vir com náusea, vômito ou vontade frequente de urinar. Na bexiga, o cálculo (pedra formada por sais da urina) costuma causar dor ao urinar, jato interrompido e sangue na urina.

Quando a dor não pode esperar consulta agendada

Dor renal com febre pode indicar infecção atrás de uma pedra que bloqueia o ureter (canal entre rim e bexiga). Essa situação pede pronto atendimento no mesmo dia, assim como dor que não cede com analgésico ou ausência de urina. O familiar ajuda anotando horários das crises, temperatura medida e remédios tomados, informações úteis para a equipe da emergência.

Como o urologista trata o cálculo

Pedras pequenas podem sair sozinhas, com hidratação e analgésicos, sob acompanhamento do urologista. As maiores podem pedir ureteroscopia (aparelho fino que entra pela uretra até a pedra) ou litotripsia (fragmentação por ondas de choque). Essas técnicas pertencem à endourologia (cirurgia por dentro das vias urinárias), área detalhada pela Sociedade Brasileira de Urologia - SBU.

Antes de decidir, a tomografia (imagem do corpo em cortes) mostra tamanho e posição da pedra. Perguntar ao médico urologista em SP sobre chance de eliminação espontânea e risco de nova pedra ajuda a família a comparar opções. Quem já teve cálculo tende a repetir o quadro, então a rotina alimentar da casa merece entrar na conversa.

Imagem ilustrativa — médico urologista em SP
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03

Próstata aumentada e dificuldade para urinar

Análise completa

O crescimento da próstata aperta a uretra (canal que leva a urina para fora) e muda a forma de urinar. O quadro mais comum é a hiperplasia prostática benigna, que não é câncer. Quem convive com o paciente costuma notar as mudanças antes dele.

Sinais urinários que pedem avaliação da próstata

Jato fraco ou interrompido, demora para começar e sensação de bexiga cheia após urinar são queixas típicas. A noctúria (levantar à noite para urinar) também entra na lista. Gotejamento ao final e urgência repentina completam o grupo das disfunções miccionais (alterações no modo de urinar).

O cônjuge ouve as idas noturnas e o filho percebe a pausa longa no banheiro. Esse relato, com datas aproximadas, ajuda o médico urologista em SP a medir a evolução.

Como o diagnóstico separa aumento benigno de câncer

A consulta costuma incluir toque retal (exame da próstata pelo reto) e PSA, úteis para investigar câncer de próstata. A urofluxometria (exame que mede a força do jato) e o ultrassom da bexiga completam a investigação. Sangue na urina ou retenção completa mudam a prioridade e pedem avaliação rápida.

Opções de tratamento para conversar em família

O tratamento vai do acompanhamento a remédios como o alfabloqueador (medicamento que relaxa a musculatura da próstata). Quando os remédios não bastam, cirurgias como a HoLEP (retirada do excesso da próstata com laser, pela uretra) entram na conversa. Revisões indexadas no PubMed comparam essas abordagens quanto a benefício e efeitos adversos.

A família ajuda listando dúvidas sobre continência (controle da urina), vida sexual e tempo de recuperação. O paciente escolhe depois de ouvir respostas claras sobre cada caminho.

04

Infecção urinária que volta: urologista atende mulheres também?

Análise completa

O clínico geral ou o ginecologista costuma tratar o primeiro episódio de cistite (inflamação da bexiga, quase sempre por bactéria) sem dificuldade. Quando a infecção volta várias vezes no ano, o urologista entra para procurar a causa por trás da repetição. A Urologia atende mulheres, homens e crianças nas doenças do trato urinário.

Quando a infecção pede avaliação urológica

Em mulheres, alguns sinais apontam para investigação além do tratamento de cada crise. Febre com dor lombar sugere pielonefrite (infecção que sobe até o rim) e pede atendimento no mesmo dia. Sangue na urina, infecção após a menopausa ou episódio com pedra nos rins também justificam a consulta especializada.

O familiar pode anotar datas das crises, resultados de urocultura (exame que identifica a bactéria na urina) e remédios usados. Esse histórico mostra ao médico urologista em SP se é sempre a mesma bactéria e quanto tempo separa os episódios.

Como o urologista investiga a repetição

A investigação costuma incluir ultrassonografia do aparelho urinário e medida da urina que sobra na bexiga após urinar. Em homens, a infecção na próstata pode elevar o PSA temporariamente; veja quando o PSA alto preocupa. O tratamento pode combinar antibiótico guiado pela urocultura, ajuste de hábitos e, se houver pedra ou obstrução, procedimento urológico.

