Avaliação para artroplastia de disco | Dr. Pedro Correa
O exame das articulações vizinhas pesa tanto quanto o disco doente na decisão pela prótese.
“Antes de indicar prótese de disco, peço radiografias dinâmicas (com o pescoço dobrado e estendido). Elas mostram se alguma vértebra desliza além do normal. A ressonância, feita deitado, não registra isso.”— Dr. Pedro Henrique Correa
CRM 213158RQE 87090Ortopedista Especialista em Coluna
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Formação acadêmica
- Hospital Universitário da UNIFESP (Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia)
- UNIFESP (Fellowship em Cirurgia da Coluna)
Títulos de especialista
- Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia pela SBOT
- Título de Especialista da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC)
Sociedades médicas
- Membro da North American Spine Society
- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT)
- Membro da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC)
Onde atende
- Instituto Medicina em Foco | Corpo Clínico dos Hospitais Albert Einstein, Alemão Oswaldo Cruz e Nove de Julho.
Áreas de atuação
- Ortopedista especialista em coluna
Ortopedista especialista em coluna
No consultório, começo pela pergunta sobre o que a dor tirou do seu dia. A resposta orienta cada exame que peço depois.— Dr. Pedro Henrique Correa
A avaliação para artroplastia de disco é a etapa em que confirmamos, com calma, se a prótese faz sentido no seu caso. Sou o Dr. Pedro Henrique Correa, Ortopedista especialista em coluna do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco. Nesta conversa, você entende o que será examinado, por que cada exame entra e o que pode mudar o plano.
Na mesma conversa, falamos sobre o quanto a dor limita trabalho, sono e esporte, e o que você espera recuperar. Também registro se a dor desce para o braço, sinal de radiculopatia (irritação da raiz de um nervo). Essas respostas, somadas aos exames, ajudam a escolher o próximo passo junto com você.
Como funciona
Passo a passo
- 1Primeira consultaO médico ouve a história da dor, examina força, reflexos e sensibilidade e revê exames que você já trouxe.
- 2Pedido de examesConforme o caso, entram ressonância, tomografia e radiografias dinâmicas (feitas com a coluna dobrada e esticada).
- 3Retorno com examesAs imagens e os sintomas indicam qual disco provavelmente causa a dor e se as facetas (juntas atrás das vértebras) estão sãs.
- 4Decisão conjuntaVocê e o cirurgião discutem se a prótese é viável ou se a artrodese (fusão de duas vértebras) serve melhor.
- 5Preparo cirúrgicoCom a cirurgia marcada, entram exames de sangue, avaliação anestésica e, se indicada, cardiológica, e a autorização da internação pelo plano.
- 6ReavaliaçãoApós a cirurgia, consultas e radiografias acompanham a posição da prótese e o movimento do trecho operado da coluna.
Avaliação para artroplastia de disco: o que o especialista precisa descobrir
Análise completa
A primeira pergunta é se a dor nasce mesmo do disco desgastado. Ressonâncias de adultos sem queixa costumam mostrar discos gastos, então a imagem sozinha não decide. Na rotina clínica, cruzo o exame físico com as imagens antes de apontar o nível responsável.A segunda pergunta é se o segmento ainda se move e se as vértebras vizinhas estão estáveis. Espondilolistese (vértebra escorregada sobre a de baixo) e osteoporose costumam afastar a prótese e favorecer a artrodese. O texto sobre como o especialista em coluna avalia detalha esse raciocínio.Com mais de um disco gasto, o cirurgião examina cada nível, porque um pode aceitar prótese e o outro não.
Por que pescoço e lombar mudam as perguntas
No pescoço, a queixa costuma ser dor que desce para o braço, formigamento nas mãos ou desequilíbrio. O exame neurológico confere se a medula já sofre, o que muda a urgência da decisão. A tomografia mostra se a compressão vem da frente da medula, lado por onde a prótese é colocada.Na lombar, a dor nas costas tem várias fontes: facetas, músculos e articulação sacroilíaca (junta entre a coluna e a bacia). A dor discogênica (dor gerada pelo próprio disco) é mais difícil de isolar ali. Como a prótese lombar entra pelo abdome, o médico também pergunta sobre cirurgias abdominais anteriores.A dor vem mesmo do disco? Como sintomas e exame físico se encaixam na imagem
Análise completa
A ressonância magnética (exame de imagem detalhado sem radiação) mostra o disco, mas não mostra a dor. O médico compara o trajeto da queixa com o nível alterado na imagem. Cada raiz nervosa cuida de uma faixa de pele, o dermátomo (área da pele sentida por um nervo), e de músculos específicos.
