Especialista em doença do refluxo gastroesofágico | São Paulo
Por que a azia que volta após o remédio pede investigação, e não apenas mais uma caixa de comprimidos.
“Muita gente chega usando omeprazol (remédio que reduz o ácido) por conta própria, sem investigação. Quando faço a endoscopia (exame do esôfago por dentro, com câmera), às vezes a azia esconde outra causa.”— Dra. Sabrina de Figueiredo
CRM 203753RQE 99224Gastroenterologia
Ver currículo do profissional
Sociedades médicas
- Membro da European Crohn’s and Colitis Organisation (ECCO) · Membro do Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil (GEDIIB)
Áreas de atuação
- Gastroenterologia
Gastroenterologia
Azia que volta todo mês não é frescura nem destino: ela tem causa, e a causa pode ser tratada. Meu compromisso é encontrá-la com você.— Dra. Sabrina de Figueiredo
Procurar um especialista em doença do refluxo gastroesofágico faz sentido quando a azia começa a mandar na rotina. Sou o Dra. Sabrina de Figueiredo, Gastroenterologia do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo. Meu trabalho é unir sintomas, resultados de exames e hábitos num plano de cuidado individual, revisto a cada retorno.
No consultório, recebo muitas pessoas com anos de alívio parcial e sintomas que voltam ao suspender o remédio. Nesses casos, a consulta busca entender por que o refluxo persiste, em vez de apenas trocar de comprimido. Também observo alimentação, horário do jantar, sono, peso e estresse, fatores que pesam na intensidade da azia.
Como funciona
Passo a passo
- 1Primeira consultaA conversa registra desde quando a azia aparece, quais remédios já foram usados e se há dificuldade para engolir.
- 2Endoscopia digestivaA endoscopia procura esofagite, hérnia de hiato e esôfago de Barrett, com sedação leve (remédio que deixa sonolento) e jejum prévio.
- 3Exames funcionaisSe a endoscopia vier normal e a azia persistir, a pHmetria e a manometria esofágica confirmam o refluxo e avaliam a pressão.
- 4Plano individualCom os resultados em mãos, o plano reúne ajustes de hábitos e de medicação, explicados um a um.
- 5ReavaliaçãoNo retorno, os sintomas são comparados aos de antes e o plano é revisto conforme a resposta.
- 6Acompanhamento contínuoQuando há esôfago de Barrett, endoscopias periódicas acompanham o revestimento para flagrar mudanças cedo.
Especialista em doença do refluxo gastroesofágico: qual médico procurar
Análise completa
O gastroenterologista confirma o refluxo, pede os exames e acompanha a resposta ao tratamento. Temos observado que muitos pacientes passam por vários médicos antes de chegar a essa avaliação.A Federação Brasileira de Gastroenterologia reúne os especialistas que conduzem a investigação do refluxo no país. Vale conferir o título de especialista e o registro no conselho antes da consulta.
Quando outras especialidades entram no cuidado
Tosse crônica, rouquidão e pigarro podem vir do refluxo laringofaríngeo (ácido que alcança a garganta). Nesses casos, o otorrinolaringologista examina a laringe (órgão da voz) e trabalha junto com o gastroenterologista.O cirurgião do aparelho digestivo entra quando o remédio não controla os sintomas ou há hérnia de hiato volumosa. A fundoplicatura (cirurgia que reforça a válvula entre esôfago e estômago) é uma das opções, segundo as orientações do MedlinePlus sobre refluxo.Em bebês e crianças, o pediatra avalia primeiro e encaminha ao gastroenterologista pediátrico quando há baixo ganho de peso ou recusa alimentar.Refluxo ocasional ou doença do refluxo: onde fica a diferença
Análise completa
Quase todo mundo tem refluxo fisiológico (subida breve de ácido, sem dano ao esôfago) depois de uma refeição farta. O esôfago empurra o ácido de volta ao estômago em poucos minutos, e a queimação passa sozinha.A doença do refluxo se caracteriza por azia (queimação atrás do peito) frequente, que atrapalha o sono ou a alimentação. Esse quadro está descrito nos materiais dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA, que reúnem a pesquisa sobre o aparelho digestivo. A regurgitação (volta de líquido ácido à boca) que se repete pesa na mesma balança.
Sinais que pedem avaliação sem demora
Alguns sintomas mudam a urgência, mesmo quando a azia é rara. Dificuldade para engolir, perda de peso sem explicação e vômito com sangue pedem endoscopia (exame que olha o esôfago por dentro). Fezes escuras e anemia (falta de glóbulos vermelhos) também entram na lista do MedlinePlus sobre doença do refluxo.Azia que volta ao suspender o omeprazol (remédio que reduz o ácido) também merece atenção. Nesse ponto, o especialista em doença do refluxo gastroesofágico (retorno do conteúdo do estômago para o esôfago) procura a causa da persistência.