A paciente pode levar o familiar à consulta, mas os sintomas íntimos merecem ser relatados por ela, se preferir em particular.

05

Sinais de urgência: consulta marcada ou pronto atendimento?

Análise completa

O critério principal é a velocidade com que o quadro pode piorar. Queixa que evolui em semanas cabe na agenda do urologista. Um sintoma súbito, intenso ou acompanhado de febre pede avaliação no mesmo dia, em serviço de emergência.

Situações que não devem esperar a agenda

A torção testicular (giro do testículo que corta o sangue) causa dor forte e repentina na bolsa escrotal, às vezes com vômito. É uma emergência em que cada hora conta para preservar o testículo. Priapismo (ereção dolorosa que não cede) por várias horas também exige pronto-socorro, mesmo que o paciente sinta vergonha.

Retenção urinária, sangue com coágulos na urina e trauma na região genital ou no abdome completam a lista. Febre alta com calafrio em quem usa sonda urinária (tubo que drena a bexiga) também merece avaliação imediata. A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente.

O papel do acompanhante na emergência

O acompanhante pode levar a lista de medicamentos, exames recentes e o horário em que a dor começou. Na triagem, esse relato organizado agiliza a classificação de risco (ordem de prioridade no atendimento) feita pela enfermagem. Depois do atendimento, vale agendar retorno com o médico urologista em SP para investigar a causa.

Quando a situação é programada

Cirurgias de próstata, de rim e a maioria dos procedimentos urológicos são eletivos (marcados com antecedência, sem urgência). Nesses casos, a família tem tempo para comparar opções, como mostra a página sobre cirurgia robótica de próstata pela Mediservice. Essa margem permite ouvir uma segunda opinião antes de fechar a decisão.

O que está descrito acima segue Kidney stones MedlinePlus Medical Encyclopedia, referência usada nesta seção.

06

Como conferir CRM e RQE antes de agendar

Análise completa

O CRM ativo no Cremesp (conselho de medicina paulista) confirma que o profissional pode exercer a medicina em São Paulo. Já o RQE mostra que ele concluiu residência médica (treinamento supervisionado em hospital) ou obteve título reconhecido na especialidade.

Passo a passo da consulta no portal

O portal do Conselho Federal de Medicina oferece uma busca pública por nome, número do CRM e estado. O resultado indica situação do registro, especialidades e o RQE correspondente a cada uma. A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente.

A família pode fazer essa checagem junto com o paciente, no celular, antes de confirmar o horário. Vale anotar o número do RQE na lista de perguntas levada à consulta.

Sinais de alerta na divulgação do profissional

Desconfie de quem se apresenta como especialista sem informar o RQE, já que a divulgação médica exige esse dado. Pós-graduação ou curso de curta duração não equivale a título de especialista em Urologia. Experiência com o problema específico, como cálculo ou próstata, também merece pergunta direta na primeira conversa.

Convênio e registro: duas checagens diferentes

Estar credenciado no plano não substitui a conferência do registro, mas ajuda a família a planejar a consulta. Quem procura um médico urologista em SP pela rede credenciada pode ver como funciona o atendimento de urologista pela Unimed Nacional. Em procedimentos, a autorização do plano cobre a internação hospitalar, e equipamento e honorários podem ser cobrados à parte.

07

Subespecialidade, convênio e avaliações: o que pesar na escolha

Análise completa

A escolha mais segura cruza quatro critérios: experiência no problema específico, convênio aceito, localização e avaliações de pacientes. Cada um responde a uma pergunta diferente da família. Juntos, ajudam a evitar decisões guiadas só pela agenda disponível ou pela nota mais alta.

Subespecialidade compatível com a queixa

Dentro da Urologia, há médicos com subespecialidade (área de foco dentro da especialidade) em urologia oncológica, andrologia, litíase urinária ou urologia feminina. Pergunte quantos casos semelhantes ao seu o profissional acompanha e se ele segue o paciente depois do procedimento. Um urologista geral experiente resolve bem a maior parte das queixas comuns.

Convênio, local e hospital de retaguarda

Convênio aceito e consultório perto de casa facilitam retornos, algo decisivo em tratamentos longos. Também vale saber em qual hospital de retaguarda (hospital onde o médico opera e interna) o profissional atua. Em cirurgia robótica, as regras do plano aparecem no guia de cirurgia robótica pela Cassi.

