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Osteoporose: cuide dos ossos com o Dr. Erivelton na MEF

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Saiba os riscos da doença e como prevenir fraturas com acompanhamento com Reumatologista em SP

A osteoporose é uma doença silenciosa que enfraquece os ossos progressivamente, tornando-os mais suscetíveis a fraturas. Muitas vezes, o primeiro sinal da doença é uma fratura causada por uma queda simples (algo que não deveria acontecer em um adulto saudável), deixando os ossos frágeis.

Essa fragilidade óssea pode comprometer a qualidade de vida e a autonomia do paciente, especialmente em idades mais avançadas. A boa notícia é que a doença tem diagnóstico e tratamento: com acompanhamento, é possível garantir a prevenção de fraturas e preservar a densidade mineral óssea

No Instituto Medicina em Foco (MEF), localizado em São Paulo, o Dr. Erivelton Lopes, experiente Reumatologista em São Paulo, oferece diagnósticos precisos e tratamentos personalizados para combater a perda óssea. Com uma abordagem humanizada, ele utiliza exames como densitometria óssea, entre outros.

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Em resumo (resposta direta):

  • Osteoporose é uma doença óssea metabólica caracterizada por baixa densidade mineral óssea (T-score ≤ −2,5 DP, critério OMS) e deterioração da microarquitetura, com risco aumentado de fraturas por fragilidade.
  • O diagnóstico de osteoporose é feito por densitometria óssea (DEXA) em coluna lombar e fêmur proximal, complementado pela ferramenta FRAX (risco em 10 anos), TBS (Trabecular Bone Score) e investigação de causas secundárias.
  • O tratamento atualizado segue diretrizes da SBR, SBOM, IOF e ABRASSO e inclui bisfosfonatos (alendronato, risedronato, ácido zoledrônico), denosumabe (anti-RANKL), agentes anabólicos (teriparatida, romosozumabe), reposição de cálcio (1.000–1.200 mg/dia) e vitamina D.
  • Quem trata osteoporose em São Paulo? O reumatologista é o especialista de referência, e o Dr. Erivelton Lopes atende na MEF na Consolação, com expertise em doença óssea metabólica e prevenção de fraturas por fragilidade.

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O que é osteoporose e as principais causas?

Osteoporose é, segundo a World Health Organization (OMS) e a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), uma doença óssea metabólica sistêmica caracterizada por baixa densidade mineral óssea (DMO), comprometimento da microarquitetura trabecular e maior fragilidade esquelética. O critério diagnóstico clássico é T-score ≤ −2,5 desvios-padrão na densitometria óssea (DEXA) em coluna lombar L1–L4, fêmur total ou colo femoral.

Entre as causas e fatores de risco da osteoporose, destacam-se queda de estrogênio na pós-menopausa, hipogonadismo masculino, uso crônico de glicocorticoides (≥ 5 mg/dia de prednisona por > 3 meses), hipertireoidismo, hiperparatireoidismo primário, doença celíaca, doença renal crônica, mieloma múltiplo, deficiência de vitamina D 25-OH, baixa ingestão de cálcio, sedentarismo, tabagismo e consumo abusivo de álcool.

Essa  é uma doença óssea metabólica caracterizada pela redução da massa óssea e deterioração da microarquitetura dos ossos. Isso leva ao aumento da fragilidade e do risco de fraturas, especialmente na coluna, quadril e punhos. Por ser assintomática na maioria dos casos, a doença costuma ser descoberta apenas após um evento como uma fratura inesperada.

Segundo estudo da Mayo Clinic, fatores como envelhecimento, menopausa, sedentarismo, tabagismo e uso prolongado de corticoides estão entre as principais causas da osteoporose. A avaliação com um Reumatologista em SP é essencial para identificar esses fatores e iniciar medidas de prevenção.

Por que a ela é considerada uma doença silenciosa

A osteoporose é frequentemente chamada de “doença silenciosa” por não apresentar sintomas perceptíveis até que ocorra uma fratura.  O artigo da Harvard aponta que a perda óssea acontece de forma gradual e invisível e que os ossos não doem enquanto estão enfraquecendo, dificultando a percepção.

