Disfunção erétil: quando procurar o urologista | Dr. José Augusto
A ereção que falha pode antecipar problemas no coração, e isso muda o momento certo de marcar a consulta.
“Muitos homens me procuram após anos de silêncio sobre a dificuldade de ereção. Nesse intervalo, pode passar despercebida uma glicose alta ou uma pressão descontrolada. Por isso, investigo esses dois pontos logo na primeira avaliação.”— Dr. José Augusto
CRM 185703RQE 100170Urologia
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Formação acadêmica
- Residência Médica em Cirurgia Geral na Santa Casa de São Paulo
- Residência em Urologia no Hospital Santa Marcelina de São Paulo
- Fellowship em Cirurgia Robótica em Urologia na Santa Casa de Santos-SP
- Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia no Hospital Albert Einstein
Sociedades médicas
- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia
Onde atende
- Hospital Beneficência Portuguesa, Hospital Santa Catarina, Hospital Sírio Libanês, Rede Dor São Paulo, Hospital Nove de Julho, Instituto Medicina em Foco
Áreas de atuação
- Urologia
Urologia
Sou o Dr. José Augusto, Urologia do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco. No consultório, a pergunta que mais ouço chega tarde: por que esperei tanto?— Dr. José Augusto
A dúvida sobre disfunção erétil: quando procurar o urologista surge quase sempre depois de meses tentando resolver o problema sozinho. Organizei este guia com os sinais que pedem avaliação e com o passo a passo da primeira consulta. Minha formação e meu currículo estão na página do Dr. José Augusto.
Muitos homens chegam acreditando que a falha vem só da idade, mas ela costuma ter causa que dá para investigar. A consulta começa por perguntas simples sobre sono, remédios, cigarro, álcool e qualidade do desejo. Quando a causa envolve vasos ou glândulas, divido o cuidado com o cardiologista e o endocrinologista (médico dos hormônios).
Como funciona
Passo a passo
- 1Conversa inicialO urologista quer saber há quanto tempo a ereção falha, se ela some também ao acordar e em que situações piora.
- 2Exame físicoO médico mede a pressão, examina o pênis e os testículos e procura placas ou alterações de sensibilidade.
- 3Exames de sangueO pedido costuma incluir açúcar no sangue, hemoglobina glicada (média do açúcar nos últimos meses), colesterol e testosterona matinal.
- 4Doppler penianoQuando a causa parece vascular, o ultrassom com Doppler peniano (imagem que mede o fluxo de sangue) avalia as artérias do pênis.
- 5Plano de tratamentoCom os resultados, o urologista explica a causa provável e discute as opções, com ajustes de hábitos e de remédios.
- 6ReavaliaçãoNo retorno, paciente e urologista revisam a resposta da ereção, repetem exames alterados e ajustam o plano.
Disfunção erétil: quando procurar o urologista e quando uma falha é só ocasional
Análise completa
Uma falha isolada acontece com quase todo homem em algum momento. Cansaço, álcool, uma briga recente ou uma noite mal dormida bastam para a ereção não firmar. Quando a dificuldade aparece só nesse contexto e some na vez seguinte, ela costuma ser episódio passageiro.
Sinais de que a falha deixou de ser ocasional
A dificuldade merece atenção quando se repete na maioria das tentativas por várias semanas seguidas. Outro sinal é a perda da ereção matinal (a que surge ao despertar), que sugere causa física. Na rotina clínica, esse detalhe ajuda muito a separar o que vem dos vasos do que vem da cabeça.Alguns quadros justificam uma avaliação com urologista em São Paulo mais cedo, mesmo com poucas falhas. Entram aí diabetes, hipertensão (pressão alta) e colesterol alto, que lesam as artérias do pênis como na aterosclerose (gordura nas artérias). Também contam queda do desejo, ligada à testosterona baixa (hormônio reduzido), e doença de Peyronie (placa que curva o pênis).Quando o lado emocional pesa mais
A ansiedade de desempenho (medo de falhar que trava a própria ereção) aparece muito depois de uma primeira falha. Ela tende a surgir na relação, enquanto a ereção sozinho ou ao acordar segue normal. Quando esse ciclo se repete por semanas, ele também entra na conta da consulta.Disfunção erétil não é o mesmo que falta de desejo ou ejaculação precoce
Análise completa
Quem busca orientação sobre disfunção erétil: quando procurar o urologista às vezes descreve outra queixa com o mesmo nome. A ereção pode estar firme, enquanto falta vontade ou o tempo até a ejaculação é curto.
