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Consulta para PrEP: o que esperar e como se preparar

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Pontos-chave deste guia

  1. A PrEP (profilaxia pré-exposição) reduz em mais de 99% o risco de infecção pelo HIV quando tomada corretamente.
  2. A consulta para PrEP inclui avaliação de risco, exames laboratoriais e orientação sobre o uso correto do medicamento.
  3. O acompanhamento é trimestral: consulta médica, teste de HIV, exames de ISTs e avaliação renal.
  4. Qualquer pessoa com risco aumentado de exposição ao HIV pode ser candidata à PrEP — a avaliação é individualizada.
  5. A duração do uso é definida pelo médico em conjunto com o paciente, conforme o contexto de vida.
  6. PrEP não substitui o preservativo, mas integra a estratégia de prevenção combinada.
  7. O sigilo médico é absoluto: todas as informações da consulta são protegidas pelo Código de Ética Médica.
  8. No Instituto Medicina em Foco, o Dr. Celso Mendanha realiza o acompanhamento completo da PrEP.
  9. Exames de função renal são obrigatórios antes e durante o uso, pois o medicamento pode afetar os rins em casos raros.
  10. Caso haja exposição recente ao HIV sem proteção, a PEP (profilaxia pós-exposição) pode ser indicada em vez da PrEP.
InfectologiaInstituto Medicina em Foco
Quase toda semana recebo no consultório alguém que chegou até mim depois de meses evitando esse assunto — seja por vergonha, por não saber que existia um médico para isso ou por medo do julgamento. O que encontra, na prática, é um espaço confidencial onde a única prioridade é a sua saúde. Para aprofundar essa decisão, veja também Dr. Rodrigo Barbosa — Dr. Celso Mendanha
A consulta para PrEP envolve avaliação de risco individual, solicitação de exames (HIV, ISTs, função renal) e orientações sobre uso correto da profilaxia. O acompanhamento é trimestral e conduzido por infectologista.
A consulta para PrEP começa antes mesmo de o paciente sentar na cadeira: ela começa quando a pessoa decide que merece se proteger. No Instituto Medicina em Foco, o Dr. Celso Mendanha — infectologista e imunologista clínico pela UNIFESP — conduz esse atendimento com foco em contexto individual, sem protocolos genéricos. Quem busca informação confiável sobre consulta para prep também encontra contexto em Infectologista para PrEP em SP. Este guia explica o que acontece em cada etapa da consulta, quais exames são solicitados, como interpretar o resultado de risco e o que esperar do acompanhamento contínuo — para quem busca consulta PrEP em São Paulo ou quer entender melhor a profilaxia antes de marcar a primeira visita.
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O que é a PrEP e por que ela exige acompanhamento médico

Leia mais sobre o que é a prep e por que ela exige acompanhamento médico

Na prática clínica diária do consultório, observamos que muitos pacientes chegam sem saber que a PrEP exige avaliação médica contínua — e não apenas uma receita. Quando essa dúvida aparece na consulta, costumo complementar com Entenda os critérios para iniciar a PrEP A PrEP (profilaxia pré-exposição ao HIV) é o uso de medicamento antirretroviral por pessoas que ainda não têm o vírus, com o objetivo de prevenir a infecção. O esquema mais comum combina tenofovir e entricitabina em comprimido único diário, e sua eficácia supera 99% quando há adesão correta ao tratamento. Diferente de um suplemento vitamínico, a PrEP é uma ferramenta de prevenção do HIV com impacto real na função renal e que exige monitoramento laboratorial periódico. O médico precisa confirmar que a pessoa não está infectada pelo HIV antes de iniciar — iniciar a profilaxia em alguém já infectado sem saber pode induzir resistência viral. Para aprofundar essa decisão, veja também PrEP: uma ferramenta de prevenção do HIV O acompanhamento trimestral não é burocracia: é a garantia de que o medicamento está sendo tolerado, de que não houve soroconversão silenciosa e de que o nível de risco do paciente continua justificando o uso. Por isso, a consulta para PrEP não é um evento único, mas o início de uma relação clínica contínua.