A doença é considerada silenciosa, pois:

  • Não causa dor nas fases iniciais, o que dificulta a percepção do problema.
  • A perda óssea é crescente e sem sinais externos perceptíveis.
  • A primeira manifestação pode ser uma fratura espontânea, como no quadril, no punho ou na coluna.
  • Não altera exames laboratoriais comuns, exigindo exames específicos como a densitometria óssea.
  • Pode evoluir por anos sem diagnóstico, especialmente em pessoas que não fazem acompanhamento médico regular.

Fatores de risco para osteoporose reconhecidos pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) e pela International Osteoporosis Foundation (IOF) incluem: idade avançada, sexo feminino, pós-menopausa, etnia caucasiana ou asiática, baixo peso (IMC < 19), histórico familiar de fratura de quadril, fratura prévia por fragilidade, tabagismo, consumo abusivo de álcool, baixa ingestão de cálcio e vitamina D, sedentarismo, uso prolongado de glicocorticoides, anticonvulsivantes, inibidores da bomba de prótons, heparina e antiandrogênios. Identificar e tratar esses fatores é parte essencial da estratégia preventiva.

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Como é feito o diagnóstico da osteoporose?

O diagnóstico de osteoporose combina avaliação clínica detalhada, anamnese de fatores de risco e exames de imagem e laboratoriais. A ferramenta-chave é a densitometria óssea (DEXA) da coluna lombar e do fêmur proximal, complementada, quando indicado, pela densitometria de antebraço (rádio 1/3 distal) em casos de hiperparatireoidismo, obesidade mórbida ou impossibilidade de avaliar coluna/quadril. O TBS (Trabecular Bone Score) agrega informação sobre a microarquitetura óssea.

A estratificação de risco utiliza o FRAX Brasil (Fracture Risk Assessment Tool), que estima a probabilidade em 10 anos de fratura osteoporótica maior e de quadril, considerando idade, sexo, IMC, fratura prévia, história parental de fratura de quadril, tabagismo, glicocorticoides, artrite reumatoide, osteoporose secundária e álcool. Exames laboratoriais essenciais incluem cálcio, fósforo, fosfatase alcalina, 25-OH vitamina D, PTH, TSH, função renal e hepática, calciúria de 24 horas e marcadores de remodelação óssea (CTX e P1NP).

O diagnóstico da doença é baseado em uma combinação de avaliação clínica, histórico de fraturas e exames complementares. O principal exame utilizado é a densitometria óssea, que mede a densidade mineral dos ossos e permite identificar a perda óssea antes mesmo de ocorrerem fraturas.

De acordo com artigo da PubMed, a consulta com Reumatologista para um diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações. O especialista, como o Dr. Erivelton Lopes na MEF,  avalia exames laboratoriais para excluir outras causas de enfraquecimento dos ossos.

Tratamentos disponíveis e como prevenir a perda óssea

O tratamento inclui medicamentos que fortalecem os ossos, como bisfosfonatos, moduladores hormonais e suplementos de cálcio e vitamina D. Em alguns casos, pode ser indicada a terapia hormonal, especialmente em mulheres pós-menopausa. 

O procedimento terapêutico é um tratamento que utiliza hormônios (ou moduladores hormonais) para prevenir a perda de massa óssea e reduzir o risco de fraturas. O acompanhamento regular com um especialista é essencial para ajustar o tratamento conforme a evolução da doença.

Além dos medicamentos e da terapia hormonal, a prevenção envolve mudanças no estilo de vida. Veja medidas que reduzem o risco de fraturas: 

  • Prática de exercícios físicos: fortalece músculos, evita o enfraquecimento dos ossos, melhora o equilíbrio e reduz as quedas. Caminhada, pilates e musculação leve são recomendados, sempre com orientação profissional.
  • Alimentação rica em cálcio, vitamina D, magnésio e proteínas: fornece o principal mineral para a formação e é essencial para manter a saúde óssea. Alimentos como leite, iogurte, sardinha, tofu, vegetais verdes escuros e oleaginosas ajudam a prevenir a perda de massa óssea.  
  • Maior exposição ao sol: estimula a produção de vitamina D, essencial para a absorção de cálcio. 
  • Controle de doenças associadas: evita que condições secundárias acelerem a perda óssea e aumentem o risco de fraturas.

