Especialista em Rizotomia por radiofrequência em São Paulo: Dr. Pedro Correa
Por que o alívio depende menos do calor aplicado e mais do que você faz nas semanas seguintes.
“Vejo muita gente presa no ciclo da infiltração mensal, com alívio que some à tarde. Quando a faceta é mesmo a origem da dor, esse procedimento abre uma janela bem mais longa para a pessoa voltar a se mover sem medo das costas travarem.”— Dr. Pedro Correa
Atendo pacientes com dor facetária crônica há mais de uma década aqui no Instituto Medicina em Foco, e a rizotomia por radiofrequência mudou completamente minha abordagem nesses casos. Antes, muita gente passava anos tomando analgésico sem resultado; hoje consigo oferecer alívio prolongado com um procedimento de quarenta minutos, sem internação.
— Dr. Pedro Correa
Quando se trata de rizotomia por radiofrequência, quem convive com dor crônica na lombar ou no pescoço, sobretudo depois dos quarenta anos, costuma chegar exausto de tratamentos que aliviam pela manhã e falham à tarde. Nesse cenário de dor facetária resistente, a rizotomia por radiofrequência surge como opção para reduzir a transmissão da dor sem cortes nem internação prolongada, desde que o diagnóstico esteja bem amarrado. Este conteúdo foi escrito para quem quer entender o procedimento antes de decidir pela consulta: o que ele faz, quando é indicado, quanto tempo o alívio costuma durar e, principalmente, o que monitorar nos meses seguintes para que o resultado se mantenha.
Passo a passo
- 1Avaliação clínicaHistória e exame físico detalhados para identificar o padrão da dor.
- 2Exames de imagemRessonância ou tomografia para descartar outras causas estruturais.
- 3Bloqueio de testeBloqueio anestésico do ramo medial confirma a articulação geradora da dor.
- 4ProcedimentoAplicação guiada por imagem, em regime ambulatorial e com sedação leve.
- 5ReabilitaçãoFisioterapia e fortalecimento na janela de menor dor.
- 6AcompanhamentoRetornos periódicos para monitorar a evolução e ajustar hábitos.
O que é a rizotomia por radiofrequência
Como o calor age sobre o nervo
O eletrodo gera uma lesão térmica precisa no ramo medial, o nervo que leva a dor da articulação até a medula. Diferentemente de uma cirurgia aberta, não há manipulação de disco, osso ou canal vertebral, e por isso o método é classificado como minimamente invasivo e costuma ser feito em regime ambulatorial. Para situar essa técnica entre as demais condutas, vale conversar com quem avalia a dor da coluna caso a caso; o ortopedista Dr. Pedro Correa reforça que o planejamento individual pesa mais que o nome do procedimento.O que a técnica não é
É importante separar expectativa de realidade: ela não corrige hérnia, não regenera disco e não substitui o fortalecimento muscular. Muitas vezes a dor convive com o desgaste articular conhecido como bico de papagaio na coluna, e tratar o sintoma abre uma janela para que a reabilitação avance com menos limitação.Sintomas que levam à indicação
Sinais comuns do dia a dia
- Dor que piora ao levantar de uma cadeira ou ao ficar muito tempo em pé.
- Rigidez matinal na lombar que melhora com o movimento ao longo do dia.
- Desconforto ao estender o pescoço, frequente em quem passa horas no computador.
Sinais que exigem avaliação imediata
Perda de força nos membros, alteração do controle urinário ou intestinal, dormência progressiva e febre associada à dor não são típicos de dor facetária simples. Eles apontam para outras causas e mudam completamente a conduta antes de qualquer indicação do procedimento.
Como é feito o diagnóstico antes do procedimento
O bloqueio diagnóstico como teste
A etapa decisiva é o bloqueio anestésico do ramo medial: injeta-se um anestésico no nervo suspeito e observa-se a resposta. Quando a dor cai de forma expressiva por algumas horas, há forte indício de que aquela articulação é a fonte do problema, o que aumenta a chance de sucesso da rizotomia por radiofrequência. Essa lógica de confirmar antes de tratar é defendida em diretrizes da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.Quando a dor é cervical
No pescoço o raciocínio é o mesmo, mas exige atenção redobrada com as estruturas vizinhas. Pacientes com dor cervical persistente que vai além da tensão muscular também podem se beneficiar quando a faceta é confirmada como geradora da dor.Como funciona o procedimento passo a passo
As etapas na prática
- Posicionamento do paciente e assepsia da região.