Força, sensibilidade e reflexos no exame
Na consulta, o médico testa a força de grupos musculares, como os que levantam o punho ou o pé. Também passa um toque leve pela pele para achar faixas de dormência. Fraqueza para levantar o pé aponta a raiz L5; veja quando o pé caído tem volta.Os reflexos, testados com o martelinho no joelho, no tornozelo e no cotovelo, completam o mapa. Reflexo fraco sugere raiz comprimida. Reflexo vivo demais aponta sofrimento da medula, a mielopatia (perda de função da medula por compressão).Testes de provocação e quando a imagem não fecha
O teste de Spurling (inclinar e comprimir a cabeça para reproduzir a dor no braço) investiga a raiz cervical. Na lombar, o teste de Lasègue (elevar a perna esticada com a pessoa deitada) faz o mesmo com o nervo ciático.Quando sintomas, exame e imagem não concordam, a avaliação para artroplastia de disco segue com outros recursos antes de qualquer cirurgia. A eletroneuromiografia (exame que mede a condução elétrica dos nervos) ajuda a separar raiz comprimida de outras causas. A indicação da prótese exige que queixa, exame e imagem apontem o mesmo nível, segundo a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
Ressonância, radiografias dinâmicas, tomografia e densitometria: o que cada exame mostra
Análise completa
A ressonância magnética mostra a hidratação do disco, a hérnia e a compressão sobre nervos e medula. Também revela se as facetas (juntas atrás das vértebras) estão inflamadas ou desgastadas. Facetas muito gastas pesam contra a prótese, porque ela mantém o movimento que faz essas juntas doerem.
Movimento, osso e alinhamento
As radiografias dinâmicas (feitas com a coluna dobrada e esticada) medem a mobilidade do segmento afetado. Um disco que quase não se mexe ganha pouco com uma prótese móvel. Elas também revelam espondilolistese (vértebra escorregada sobre a de baixo) e o alinhamento geral da coluna.A tomografia computadorizada (raio X em cortes finos) detalha o osso e os osteófitos (bicos ósseos) ao redor do disco. Bicos ósseos que já unem duas vértebras mostram um segmento que perdeu o movimento sozinho.A densitometria óssea (exame que mede a densidade dos ossos) avalia se a vértebra segura bem a prótese. Osso fraco por osteoporose pode deixar o implante afundar na vértebra com o tempo.Por que nenhum exame decide sozinho
Cada exame responde a uma parte da avaliação para artroplastia de disco, e nenhum indica a cirurgia isoladamente. A cirurgia entra quando o conjunto aponta disco doente, facetas sãs e osso firme. Antes dela, costuma vir um período de tratamento sem cirurgia, como indica o National Institutes of Health.Quem tende a ser bom candidato à prótese de disco cervical
Análise completa
Os ensaios clínicos randomizados (estudos que sorteiam o tratamento de cada participante) compararam a prótese com a artrodese cervical anterior. A artrodese (fusão de duas vértebras em um bloco só) era a cirurgia de comparação. Entraram adultos com radiculopatia (raiz nervosa irritada, com dor no braço) ou mielopatia (medula comprimida, com mãos desajeitadas).A causa era hérnia ou osteófitos (bicos ósseos) em um ou dois níveis, entre C3 e C7 (vértebras do pescoço). Todos tinham feito semanas de tratamento sem cirurgia, sem melhora suficiente, segundo a revisão dos ensaios clínicos randomizados 2024.
O que costuma afastar a prótese do pescoço
Os estudos deixaram de fora pessoas com artrose avançada das facetas, instabilidade entre vértebras ou osteoporose. Os estudos também excluíram ossificação do ligamento longitudinal posterior, cifose (pescoço curvado para a frente) e infecção ativa. Nessas situações, a prótese pode perder movimento ou aliviar menos a dor.Cirurgia anterior no mesmo nível do pescoço também afastava o paciente dos estudos. A cicatriz e a anatomia alterada dificultam assentar o implante.Dor só no pescoço, sem irradiação para o braço e sem sinais de mielopatia, ficou fora do perfil estudado. Quem não se encaixa nesse perfil pode ter outras opções, comparadas no texto sobre tipos de cirurgia para hérnia de disco.Do perfil dos estudos ao seu caso
Os critérios dos estudos servem de referência, e a avaliação para artroplastia de disco confere cada um deles no seu exame. Idade, profissão e expectativa de movimento também entram na conversa com o cirurgião. O peso de cada fator varia de pessoa para pessoa.Facetas desgastadas, instabilidade, osteoporose: o que pode impedir a prótese
Análise completa
A prótese de disco imita uma articulação móvel e depende de vértebras firmes e juntas vizinhas saudáveis para funcionar bem. Quando o desgaste ou a fragilidade estão em outro ponto, trocar o disco tende a aliviar menos.
