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Especialista em Rizotomia por radiofrequência em São Paulo: Dr. Pedro Correa

Por que o alívio depende menos do calor aplicado e mais do que você faz nas semanas seguintes.

“Vejo muita gente presa no ciclo da infiltração mensal, com alívio que some à tarde. Quando a faceta é mesmo a origem da dor, esse procedimento abre uma janela bem mais longa para a pessoa voltar a se mover sem medo das costas travarem.”

CRM 213158RQE 87090Ortopedista Especialista em Coluna
Dr. Pedro Correa, Ortopedista especialista em coluna — rizotomia por radiofrequência
10 min de leituraRevisado por Dr. Pedro CorreaCRM 213158 · RQE 87090Atualizado em 22 de junho de 20263 referências citadas
Sumário
  1. O que é a rizotomia por radiofrequência
  2. Sintomas que levam à indicação
  3. Como é feito o diagnóstico antes do procedimento
  4. Como funciona o procedimento passo a passo
  5. Recuperação e retorno às atividades
  6. Prevenção e acompanhamento de longo prazo
  7. Riscos, limites e alternativas do método
  8. Especialista do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco
Ortopedista especialista em colunaOrtopedia de coluna

Atendo pacientes com dor facetária crônica há mais de uma década aqui no Instituto Medicina em Foco, e a rizotomia por radiofrequência mudou completamente minha abordagem nesses casos. Antes, muita gente passava anos tomando analgésico sem resultado; hoje consigo oferecer alívio prolongado com um procedimento de quarenta minutos, sem internação.

— Dr. Pedro Correa

Quando se trata de rizotomia por radiofrequência, quem convive com dor crônica na lombar ou no pescoço, sobretudo depois dos quarenta anos, costuma chegar exausto de tratamentos que aliviam pela manhã e falham à tarde. Nesse cenário de dor facetária resistente, a rizotomia por radiofrequência surge como opção para reduzir a transmissão da dor sem cortes nem internação prolongada, desde que o diagnóstico esteja bem amarrado. Este conteúdo foi escrito para quem quer entender o procedimento antes de decidir pela consulta: o que ele faz, quando é indicado, quanto tempo o alívio costuma durar e, principalmente, o que monitorar nos meses seguintes para que o resultado se mantenha.

Como funciona

Passo a passo

  • 1Avaliação clínicaHistória e exame físico detalhados para identificar o padrão da dor.
  • 2Exames de imagemRessonância ou tomografia para descartar outras causas estruturais.
  • 3Bloqueio de testeBloqueio anestésico do ramo medial confirma a articulação geradora da dor.
  • 4ProcedimentoAplicação guiada por imagem, em regime ambulatorial e com sedação leve.
  • 5ReabilitaçãoFisioterapia e fortalecimento na janela de menor dor.
  • 6AcompanhamentoRetornos periódicos para monitorar a evolução e ajustar hábitos.
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O que é a rizotomia por radiofrequência

Análise completa
O procedimento aplica calor controlado, por meio de uma agulha-eletrodo, sobre os pequenos ramos nervosos que inervam as articulações facetárias da coluna, interrompendo a condução da dor por um período sem remover nenhuma estrutura. A rizotomia por radiofrequência atua, portanto, no caminho do sinal doloroso, e não na causa mecânica do desgaste.

Como o calor age sobre o nervo

O eletrodo gera uma lesão térmica precisa no ramo medial, o nervo que leva a dor da articulação até a medula. Diferentemente de uma cirurgia aberta, não há manipulação de disco, osso ou canal vertebral, e por isso o método é classificado como minimamente invasivo e costuma ser feito em regime ambulatorial. Para situar essa técnica entre as demais condutas, vale conversar com quem avalia a dor da coluna caso a caso; o ortopedista Dr. Pedro Correa reforça que o planejamento individual pesa mais que o nome do procedimento.