Sintomas que vão além da azia: tosse, rouquidão e dor no peito
Análise completa
O conteúdo ácido que sobe além do esôfago alcança a garganta, as cordas vocais e as vias aéreas. Nesses pontos, ele provoca sintomas que raramente lembram azia. Muitas vezes, a queimação típica nem aparece, e o refluxo passa despercebido por anos.
Sinais na garganta, nos pulmões e nos dentes
A tosse seca noturna, o pigarro (necessidade constante de limpar a garganta) e a rouquidão matinal sugerem refluxo. A asma (chiado por estreitamento das vias aéreas) pode surgir ou piorar com o ácido noturno. A erosão dentária (desgaste do esmalte pelo ácido) às vezes é notada primeiro pelo dentista.A origem distante da queixa confunde em muitas áreas da medicina, como mostra o texto sobre terapia regenerativa no quadril em SP.Dor no peito: primeiro o coração
A dor do refluxo pode imitar a do infarto (falta de sangue no músculo do coração). Dor com falta de ar ou irradiada para braço e mandíbula pede pronto-socorro, segundo a orientação da Mayo Clinic sobre refluxo. O eletrocardiograma (exame da atividade elétrica do coração) vem antes de qualquer exame do esôfago.Afastada a causa cardíaca, o especialista em doença do refluxo gastroesofágico investiga se o ácido explica a dor. A mesma avaliação esclarece se a tosse e a rouquidão têm a mesma origem.Sinais de alarme que pedem consulta rápida
Análise completa
Um sinal de alarme indica que o refluxo pode ter causado uma complicação mais séria. As principais são a esofagite erosiva (feridas no revestimento do esôfago) e a estenose péptica (estreitamento cicatricial do esôfago). O esôfago de Barrett e, mais raramente, o câncer de esôfago também entram na investigação.
Quando ir direto ao pronto-socorro
Vômito com aspecto de borra de café, melena (fezes pretas e pastosas) ou tontura pedem pronto-socorro no mesmo dia. Alimento entalado no peito, sem passar nem a saliva, também é urgência e costuma exigir endoscopia para a retirada. A demora piora o desfecho em qualquer área, como lembra o texto sobre artrose no quadril após fratura.Quando marcar consulta em poucos dias
Dificuldade para engolir que piora semana a semana sugere estenose ou tumor e pede endoscopia (exame que avalia esôfago, estômago) breve. A odinofagia (dor ao engolir) e os vômitos persistentes, que impedem comer, entram no mesmo grupo. Anemia e perda de peso sem explicação pedem avaliação, e o texto sobre doenças gastrointestinais e o segundo cérebro amplia o tema.Para escrever esta parte consultamos material de referência clínica.Como o diagnóstico é feito e quando cada exame entra
Análise completa
A história dos sintomas firma o diagnóstico em muitos casos de azia típica, sem sinais de alarme. Nem todo paciente passa por todos os exames, porque cada um responde a uma pergunta diferente.
Quando cada exame é pedido
A endoscopia (exame do esôfago por dentro) entra quando há sinais de alarme ou a azia resiste ao remédio. Com endoscopia normal, a pHmetria (medida do ácido no esôfago) confirma o refluxo, como descreve o guia diagnóstico da Mayo Clinic. A impedanciometria (sensor que detecta refluxo líquido ou gasoso, mesmo pouco ácido) costuma vir junto, na mesma sonda.A manometria esofágica descreve a força das contrações e ajuda a separar o refluxo de outros distúrbios do esôfago. Escolher o exame pela pergunta clínica vale em qualquer área, como mostra o texto sobre reconstrução óssea do fêmur em SP.Os resultados, somados aos sintomas, definem o próximo passo do plano.Tratamento com mudança de hábitos e medicamentos
Análise completa
Os hábitos formam a base do cuidado, porque o refluxo piora com jantar tardio, excesso de peso, cigarro e álcool. A cabeceira elevada diminui a subida do ácido durante a noite.