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Quem tem indicação para a PrEP: avaliação de risco na consulta

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A indicação da PrEP não se baseia em identidade ou orientação sexual — baseia-se em risco de exposição ao HIV. O médico avalia fatores como: relações sexuais sem preservativo com parceiros de status sorológico desconhecido ou positivo, histórico recente de infecção sexualmente transmissível (IST), uso de profilaxia pós-exposição (PEP) mais de uma vez e contextos de vulnerabilidade social. Durante a consulta para PrEP, o infectologista conduz uma entrevista estruturada sobre vida sexual, uso de substâncias e histórico de ISTs. Esse diálogo não tem caráter moral: é uma ferramenta clínica para estratificar risco e personalizar a abordagem. O sigilo é absoluto — respaldado pelo Código de Ética Médica e pelas diretrizes do Conselho Federal de Medicina. Relacionamentos sorodiscordantes — em que um parceiro tem HIV e o outro não — são uma das indicações mais consolidadas para a PrEP. Nesses casos, a profilaxia integra a estratégia do casal e pode ser complementada pela indetectabilidade do parceiro em tratamento (conceito I=I: indetectável = intransmissível).
  • Parceiro HIV+: Relacionamento estável com pessoa soropositiva sem carga viral suprimida.
  • IST recente: Diagnóstico de sífilis, gonorreia ou clamídia nos últimos 12 meses.
  • PEP repetida: Uso de profilaxia pós-exposição mais de uma vez no último ano.
  • Sexo sem preservativo: Relações anais ou vaginais receptivas sem proteção com parceiros de status desconhecido.
  • Uso de drogas injetáveis: Compartilhamento de seringas — embora a principal estratégia aqui seja acesso a material estéril.
Atendimento com Dr. Mendanha Consulta para PrEP em SP: O que esperar em 2026? Guia completo — imagem complementar Toque na foto para falar com Dr. Mendanha pelo WhatsApp

Exames solicitados antes e durante o uso da PrEP

Leia mais sobre exames solicitados antes e durante o uso da prep
Antes de prescrever a PrEP, o infectologista solicita um conjunto de exames que serve a dois propósitos: confirmar que a pessoa está livre do HIV e estabelecer a linha de base para monitoramento futuro. A lista inclui teste de HIV (4ª geração), anti-HBsAg e HBsAg (hepatite B), sorologia para sífilis, hepatite C, função renal (creatinina e taxa de filtração glomerular estimada) e, dependendo do contexto, pesquisa de gonorreia e clamídia. A função renal merece atenção especial: o tenofovir disoproxil fumarato, composto ativo da formulação mais comum de PrEP, pode reduzir a função tubular renal em uma minoria de pacientes — especialmente aqueles com doença renal prévia, diabetes ou uso concomitante de anti-inflamatórios. Por isso, a creatinina é verificada antes do início e a cada três meses. A cada consulta trimestral, o conjunto de exames é repetido. Caso haja queda significativa na taxa de filtração glomerular, o médico pode optar pelo tenofovir alafenamida, formulação mais recente com menor impacto renal, ou reavaliar a manutenção da profilaxia.
Exames obrigatórios na consulta para PrEP — linha de base e seguimento
ExameMomentoObjetivo
Teste HIV (4ª geração)Antes do início e a cada 3 mesesConfirmar negatividade e detectar soroconversão
Creatinina / TFGeAntes do início e a cada 3 mesesMonitorar função renal
HBsAg e Anti-HBsAntes do inícioTriagem de hepatite B ativa e imunidade
Sorologia para sífilis (VDRL/TPHA)Antes do início e a cada 3 mesesDiagnóstico e rastreamento de IST
Anti-HCVAntes do início e anualmente (ou conforme risco)Rastreamento de hepatite C
Gonorreia / Clamídia (swab/urina)Conforme sintomas e riscoDiagnóstico de ISTs assintomáticas
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Como é o acompanhamento trimestral da PrEP na prática

Leia mais sobre como é o acompanhamento trimestral da prep na prática
A cada três meses, a pessoa em uso de PrEP retorna ao consultório para uma consulta que dura, em média, 20 a 30 minutos. O encontro não é apenas para renovar a prescrição: é o momento em que médico e paciente revisam contexto de vida, avaliam adesão ao medicamento, discutem eventuais efeitos adversos e verificam os resultados dos exames. A adesão é o fator mais crítico para a eficácia da profilaxia. Estudos publicados no New England Journal of Medicine demonstram que a proteção cai de forma expressiva quando doses são esquecidas com frequência — especialmente em relações anais receptivas, que exigem ao menos sete dias de uso diário para atingir concentração tecidual protetora. O médico também aproveita a consulta trimestral para abordar saúde sexual de forma ampla: rastreamento de outras ISTs, vacinação (hepatite A, hepatite B, HPV), saúde mental e, quando pertinente, suporte para redução de danos relacionados ao uso de substâncias. Esse olhar integrado é parte do que diferencia o acompanhamento especializado de uma simples renovação de receita.