- Introdução da agulha-eletrodo guiada por imagem até o ramo medial.
- Teste de estimulação para confirmar que o eletrodo está sobre o nervo correto, e não sobre uma fibra motora.
- Aplicação da radiofrequência por alguns minutos em cada nível tratado.
Duração e número de níveis
Cada nível leva poucos minutos e, mesmo quando há vários pontos de dor, o tempo total costuma ficar abaixo de uma hora. O número de níveis tratados depende do mapeamento feito na fase diagnóstica.Recuperação e retorno às atividades
Linha do tempo típica
| Período | O que esperar |
|---|---|
| Primeiras 48 horas | Dor local, repouso relativo e atividades leves liberadas |
| 1 a 2 semanas | Redução do desconforto da agulha e retorno gradual à rotina |
| 2 a 4 semanas | Pico do efeito analgésico e progressão da fisioterapia |
| 6 meses a 2 anos | Janela média de alívio antes de eventual regeneração do nervo |
O papel da fisioterapia
A janela de menor dor é o melhor momento para fortalecer a musculatura paravertebral e o core. É isso que transforma o alívio temporário em ganho funcional mais consistente.Prevenção e acompanhamento de longo prazo
O que monitorar mesmo depois de tratado
- Retorno gradual da dor no mesmo padrão anterior, sinal de que o nervo se regenerou.
- Surgimento de dor em novo local ou com características diferentes, que pede reavaliação.
- Perda de força ou dormência, que nunca devem ser atribuídas de imediato ao procedimento.
Quando faz sentido repetir
Se o padrão de dor retornar igual ao anterior e o benefício tiver sido claro, repetir tende a fazer sentido. A decisão se apoia na resposta da primeira aplicação e na adesão à reabilitação durante o intervalo.Riscos, limites e alternativas do método
Limites do método
A técnica não resolve dor que nasce de compressão de raiz nervosa, de instabilidade importante ou de doença inflamatória ativa. Por isso o diagnóstico cuidadoso pesa tanto: tratar a faceta quando o problema é outro só adia a solução.Quando outras abordagens entram
Diante de dor irradiada com déficit neurológico, a investigação muda de rumo. Em quadros como uma hérnia que justifica uma segunda opinião, a conduta pode incluir desde reabilitação dirigida até avaliação cirúrgica, conforme o grau de compressão.Especialista do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco
Atuação dentro de uma estrutura integrada
Como parte do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, o ortopedista de coluna trabalha em um modelo assistencial que combina exame criterioso, exames de imagem e o bloqueio diagnóstico antes de qualquer decisão. Escolher bem o profissional faz diferença, sobretudo em quadros recorrentes, como mostra o caminho para escolher o especialista certo da coluna.O que isso muda para o paciente
Na prática, a pessoa não recebe apenas o procedimento: recebe um plano que inclui o que fazer nas semanas seguintes e quando retornar. É esse acompanhamento que sustenta o resultado ao longo do tempo.O que dizem os pacientes
Estava há anos atrás de um profissional que me ajudasse com minhas dores na coluna, Dr. Pedro sensacional, médico super atualizado, delicado com o paciente, consulta de verdade, como já não existe mais. Através das consultas com ele estou podendo buscar o melhor tratamento, porque ele me deu um diagnóstico correto, me explicou sem pressa tudo o que é possível para o meu caso. Eu não largo mais.— Luciana Rampani (mai/2026)
Excelente experiência! O atendimento desde a recepção foi impecável e muito organizado. Quanto à consulta com o doutor Pedro superou minhas expectativas, ele é um profissional extremamente atencioso, explicou tudo com muita clareza e me passou a segurança que eu precisava para tratar minha coluna. Recomendo com toda certeza!— sandra Lima (mai/2026)
Quero deixar meu agradecimento ao Dr. Pedro. Ele cuidou da coluna da minha mãe com muita atenção, profissionalismo e carinho. Desde a primeira consulta, passou muita segurança e explicou tudo com clareza. Graças ao tratamento, ela teve uma melhora significativa na dor e na qualidade de vida. Recomendo de olhos fechados!”— Brunna Rayssa Lima Borges (mai/2026)
Agende sua avaliação com Dr. Pedro Correa
Uma avaliação criteriosa define se a dor é mesmo facetária e se o procedimento é o caminho mais indicado para o seu caso, já com plano de reabilitação desde o primeiro retorno.
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