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Especialista em Câncer de Próstata em São Paulo | Dr. José Augusto

Não existe um único melhor médico: existe o especialista certo para o seu estágio da doença.

“Nem todo PSA alto vira cirurgia. Muitos homens só precisam de acompanhamento e novos exames. Prefiro explicar cada opção com calma a empurrar o tratamento mais agressivo por padrão.”

José Augusto Farias da Silva JuniorCRM 185703RQE 100170Urologia
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Formação acadêmica
  • Residência Médica em Cirurgia Geral na Santa Casa de São Paulo
  • Residência em Urologia no Hospital Santa Marcelina de São Paulo
  • Fellowship em Cirurgia Robótica em Urologia na Santa Casa de Santos-SP
  • Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia no Hospital Albert Einstein
Sociedades médicas
  • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia
Onde atende
  • Hospital Beneficência Portuguesa, Hospital Santa Catarina, Hospital Sírio Libanês, Rede Dor São Paulo, Hospital Nove de Julho, Instituto Medicina em Foco
Áreas de atuação
  • Urologia
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Dr. José Augusto, Urologia — Especialista em câncer de próstata em São Paulo
10 min de leituraRevisado por Dr. José AugustoCRM 185703 · RQE 100170Atualizado em 17 de agosto de 20266 referências citadas
Sumário
  1. Especialista em câncer de próstata em São Paulo: qual é o primeiro passo
  2. Urologista, uro-oncologista ou oncologista clínico: quem conduz cada fase
  3. PSA alterado não significa câncer: como ler os números
  4. Ressonância multiparamétrica antes da biópsia: por que essa ordem
  5. Quando procurar um especialista em câncer de próstata
  6. Vigilância ativa, cirurgia, radioterapia ou terapia focal: como decidir
  7. Efeitos colaterais: continência e função erétil na balança
  8. Oito perguntas para auditar o especialista em São Paulo
  9. Atuação no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco

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Urologia

Atendo essa situação toda semana: o homem chega com um PSA alterado, medo do pior e perguntas que guardou por meses. Meu trabalho começa separando o que é câncer do que é apenas uma próstata que cresceu com a idade. Explico cada número antes de falar em tratamento, porque decisão boa nasce de informação clara.

— Dr. José Augusto
Quem procura um especialista em câncer de próstata em São Paulo costuma chegar após um PSA alterado ou um diagnóstico recente. A dúvida mais comum não é sobre a doença, mas sobre em quem confiar e qual caminho seguir. É essa decisão que o Dr. José Augusto ajuda a tomar com método.
Este texto explica quem conduz cada fase e como interpretar o PSA. Também mostra quando a ressonância vem antes da biópsia e como decidir entre acompanhar, operar ou irradiar. O objetivo é transformar a busca em decisão informada.
Como funciona

Passo a passo

  • 1Primeiro contato

    A busca por um especialista em câncer de próstata em São Paulo começa pelo agendamento da avaliação urológica inicial.

  • 2Consulta de avaliação

    O urologista revisa PSA, toque retal e história familiar para definir se há necessidade de investigação.

  • 3Exames de imagem

    Ressonância multiparamétrica e, quando indicada, biópsia guiada por imagem confirmam ou afastam o tumor.

  • 4Diagnóstico

    O laudo com escore de Gleason e o estadiamento classificam o risco e orientam a conduta.

  • 5Decisão compartilhada

    Vigilância ativa, cirurgia, radioterapia ou terapia focal são apresentadas com riscos e benefícios.

  • 6Acompanhamento

    Consultas periódicas monitoram PSA, recuperação funcional e qualidade de vida após cada conduta.

01

Especialista em câncer de próstata em São Paulo: qual é o primeiro passo

Análise completa

O primeiro passo é uma consulta de avaliação com urologista, não uma biópsia. O médico revisa o PSA, o toque retal e a história familiar antes de pedir qualquer exame invasivo. Em muitos casos, a conduta inicial é apenas repetir o exame em algumas semanas.

Na avaliação, o Dr. José Augusto costuma encontrar homens que chegam com um único PSA alto e já imaginam o pior cenário. Esse padrão se repete toda semana no consultório. A maioria sai com um plano de investigação sereno, não com uma indicação cirúrgica.

A consulta com o urologista Dr. José Augusto organiza essa sequência. Cada número é explicado antes de qualquer decisão.

O que a primeira consulta resolve

Ela define se há indicação real de ressonância, se o PSA precisa ser repetido e quais fatores podem estar inflando o resultado. Sem essa triagem, o paciente pula etapas e se expõe a procedimentos evitáveis.