O que a técnica não é

É importante separar expectativa de realidade: ela não corrige hérnia, não regenera disco e não substitui o fortalecimento muscular. Muitas vezes a dor convive com o desgaste articular conhecido como bico de papagaio na coluna, e tratar o sintoma abre uma janela para que a reabilitação avance com menos limitação.
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Sintomas que levam à indicação

Análise completa
O candidato típico tem dor crônica de origem facetária, que costuma piorar ao estender ou rotacionar a coluna e melhora quando a pessoa se inclina para frente. Essa dor tende a ficar localizada na região lombar ou cervical, sem irradiar de forma clássica para a perna ou o braço, como ocorre nas compressões nervosas.

Sinais comuns do dia a dia

  • Dor que piora ao levantar de uma cadeira ou ao ficar muito tempo em pé.
  • Rigidez matinal na lombar que melhora com o movimento ao longo do dia.
  • Desconforto ao estender o pescoço, frequente em quem passa horas no computador.
Quem convive com essas queixas costuma hesitar entre repousar ou se manter em movimento, e descobre que o repouso prolongado tende a piorar o quadro. Antes de pensar na rizotomia por radiofrequência, vale entender se é possível tratar a síndrome facetária sem cirurgia.

Sinais que exigem avaliação imediata

Perda de força nos membros, alteração do controle urinário ou intestinal, dormência progressiva e febre associada à dor não são típicos de dor facetária simples. Eles apontam para outras causas e mudam completamente a conduta antes de qualquer indicação do procedimento.
Ortopedista analisando exame de imagem da coluna com paciente no consultório — rizotomia por radiofrequência
Ortopedista analisando exame de imagem da coluna com paciente no consultório.Agende sua avaliação com Dr. Pedro →
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Como é feito o diagnóstico antes do procedimento

Análise completa
O diagnóstico começa pela história clínica e pelo exame físico detalhado, e não simplesmente por uma imagem. Ressonância e tomografia ajudam a descartar outras causas, mas alterações degenerativas nas facetas aparecem em muitos adultos sem dor, então a imagem isolada não confirma a origem do sintoma.

O bloqueio diagnóstico como teste

A etapa decisiva é o bloqueio anestésico do ramo medial: injeta-se um anestésico no nervo suspeito e observa-se a resposta. Quando a dor cai de forma expressiva por algumas horas, há forte indício de que aquela articulação é a fonte do problema, o que aumenta a chance de sucesso da rizotomia por radiofrequência. Essa lógica de confirmar antes de tratar é defendida em diretrizes da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.

Quando a dor é cervical

No pescoço o raciocínio é o mesmo, mas exige atenção redobrada com as estruturas vizinhas. Pacientes com dor cervical persistente que vai além da tensão muscular também podem se beneficiar quando a faceta é confirmada como geradora da dor.
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Como funciona o procedimento passo a passo

Análise completa
O procedimento é realizado em ambiente cirúrgico ou em sala equipada com fluoroscopia, o raio-x em tempo real que guia o posicionamento da agulha. O paciente fica acordado ou sob sedação leve, com anestesia local na pele, e raramente precisa permanecer mais que algumas horas na unidade.

As etapas na prática

  1. Posicionamento do paciente e assepsia da região.
  2. Introdução da agulha-eletrodo guiada por imagem até o ramo medial.
  3. Teste de estimulação para confirmar que o eletrodo está sobre o nervo correto, e não sobre uma fibra motora.
  4. Aplicação da radiofrequência por alguns minutos em cada nível tratado.
A confirmação por estimulação é o que dá segurança ao método: antes de aquecer, verifica-se a posição para proteger as fibras que comandam a força muscular.

Duração e número de níveis

Cada nível leva poucos minutos e, mesmo quando há vários pontos de dor, o tempo total costuma ficar abaixo de uma hora. O número de níveis tratados depende do mapeamento feito na fase diagnóstica.
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Recuperação e retorno às atividades

Análise completa
A recuperação costuma ser rápida quando comparada a uma cirurgia aberta. Nos primeiros dias pode haver dor local no ponto da agulha e uma sensação de queimação leve, reflexo natural da lesão térmica, que tende a ceder em uma a duas semanas.

