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Médico de Coluna em São Paulo | Dr. Pedro Henrique Correa

Por que a maioria das dores de coluna não é cirúrgica — e quando o especialista entra em cena.

“Atendo com frequência quem já rodou por dois ou três especialistas sem entender de quem era o problema. Explico que a coluna é cuidada por mais de uma área. Na maioria dos quadros, a solução vem do tratamento bem conduzido — não do bisturi.”

CRM 213158RQE 87090Ortopedista Especialista em Coluna
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Formação acadêmica
  • Hospital Universitário da UNIFESP (Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia)
  • UNIFESP (Fellowship em Cirurgia da Coluna)
Títulos de especialista
  • Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia pela SBOT
  • Título de Especialista da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC)
Sociedades médicas
  • Membro da North American Spine Society
  • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT)
  • Membro da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC)
Onde atende
  • Instituto Medicina em Foco | Corpo Clínico dos Hospitais Albert Einstein, Alemão Oswaldo Cruz e Nove de Julho.
Áreas de atuação
  • Ortopedista especialista em coluna
Escutar post12:51
Dr. Pedro Henrique Correa, Ortopedista especialista em coluna — médico de coluna
8 min de leituraRevisado por Dr. Pedro Henrique CorreaCRM 213158 · RQE 87090Atualizado em 18 de agosto de 20267 referências citadas
Sumário
  1. Médico de coluna: ortopedista, neurocirurgião ou neurologista?
  2. Quando a dor nas costas exige um especialista
  3. O que o especialista em coluna trata
  4. Como o especialista chega ao diagnóstico da coluna
  5. Tratamento sem cirurgia: a primeira linha na maioria dos casos
  6. Quando a cirurgia de coluna é indicada de verdade
  7. Como escolher e avaliar o especialista de coluna
  8. Coluna e convênio: o que muda no acesso ao especialista
  9. Dr. Pedro Correa no Instituto Medicina em Foco

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Ortopedista especialista em colunaOrtopedia de coluna

Recebo no consultório pacientes que já consultaram dois ou três profissionais diferentes. Muitos não sabem se o problema era com ortopedista, neurologista ou neurocirurgião. Minha tarefa começa por traduzir o sintoma em diagnóstico. Só então aponto o caminho, que na maioria das vezes não passa pelo centro cirúrgico.

— Dr. Pedro Henrique Correa
Um médico de coluna é o especialista que diagnostica e trata as doenças da coluna vertebral. Ele cuida de dores mecânicas, hérnias e deformidades. Este artigo explica qual profissional procurar em cada situação e os exames que sustentam o diagnóstico. Também mostra os critérios que separam quem precisa de cirurgia de quem não precisa.
No Instituto Medicina em Foco, esse cuidado acontece dentro de um corpo clínico multidisciplinar. Avaliação criteriosa, diagnóstico por imagem e plano terapêutico individualizado caminham juntos. A mesma equipe acompanha do primeiro exame ao pós-operatório.
Como funciona

Passo a passo

  • 1Primeira consulta

    Avaliação com o médico de coluna: exame físico e escuta do histórico da dor.

  • 2Diagnóstico

    Correlação entre o exame físico e a ressonância magnética.

  • 3Plano conservador

    Fisioterapia, infiltrações e medicação por seis a doze semanas.

  • 4Reavaliação

    Análise da resposta ao tratamento antes de qualquer decisão cirúrgica.

  • 5Cirurgia, se preciso

    Indicação baseada em déficit neurológico ou falha do conservador.

  • 6Acompanhamento

    Seguimento do pós-operatório com a mesma equipe.

01

Médico de coluna: ortopedista, neurocirurgião ou neurologista?

Análise completa

Um mesmo paciente com dor lombar pode ser encaminhado ao ortopedista, ao neurologista ou ao neurocirurgião. A confusão é legítima, porque as três especialidades se sobrepõem na coluna vertebral. A diferença está no que cada um faz diante do mesmo sintoma.

O papel de cada especialidade

EspecialidadeO que fazQuando procurar
Ortopedista de colunaDiagnostica e trata doenças mecânicas e degenerativas; opera quando indicadoDor persistente, hérnia, estenose, escoliose, fratura
NeurocirurgiãoAtua na compressão neural, tumores e déficits neurológicosCompressão medular ou radicular com perda de força
NeurologistaTrata dor neuropática e doenças neurológicas, sem operarFormigamento e dor irradiada sem indicação cirúrgica
FisiatraConduz reabilitação e tratamento não cirúrgicoRecuperação funcional e dor crônica

Quem chega com dor nas costas pela primeira vez costuma começar pelo clínico ou pelo ortopedista. O encaminhamento ao especialista cirúrgico só ocorre quando há sinal de alerta ou falha do tratamento conservador. Para entender o fluxo completo, consulte o guia completo do especialista em coluna.

02

Quando a dor nas costas exige um especialista

Análise completa

Nem toda dor nas costas precisa de especialista. A lombalgia mecânica — o tipo mais comum — tende a melhorar sozinha em quatro a seis semanas. Analgesia simples e manutenção das atividades leves costumam bastar.