O arsenal terapêutico atual da osteoporose é amplo e segue diretrizes de SBR, ABRASSO, IOF, AACE e Endocrine Society. Os antirreabsortivos incluem bisfosfonatos orais (alendronato 70 mg/semana, risedronato 35 mg/semana, ibandronato 150 mg/mês) e endovenosos (ácido zoledrônico 5 mg/ano), além do denosumabe (anti-RANKL, 60 mg subcutâneo a cada 6 meses). Os anabólicos são teriparatida (PTH 1-34, 20 mcg/dia subcutâneo por até 2 anos), abaloparatida e romosozumabe (anti-esclerostina, 210 mg subcutâneo mensal por 12 meses). Após terapia anabólica, é imprescindível sequenciar com antirreabsortivo para preservar o ganho de massa óssea.

Nos casos de osteoporose avançada, o tratamento pode incluir medicamentos como denosumabe e teriparatida. São indicados para pacientes com histórico de múltiplas fraturas ou que não respondem às terapias convencionais.

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Tipos de osteoporose e riscos

Os tipos de osteoporose dividem-se basicamente em osteoporose primária (pós-menopausa, senil e idiopática) e osteoporose secundária, decorrente de doenças sistêmicas, distúrbios endócrinos ou medicamentos. Reconhecer o tipo é determinante para escolher o tratamento mais eficaz e prevenir fraturas por fragilidade, especialmente em coluna vertebral, quadril e punho — sítios mais associados a morbimortalidade em idosos.

A consulta com Reumatologista vai ajudar a resolver problemas variados sobre o tema, como de ossos frágeis e de enfraquecimento dos ossos.  Mas vale saber os tipos de osteoporose e os riscos de cada um deles, para procurar um Reumatologista em SP com a Medicina em Foco informado sobre o assunto. 

São dois tipos, uma delas a osteoporose primária, que tem duas classificações

  • Pós-menopausa: causada pela queda de estrogênio após a menopausa, afeta mulheres e aumenta o risco de fraturas vertebrais e de punho.
  • Senil: gerada por envelhecimento natural, atingindo quem tem 70 anos ou mais, atingindo sobretudo quadril e coluna.
  • Idiopática: forma rara que aparece sem causa aparente (doença base ou medicamentos) em crianças, adolescentes ou adultos jovens.

O outro tipo da doença é a osteoporose secundária. Ela decorre de outras doenças ou do uso de medicamentos que afetam o metabolismo ósseo, como:

  • Endócrinas (hipertireoidismo, diabetes, síndrome de Cushing).
  • Inflamatórias (artrite reumatoide, lúpus).
  • Gastrointestinais (doença celíaca, Crohn, pós-bariátrica).
  • Uso crônico de corticoides, anticonvulsivantes ou quimioterápicos

As causas de osteoporose secundária mais frequentes na prática reumatológica são: uso prolongado de glicocorticoides (prednisona ≥ 5 mg/dia por > 3 meses) — principal causa iatrogênica e indicação clara de bisfosfonato profilático ou denosumabe; hipertireoidismo (TSH suprimido); hiperparatireoidismo primário e secundário; hipogonadismo (menopausa precoce, deficiência de testosterona); doenças inflamatórias crônicas (artrite reumatoide, espondiloartrites, lúpus); doença celíaca, doença inflamatória intestinal e síndromes de má absorção; doença renal crônica em estágios avançados; mieloma múltiplo; anorexia nervosa; transplantados de órgão sólido. Tratar a causa de base é tão importante quanto a terapia óssea específica.

Nesse tipo, há riscos de perda óssea acelerada e fraturas em múltiplos locais. O tratamento varia conforme o tipo e causas da doença, além da gravidade. O Dr. Erivelton Lopes faz um diagnóstico com avaliação clínica e realização de exames variados.

Diferença entre osteopenia e osteoporose

A osteopenia é considerada um estágio anterior à osteoporose: trata-se de uma redução leve da densidade mineral óssea, que depende de uma avaliação de risco para verificar se há alto risco de fraturas. A osteopenia é um sinal de alerta, indicando a necessidade de prevenção ativa para evitar a progressão da doença.

Já a osteoporose é uma doença óssea metabólica, de casos de ossos frágeis. É uma condição mais avançada, com perda significativa de massa óssea e maior risco de fraturas espontâneas.  O acompanhamento com um Reumatologista em São Paulo é essencial para identificar os diferentes tipos de osteoporose, avaliar fatores de risco e indicar o tratamento adequado para cada paciente.