Como os medicamentos se combinam
Os inibidores da bomba de prótons (remédios que bloqueiam a produção de ácido), como o omeprazol, formam a base do tratamento. Os bloqueadores H2 (remédios que reduzem o ácido por outra via), como a famotidina, atuam sobre a azia noturna.Os antiácidos (sais que neutralizam o ácido já formado) aliviam a queimação em minutos, mas o efeito dura pouco. Os alginatos (substâncias que formam uma camada sobre o conteúdo do estômago) seguram o ácido depois das refeições.Avaliar a resposta e reduzir a dose
No retorno, a resposta é medida comparando azia, sono e regurgitação com o período anterior. Com os sintomas controlados, a dose é reduzida aos poucos, conforme a diretriz brasileira de tratamento farmacológico do refluxo. A retirada brusca pode trazer o efeito rebote (volta intensa da acidez), que se confunde com recaída.Quando os sintomas persistem apesar do remédio, a investigação é retomada antes de qualquer troca. Revisar o plano em etapas vale para qualquer tratamento, como mostra o texto sobre o custo da prótese de quadril particular.Para escrever esta parte consultamos Gastroesophageal reflux disease MedlinePlus Medical Encyclopedia.Quando a cirurgia antirrefluxo passa a ser uma opção
Análise completa
O gastroenterologista encaminha ao cirurgião do aparelho digestivo quando o refluxo confirmado não responde aos inibidores da bomba de prótons. Hérnia de hiato volumosa também pesa, como mostra o texto sobre a avaliação da hérnia de hiato. Antes da operação, pHmetria e manometria esofágica confirmam o diagnóstico e medem a força do esôfago.
O que esperar da fundoplicatura
A fundoplicatura (reforço cirúrgico da válvula entre esôfago e estômago) costuma ser feita por videolaparoscopia (cirurgia com pequenos cortes e câmera). A técnica de Nissen dá uma volta completa; a parcial, chamada Toupet, dá uma volta menor.A cirurgia costuma controlar a regurgitação, e muitos pacientes reduzem ou suspendem o remédio. Nos primeiros meses, a disfagia (dificuldade para engolir) e o inchaço por gases são comuns e tendem a melhorar. Parte das pessoas volta a precisar de medicação anos depois.Custos e escolha da equipe
A autorização do plano cobre a internação hospitalar, enquanto honorários médicos e aluguel de equipamento podem ser cobrados à parte. A mesma lógica de orçamento aparece no texto sobre quanto custa uma cirurgia de quadril. Conhecer o perfil da gastroenterologista responsável ajuda a alinhar o encaminhamento ao cirurgião.Para escrever esta parte consultamos material de referência clínica.Esofagite, estreitamento e esôfago de Barrett: os riscos do refluxo sem controle
Análise completa
O ácido que banha o esôfago por meses causa lesões silenciosas. A esofagite erosiva (feridas no revestimento do esôfago) é a mais comum e pode sangrar, causando anemia (falta de glóbulos vermelhos).
Estreitamento: quando a cicatriz fecha a passagem
A estenose péptica (estreitamento do esôfago por cicatriz) surge quando a inflamação cicatriza repetidas vezes. O alimento sólido passa a entalar no peito, e a perda de peso costuma vir antes da procura por ajuda.Esôfago de Barrett: quem entra no acompanhamento
No esôfago de Barrett, o revestimento agredido pelo ácido vira um tecido parecido com o do intestino. A troca não dá sintoma e só aparece na endoscopia (exame que avalia esôfago, estômago e duodeno) com biópsia.Homens de meia-idade, pessoas com obesidade abdominal, quem fuma e quem tem refluxo antigo concentram o risco. Com Barrett confirmado, o intervalo das endoscopias depende da displasia (alteração das células que antecede o câncer). O texto sobre acompanhamento do esôfago de Barrett detalha esse calendário.Na pessoa idosa, a anemia por sangramento lento traz fraqueza e tontura, que favorecem quedas e a fratura de fêmur em idosos. Com queixas intestinais junto, vale ler sobre o tratamento da diarreia com gastroenterologista.Para escrever esta parte consultamos Reflux in Children MedlinePlus.Como escolher o médico que vai acompanhar seu refluxo em São Paulo
Análise completa
O CRM (registro no Conselho Regional de Medicina) confirma que o profissional pode exercer a medicina. O RQE (Registro de Qualificação de Especialista) comprova o título em gastroenterologia e aparece no site do conselho.
Experiência com refluxo e acesso a exames
Vale perguntar se o gastroenterologista acompanha muitos casos de DRGE (doença do refluxo gastroesofágico) e interpreta os próprios exames funcionais. A pHmetria (medida do ácido no esôfago) e a manometria esofágica (medida da pressão do esôfago) pedem leitura experiente. Ter endoscopia (exame que avalia esôfago) e exames funcionais na mesma rede encurta o intervalo entre consulta, resultado e ajuste do tratamento.Acompanhamento contínuo e teleconsulta
Refluxo é doença crônica, e o esôfago de Barrett exige endoscopias periódicas ao longo dos anos. Um médico que guarde o histórico compara cada resultado ao anterior. Outras doenças digestivas crônicas também pedem esse seguimento, como mostra o texto sobre adalimumabe (remédio biológico) na doença inflamatória intestinal.A teleconsulta (consulta por vídeo) facilita os retornos, quando sintomas e laudos são revistos à distância. A primeira consulta costuma ser presencial, porque o exame físico orienta a escolha dos exames. Outras áreas usam o mesmo formato, como mostra o texto sobre carga viral (vírus no sangue) detectável com infectologista.Atendimento no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco
Análise completa
A doença do refluxo raramente se resolve com uma única consulta. Ela pede exames funcionais (que medem ácido e pressão do esôfago), revisão de hábitos e, às vezes, a opinião de outros especialistas. Uma equipe que conversa entre si evita pedidos repetidos e encurta o caminho até o plano.