O que costuma impedir a prótese
A osteoporose deixa o osso poroso, e as placas da prótese podem afundar na vértebra ou se soltar. A instabilidade (vértebra que desliza além do normal) tende a piorar com uma peça móvel, que não fixa o segmento. Facetas com desgaste avançado podem seguir doendo, porque a prótese preserva o movimento que as irrita.Contraindicação relativa: o que aconteceu com quem operou
Na contraindicação relativa (fator que pesa contra sem excluir), o conjunto do caso decide. Exemplos frequentes são osteopenia (perda inicial de massa óssea), desgaste leve das facetas e artrodese (fusão de duas vértebras) no nível vizinho.Uma análise retrospectiva (estudo que revisa prontuários de cirurgias já feitas) comparou pessoas com e sem contraindicação relativa operadas com prótese cervical. Na análise de casos relativamente contraindicados 2024, os dois grupos tiveram melhora parecida de dor e função. Complicações e novas cirurgias também ficaram próximas no período acompanhado.Por ser retrospectivo, o estudo não sorteou quem recebia a prótese. O resultado abre discussão, sem mudar sozinho os critérios de seleção.Quando a avaliação descarta a prótese
Se a avaliação para artroplastia de disco aponta impedimento, artrodese ou endoscopia (cirurgia por cânula com câmera) podem entrar no plano. Pelo convênio, a autorização cobre a internação hospitalar, e equipamento e honorários médicos podem ser cobrados à parte. O texto sobre cirurgia endoscópica de coluna pela Care Plus mostra como esse pedido costuma tramitar.Prótese de disco lombar: por que a seleção é mais restrita
Análise completa
Os ensaios com a prótese lombar incluíram adultos com discopatia degenerativa (disco gasto que gera a própria dor). O desgaste ficava em um ou dois níveis entre L3 e S1 (do meio da lombar até a base da coluna). Todos tinham feito pelo menos seis meses de tratamento sem cirurgia, sem alívio suficiente.
Critérios que pesam mais na lombar
A estenose do canal (estreitamento do espaço por onde passam os nervos) deixava o paciente fora dos estudos. Pela frente, a prótese não alcança o ligamento amarelo (faixa elástica atrás do canal), que aperta os nervos por trás. Espondilolistese acima do grau leve e cirurgia prévia com fusão no mesmo nível também afastavam o candidato.O excesso de peso aumenta a carga sobre o implante e torna o acesso pelo abdome mais trabalhoso. O índice de massa corporal (relação entre peso e altura) entra na conta, ao lado da densidade óssea.O acesso pelo abdome e seus riscos próprios
O implante lombar é colocado pela frente da coluna, com apoio frequente de um cirurgião vascular. Ele afasta os vasos ilíacos (grandes artérias e veias da pelve) para expor o disco. Nos homens, lesar o plexo hipogástrico (nervos à frente da coluna) pode causar ejaculação retrógrada (sêmen que vai para a bexiga).Quando a avaliação para artroplastia de disco aponta estenose, instabilidade ou acesso arriscado, a artrodese lombar costuma entrar como alternativa. Em hérnias lombares que comprimem só um nervo, a técnica endoscópica retira o fragmento por um corte pequeno. O texto sobre cirurgia endoscópica de coluna pela Unimed explica o pedido ao plano.Prótese ou artrodese: o que mostram os resultados após dez anos
Análise completa
Os ensaios clínicos randomizados que compararam as duas cirurgias no pescoço acompanharam os pacientes por até dez anos. Em ambos os grupos, a dor no braço e a função do pescoço melhoraram e se mantiveram. A diferença apareceu na taxa de reoperação (nova cirurgia na mesma região), menor no grupo da prótese.Complicações como rouquidão e dificuldade para engolir aparecem nas duas técnicas, porque o acesso pela frente do pescoço é o mesmo.