Três queixas que se confundem
Na disfunção erétil, o pênis não endurece o suficiente ou amolece antes do fim da relação, de forma repetida. O desejo pode continuar presente ou também estar reduzido. Na libido baixa (pouca vontade de ter relação sexual), o interesse cai por semanas ou meses, com ereção preservada ou não.Na ejaculação precoce, o homem termina quase sempre logo após a penetração, com pouco controle e incômodo ao casal. Terminar antes do desejado de vez em quando não fecha esse diagnóstico. A ereção pode ser boa, mas parte dos homens também tem dificuldade para mantê-la.Quando uma queixa puxa a outra
Os quadros se misturam com frequência. A testosterona baixa pode reduzir o desejo e também a firmeza da ereção. Quem tem ejaculação precoce pode, por medo de terminar cedo, desenvolver ansiedade de desempenho e passar a perder a ereção.Remédios também confundem o quadro, como alguns antidepressivos, que podem reduzir a libido e atrasar a ejaculação. Os materiais da Sociedade Brasileira de Urologia descrevem avaliação e tratamento próprios para cada uma dessas queixas. Por isso, o diagnóstico começa separando o que falha: desejo, ereção ou controle da ejaculação, às vezes mais de um.Anotar antes da consulta o que muda em cada relação ajuda o urologista a fazer essa separação. Vale registrar se a ereção matinal continua, se há vontade e quanto tempo dura a penetração. A avaliação com urologista pela Unimed Nacional em São Paulo segue o mesmo roteiro de perguntas.
Sinais que pedem avaliação mais rápida e quando ir ao pronto-socorro
Análise completa
A maioria dos casos de dificuldade de ereção permite marcar a consulta com calma. Quem pesquisa disfunção erétil: quando procurar o urologista precisa reconhecer as exceções, porque algumas mudam o prazo de semanas para horas. Os sinais abaixo ajudam a separar cada situação.
Sinais que pedem consulta em poucos dias
A falha que começa de repente, sem relação com estresse ou álcool, foge do padrão lento das causas ligadas aos vasos. Ela pode vir de um remédio novo, de cirurgia na próstata ou no intestino, ou de lesão nos nervos. Dor no pênis durante a ereção, mesmo sem curvatura, também entra nesse grupo.Quando ir direto ao pronto-socorro
O priapismo (ereção dolorosa que não cede) que passa de quatro horas compromete a oxigenação do pênis. A fratura peniana (rompimento da capa dos tecidos eretores) durante a relação causa estalo, perda súbita da ereção e mancha roxa. Os dois quadros ameaçam a capacidade de ereção futura.A dormência nova no períneo (área entre o saco escrotal e o ânus) ou nas nádegas pede atendimento imediato. Ela pode indicar compressão grave de nervos na base da coluna, mesmo sem alteração na urina ou nas fezes. A perda do controle da urina ou das fezes reforça a urgência.Dor ou aperto no peito, falta de ar ou desmaio durante a relação podem indicar angina (dor por pouco sangue no coração).As orientações do National Institutes of Health tratam o priapismo, a fratura peniana e a dor no peito como emergência. Ao chegar, avise a equipe se usou remédio para ereção, porque ele interage com nitratos (remédios que dilatam as artérias do coração).Urologista, clínico geral ou psicólogo: por onde começar
Análise completa
O urologista é o especialista indicado para a primeira avaliação da ereção, porque examina o pênis, os testículos e a próstata. Uma revisão comparativa das diretrizes internacionais mostra que elas coincidem em pedir história clínica, exame físico e exames de sangue.