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Importância do diagnóstico precoce 

A importância do diagnóstico precoce da osteoporose reside no fato de que a doença é silenciosa: a primeira manifestação clínica costuma ser uma fratura por fragilidade — vertebral, de fêmur proximal, úmero ou rádio distal. Identificar a perda óssea antes da fratura permite iniciar terapia anti-reabsortiva ou anabólica e reduzir significativamente o risco de novos eventos. As recomendações da IOF (International Osteoporosis Foundation), ABRASSO e SBR orientam rastreamento com DEXA em mulheres ≥ 65 anos, homens ≥ 70 anos e adultos mais jovens com fatores de risco relevantes.

O diagnóstico precoce da doença é crucial para a prevenção de fraturas e manter a qualidade de vida. A densitometria óssea é o exame padrão, medindo a densidade mineral óssea para identificar perda óssea. Confira abaixo os principais exames e medidas da Reumatologia

  • Densitometria óssea: exame não invasivo com raio-x, realizado na coluna, quadril e punho.
  • Exames laboratoriais: detectam deficiências de nutrientes por problemas hormonais.
  • Radiografias: identificam fraturas ocultas e ossos frágeis.
  • Avaliação clínica: histórico familiar e sintomas iniciais guiam o diagnóstico.
  • Monitoramento: repetição de exames a cada 1–2 anos para pacientes de risco.

Além desses exames, o reumatologista em São Paulo investiga causas de osteoporose secundária com painel ampliado quando indicado: eletroforese de proteínas séricas e cadeias leves livres (mieloma múltiplo), anti-transglutaminase IgA (doença celíaca), cortisol salivar (hipercortisolismo), testosterona total e SHBG (hipogonadismo masculino), magnésio sérico, hemograma e função hepática. Em homens jovens com fratura por fragilidade, em mulheres pré-menopausa e em casos atípicos, essa investigação é obrigatória para diagnóstico etiológico correto.

Sinais de alerta: quando procurar consulta com Reumatologista

Procure um reumatologista em São Paulo imediatamente diante destes sinais de alerta para osteoporose e doenças ósseas metabólicas:

  • Fratura por fragilidade: queda da própria altura resultando em fratura de punho, úmero, costela, quadril ou coluna.
  • Dor lombar súbita e intensa sem trauma evidente, sugestiva de fratura vertebral por compressão.
  • Perda de estatura superior a 4 cm em comparação à altura adulta máxima.
  • Cifose dorsal progressiva (“corcunda da viúva”) e abaulamento da curvatura torácica.
  • Menopausa precoce (antes dos 45 anos) ou amenorreia secundária prolongada em mulheres jovens.
  • Uso crônico de glicocorticoides, anticonvulsivantes, inibidores de aromatase ou agonistas de GnRH.
  • Doenças inflamatórias crônicas (artrite reumatoide, espondilite, lúpus, doença inflamatória intestinal).
  • Hipertireoidismo, hiperparatireoidismo, doença celíaca ou doença renal crônica.
  • História familiar de fratura de quadril em pais ou irmãos.
  • Quedas frequentes, sarcopenia, IMC < 19 ou imobilização prolongada.

Às vezes, os sinais que o corpo dá são sutis, mas importantes. A doença óssea pode se desenvolver silenciosamente, sem causar dor até uma fratura acontecer. E não é só gente mais velha — parar de crescer antes do esperado, por exemplo, pode ser um indicativo precoce de que a saúde óssea não vai bem. 

Ficar atento aos sinais é essencial para agir antes que o problema se agrave. Confira abaixo os principais indicativos para procurar um Reumatologista.

  • Fratura após queda leve: quebrar um osso em uma situação que normalmente não causaria lesão pode indicar fragilidade óssea.
  • Dor nas costas persistente: pode ser causada por microfraturas das vértebras, comuns em casos avançados da doença.
  • Redução da estatura com o tempo: a perda de altura pode ocorrer devido ao achatamento das vértebras da coluna.
  • Postura curvada ou corcunda: a curvatura da coluna, chamada cifose, é um sinal clássico de enfraquecimento ósseo.
  • Histórico familiar de osteoporose: ter parentes com a doença aumenta significativamente o risco de desenvolvê-la.

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Instituto Medicina em Foco: referência em Reumatologia em SP

O Instituto Medicina em Foco, fica no bairro da Consolação, São Paulo, sendo uma referência em Reumatologia. 