Desgaste do segmento vizinho
A degeneração do segmento adjacente (desgaste do disco vizinho ao operado) pode aparecer só nos exames, sem nenhum sintoma. Já a doença do segmento adjacente traz dor ou compressão de nervo ligadas a esse disco. Desgaste visto na imagem, sozinho, não equivale a doença.Uma hipótese é que a fusão sobrecarregue os discos acima e abaixo, mas os estudos não provam essa relação de causa. Parte do desgaste vizinho segue a evolução natural da coluna com a idade. Em vários estudos de longo prazo, a doença do segmento adjacente levou a nova cirurgia com menos frequência após a prótese.Limites dos resultados
Os estudos selecionaram pacientes com um ou dois níveis e sem artrose avançada das facetas. Os resultados valem para esse perfil e não se transferem a qualquer pescoço operado. A ossificação heterotópica (osso que cresce em volta da prótese) pode reduzir o movimento com os anos.Na lombar, os dados de longo prazo são mais escassos, e o acesso pelo abdome muda a comparação. O texto sobre artrodese ou prótese de disco lombar detalha as duas opções.Quando há dois níveis afetados, a prótese ainda é uma opção?
Análise completa
Uma revisão sistemática com metanálise (estudo que reúne e recalcula vários estudos) comparou as duas cirurgias em dois níveis cervicais. Segundo a revisão sobre prótese em dois níveis 2024, a prótese teve dor e função iguais ou melhores que a artrodese. O grupo da prótese também preservou movimento e teve menos reoperações (nova cirurgia na mesma região).
Por que o segundo nível pesa na decisão
Cada nível precisa cumprir os mesmos critérios: facetas sãs, movimento preservado e osso firme. Basta um nível fora do perfil para mudar o plano daquele segmento.As radiografias dinâmicas medem o movimento de cada nível separadamente. A tomografia mostra se um dos dois já tem bicos ósseos grandes ou facetas gastas.Nesses casos, uma alternativa é a cirurgia híbrida (prótese em um nível e artrodese no outro), feita pelo mesmo corte no pescoço. A meta é manter movimento onde o disco permite e estabilizar onde ele não aceita a peça.E na coluna lombar?
Na lombar, a prótese em dois níveis exige expor dois discos pelo abdome, com os vasos ilíacos afastados por mais tempo. A artrodese segue como comparação frequente, e os resultados da artrodese na lombar ajudam a calibrar expectativas.Quando a hérnia atinge vários discos, o texto sobre cirurgia para hérnia em vários níveis compara as opções.Riscos e complicações que devem entrar na conversa antes de decidir
Análise completa
A ossificação heterotópica (osso novo que se forma em volta da prótese) é uma das complicações mais descritas da prótese cervical. Ela costuma surgir meses ou anos após a cirurgia e pode reduzir ou travar o movimento do segmento operado. Muitas vezes não causa dor, mas o nível passa a funcionar como uma fusão.
Desgaste, afundamento e deslocamento do implante
A subsidência (afundamento da prótese na vértebra) é mais provável com osso frágil ou peça menor que a vértebra. A migração (deslocamento do implante para fora da posição) é incomum e aparece nas radiografias de controle. O atrito entre as superfícies libera partículas de desgaste, que podem causar osteólise (perda de osso ao redor da peça).A fratura da vértebra durante o encaixe da peça é rara e aparece mais com osso frágil.Quando a prótese precisa de revisão
A revisão (nova cirurgia para corrigir ou trocar o implante) entra em pauta com afundamento progressivo, deslocamento, infecção ou dor persistente. Em muitos casos, o cirurgião retira a prótese e converte o nível em artrodese. Um artigo sobre conceitos atuais da prótese de disco 2026 discute esses mecanismos e o peso do desenho do implante.Uma revisão pelo plano de saúde passa pelo mesmo pedido de autorização da primeira cirurgia. A autorização cobre a internação hospitalar, e honorários médicos e aluguel de equipamentos podem ser cobrados à parte. O texto sobre operação de hérnia pela Saúde Caixa mostra esse trâmite.Atendimento no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco
Análise completa
O cirurgião de coluna conduz a avaliação do começo ao fim e reúne os laudos de cada etapa. Quando um achado sai da coluna, como uma doença do coração ou uma alteração no osso, outro especialista entra na conversa. A decisão sobre a prótese considera essas leituras em conjunto.