Quando o clínico geral pode abrir a investigação
O clínico geral também pode abrir a investigação, sobretudo quando já acompanha diabetes, hipertensão ou colesterol alto. Os exames de glicose, colesterol e testosterona feitos com ele servem na consulta urológica e evitam repetição.Quando entram o cardiologista e o endocrinologista
O cardiologista entra quando há dor no peito, falta de ar aos esforços ou doença cardíaca já conhecida. Também participa quando vários fatores de risco se somam, como cigarro, pressão alta e diabetes. Ele avalia se o coração tolera o esforço da relação sexual, o que pesa na escolha do remédio para ereção.O endocrinologista (médico dos hormônios) participa quando a testosterona vem baixa ou o diabetes segue descontrolado. O excesso de prolactina (hormônio que pode reduzir o desejo) e problemas na tireoide também levam a esse especialista.O papel do psicólogo e o que mais o urologista trata
O psicólogo pode participar desde o início quando ansiedade de desempenho, depressão ou conflitos do casal pesam na falha. A terapia sexual (acompanhamento focado na vida sexual) é uma das abordagens usadas nesses casos.A resposta para disfunção erétil: quando procurar o urologista passa também pela saúde urinária, que o mesmo especialista acompanha. Ele trata próstata aumentada e infecções urinárias, e realiza a cirurgia de pedra no rim a laser. Quem tem sintomas urinários e falha de ereção cuida das duas queixas no mesmo acompanhamento.O que acontece na primeira consulta e quais exames costumam ser pedidos
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O urologista começa perguntando quando a dificuldade surgiu, se veio de repente ou aos poucos, e com que frequência a ereção falha. Ele quer saber se o desejo continua e se as ereções espontâneas (as que surgem ao acordar ou à noite) seguem presentes.A conversa cobre ainda as doenças conhecidas e os remédios em uso. Remédios para pressão e próstata, antidepressivos e anabolizantes (hormônios usados para ganhar músculo) entram na lista, porque alguns interferem na ereção.
Questionário e exame físico
O urologista pode aplicar o Índice Internacional de Função Erétil (questionário curto que pontua a qualidade da ereção).No exame, o médico avalia o tamanho dos testículos, os pelos do corpo e as mamas, que dão pistas hormonais. O toque retal (exame da próstata pelo reto) depende da indicação clínica, como sintomas urinários ou suspeita de alteração na próstata.Exames de sangue e de imagem
O pedido inicial costuma reunir glicemia de jejum (açúcar no sangue em jejum), hemoglobina glicada e perfil lipídico (colesterol e triglicérides). A testosterona total é colhida pela manhã, quando o nível fica mais alto. Se vier baixa, o exame costuma ser repetido junto com prolactina e LH (hormônio que comanda os testículos).O ultrassom com Doppler peniano é feito após uma injeção que provoca a ereção. Ele mede a força do sangue que chega pelas artérias e mostra se o pênis consegue retê-lo. O exame ajuda quando o remédio oral não traz resposta, quando há curvatura do pênis ou quando a causa segue incerta.Exame de urina e creatinina (marcador da função dos rins) entram no pedido de quem tem diabetes ou pressão alta. Alterações nos rins vistas em exames de imagem seguem outro roteiro, descrito no guia de cirurgia robótica de rim em São Paulo.Para escrever esta parte consultamos material de referência clínica.Por que não tomar sildenafil ou tadalafil por conta própria
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O sildenafil e o tadalafil pertencem ao grupo dos inibidores da PDE5 (enzima que desfaz o relaxamento das artérias do pênis). Eles aumentam o fluxo de sangue durante o estímulo sexual, mas também dilatam vasos em outras partes do corpo. Por esse efeito, o mesmo comprimido que ajuda na ereção pode derrubar a pressão em quem usa certos remédios.
A interação perigosa com nitratos
Nitratos como a nitroglicerina e o dinitrato de isossorbida tratam a angina. Somados a sildenafil ou tadalafil, provocam queda brusca da pressão, com risco de desmaio e infarto. O consenso internacional de medicina sexual 2024 contraindica essa combinação, e o efeito do tadalafil pode durar até 36 horas.O nitrito de amila (poppers, inalante usado em festas) tem o mesmo efeito dos nitratos sobre a pressão. A combinação com remédios para ereção traz o mesmo risco de desmaio.Outros riscos de usar sem avaliação
Os alfabloqueadores (remédios que relaxam a próstata e baixam a pressão), como a doxazosina, também somam efeito com esses comprimidos. Dor de cabeça, rosto vermelho, nariz entupido e alteração visual passageira aparecem com frequência. O priapismo, mais raro, também pode acontecer.Suplementos vendidos como naturais para potência não passam pelos testes exigidos dos medicamentos. Fiscalizações já encontraram sildenafil e tadalafil escondidos nesses produtos, em doses desconhecidas. Quem usa nitrato e toma um desses produtos fica exposto à mesma interação sem saber.O que o comprimido deixa de mostrar
A falha de ereção pode ser o primeiro sinal de diabetes ou de doença nas artérias do coração. O comprimido pode devolver a firmeza e deixa essa causa sem diagnóstico. Entender o papel do urologista na saúde masculina ajuda a levar a queixa ao especialista antes da primeira receita.Opções de tratamento depois do diagnóstico
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As diretrizes francesas de tratamento da ereção 2025 organizam as opções em degraus, do menos ao mais invasivo. Comprimidos vêm antes das injeções, e a cirurgia fica para quem não responde a elas. A escolha considera ainda a causa, as outras doenças e a preferência do casal.