Sinais de alarme que pedem avaliação imediata

  • Perda de força progressiva em pernas ou braços;
  • Alteração do controle da bexiga ou do intestino, ou anestesia em sela (perda de sensibilidade na região íntima);
  • Dor que piora à noite ou não alivia em repouso;
  • Febre, perda de peso inexplicada ou histórico de câncer.

Esses critérios ajudam a reconhecer causas graves, como aponta o estudo de 2023 sobre sinais de alarme. Fora deles, a dor que persiste além de seis semanas é o ponto que justifica procurar o especialista.

Especialista em coluna examinando paciente em consultório — médico de coluna
Especialista em coluna examinando paciente em consultórioAgende sua avaliação com Dr. Pedro →
03

O que o especialista em coluna trata

Análise completa

A atuação do especialista cobre um espectro amplo: da dor mecânica que não melhora à deformidade que progride. Conhecer o problema pelo nome ajuda a entender por que a conduta varia tanto de um caso para outro.

As condições mais comuns

  • Hérnia de disco: o núcleo do disco extravasa e pode comprimir a raiz nervosa;
  • Estenose de canal lombar: estreitamento do canal por onde passam os nervos;
  • Espondilolistese: deslizamento de uma vértebra sobre a outra;
  • Escoliose: curvatura lateral da coluna, que pode progredir no adulto.

Para cada uma delas, o tratamento começa pelo conservador na maior parte dos casos. A avaliação do abaulamento discal explica uma dessas condições, frequente em adultos.

04

Como o especialista chega ao diagnóstico da coluna

Análise completa

O caminho diagnóstico começa pela conversa: onde dói, quando começou, o que piora e o que alivia. O exame físico vem em seguida, com manobras que reproduzem a dor e localizam a raiz comprometida.

O papel de cada exame

  • Radiografia: alinhamento, fraturas e sinais de instabilidade;
  • Ressonância magnética (exame de imagem detalhado, sem radiação): disco, canal, nervos e sinais inflamatórios;
  • Tomografia: detalhe ósseo fino, útil para planejar cirurgia;
  • Eletroneuromiografia: função dos nervos, quando há dúvida sobre a raiz.

A regra clínica é uma só: um achado de imagem só tem valor quando explica o sintoma do paciente. Uma hérnia pequena pode doer muito, e uma hérnia grande pode ser silenciosa. É o estudo de 2023 sobre sintoma e imagem que orienta a conduta.

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Tratamento sem cirurgia: a primeira linha na maioria dos casos

Análise completa

Para a grande maioria dos pacientes, o tratamento começa — e termina — fora do centro cirúrgico. Fisioterapia com estabilização do core, infiltrações guiadas por imagem e uso criterioso de anti-inflamatórios são o eixo do tratamento conservador.

O que compõe o tratamento conservador

  • Fisioterapia com exercícios de estabilização segmentar;
  • Infiltração guiada com corticoide, quando há dor radicular (que irradia pelo trajeto do nervo);
  • Medicação para dor e inflamação, com prazo definido;
  • Educação em dor e correção postural para o longo prazo.

O protocolo costuma ser mantido por seis a doze semanas antes de se discutir cirurgia, salvo sinais de alarme. A maioria dos quadros responde nesse intervalo. A revisão de 2024 sobre exercícios na coluna sustenta essa primeira linha antes do centro cirúrgico.

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Quando a cirurgia de coluna é indicada de verdade

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A indicação cirúrgica tem dois gatilhos bem definidos. O primeiro é o tratamento conservador que falhou após seis a doze semanas bem conduzidas. O segundo é o déficit neurológico que progride. Não se opera pela imagem isolada — opera-se pela correlação entre o achado e o sintoma.

Cenários que indicam cirurgia

  • Déficit motor progressivo em perna ou braço;
  • Síndrome da cauda equina, com perda de força e alteração de esfíncteres;
  • Dor radicular incapacitante que não responde ao conservador;
  • Deformidade com progressão documentada.

Esse momento de decisão é detalhado na indicação cirúrgica da hérnia de disco extrusa. Em casos selecionados, a meta-análise de 2026 sobre reabilitação e cirurgia já foi comparada em estudos, reforçando que a escolha é individual.

07

Como escolher e avaliar o especialista de coluna

Análise completa

Escolher o profissional é uma decisão que pode ser ancorada em dados verificáveis, não em marketing. O primeiro filtro é o Registro de Qualificação de Especialista (RQE), que comprova a especialidade no Conselho Regional de Medicina.

O que verificar antes da primeira consulta

  • RQE de ortopedia ou neurocirurgia ativo, sem pendência ética;
  • Subespecialização em coluna documentada;
  • Titulação em sociedades como a Sociedade Brasileira de Coluna;
  • Experiência e volume na condição que você tem, não em ortopedia geral.

A checagem no portal do CFM leva poucos minutos e evita a maior parte das frustrações. Um bom especialista responde às suas perguntas sobre formação e experiência sem constrangimento. Quem se incomoda com a checagem já deu um sinal de que algo precisa ser revisto.

