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Dra. Natalia Pacheco Grine | Otorrinolaringologista SP

O que a família consegue observar em casa e que muda a conversa dentro do consultório.

“Quase sempre quem percebe primeiro é a família: alguém nota que o outro pede para repetir a frase, ou que o ronco mudou de padrão. Peço que tragam isso anotado, porque esse detalhe costuma direcionar a consulta.”— Natalia Pacheco Grine

CRM 140055RQE 105145Otorrinolaringologia
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9 min de leituraRevisado por Natalia Pacheco GrineCRM 140055 · RQE 105145Atualizado em 11 de setembro de 20262 referências citadas
Sumário
  1. Quem é a Dra. Natalia Pacheco Grine e onde ela atende
  2. Titulação em otorrinolaringologia: o que conferir
  3. Nariz, garganta e ouvido: o que a otorrino avalia
  4. Sinusite: quando o resfriado deixa de ser resfriado
  5. Sinais no ouvido que a família percebe primeiro
  6. Garganta, voz e ronco: o que observar em casa
  7. Como a família pode organizar a consulta
  8. Como é a consulta e quais exames podem entrar
  9. Especialista do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco

Agende sua avaliação com Dra. Natalia

Otorrinolaringologia
Atendo muitas consultas em que quem fala primeiro é o filho ou o marido, não o paciente. Eles chegam depois de meses de nariz entupido, achando que aquilo já virou normal. Observo que o relato de casa traz o detalhe que o exame não mostra: a hora em que piora.

— Natalia Pacheco Grine

Nariz entupido há semanas, dor de ouvido e garganta arranhada cansam a casa inteira. A Dra. Natalia Pacheco Grine é otorrinolaringologista e atende esses quadros de nariz, garganta e ouvido em São Paulo. Quem acompanha o paciente costuma ser a peça que falta para a consulta render.
Em casa, a família enxerga o que o paciente minimiza: o ronco que mudou, o pedido para repetir frases, a voz rouca que já dura semanas. Observar, anotar e perguntar são tarefas de quem acompanha. As seções seguintes organizam o que olhar, o que levar e quando buscar uma segunda avaliação.
Como funciona

Passo a passo

  • 1Observar em casa

    Nas semanas anteriores, a família anota sintomas, horários de piora e o que já foi usado.

  • 2Reunir exames

    Exames antigos, receitas e relatórios entram em uma pasta única para a consulta.

  • 3Consulta

    História clínica detalhada com paciente e acompanhante, seguida do exame de nariz, garganta e ouvido.

  • 4Exame direto

    Otoscopia e, quando necessário, endoscopia nasal são feitas na própria sala.

  • 5Plano escrito

    O paciente sai com conduta, sinais de alerta e data de retorno registrados no papel.

  • 6Retorno

    A reavaliação confere a resposta ao tratamento e ajusta o que não funcionou.

01

Quem é a Dra. Natalia Pacheco Grine e onde ela atende

Análise completa

Otorrinolaringologista, ela atende em São Paulo adultos, crianças e idosos com queixas de nariz, garganta e ouvido. O motivo se repete: algo que não passa e já atrapalha o sono ou o trabalho.

Onde a consulta acontece

O atendimento ocorre dentro da estrutura do Instituto Medicina em Foco, que reúne várias especialidades no mesmo endereço. Quando o quadro pede outra área, o encaminhamento é interno, como no acompanhamento feito pelo ortopedista de quadril em São Paulo.

Quem costuma marcar a consulta

Boa parte dos contatos parte da família, não do paciente. Quem busca por Natalia Pacheco Grine em São Paulo costuma ser o filho, o cônjuge ou o cuidador. Essa presença é bem-vinda, porque quem convive enxerga o que o paciente minimiza.

02

Titulação em otorrinolaringologia: o que conferir

Análise completa

A formação segue um caminho fixo: graduação em Medicina, residência médica em otorrinolaringologia e, depois, o título de especialista. Cada etapa deixa registro público, e é isso que a família consegue conferir.

O que a sigla ORL quer dizer

ORL é a abreviação de otorrinolaringologia, a área que cuida de orelha (ouvido), nariz e faringe (garganta). A Associação Brasileira de Otorrinolaringologia reúne os especialistas do país. O material de orientação ao paciente da entidade, consultado em 2026, ajuda a traduzir os termos do relatório.

Como a família confere antes de marcar

Procure o nome completo, a especialidade declarada e o endereço de atendimento. A mesma checagem vale para outras queixas, como no texto sobre qual médico trata candidíase no homem.