PrEP diária ou sob demanda: qual esquema combina com você

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A PrEP pode ser usada de duas formas: diária (comprimido tomado todos os dias, independente de ter ou não relação sexual) ou sob demanda — também chamada de PrEP 2-1-1. O esquema 2-1-1 consiste em tomar dois comprimidos entre 2 e 24 horas antes da relação, um comprimido 24 horas depois e mais um 48 horas após a primeira dose. A PrEP sob demanda é validada por evidências sólidas para homens que fazem sexo com homens (HSH) e mulheres trans em relações anais. Para relações vaginais receptivas, o esquema diário permanece o padrão recomendado, pois a concentração protetora no tecido vaginal demora mais para ser atingida. A escolha entre os dois esquemas é feita na consulta para PrEP em diálogo com o médico, considerando frequência das relações, capacidade de planejamento e preferência do paciente. Não existe esquema universalmente superior — existe o esquema mais aderente para cada pessoa.
Comparação entre PrEP diária e PrEP sob demanda (2-1-1)
CritérioPrEP DiáriaPrEP Sob Demanda (2-1-1)
Posologia1 comprimido/dia, todos os dias2 antes + 1 após 24h + 1 após 48h
Eficácia para sexo anal> 99% com adesão> 97% com uso correto
Eficácia para sexo vaginal> 99% com adesãoNão recomendado (dados insuficientes)
Perfil idealRelações frequentes ou imprevisíveisRelações planejadas, menos frequentes
Impacto renalDose diária acumuladaMenor exposição cumulativa
Ainda tem dúvidas sobre qual esquema de PrEP é o ideal para o seu caso? Consultar o Dr. Celso pelo WhatsApp

O que esperar da primeira consulta para PrEP no Instituto Medicina em Foco

Leia mais sobre o que esperar da primeira consulta para prep no instituto medicina em foco
Na primeira consulta para PrEP no Instituto Medicina em Foco, o Dr. Celso Mendanha realiza uma anamnese detalhada sobre histórico sexual, ISTs anteriores, uso de medicamentos e condições de saúde preexistentes. Não há questionário padronizado impessoal: a conversa é conduzida com escuta ativa, em ambiente confidencial. Ao término da consulta, o paciente sai com a solicitação dos exames necessários e, caso os resultados confirmem a negatividade para HIV e a aptidão renal, a prescrição da PrEP é emitida na consulta de retorno — geralmente dentro de uma a duas semanas. Em alguns casos, o médico pode prescrever já na primeira consulta se houver urgência clínica justificada. O Instituto atende pacientes que buscam consulta PrEP em São Paulo e oferece acompanhamento trimestral estruturado, com lembretes de retorno e suporte para dúvidas entre as consultas. O objetivo é que a pessoa em uso de PrEP nunca fique sem apoio clínico — especialmente nos primeiros meses, quando a adesão ainda está sendo construída.

Como cuidamos no Instituto Medicina em Foco

O Instituto Medicina em Foco reúne especialistas de alta complexidade com uma proposta clara: oferecer atendimento técnico-científico sem abrir mão da escuta humana. Na infectologia e imunologia, essa combinação é especialmente relevante — pois muitas condições tratadas nessa área ainda carregam estigma social, e o paciente precisa de um ambiente onde se sinta seguro para falar com honestidade. O Dr. Celso Mendanha, pesquisador vinculado à Disciplina de Alergia, Imunologia Clínica e Reumatologia da UNIFESP e membro titular da Sociedade Brasileira de Infectologia, conduz cada consulta para PrEP com o mesmo rigor que aplica à pesquisa clínica: baseado em evidências, atualizado nas diretrizes internacionais e atento às particularidades de cada pessoa. Esse raciocínio ganha contexto quando comparado com materiais da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) Agendar uma consulta para PrEP no Instituto é o primeiro passo para transformar informação em proteção real. Nossa equipe está disponível para tirar dúvidas antes mesmo da consulta — porque acreditamos que a prevenção começa na decisão de se cuidar.
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Instituto Medicina em Foco
Rua Frei Caneca, 1380 - Térreo, Consolação, São Paulo - SP (cruzamento com a Av. Paulista) · CEP 01307-002 · São Paulo/SP
11996603770

Conteúdo informativo: não substitui consulta presencial. A conduta é definida após avaliação clínica individualizada.

Fontes e referências

Diretrizes, sociedades médicas e literatura consultadas na elaboração deste conteúdo.