O que levar à consulta

Traga exames anteriores de PSA, lista de medicamentos em uso e histórico de câncer na família. Esses dados mudam a interpretação do número e a velocidade da investigação.

02

Urologista, uro-oncologista ou oncologista clínico: quem conduz cada fase

Análise completa

Três especialistas orbitam essa doença, e cada um lidera uma fase. O urologista comanda o diagnóstico e a biópsia. O uro-oncologista cirúrgico conduz a prostatectomia (cirurgia de retirada da próstata) e a terapia focal. O oncologista clínico assume quando a doença avança.

A diretriz de 2024 sobre câncer de próstata recomenda decisão compartilhada entre essas especialidades. Tumores de baixo risco não precisam de cirurgião na primeira conversa.

Papel do urologista

É a porta de entrada. Ele interpreta o PSA, faz o toque retal, pede a ressonância e realiza a biópsia quando indicada. Também acompanha pacientes em vigilância ativa.

Papel do uro-oncologista e do oncologista clínico

O uro-oncologista executa a cirurgia robótica e técnicas focais. O oncologista clínico entra na doença avançada. Ele conduz a hormonioterapia, que bloqueia a testosterona que alimenta o tumor, e a quimioterapia quando necessário.

Urologista revisando exame de ressonância com paciente em consultório — Especialista em câncer de próstata em São Paulo
Urologista revisando exame de ressonância com paciente em consultórioAgende sua avaliação com Dr. José →
03

PSA alterado não significa câncer: como ler os números

Análise completa

PSA é o exame de sangue que mede uma proteína produzida pela próstata, e ele sobe por vários motivos benignos. Prostatite, crescimento benigno da glândula e ejaculação recente elevam o número sem que haja tumor.

Segundo a Mayo Clinic, a maioria dos homens com PSA elevado não tem câncer. O exame funciona como um velocímetro: acende uma luz, mas não diz o que quebrou no motor.

Causas benignas de elevação

Infecção urinária, prostatite, hiperplasia benigna, ciclismo e toque retal recente inflam o resultado. Por isso o exame costuma ser repetido em condições controladas antes de qualquer conclusão. Sociedades como a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) orientam essa cautela.

O que pesa mais que o número isolado

Três dados refinam a suspeita: velocidade de subida anual, densidade pelo volume prostático e fração de PSA livre. Um número estável por uma década preocupa menos do que um PSA que dobrou em um ano.

04

Ressonância multiparamétrica antes da biópsia: por que essa ordem

Análise completa

A ressonância multiparamétrica vem antes da biópsia e mostra onde estão as áreas suspeitas. Sem ela, a biópsia vai às cegas, com agulhas aleatórias pela glândula.

O exame classifica cada lesão pela escala PI-RADS, que vai de 1 a 5 e estima o risco de tumor agressivo. Lesões PI-RADS 1 ou 2, em geral, dispensam biópsia. A visão geral do Instituto Nacional do Câncer (INCA) descreve essa sequência como padrão atual.

Como a ressonância evita supertratamento

Ela identifica tumores pequenos e indolentes que não precisam de tratamento imediato. Ao mesmo tempo, direciona a agulha para as lesões que realmente importam, aumentando a precisão do diagnóstico.

Biópsia transperineal guiada por imagem

Quando indicada, a biópsia transperineal reduz o risco de infecção em relação à via retal. Ela é feita pela pele entre o escroto e o ânus. A fusão da ressonância com o ultrassom guia cada agulha ao ponto suspeito.

05

Quando procurar um especialista em câncer de próstata

Análise completa

Procure avaliação quando o PSA subir de forma persistente, quando houver história familiar forte ou quando surgirem sintomas urinários novos. Não é preciso esperar sintoma para investigar: o câncer inicial costuma ser silencioso.

Entender para que serve a consulta de urologia ajuda a chegar preparado. Quem busca atendimento de próstata perto de mim encontra, na avaliação especializada, o filtro entre alarme falso e doença real.

Sinais que pedem consulta em breve

PSA em ascensão, toque retal com nódulo, jato urinário fraco e noctúria nova merecem avaliação. Pai ou irmão com diagnóstico antes dos 65 anos antecipa o rastreio para os 45.

Sinais de alerta que pedem urgência

Dor óssea persistente, perda de peso sem explicação, retenção urinária aguda e sangue na urina exigem atendimento rápido. Esses achados podem indicar doença avançada e pedem avaliação sem esperar a rotina.