Otorrinolaringologista examinando o ouvido de paciente no consultório — Dra. Natalia Pacheco Grine
Otorrinolaringologista examinando o ouvido de paciente no consultórioAgende sua avaliação com Dra. Natalia →
03

Nariz, garganta e ouvido: o que a otorrino avalia

Análise completa

Nariz, garganta e ouvido se comunicam por dentro, e isso explica por que uma queixa puxa a outra. A tuba auditiva liga o fundo do nariz ao ouvido médio. Quando ela entope, vem a sensação de pressão e o som abafado.

Quando a dor engana

Dor de ouvido nem sempre nasce no ouvido: amígdala inflamada e a articulação da mandíbula doem ali também. O mesmo fenômeno aparece em outras áreas, como na dor no braço que vem do pescoço. Por isso a consulta examina os três territórios, mesmo com queixa de um só.

Mapa rápido dos sintomas de casa

Sintoma observado em casa Território provável Sinal que pede avaliação
Nariz entupido que não cede Nariz e seios da face Entope sempre do mesmo lado
Pede para repetir frases Ouvido Audição cai de um lado só
Voz rouca que se arrasta Garganta e laringe Rouquidão por semanas, sem resfriado
Ronco alto com pausas Via aérea superior Sonolência durante o dia
04

Esta orientação acompanha Treatment of Allergic Rhinitis in Clinical (2024), fonte consultada para esta seção.

Sinusite: quando o resfriado deixa de ser resfriado

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Resfriado e sinusite começam parecidos e se separam adiante. O resfriado vai cedendo aos poucos, enquanto a sinusite ganha dor facial, pressão ao abaixar a cabeça e obstrução que não afrouxa.

Sinais que mudam a conduta

Três padrões chamam atenção: piora depois de uma melhora, dor de um lado do rosto e febre que volta. O material internacional de educação ao paciente, consultado em 2026, descreve esse desenho clássico. Diante desse conjunto, a avaliação presencial deixa de ser opcional.

Quando o quadro volta sempre

Episódios repetidos costumam ter outro pano de fundo: desvio de septo, rinite mal controlada e alergia entram na conta. A família ajuda lembrando quantas vezes aconteceu no ano e o que já foi usado.

05

Sinais no ouvido que a família percebe primeiro

Análise completa

Quem mora junto costuma notar a perda auditiva antes de o paciente admitir. O sinal aparece na rotina, não no discurso: conversa em restaurante que virou tortura e legenda ligada na televisão.

Zumbido, tontura e a pergunta sobre cura

Zumbido de um lado só, somado à queda de audição, entra no grupo que pede avaliação sem espera longa. A dúvida sobre cura é a mesma que aparece quando se discute se a artrose no quadril tem cura. O alvo, aqui, é controlar o sintoma e tratar a causa identificada.

O que observar em casa

O cotonete empurra a cera para o fundo e costuma criar o tampão que pretendia evitar. Quem convive percebe antes e consegue dizer de que lado a audição falha.

06

O que está descrito acima segue Clinical Practice Guideline: Age-Related Hearing Loss (2024), referência usada nesta seção.

Garganta, voz e ronco: o que observar em casa

Análise completa

A garganta acumula funções que competem entre si: engolir, falar e respirar. Quando uma falha, as outras denunciam, e a refeição começa a demorar mais do que o normal.

Sinal agudo e sinal que se arrasta

Dor de garganta com febre e dificuldade para engolir tem janela curta de avaliação. O relógio conta em qualquer quadro agudo, raciocínio que também vale para a entorse de tornozelo. Já a rouquidão que persiste por semanas, sem resfriado ativo, segue outro caminho: investigar a laringe.

Ronco: quando deixa de ser piada

Ronco alto com pausas na respiração, somado à sonolência diurna, é o conjunto que mais preocupa. Quem dorme ao lado é a melhor testemunha, porque só essa pessoa vê a pausa acontecer.

07

Para escrever esta parte consultamos Streptococcal Pharyngitis: Rapid Evidence Review (2024).

Como a família pode organizar a consulta

Análise completa

Chegar com informação organizada muda o rendimento do encontro. O que o médico precisa saber raramente cabe na memória de quem está ansioso na cadeira.

A linha do tempo

Anote quando começou, o que piora, o que melhora e o que já foi usado. A lógica é a mesma do roteiro de preparo para a consulta com hematologista, publicado aqui no site.

As perguntas que valem a pena

Cinco perguntas resolvem a maior parte da angústia da família:

  • O que exatamente está acontecendo?
  • Por que isso apareceu agora?
  • Qual o plano para as próximas semanas?
  • O que observar em casa?
  • Quando voltar e com quais exames?
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Como é a consulta e quais exames podem entrar

Análise completa

A consulta começa pela história e termina no exame de nariz, garganta e ouvido, feito na própria sala. Otoscópio e espelho dão boa parte da resposta em poucos minutos.