A MEF oferece tratamentos para dos ossos com tecnologia avançada e profissionais experientes.  O Dr. Erivelton Lopes lidera o atendimento com expertise em doença óssea metabólica. Especialista em Reumatologia na MEF, o médico especialista realiza uma abordagem cuidadosa e personalizada.

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Dr. Erivelton Lopes considera o histórico clínico completo do paciente, associa exames laboratoriais e utiliza a densitometria óssea para avaliar a saúde dos ossos. Seu foco está na prevenção e no tratamento precoce, especialmente em casos de fraturas causadas por quedas simples. 

Com orientação adequada, é possível evitar complicações, fortalecer os ossos e garantir uma vida com mais segurança, autonomia e qualidade. Não perca tempo e agende já sua consulta para tratar da osteoporose.

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FAQ – Perguntas Frequentes sobre Osteoporose com o Dr. Erivelton na MEF

1. Quando devo procurar um reumatologista para tratar osteoporose?

Procure um reumatologista em São Paulo se tiver fratura após queda da própria altura (fratura por fragilidade), perda de estatura > 4 cm, dor lombar súbita após esforço, menopausa precoce, uso de glicocorticoides por mais de três meses, hipertireoidismo, hiperparatireoidismo, doença celíaca, doença renal crônica, deficiência de vitamina D ou histórico familiar de fratura de quadril. O Dr. Erivelton Lopes conduz a investigação com DEXA, FRAX e painel laboratorial, definindo se há indicação de bisfosfonato, denosumabe ou agente anabólico.

2. Quais são os primeiros sintomas da doença que devo observar?

A osteoporose é silenciosa e raramente provoca sintomas no início. Sinais sugestivos incluem dor lombar persistente, redução de estatura ao longo dos anos, cifose dorsal (postura encurvada), dor torácica de origem vertebral e fraturas espontâneas em punho (rádio distal), úmero, costelas, quadril ou coluna após traumas mínimos. Como a doença não dói antes da fratura, mulheres a partir dos 50 anos e homens acima de 70 devem procurar avaliação preventiva, mesmo sem queixas.

3. Como o reumatologista diagnostica a osteoporose nos ossos?

O diagnóstico combina anamnese de fatores de risco, exame físico, densitometria óssea (DEXA) de coluna lombar e fêmur, cálculo do FRAX Brasil, eventual TBS, radiografia de coluna torácica e lombar (perfil) para detectar fraturas vertebrais ocultas e exames laboratoriais — cálcio sérico e urinário, fósforo, fosfatase alcalina, 25-OH vitamina D, PTH, TSH, função renal, hepática e marcadores de remodelação óssea (CTX sérico e P1NP) — para diferenciar osteoporose primária e secundária.

4. Qual exame é indicado para confirmar a osteoporose?

O exame padrão-ouro é a densitometria óssea por DEXA de coluna lombar (L1-L4) e fêmur proximal (colo e fêmur total). O diagnóstico é definido pelo T-score: ≤ −2,5 desvios-padrão indica osteoporose; entre −1,0 e −2,5, osteopenia; e ≥ −1,0, normalidade, conforme critérios da OMS. Em pacientes com fratura por fragilidade prévia (vertebral, quadril ou rádio distal), o diagnóstico clínico é estabelecido independentemente do T-score. O TBS e o FRAX agregam refinamento prognóstico.

5. A osteoporose tem cura ou apenas tratamento de controle?

A osteoporose é uma doença crônica, mas é amplamente tratável e o risco de fraturas pode ser reduzido em até 50–70% com a terapia adequada. Não falamos em cura, e sim em controle eficaz e durável da perda óssea. O tratamento atualizado segue diretrizes da SBR, ABRASSO, IOF e inclui bisfosfonatos (alendronato, risedronato, ácido zoledrônico), denosumabe, teriparatida e romosozumabe, sempre associados a reposição de cálcio, vitamina D, exercícios resistidos e prevenção de quedas.

6. Quais alimentos ajudam a prevenir a perda de massa óssea?

Para preservar a densidade mineral óssea, a recomendação é ingerir 1.000 a 1.200 mg de cálcio/dia, preferencialmente da dieta: leite e derivados (iogurte, queijos), sardinha enlatada com espinha, salmão, tofu fortificado, gergelim, vegetais verde-escuros (couve, brócolis), feijão branco e oleaginosas. A vitamina D (800–2.000 UI/dia, ajustada pelo nível sérico de 25-OH-D) é essencial para absorver o cálcio. Reduzir refrigerantes à base de cola, álcool e excesso de sal também protege os ossos.