06

Vigilância ativa, cirurgia, radioterapia ou terapia focal: como decidir

Análise completa

A decisão depende do risco do tumor: escore de Gleason, PSA e ressonância. O Gleason é a nota de agressividade do tumor vista ao microscópio. Tumores de baixo risco frequentemente são acompanhados, não operados.

O estudo ProtecT de 2023 acompanhou pacientes por 15 anos. A mortalidade foi baixa e igual entre vigilância ativa, cirurgia e radioterapia em doença localizada. A diferença aparece nos efeitos colaterais de cada caminho.

Tabela de decisão por risco

Risco (Gleason/PSA)Conduta usualO que pesa na decisão
Baixo (Gleason 6, PSA abaixo de 10)Vigilância ativaEvitar efeitos colaterais de tratamento desnecessário
Intermediário (Gleason 7)Cirurgia robótica ou radioterapiaIdade, função erétil prévia, preferência do paciente
Alto (Gleason 8 a 10)Cirurgia combinada a radioterapia e hormonioterapiaControlar doença agressiva antes da disseminação

Vigilância ativa em tumores indolentes

A vigilância ativa acompanha o tumor com PSA, ressonância e biópsias periódicas, tratando apenas se houver progressão. É como manter um tumor lento sob monitoramento por câmera, sem operar por precaução.

Terapia focal e radioterapia

A terapia focal trata apenas a área do tumor, preservando o restante da glândula. A radioterapia, incluindo a braquiterapia, que implanta sementes radioativas na próstata, é alternativa à cirurgia em casos selecionados. A recuperação após a cirurgia de próstata difere bastante da recuperação dessas opções.

07

Efeitos colaterais: continência e função erétil na balança

Análise completa

Os dois efeitos que mais pesam na decisão são a continência urinária e a função erétil. Ambos dependem da preservação dos feixes nervosos que abraçam a próstata, e a técnica cirúrgica faz diferença direta.

O ensaio de 2025 sobre preservação de nervos mostrou que a técnica NeuroSAFE melhora a recuperação da ereção e da continência. A cirurgia robótica da próstata em São Paulo usa essa precisão a favor do paciente.

Tabela de funções e recuperação

FunçãoO que influenciaRecuperação típica
Continência urináriaPreservação do esfíncter e idadeSemanas a meses, com exercícios do assoalho pélvico
Função erétilPreservação dos feixes nervosos e função préviaMeses, com reabilitação medicamentosa
Ejaculação e fertilidadeRemoção da próstata e vesículas seminaisEjaculação ausente após prostatectomia

Reabilitação peniana

Medicamentos como a tadalafila são usados na reabilitação erétil após a cirurgia, sob supervisão. Quanto melhor a função antes do procedimento, melhor a chance de recuperação.

08

Oito perguntas para auditar o especialista em São Paulo

Análise completa

A melhor defesa contra o supertratamento é fazer perguntas objetivas na consulta. A referência em câncer de próstata não é um nome famoso, é um critério. O especialista certo apresenta todas as opções, não só a que executa.

Saber como escolher um urologista em SP passa por esse filtro. A American Cancer Society também recomenda que o paciente participe da decisão.

As oito perguntas

  • Meu tumor é de baixo risco? Posso fazer vigilância ativa?
  • Você pediu ressonância antes de indicar a biópsia?
  • Quantas cirurgias desse tipo o senhor realiza por ano?
  • Quais são minhas chances reais de incontinência e disfunção erétil?
  • Existe alternativa à cirurgia no meu caso?
  • Meu caso será discutido em tumor board multidisciplinar?
  • Quem acompanhará meu pós-operatório?
  • Posso ouvir uma segunda opinião sem pressa?

Sinais de superindicação

Desconfie de quem indica cirurgia na primeira consulta, sem ressonância, ou promete resultado garantido. Pressa e promessa são inimigas da boa decisão.

09

Atuação no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco

Análise completa

O Dr. José Augusto integra o corpo clínico do Instituto Medicina em Foco. Atua em urologia oncológica dentro de uma estrutura que valoriza avaliação criteriosa e integração entre profissionais. Esse contexto amplia a qualidade da assistência.

A decisão sobre cada caso não acontece isolada. Radioterapia, oncologia e urologia conversam antes de definir conduta, o que reduz o risco de viés de especialidade.

Estrutura multidisciplinar

O modelo assistencial do Instituto combina expertise técnica individual com discussão coletiva. Cada paciente é avaliado pelo prisma da indicação correta, não da disponibilidade de agenda cirúrgica.