Hábitos e remédios que atrapalham
Cigarro, sedentarismo e excesso de peso lesam aos poucos as artérias do pênis. Parte dos homens recupera a firmeza com perda de peso, atividade física e controle da glicose. Em alguns casos, a causa está num remédio para pressão ou num antidepressivo em uso.Comprimidos e reposição hormonal
Os inibidores da PDE5, como sildenafil e tadalafil, são os comprimidos mais usados e precisam de estímulo sexual para agir. A terapia sexual trata a ansiedade de desempenho e pode caminhar junto com o remédio. A reposição de testosterona corrige o hormônio baixo e pode melhorar o desejo.Injeções, vácuo e prótese
A injeção intracavernosa (aplicação de remédio direto no corpo do pênis) usa remédios como o alprostadil e provoca ereção em poucos minutos. A bomba de vácuo (cilindro que puxa sangue para o pênis) funciona como alternativa sem remédio para quem evita injeções. A prótese peniana (implante colocado por cirurgia dentro do pênis) fica como último degrau.A terapia por ondas de choque (pulsos de energia aplicados no pênis) ainda tem resultados variáveis entre os estudos.Consulta, exames e retornos costumam seguir as regras de cada plano de saúde. O guia sobre urologista pela NotreDame Intermédica em SP explica o acesso por esse convênio.Como se preparar para a consulta com o urologista
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A avaliação da ereção depende muito do que o paciente consegue relatar. Uma lista escrita evita esquecimentos causados pelo constrangimento ou pela pressa da conversa. Ela também permite comparar o quadro no retorno, com datas e detalhes.
Sintomas e linha do tempo
Registre quando a falha começou, se surgiu de repente ou aos poucos e em quantas tentativas ela aparece por mês. Anote também se a ereção se mantém na masturbação, dado que ajuda a separar causa física de emocional. Dor, curvatura nova ou sangue no sêmen entram na lista com a data em que surgiram.Doenças, cirurgias e exames anteriores
Leve os diagnósticos já conhecidos, como diabetes, hipertensão, colesterol alto, depressão ou apneia do sono (pausas na respiração durante o sono). Inclua cirurgias na pelve (parte baixa da barriga) e a prostatectomia (retirada da próstata), que podem lesar nervos da ereção. Exames de sangue e laudos recentes, impressos ou no celular, evitam repetir coletas.Quem já passou por procedimento urológico pode levar o relatório da operação. O texto sobre situações que levam à cirurgia urológica mostra os casos mais comuns.Remédios e hábitos
Na lista de remédios, vale anotar nome, dose e horário, incluindo colírios, suplementos e comprimidos para ereção já testados. Para esses comprimidos, conte quanto tomou, como a ereção respondeu e quais incômodos apareceram.Nos hábitos, informe cigarros por dia, copos de bebida por semana, uso de poppers ou outras drogas e horas de sono. A atividade física semanal e a variação recente de peso completam o retrato. Responder com números deixa a conversa mais objetiva do que descrever tudo como pouco ou muito.Dúvidas sobre tratamento, retorno e participação da parceria também cabem na folha, para não ficarem esquecidas. A parceria pode acompanhar a consulta, se o paciente quiser.Atendimento no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco
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A dificuldade de ereção costuma envolver vasos, hormônios e emoções ao mesmo tempo. Uma estrutura multidisciplinar (equipe de várias especialidades) permite que o urologista conduza a investigação e acione outros médicos. Cardiologista, endocrinologista e psicólogo entram conforme o que a avaliação encontrar, sem que o paciente recomece a história do zero.
Como a integração funciona na prática
Os exames de sangue e o Doppler peniano feitos na investigação acompanham o paciente quando outro especialista entra no cuidado. O cardiologista recebe o relato da queixa e os fatores de risco já levantados. O endocrinologista parte da testosterona e da glicose medidas, sem repetir coletas sem motivo.Quando a ansiedade de desempenho pesa, o psicólogo trabalha em paralelo ao tratamento médico. Os retornos com o urologista seguem marcados para revisar a resposta da ereção. Assim, a parte emocional e a parte física são tratadas no mesmo plano, sem uma esperar pela outra.Como marcar a avaliação
Quem pretende usar o plano de saúde encontra no guia de urologista que atende convênio as orientações sobre agendamento e autorização.Dr. José Augusto atende em Urologia no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, com apoio de equipe multidisciplinar. Antes de marcar, veja o que a Urologia avalia e quando buscar a primeira consulta. Agende sua avaliação para investigar a causa da falha de ereção e montar o plano de cuidado.O que dizem os pacientes
★★★★★
Fui acompanhado pelo Dr. José Augusto da Silva e por toda a sua equipe durante o meu tratamento. Recebi explicações claras sobre cada etapa e fui atendido com atenção e respeito do início ao fim.— Guilherme G (dez/2025)
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Fui atendida desde a urgência com atenção e organização, e recebi acompanhamento em todas as etapas do tratamento.— Aline Franco (dez/2025)
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Fui bem recebido pela equipe e recebi orientações claras sobre o meu caso. O atendimento foi atencioso do início ao fim.— Joao Roberto (mai/2026)
Agende sua avaliação com Dr. José Augusto
Consulta com Dr. José Augusto, Urologia, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo.