Peça por escrito o que fica fora da autorização: aluguel do robô e honorários médicos podem ser cobrados à parte. Na consulta particular, vale confirmar se o retorno com exames tem custo.

Como ler as avaliações de pacientes

Avaliações on-line mostram pontualidade, clareza e acolhimento, mas raramente medem o acerto do diagnóstico ou o resultado do tratamento. Prefira comentários detalhados e recentes a notas isoladas, e desconfie de elogios repetidos com a mesma redação.

Ao comparar cada médico urologista em SP, a família pode montar uma tabela simples com os quatro critérios. Se dois profissionais empatam, a conversa na primeira consulta costuma desempatar: quem explica opções e riscos com calma merece peso maior.

08

O que levar e o que esperar da primeira consulta urológica

Análise completa

A primeira consulta reúne conversa detalhada, exame físico e, quando necessário, pedido de exames. Quem chega organizado aproveita melhor o tempo e sai com um plano claro.

Documentos e exames que vale levar

Leve documento com foto, carteirinha do convênio e, se houver, o pedido de encaminhamento do clínico. Exames anteriores valem mais quando vêm com laudo e imagens. A comparação mostra se uma pedra cresceu ou se o PSA subiu.

Leve também a lista de medicamentos, cirurgias anteriores, alergias e doenças como diabetes. A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente.

Como descrever os sintomas

Anote quando cada sintoma começou, com que frequência aparece e o que melhora ou piora o quadro. O diário miccional (registro de horários e volumes urinados por alguns dias) ajuda em queixas urinárias.

O que acontece durante a consulta

O urologista ouve o histórico e faz o exame físico, que pode incluir o toque retal. Conforme a queixa, podem ser pedidos exame de urina, urocultura, PSA ou ultrassonografia (exame de imagem com ondas sonoras). Em casos selecionados, entra a cistoscopia (câmera fina que examina a bexiga por dentro).

Nem sempre o diagnóstico sai no primeiro encontro, pois muitos resultados levam dias. Peça ao médico urologista em SP que explique o motivo de cada exame e quando será o retorno.

Se houver indicação de cirurgia, peça por escrito alternativas, riscos e tempo de recuperação. No convênio, a autorização cobre a internação hospitalar, mas aluguel do equipamento e honorários médicos podem ser cobrados à parte. Veja o guia de cirurgia robótica de próstata pela Omint.

09

Como agendar com o Dr. José Augusto em São Paulo

Análise completa

O agendamento é feito pelos canais de contato publicados neste site, que trazem telefone, e-mail e endereço em São Paulo. Ao entrar em contato, diga a queixa principal e há quanto tempo ela incomoda. Informe também o nome do plano e o número da carteirinha, ou avise que a consulta será particular.

Onde a consulta acontece

O atendimento ocorre na capital paulista, e o mesmo canal informa o hospital de retaguarda usado em procedimentos. Pergunte sobre estacionamento, acessibilidade e se o acompanhante pode entrar na sala. Para idosos ou pessoas com mobilidade reduzida, essa checagem evita contratempos no dia.

Como encaixar a família no agendamento

Escolha um horário em que o familiar que acompanha o tratamento possa estar presente. Se filhos moram longe, combine antes quem anota as respostas e quem leva as perguntas.

Ao reservar, peça a data provável do retorno, quando resultados, diagnóstico e opções de tratamento costumam ser discutidos.

Se o retorno apontar cirurgia

Em procedimentos, a autorização do plano cobre a internação hospitalar; aluguel do equipamento e honorários médicos podem ser cobrados à parte. Peça esse orçamento por escrito, como mostra o guia de cirurgia robótica de próstata pela Porto Seguro.

10

Atendimento no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco

Análise completa

A consulta urológica acontece dentro de uma estrutura multidisciplinar (equipe com profissionais de várias áreas da saúde), e não num consultório isolado. Quando o paciente tem diabetes, pressão alta ou doença renal crônica, a conversa entre especialistas evita orientações contraditórias para a família. O acompanhante recebe um plano único, mais fácil de seguir em casa.

Como a integração ajuda a família

Exames feitos em outra especialidade podem ser aproveitados na avaliação urológica, o que reduz repetições e deslocamentos. O nefrologista (médico que trata os rins sem cirurgia) e o urologista podem dividir casos de cálculo recorrente ou função renal alterada. Cada um explica sua parte, e a família entende quem acompanha cada problema.