Linha do tempo típica

Período O que esperar
Primeiras 48 horas Dor local, repouso relativo e atividades leves liberadas
1 a 2 semanas Redução do desconforto da agulha e retorno gradual à rotina
2 a 4 semanas Pico do efeito analgésico e progressão da fisioterapia
6 meses a 2 anos Janela média de alívio antes de eventual regeneração do nervo
Quem procura por rizotomia radiofrequência em São Paulo costuma perguntar quando volta a dirigir e trabalhar: tarefas administrativas em poucos dias e esforço físico mais intenso de forma progressiva, conforme a reabilitação avança.

O papel da fisioterapia

A janela de menor dor é o melhor momento para fortalecer a musculatura paravertebral e o core. É isso que transforma o alívio temporário em ganho funcional mais consistente.
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Prevenção e acompanhamento de longo prazo

Análise completa
Como o nervo tratado pode se regenerar com o tempo, encarar a rizotomia por radiofrequência como ponto final é o erro mais frequente. O alívio abre uma janela, e o que o paciente faz dentro dela determina a duração do benefício e o intervalo até uma eventual repetição.

O que monitorar mesmo depois de tratado

  • Retorno gradual da dor no mesmo padrão anterior, sinal de que o nervo se regenerou.
  • Surgimento de dor em novo local ou com características diferentes, que pede reavaliação.
  • Perda de força ou dormência, que nunca devem ser atribuídas de imediato ao procedimento.
Quando a dor recorrente faz parte de um quadro mais amplo, como em uma dor que volta na espondilolistese, o plano precisa olhar a estabilidade da coluna, e não apenas o ramo medial.

Quando faz sentido repetir

Se o padrão de dor retornar igual ao anterior e o benefício tiver sido claro, repetir tende a fazer sentido. A decisão se apoia na resposta da primeira aplicação e na adesão à reabilitação durante o intervalo.
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Riscos, limites e alternativas do método

Análise completa
Os efeitos adversos mais comuns são dor local e queimação passageira no ponto da agulha; complicações sérias são raras quando o teste de estimulação é respeitado. A rizotomia por radiofrequência tem bom perfil de segurança justamente porque não envolve cortes nem manipulação de estruturas nobres.

Limites do método

A técnica não resolve dor que nasce de compressão de raiz nervosa, de instabilidade importante ou de doença inflamatória ativa. Por isso o diagnóstico cuidadoso pesa tanto: tratar a faceta quando o problema é outro só adia a solução.

Quando outras abordagens entram

Diante de dor irradiada com déficit neurológico, a investigação muda de rumo. Em quadros como uma hérnia que justifica uma segunda opinião, a conduta pode incluir desde reabilitação dirigida até avaliação cirúrgica, conforme o grau de compressão.
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Especialista do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco

Análise completa
A condução desses casos no Instituto Medicina em Foco parte de uma avaliação integrada, na qual a indicação do procedimento dialoga com fisioterapia, reabilitação e seguimento de longo prazo. Esse arranjo evita que o paciente fique preso a um único recurso isolado.

Atuação dentro de uma estrutura integrada

Como parte do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, o ortopedista de coluna trabalha em um modelo assistencial que combina exame criterioso, exames de imagem e o bloqueio diagnóstico antes de qualquer decisão. Escolher bem o profissional faz diferença, sobretudo em quadros recorrentes, como mostra o caminho para escolher o especialista certo da coluna.

O que isso muda para o paciente

Na prática, a pessoa não recebe apenas o procedimento: recebe um plano que inclui o que fazer nas semanas seguintes e quando retornar. É esse acompanhamento que sustenta o resultado ao longo do tempo.