7. Quando a osteoporose aumenta o risco de fraturas?

O risco de fratura cresce de forma exponencial com a idade, com a queda do T-score e com fatores de risco clínicos calculados no FRAX. Os sítios mais vulneráveis são coluna vertebral, fêmur proximal (quadril), rádio distal (punho) e úmero proximal. Fratura vertebral prévia multiplica por 4 o risco de novas fraturas; fratura de quadril associa-se a mortalidade de 20–25% em 1 ano. Por isso, a prevenção de quedas e o tratamento medicamentoso precoce são prioridades clínicas.

8. Qual a diferença entre osteopenia e osteoporose?

A diferença está no T-score da densitometria óssea: osteopenia corresponde a T-score entre −1,0 e −2,5 desvios-padrão e indica perda óssea leve a moderada; osteoporose ocorre quando o T-score é ≤ −2,5, refletindo fragilidade óssea significativa e maior risco de fraturas. Ambas exigem mudanças de estilo de vida, suplementação adequada e avaliação do FRAX. Pacientes com osteopenia e alto risco no FRAX podem ter indicação de tratamento farmacológico, conforme diretrizes ABRASSO/SBR.

9. Quais são os tratamentos mais indicados para a osteoporose em estágio avançado?

Para osteoporose grave ou muito grave, o tratamento inclui agentes anabólicos como teriparatida (PTH 1-34) e romosozumabe (anticorpo monoclonal anti-esclerostina) — que estimulam formação óssea — seguidos de bisfosfonatos (ácido zoledrônico endovenoso anual) ou denosumabe (anti-RANKL subcutâneo a cada 6 meses) para manutenção. A escolha depende do risco de fratura, função renal, comorbidades e adesão. Cálcio, vitamina D, exercícios resistidos e prevenção de quedas complementam o protocolo.

10. Exercícios físicos realmente ajudam no tratamento da osteoporose?

Sim. Exercícios físicos são parte fundamental do tratamento da osteoporose. A prescrição combina exercícios de impacto (caminhada, corrida leve, dança) e resistidos (musculação) — que estimulam o osteócito e aumentam a densidade mineral óssea — com treinos de equilíbrio (tai chi chuan, pilates) e propriocepção, fundamentais para reduzir o risco de quedas em idosos. A frequência ideal é de 3 a 5 sessões semanais, com supervisão profissional, evitando flexão lombar excessiva em quem tem fratura vertebral.

11. Quanto tempo demora para confirmar o diagnóstico de osteoporose?

Em geral, o diagnóstico de osteoporose pode ser confirmado em uma a duas consultas após a primeira avaliação com o reumatologista em São Paulo. Na primeira consulta o Dr. Erivelton Lopes solicita densitometria óssea, exames laboratoriais e, se necessário, radiografias. Em 7–14 dias, com os resultados em mãos, é possível confirmar o quadro, calcular FRAX, investigar causas secundárias e iniciar o plano terapêutico personalizado.

12. Homens também têm osteoporose?

Sim. Embora a osteoporose seja mais prevalente em mulheres pós-menopausa, cerca de 1 em cada 5 homens acima de 50 anos sofrerá fratura por fragilidade ao longo da vida (dado IOF). No homem, é frequente a osteoporose secundária por hipogonadismo, uso prolongado de corticoides, alcoolismo, tabagismo, doenças hepáticas e DPOC. O rastreamento com DEXA é recomendado a partir dos 70 anos ou antes, em presença de fatores de risco. O tratamento inclui bisfosfonatos, denosumabe e, em casos selecionados, teriparatida.

13. Quais são os efeitos colaterais dos bisfosfonatos no tratamento da osteoporose?

Os bisfosfonatos orais (alendronato, risedronato, ibandronato) podem causar irritação esofágica, dispepsia e, raramente, esofagite — mitigados pela tomada em jejum, com água, em posição ereta por 30 minutos. O ácido zoledrônico endovenoso pode ocasionar reação de fase aguda (febre, mialgia) na primeira aplicação. Riscos raros incluem osteonecrose de mandíbula e fratura atípica de fêmur, mais associados a uso prolongado (> 5 anos). A avaliação odontológica prévia e o monitoramento periódico pelo reumatologista garantem segurança.

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