Quem participa antes da cirurgia
O anestesista revê remédios em uso, alergias e cirurgias anteriores antes da data marcada. Na prótese lombar, o cirurgião vascular examina os vasos ilíacos nas imagens, porque é ele quem abre caminho até o disco. Para quem tem doença cardíaca, o cardiologista avalia se o coração tolera a anestesia.A fisioterapia acompanha a recuperação da força e do movimento nas semanas seguintes à cirurgia. Os retornos com radiografia ficam com o cirurgião que operou.O pedido ao plano de saúde
O pedido ao plano reúne o relatório do cirurgião, os laudos de imagem e a descrição do implante escolhido. Em caso de divergência, o convênio pode convocar uma junta médica (avaliação por um terceiro médico desempatador). O texto sobre cirurgia de hérnia pela Mediservice mostra esse trâmite.Para agendar a avaliação da prótese, marque consulta com o Dr. Pedro Henrique Correa, Ortopedista especialista em coluna. Ele atende no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, dentro de uma estrutura multidisciplinar. Se o seu plano é a Cassi, o texto sobre cirurgia de hérnia de disco pela Cassi explica o pedido.O que dizem os pacientes
★★★★★
Dr. Pedro me diagnosticou e me explicou o porquê das minhas constantes dores e imobilidade no pescoço e braço. Fui super bem atendida pela secretária dele a Adriana, extremamente competente, educada e nos auxilia prontamente quando precisamos tirar dúvidas. Tempo de espera para ser atendido na clínica praticamente não tem. Você chega e em seguida já é atendido.— Debora Moreira Souza (set/2025)
★★★★★
Profissional me explicou tudo de forma detalhada, me falou dos procedimentos que ele acredita serem bons e o motivo dele acreditar na eficácia, me explicou sobre alternativas de atividades físicas e fisioterapia, quais ele acredita serem as mais eficientes, o motivo dele acreditar nisso, citou evidências através de estudos, exatamente o que eu gosto de saber para tomar qlqr decisão. Excelente profissional.— Filipe Goes (ago/2026)
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Consulta com Dr. Pedro Henrique Correa, Ortopedista especialista em coluna, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo.
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Perguntas frequentes
Quanto tempo leva a avaliação para artroplastia de disco?
Ela costuma ocupar ao menos duas consultas: a primeira para história e exame físico, e o retorno com os exames pedidos. O intervalo entre elas depende da agenda dos exames de imagem. Quem já chega com ressonância e radiografias recentes pode encurtar esse caminho.
Preciso repetir os exames que já fiz?
Nem sempre: ressonância e tomografia recentes, de boa qualidade, costumam ser aproveitadas. As radiografias dinâmicas e a densitometria óssea (exame que mede a firmeza do osso) entram quando faltam ou quando o quadro mudou. Leve as imagens no CD ou no link do laboratório, e não só o laudo impresso.
Existe idade limite para a prótese de disco?
Os estudos com a prótese incluíram adultos, sem uma idade única que barre a cirurgia. Com os anos, aumenta a chance de osteoporose (osso frágil) e de artrose nas facetas (juntas atrás das vértebras). Esses achados pesam mais que a data de nascimento na decisão.
O plano de saúde cobre a prótese de disco?
Com a autorização, o plano cobre a internação hospitalar. O aluguel de equipamentos e os honorários médicos podem ser cobrados à parte, conforme o contrato e a rede. Peça ao convênio, por escrito, o detalhamento do que foi autorizado antes da data marcada.
Quem já operou a coluna pode passar pela avaliação?
Pode. O relatório da cirurgia anterior e as imagens antigas mostram o que foi feito e em qual nível. Uma fusão prévia no mesmo nível pesa contra a prótese naquele ponto, mas os outros níveis da coluna são examinados normalmente.
Quanto tempo dura uma prótese de disco?
Os ensaios no pescoço acompanharam pacientes por até dez anos, com resultados mantidos ao longo desse período. Não existe prazo de validade fixo para o implante. Radiografias periódicas acompanham desgaste, afundamento e osso crescendo em volta da peça.
A consulta de avaliação dói?
Não, o exame físico usa testes de força, toque na pele e martelo de reflexos. Algumas manobras podem reproduzir por instantes a dor conhecida. Se algum movimento incomodar, avise na hora, porque essa resposta também ajuda a localizar o nível doente.
O que devo levar para a primeira consulta?
Leve todos os exames de imagem com as imagens, não só os laudos, e os relatórios de cirurgias anteriores. Uma lista dos remédios em uso e das alergias também ajuda. Anote também os tratamentos já tentados, como fisioterapia e infiltrações (injeções de remédio perto da coluna), e quando a dor começou.
E se a avaliação concluir que a prótese não serve para mim?
A conversa segue com as alternativas que cabem no seu quadro. Elas incluem tratamento sem cirurgia, artrodese e, em hérnias selecionadas, a técnica endoscópica. Você recebe por escrito os motivos que afastaram a prótese, o que facilita buscar uma segunda opinião, se quiser.