Convênio ou particular

A escolha entre atendimento por convênio ou particular influencia a jornada. Vale entender como funciona o modelo de urologista em São Paulo: convênio ou particular antes de decidir o caminho.

O que dizem os pacientes

Quero deixar aqui meu agradecimento e recomendação ao Dr. José Augusto da Silva e a toda a sua equipe. Além de serem extremamente atenciosos, respeitosos e profissionais, eles demonstraram uma capacidade técnica incrível ao realizarem minha cirurgia via robô. O procedimento foi conduzido com maestria e um nível de competência impressionante. Recomendo a todos que buscam não só um atendimento humano e cuidadoso, mas também o que há de mais avançado em termos de técnica cirúrgica. Muito obrigado!
— Guilherme G (dez/2025)
Excelente profissional, me atendeu desde a urgência com muita competência e carinho, só gratidão!
— Aline Franco (dez/2025)
Atendimento super humanitário Atencioso e cordial!! profissionalismo totalmente diferenciado ! fiquei super satisfeito ! Recomendo a todos que necessitarem de uma consulta urologica e indico o DR José Augusto da silva !!
— Joao Roberto (mai/2026)
Próximo passo

Agende sua avaliação com Dr. José Augusto

Na consulta, o Dr. José Augusto revisa seus exames e apresenta todas as opções de conduta para o seu caso, sem pressa.

Atendimento humanizadoAvaliação individualizadaPlano terapêutico personalizado

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Rua Frei Caneca, 1380 · Consolação, São Paulo — SP+551132893195

Resposta no mesmo dia útil · Atendimento humanizado e sem pressa

Perguntas frequentes

PSA alto sempre significa câncer de próstata?

Não. Prostatite, crescimento benigno da próstata, ejaculação recente e até andar de bicicleta elevam o exame. A conduta padrão é repetir o PSA em algumas semanas e, se persistir alto, investigar com ressonância antes de qualquer biópsia.

A partir de que idade devo fazer o exame de próstata?

Em geral, a conversa sobre rastreio começa aos 50 anos. Homens negros ou com pai e irmão diagnosticados antes dos 65 costumam antecipar para os 45. A decisão de rastrear é individual e passa pela conversa com o urologista.

Quem é o melhor médico de próstata do Brasil?

Não existe um melhor absoluto. Busque o especialista com alto volume no seu tipo de tratamento, que apresente todas as opções e não apenas a que executa. Desconfie de quem promete resultado ou empurra cirurgia na primeira consulta.

Qual o melhor hospital para tratar câncer de próstata em São Paulo?

Mais importante que o nome do hospital é a existência de um tumor board, a reunião multidisciplinar que discute cada caso. Centros com urologia, oncologia e radioterapia integradas tendem a oferecer decisões mais equilibradas.

A cirurgia de próstata deixa impotente ou incontinente?

Não necessariamente. Técnicas de preservação dos feixes nervosos reduzem muito o risco de disfunção erétil. A continência costuma voltar em semanas a meses. Idade, função prévia e estágio do tumor influenciam o resultado.

Qual a diferença entre cirurgia robótica e cirurgia tradicional?

Na robótica, o cirurgião opera com visão tridimensional ampliada e instrumentos de precisão milimétrica, por pequenas incisões. Isso favorece a preservação de nervos e a recuperação. A indicação, porém, vale mais que a plataforma.

Posso só acompanhar o câncer de próstata sem operar?

Sim, em casos selecionados de baixo risco. A vigilância ativa acompanha o tumor com PSA, ressonância e biópsias periódicas, tratando apenas se houver progressão. Estudos de longo prazo mostram segurança nessa estratégia.

Como escolher um especialista em câncer de próstata em São Paulo?

Procure quem peça ressonância antes da biópsia, discuta vigilância ativa quando cabível e trabalhe com equipe multidisciplinar. Leve suas perguntas anotadas à consulta e avalie se ele apresenta todas as opções de tratamento.

Quem tem câncer de próstata pode tomar tadalafila?

Em geral, sim. A tadalafila não estimula o tumor e é usada inclusive na reabilitação erétil após a cirurgia. O uso passa pela avaliação do médico, principalmente em quem faz hormonioterapia ou tem doença cardiovascular associada.

Quem tem hemorroida pode fazer exame de próstata?

Pode. Hemorroidas não impedem o toque retal nem a biópsia, embora possam causar algum desconforto. Avise o médico antes do exame para que ele adapte a manobra e investigue qualquer sangramento com segurança.