Atendimento humanizadoAvaliação individualizadaPlano terapêutico personalizado
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Rua Frei Caneca, 1380 · Consolação, São Paulo — SP+551132893195
Perguntas frequentes
Disfunção erétil: quando procurar o urologista se a falha aparece só às vezes?
Uma falha isolada depois de álcool, cansaço ou briga costuma ser passageira. Ainda assim, a consulta vale sempre que a dificuldade incomoda, preocupa ou se repete. Dor, curvatura, queda do desejo, diabetes, pressão alta ou perda da ereção ao acordar justificam marcar a avaliação mais cedo.
Com que idade a dificuldade de ereção começa a aparecer?
A dificuldade de ereção fica mais comum com os anos, mas aparece em homens de 20 ou 30 anos. Em jovens, ansiedade, cigarro, álcool e uso de anabolizantes (hormônios para ganhar músculo) pesam bastante. A idade sozinha não explica a falha, e por isso a investigação vale em qualquer faixa.
Homem jovem precisa ir ao urologista por falha de ereção?
Sim, quando a falha se repete por semanas. Em homens jovens, a ereção ao acordar costuma se manter quando a causa é emocional, e esse dado orienta a conversa. Diabetes e alterações da testosterona também aparecem antes dos 40 anos, por isso os exames de sangue entram na avaliação.
Disfunção erétil tem tratamento?
Na maioria dos casos, sim. Quando a causa é um remédio, um hormônio baixo ou um hábito como o cigarro, ajustar esse ponto pode devolver a ereção. Nas causas ligadas à aterosclerose (gordura nas artérias), o controle costuma ser contínuo, como acontece com a hipertensão.
O plano de saúde cobre a consulta, os exames e a cirurgia?
A cobertura de consulta e exames depende do contrato e das regras de cada operadora. Em cirurgias, como a prótese peniana (implante colocado dentro do pênis), a autorização do plano cobre a internação hospitalar. Material, aluguel de equipamentos e honorários médicos podem ser cobrados à parte.
Andar muito de bicicleta pode atrapalhar a ereção?
Pedaladas longas em selim estreito podem comprimir o períneo (área entre o saco escrotal e o ânus). Nessa região passam nervos e artérias que levam sangue e sensibilidade ao pênis. Se a falha persiste fora dos dias de pedal, conte ao urologista quantas horas por semana você pedala.
Masturbação frequente causa dificuldade de ereção?
Masturbação frequente, por si só, não lesa vasos nem nervos e não costuma causar dificuldade de ereção. Alguns homens mantêm a ereção sozinhos e a perdem com a parceria. Esse padrão costuma envolver ansiedade de desempenho (medo de falhar que trava a ereção) e merece conversa franca com o urologista.
O exame físico é desconfortável?
O exame do pênis e dos testículos é rápido, feito com o paciente deitado ou em pé, e não dói. O toque retal (exame da próstata pelo reto) entra só em situações específicas, como sintomas urinários. O paciente pode pedir explicação antes de cada etapa.
A doença de Peyronie tem relação com a falha de ereção?
A doença de Peyronie (placa que endurece e curva o pênis) pode dificultar a penetração e se somar à falha de ereção. Na fase inicial, costuma haver dor durante a ereção e curvatura que muda em semanas. Avaliar cedo permite acompanhar a curva e checar o fluxo pelo Doppler peniano (ultrassom do sangue no pênis).
Quanto tempo leva para descobrir a causa?
A primeira consulta levanta as suspeitas, e os exames de sangue costumam ficar prontos em poucos dias. Com os resultados, o retorno aponta a causa provável em muitos casos. Quando o quadro mistura vasos, hormônios e ansiedade, o Doppler peniano e outros especialistas podem alongar esse prazo.