Espaço para segunda opinião

Fazer parte de um corpo clínico não impede o paciente de ouvir outro especialista antes de decidir. Pedir segunda opinião é um direito, e o relatório da consulta pode ser levado a outro urologista. A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente.

Para agendar a consulta com a família, procure o Dr. José Augusto, especialista em Urologia no Instituto Medicina em Foco. O atendimento segue a estrutura multidisciplinar do corpo clínico. Beneficiários do Saúde Caixa podem consultar o guia de cirurgia robótica de próstata pelo Saúde Caixa.

O que dizem os pacientes

Fui acompanhado pelo Dr. José Augusto da Silva e por toda a sua equipe durante o meu tratamento. Recebi explicações claras sobre cada etapa e fui atendido com atenção e respeito do início ao fim.
— Guilherme G (dez/2025)
Fui atendida desde a urgência com atenção e organização, e recebi acompanhamento em todas as etapas do tratamento.
— Aline Franco (dez/2025)
Fui bem recebido pela equipe e recebi orientações claras sobre o meu caso. O atendimento foi atencioso do início ao fim.
— Joao Roberto (mai/2026)
Próximo passo

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Consulta com Dr. José Augusto, Urologia, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo.

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Perguntas frequentes

O que faz um médico urologista em SP?

Ele diagnostica e trata doenças do sistema urinário de homens, mulheres e crianças, além do aparelho reprodutor masculino. Isso inclui rins, bexiga, uretra, próstata e testículos. Também realiza procedimentos, de pequenas intervenções ambulatoriais a cirurgias por laparoscopia (cirurgia por pequenos cortes com câmera) ou com robô.

Qual a diferença entre urologista e nefrologista?

O nefrologista cuida do funcionamento dos rins com remédios, dieta e diálise (filtragem do sangue por máquina), sem operar. O urologista trata a parte anatômica e cirúrgica, como pedras, obstruções e tumores do trato urinário. Em pedra recorrente ou função renal alterada, os dois costumam trabalhar juntos.

O urologista atende crianças?

Sim, a urologia pediátrica trata, por exemplo, testículo fora da bolsa escrotal e fimose (pele que não recua da cabeça do pênis). Nessa idade, os pais relatam os sintomas e participam das decisões. A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente.

É preciso encaminhamento para consultar um urologista?

Na consulta particular, o paciente pode marcar diretamente com o urologista. Alguns planos de saúde exigem pedido do clínico ou do médico de família, por isso vale confirmar a regra antes de agendar. Mesmo sem exigência, o relatório de quem acompanha o paciente ajuda a juntar o histórico.

Urologista trata disfunção erétil e infertilidade masculina?

Sim, essas queixas fazem parte da andrologia, área da Urologia voltada à saúde sexual e reprodutiva do homem. A investigação pode incluir espermograma (análise do sêmen em laboratório) e dosagens hormonais. Se o casal busca filhos, a parceira pode participar, e o urologista pode trabalhar junto com o ginecologista.

A consulta urológica ajuda na prevenção do câncer de próstata?

Ela permite discutir o rastreamento (busca da doença antes dos sintomas) com PSA e exame da próstata. Histórico de câncer de próstata em pai ou irmão muda essa conversa, então leve as informações de saúde dos parentes. Benefícios e riscos do rastreamento são pesados caso a caso, e o paciente decide depois de entendê-los.

Posso fazer a consulta com urologista por telemedicina?

A teleconsulta (atendimento por vídeo) serve bem para mostrar resultados, ajustar o acompanhamento e tirar dúvidas da família. A primeira avaliação costuma pedir exame físico, que não se faz a distância. Familiares que moram longe podem participar da chamada, desde que o paciente concorde.

O familiar pode ficar na sala durante o exame físico?

Depende da vontade do paciente, que pode pedir privacidade no exame genital ou no toque retal. Muitos preferem o acompanhante na conversa e ficar sozinhos no exame. Para pessoas com demência ou dependência, a presença do cuidador costuma facilitar e deixar o paciente mais tranquilo.

Quando é hora de pedir segunda opinião?

Vale procurar outro urologista quando a proposta é cirúrgica e as alternativas não ficaram claras para a família. Também cabe quando o tratamento não trouxe a melhora prevista. Leve laudos, imagens e o relatório da primeira avaliação para evitar exames repetidos.