O que dizem os pacientes

5/5
Estava há anos atrás de um profissional que me ajudasse com minhas dores na coluna, Dr. Pedro sensacional, médico super atualizado, delicado com o paciente, consulta de verdade, como já não existe mais. Através das consultas com ele estou podendo buscar o melhor tratamento, porque ele me deu um diagnóstico correto, me explicou sem pressa tudo o que é possível para o meu caso. Eu não largo mais.
— Luciana Rampani (mai/2026)
5/5
Excelente experiência! O atendimento desde a recepção foi impecável e muito organizado. Quanto à consulta com o doutor Pedro superou minhas expectativas, ele é um profissional extremamente atencioso, explicou tudo com muita clareza e me passou a segurança que eu precisava para tratar minha coluna. Recomendo com toda certeza!
— sandra Lima (mai/2026)
5/5
Quero deixar meu agradecimento ao Dr. Pedro. Ele cuidou da coluna da minha mãe com muita atenção, profissionalismo e carinho. Desde a primeira consulta, passou muita segurança e explicou tudo com clareza. Graças ao tratamento, ela teve uma melhora significativa na dor e na qualidade de vida. Recomendo de olhos fechados!”
— Brunna Rayssa Lima Borges (mai/2026)
Próximo passo

Agende sua avaliação com Dr. Pedro Correa

Uma avaliação criteriosa define se a dor é mesmo facetária e se o procedimento é o caminho mais indicado para o seu caso, já com plano de reabilitação desde o primeiro retorno.

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Perguntas frequentes

Quanto tempo dura o ALívio da rizotomia por radiofrequência?
O alívio costuma durar de seis meses a dois anos, variando conforme a velocidade com que o nervo se regenera. Pacientes que mantêm o fortalecimento muscular tendem a aproveitar uma janela mais longa, e quando a dor retorna no mesmo padrão o procedimento pode ser repetido.
O procedimento dói muito?
A maior parte das pessoas relata desconforto leve, já que há anestesia local na pele e, em geral, sedação leve. Nos primeiros dias pode surgir uma queimação no ponto da agulha, que costuma ceder em uma a duas semanas.
Posso repetir o procedimento quando a dor voltar?
Sim. Como o ramo medial pode se regenerar, é comum repetir a rizotomia por radiofrequência quando a dor retorna com o mesmo padrão e o benefício anterior foi claro. A decisão considera a resposta prévia e a adesão à reabilitação.
Qual a diferença entre o bloqueio anestésico e a rizotomia?
O bloqueio é um teste diagnóstico de efeito curto, que confirma se a faceta é a origem da dor. A rizotomia é o tratamento que prolonga esse alívio ao interromper a condução do nervo por meses.
Preciso de internação para fazer o procedimento?
Na maioria dos casos, não. O procedimento é ambulatorial e o paciente costuma ir para casa no mesmo dia, após algumas horas de observação.
Quando volto a dirigir e trabalhar?
Tarefas administrativas costumam ser retomadas em poucos dias. Esforço físico mais intenso volta de forma progressiva, conforme a fisioterapia avança e o desconforto da agulha cede.
O plano de saúde cobre a rizotomia?
A cobertura depende da operadora e da indicação documentada, em geral com o bloqueio diagnóstico prévio. Vale verificar com o seu convênio os exames e o laudo exigidos para a autorização.
Quais são os principais riscos?
Os mais comuns são dor local e queimação transitória. Complicações sérias são raras, sobretudo porque o teste de estimulação protege as fibras motoras antes da aplicação do calor.
A técnica serve para hérnia de disco?
Não diretamente. O método trata a dor de origem facetária, e não a compressão de raiz típica da hérnia. Quando há dor irradiada com déficit, a investigação e a conduta seguem outro caminho.
Como encontrar onde fazer o procedimento?
Procure um ortopedista de coluna que faça a avaliação completa, incluindo o bloqueio diagnóstico, antes de indicar o tratamento. Quem pesquisa por rizotomia radiofrequência perto de mim deve priorizar quem confirma a origem da dor, e não apenas a imagem.