Perguntas frequentes

Sinto vergonha de falar sobre minha vida sexual. Como o médico lida com isso na consulta de PrEP?
O infectologista está treinado para conduzir esse diálogo sem julgamentos. A consulta para PrEP segue os mesmos princípios éticos de qualquer atendimento médico: sigilo absoluto, escuta ativa e foco exclusivo na saúde do paciente. O Código de Ética Médica proíbe qualquer forma de discriminação por orientação sexual ou comportamento. Na prática, quanto mais honesta for a conversa, mais precisa será a avaliação de risco — e mais eficaz será a proteção.
O que significa 'risco aumentado' para HIV e como o médico avalia isso?
Risco aumentado refere-se a comportamentos ou contextos que elevam a probabilidade de exposição ao HIV. O médico avalia fatores como: relações sexuais sem preservativo com parceiros de status sorológico desconhecido, diagnóstico recente de IST, uso anterior de PEP, parceiro com HIV sem supressão viral confirmada e, em alguns contextos, uso de drogas injetáveis. A avaliação é clínica e individualizada — não há fórmula única.
Se eu começar a PrEP, precisarei tomar para sempre?
Não. A duração do uso é definida em conjunto com o médico, com base no seu contexto de vida. A PrEP é indicada enquanto houver risco de exposição ao HIV. Ela pode ser iniciada, pausada ou encerrada conforme as circunstâncias mudam — como o início de um relacionamento monogâmico com parceiro de status conhecido. Cada decisão é discutida na consulta de acompanhamento.
A PrEP protege contra outras ISTs além do HIV?
Não. A PrEP é específica para a prevenção do HIV — não oferece proteção contra sífilis, gonorreia, clamídia, herpes ou HPV. Por isso, o uso de preservativo continua sendo parte importante da estratégia de saúde sexual, mesmo para quem usa PrEP. O acompanhamento trimestral inclui rastreamento dessas outras infecções justamente porque o risco não cessa com a profilaxia. Para comparar cenários com mais segurança, vale revisar Prevenção combinada e saúde sexual
O que acontece se eu parar a PrEP por um tempo e quiser retomar depois?
Ao retomar a PrEP após uma pausa, uma nova avaliação médica é necessária — incluindo teste de HIV atualizado e revisão dos exames de função renal. A proteção cessa gradualmente após a interrupção: para sexo anal, estima-se que leve cerca de 7 dias para atingir nível protetor completo ao reiniciar o esquema diário. Não retome por conta própria sem orientação médica.
A PrEP tem efeitos colaterais que devo conhecer antes de começar?
Na maioria dos casos, a PrEP é bem tolerada. Os efeitos adversos mais comuns nas primeiras semanas incluem leve desconforto gastrointestinal (náusea, diarreia) e dor de cabeça, que tendem a desaparecer em 2 a 4 semanas. O acompanhamento renal é obrigatório, pois uma minoria de pacientes — especialmente com fatores de risco preexistentes — pode apresentar redução da função tubular renal ao longo do tempo.
Quais sinais indicam que preciso procurar o médico antes da consulta trimestral?
Procure atendimento imediato se desenvolver febre, fadiga intensa, gânglios inchados, erupção cutânea ou sintomas de síndrome gripal após uma situação de risco — esses podem ser sinais de infecção aguda pelo HIV. Também procure o médico se houver queda na produção de urina, inchaço nas pernas ou dor nos rins, que podem indicar toxicidade renal ao tenofovir.
Como a PrEP pode impactar meu relacionamento com meu parceiro?
Em relacionamentos sorodiscordantes, a PrEP oferece uma camada adicional de segurança e pode reduzir a ansiedade de ambos os parceiros. A decisão de usar PrEP é pessoal, mas conversar abertamente com o parceiro — e incluí-lo, se possível, nas consultas — fortalece a estratégia de prevenção do casal. O médico pode orientar ambos sobre o conceito I=I (indetectável = intransmissível) quando pertinente.
A PrEP é gratuita pelo SUS ou preciso pagar por ela?
Sim, a PrEP é disponibilizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em unidades de saúde credenciadas — os chamados Serviços de Atenção Especializada (SAE) e Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA). Para quem prefere atendimento privado com acompanhamento especializado e mais personalizado, o medicamento também pode ser obtido em farmácias com prescrição médica.
Preciso levar algum documento ou exame anterior para a primeira consulta?
Depende do seu histórico. Se você já realizou teste de HIV recentemente (últimas 4 semanas), leve o resultado. Exames de função renal anteriores também são úteis, especialmente se houver doença renal prévia. Na ausência de exames, o próprio médico solicitará tudo na consulta inicial — você não precisa chegar com nada pré-determinado. O mais importante é reservar tempo para uma conversa sem pressa.
Aviso médico: este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica presencial. Para diagnóstico e tratamento individualizado, agende avaliação com um profissional habilitado. Dr. Celso Mendanha — CRM-SP 189080 / RQE 101779. Publicado em 29/05/2026. Última revisão: 29/05/2026. O médico atende em diferentes hospitais e unidades parceiras; condições de atendimento, convênios aceitos e valores podem variar conforme o local escolhido. Confirme os detalhes no momento do agendamento.

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