Uma equipe ao redor do refluxo
No dia a dia, o gastroenterologista coordena o cuidado e reúne os resultados num só histórico. O nutricionista ajusta horários e composição das refeições quando o peso e o jantar tardio pesam na azia. O otorrinolaringologista entra quando tosse e rouquidão sugerem refluxo laringofaríngeo (ácido que alcança a garganta).Quem vive com outras condições crônicas também se beneficia dessa integração. A mesma lógica aparece na orientação após um teste de HIV positivo, que reúne infectologia e outras áreas.A Dra. Sabrina de Figueiredo, de Gastroenterologia, atende no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em estrutura multidisciplinar. Se a azia vier com alteração no intestino, leia antes sobre sangue nas fezes e inflamação intestinal. Agende sua consulta e traga os exames que já tiver.Agende sua avaliação com Dra. Sabrina de Figueiredo
Consulta com Dra. Sabrina de Figueiredo, Gastroenterologia, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo.
Atendimento humanizadoAvaliação individualizadaPlano terapêutico personalizado
Agende sua avaliação com Dr. SabrinaLigar agora
Rua Frei Caneca, 1380 · Consolação, São Paulo — SP — Ver no mapa+551132893195
Perguntas frequentes
Qual médico é especialista em doença do refluxo gastroesofágico?
É o gastroenterologista (médico do aparelho digestivo), com título registrado no RQE (Registro de Qualificação de Especialista). Ele conduz o diagnóstico, pede os exames e acompanha a resposta. Outras áreas, como a otorrinolaringologia e a cirurgia digestiva, entram conforme os sintomas.
O refluxo tem cura?
Na maioria das pessoas, o refluxo é controlado, e não eliminado de vez. Hábitos ajustados e remédio bem usado mantêm os sintomas sob controle por longos períodos. Algumas pessoas ficam sem medicação, enquanto outras precisam de uso intermitente do remédio (tomado só nas fases de sintoma).
Usar omeprazol por muito tempo faz mal?
O uso prolongado de inibidores da bomba de prótons (remédios que bloqueiam o ácido) pede revisão periódica com o médico. Estudos associam o uso longo a menor absorção de vitamina B12 e magnésio, entre outros efeitos. Por isso, a necessidade do remédio é reavaliada a cada retorno, sem suspensão por conta própria.
A endoscopia dói?
A endoscopia digestiva alta (exame que olha esôfago, estômago e início do intestino por dentro) costuma ser feita sob sedação. A sedação (remédio que induz sono leve) faz a pessoa dormir, e ela raramente lembra do exame. Depois, pode haver leve incômodo na garganta, e é preciso acompanhante para voltar para casa.
O plano de saúde cobre a consulta e os exames?
A consulta e os exames costumam passar pela autorização do convênio, conforme o contrato. Em caso de cirurgia, a autorização do plano cobre a internação hospitalar. O aluguel de equipamentos e os honorários médicos podem ser cobrados à parte, por isso vale pedir orçamento antes.
O refluxo pode ser causado por ansiedade?
A ansiedade não cria o refluxo, mas aumenta a percepção da queimação e pode piorar os sintomas. O estresse também altera o sono e a alimentação, dois fatores ligados à azia (queimação atrás do peito). Quando a ansiedade pesa, o acompanhamento com psicologia ou psiquiatria complementa o cuidado digestivo.
Quais alimentos pioram o refluxo?
Gordura em excesso, frituras, chocolate, café, bebidas alcoólicas e refrigerantes costumam piorar a azia em muitas pessoas. A resposta varia, por isso um diário alimentar ajuda a descobrir os gatilhos individuais. Cortar alimentos sem critério empobrece a dieta e raramente resolve o quadro sozinho.
Refluxo na gravidez é perigoso?
A azia é comum na gestação, pelo efeito dos hormônios e pela pressão do útero sobre o estômago. Na maioria dos casos, ela melhora após o parto. A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente.
O refluxo pode virar câncer?
O câncer de esôfago é raro, mesmo em quem tem refluxo há anos. O risco se concentra no esôfago de Barrett (troca do revestimento do esôfago por tecido intestinal). Nele, a displasia (alteração das células que antecede o câncer) é buscada nas biópsias (retirada de fragmentos para análise) periódicas.