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Coluna e convênio: o que muda no acesso ao especialista

Análise completa

Quem chega pela rede credenciada percorre um caminho que mistura cuidado e etapas administrativas. O papel do médico é garantir que o essencial não se perca no meio do processo. A avaliação correta e o exame certo precisam acontecer na hora certa.

O que adianta o processo

  • Consulta inicial com clínico ou ortopedista da rede;
  • Encaminhamento ao especialista de coluna;
  • Autorização para a ressonância e outros exames;
  • Liberação da cirurgia, quando indicada.

Levar os exames já realizados à primeira consulta evita repetição e acelera a decisão clínica. O desfecho depende mais da avaliação criteriosa do que do papelório.

09

Dr. Pedro Correa no Instituto Medicina em Foco

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O Dr. Pedro Henrique Correa é ortopedista (CRM-SP 213158, RQE 87090) com subespecialização em cirurgia da coluna vertebral. Como parte do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, ele atua dentro de um modelo assistencial integrado. Esse modelo combina avaliação criteriosa, integração entre profissionais e cuidado individualizado.

Uma estrutura assistencial integrada

Esse contexto institucional permite que o paciente tenha acesso ao olhar específico da coluna e a uma estrutura mais ampla de cuidado. Há discussão clínica integrada e acompanhamento contínuo. A proposta é simples: o especialista brilha dentro de um corpo clínico que organiza o cuidado do primeiro exame ao pós-operatório.

O que dizem os pacientes

Impecável em todo atendimento, tratamento.. Resolveu meu problema de hérnia de disco sem cirurgia.
— André Pontes (jul/2026)
Excelente experiência! O atendimento desde a recepção foi impecável e muito organizado. Quanto à consulta com o doutor Pedro superou minhas expectativas, ele é um profissional extremamente atencioso, explicou tudo com muita clareza e me passou a segurança que eu precisava para tratar minha coluna. Recomendo com toda certeza!
— sandra Lima (mai/2026)
Quero deixar meu agradecimento ao Dr. Pedro. Ele cuidou da coluna da minha mãe com muita atenção, profissionalismo e carinho. Desde a primeira consulta, passou muita segurança e explicou tudo com clareza. Graças ao tratamento, ela teve uma melhora significativa na dor e na qualidade de vida. Recomendo de olhos fechados!”
— Brunna Rayssa Lima Borges (mai/2026)
Próximo passo

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Avaliação clínica criteriosa, diagnóstico por imagem e um plano individualizado. Do tratamento conservador à cirurgia, com a mesma equipe acompanhando cada etapa.

Atendimento humanizadoAvaliação individualizadaPlano terapêutico personalizado

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Rua Frei Caneca, 1380 · Consolação, São Paulo — SP+551132893195

Resposta no mesmo dia útil · Atendimento humanizado e sem pressa

Perguntas frequentes

Qual médico cuida de dor nas costas?

Na triagem, o clínico ou o ortopedista geral. Se a dor persistir por mais de seis semanas ou houver sinal de alarme, o encaminhamento é para o médico de coluna. Esse profissional é o ortopedista subespecializado ou o neurocirurgião.

Qual o nome do médico especialista em coluna?

Não existe um nome único para essa especialidade. O título vem do registro: é o ortopedista com subespecialização em coluna ou o neurocirurgião de coluna. O RQE ativo no CFM é o que confirma essa especialidade.

Quais são os 3 tipos de lesões na coluna?

As lesões da coluna se dividem em três grupos principais. As discais incluem a hérnia de disco; as degenerativas, a estenose de canal e a artrose; as estruturais, fratura, escoliose e espondilolistese.

Quem tem fibromialgia pode fazer cirurgia da coluna?

Pode, desde que haja uma lesão estrutural comprovada. A fibromialgia em si não é indicação cirúrgica. Opera-se apenas a condição da coluna que explica o sintoma, nunca a dor difusa isolada.

Ortopedista ou neurologista: quem cuida da coluna?

O ortopedista de coluna cuida das doenças mecânicas e degenerativas e pode operar. O neurologista trata a dor neuropática e as doenças neurológicas, sem cirurgia. Em caso de dúvida, o clínico orienta o encaminhamento.

Quando a dor nas costas é preocupante?

Quando vem acompanhada de perda de força, alteração de esfíncteres, febre, perda de peso ou dor que não alivia em repouso. São sinais que pedem avaliação médica imediata, sem esperar a dor melhorar sozinha.

Médico de coluna atende por convênio?

Sim, na maior parte dos casos o atendimento acontece via convênio. O caminho passa pelo encaminhamento do médico da rede e pela autorização da operadora para consultas, exames e procedimentos.

O que é tratamento conservador da coluna?

É o conjunto de medidas que resolve a dor sem cirurgia. Inclui fisioterapia, infiltrações guiadas, medicação criteriosa e correção postural. O protocolo costuma ser mantido por seis a doze semanas antes de se considerar cirurgia.