O exame feito no consultório

A endoscopia nasal (exame com uma câmera fina, feito no consultório, que olha por dentro do nariz) permite ver o fundo do nariz e a laringe sem internação. O acompanhante pode ficar na sala e ouvir a explicação junto com o paciente.

Quando a imagem ajuda

Tomografia e audiometria não são rotina e entram quando há pergunta clara a responder. A decisão segue a mesma lógica descrita em como decidir entre exames de investigação: pedir exame sem hipótese só adia a conduta.

09

Esta orientação acompanha High-flow nasal cannula therapy for infants (2024), fonte consultada para esta seção.

Especialista do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco

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A otorrinolaringologia raramente trabalha sozinha. Alergia, refluxo, apneia do sono e tireoide encostam no mesmo território, e a resposta melhora quando as áreas conversam entre si.

O que muda para o paciente

Exames e relatórios ficam reunidos, e o encaminhamento acontece entre colegas que já se falam. Esse trânsito aparece em outras rotas do site, como em quando o ginecologista encaminha ao infectologista. A médica integra esse corpo clínico e divide a decisão com as demais especialidades da casa.

Quando pedir segunda opinião

Três situações justificam: sintoma que não responde, indicação cirúrgica sem exame que a sustente e diagnóstico que muda a cada consulta. O mesmo raciocínio aparece em quando o tratamento indicado não melhora. Leve exames, relatórios e a lista de medicamentos.

Próximo passo

Agende sua avaliação com Natalia Pacheco Grine

A avaliação reúne história clínica, exame de nariz, garganta e ouvido no consultório e um plano escrito para levar para casa. Quem acompanha o paciente participa da conversa.

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Perguntas frequentes

Como encontrar uma otorrinolaringologista em São Paulo?

Procure pelo nome do especialista somado à cidade e confira o registro profissional antes de marcar. Vale considerar a distância de casa ou do trabalho, porque quadros de nariz e ouvido costumam pedir retorno. O mesmo caminho de escolha aparece em qual médico procurar em São Paulo.

Quem procura a Dra. Natalia Pacheco Grine precisa de encaminhamento?

Não é preciso encaminhamento para marcar uma avaliação particular com a otorrino. Quando o paciente vem por indicação do clínico ou do pediatra, o relatório ajuda e adianta a investigação. Planos de saúde podem exigir guia própria, o que não muda a preparação da consulta.

A otorrinolaringologista atende crianças e idosos?

Sim. A especialidade cobre todas as idades, porque nariz, garganta e ouvido adoecem da infância à velhice. Em criança, a queixa costuma chegar pela escola e pelo ronco; em idoso, pela audição e pelo engasgo.

Posso acompanhar meu familiar na consulta de otorrino?

Sim, e isso costuma melhorar o resultado da consulta. Quem convive descreve o ronco, a hora em que o sintoma piora e o remédio que ficou sobrando na gaveta. O paciente continua sendo o protagonista da conversa e das decisões.

Qual a diferença entre resfriado e sinusite?

O resfriado melhora de forma progressiva, com coriza clara e pouca dor no rosto. Na sinusite aparece dor facial concentrada, pressão ao abaixar a cabeça e, com frequência, piora depois de uma melhora inicial.

Nariz entupido sempre do mesmo lado é sinal de alerta?

Obstrução fixa em uma narina merece avaliação, porque foge do padrão normal de alternância entre os lados. Desvio de septo, pólipo e rinite assimétrica entram na lista de hipóteses. Sangramento repetido do mesmo lado aumenta a prioridade.

Perda de audição em um ouvido só pede avaliação rápida?

Sim. Queda súbita de audição de um lado é das poucas situações da otorrinolaringologia em que o tempo até o atendimento pesa muito. Zumbido novo no mesmo lado reforça a necessidade de consulta próxima.

Rouquidão que não passa precisa ser investigada?

Rouquidão que se arrasta por semanas, sem resfriado ativo, merece exame da laringe. A investigação é simples e feita em consultório, com endoscopia. Quem usa a voz no trabalho e quem fuma tem ainda mais motivo para antecipar a avaliação.

O que levar na primeira consulta?

Leve exames anteriores, relatórios, a lista completa de medicamentos e a linha do tempo dos sintomas. Anotar quando começou e o que piora evita depender da memória na hora da conversa.

Quando faz sentido pedir uma segunda opinião?

Quando o tratamento não responde, quando há indicação cirúrgica sem exame que a sustente e quando o diagnóstico muda a cada consulta. Pedir outra avaliação faz parte do processo e não ofende o médico assistente.