Especialista em diverticulite | Dra. Sabrina Figueiredo | São Paulo
Por que a gravidade de cada crise pesa mais que o número de episódios na decisão de operar.
“Muitos me procuram após a terceira crise de diverticulite (inflamação de bolsas no intestino) achando a cirurgia obrigatória. Avalio primeiro a gravidade de cada episódio na tomografia (exame de imagem do abdome).”— Dra. Sabrina de Figueiredo
CRM 203753RQE 99224Gastroenterologia
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Sociedades médicas
- Membro da European Crohn’s and Colitis Organisation (ECCO) · Membro do Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil (GEDIIB)
Áreas de atuação
- Gastroenterologia
Gastroenterologia
Quero que cada paciente saia da consulta sabendo o que está acontecendo no intestino e o que fazer se a dor voltar.— Dra. Sabrina de Figueiredo
Escolher um especialista em diverticulite muda a forma de atravessar a primeira crise e os meses seguintes. Sou o Dra. Sabrina de Figueiredo, Gastroenterologia do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, e atendo em São Paulo. Cuido do diagnóstico, do tratamento clínico e da prevenção de novas crises, em conjunto com o coloproctologista.
No consultório, reviso com o paciente cada crise: quando começou a dor, se houve febre e quais exames foram feitos. Com tomografia e colonoscopia em mãos, o especialista em diverticulite separa quem precisa só ajustar hábitos de quem exige seguimento próximo. O retorno depois da crise serve para revisar sintomas, resultados e dúvidas sobre alimentação.
Como funciona
Passo a passo
- 1Primeira consultaO médico revisa o histórico das crises, os sintomas atuais e os exames já feitos, e examina o abdome.
- 2Exames na criseA tomografia mostra a extensão da inflamação, e os exames de sangue medem o grau de infecção.
- 3Tratamento da criseConforme a gravidade, o tratamento segue em casa nos casos leves ou com internação nos mais graves.
- 4ColonoscopiaPassada a inflamação, a colonoscopia é marcada para examinar o intestino grosso e descartar outras causas dos sintomas.
- 5Prevenção de crisesA alimentação passa a incluir mais fibras e água, junto com atividade física regular e controle do peso.
- 6ReavaliaçãoNos retornos, o médico revisa resultados e decide com o coloproctologista se a cirurgia entra na discussão.
Especialista em diverticulite: qual médico procurar primeiro?
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O gastroenterologista cuida do diagnóstico, do tratamento com remédios e dieta e do acompanhamento entre as crises. Ele interpreta a tomografia, pede exames de sangue e marca a colonoscopia quando a inflamação passa. Temos visto que muitos pacientes chegam sem saber a quem recorrer, e a escolha depende da gravidade da crise.
Quem atende na crise e quem opera
Na crise aguda com dor forte e febre, o primeiro atendimento costuma ser do cirurgião de plantão no pronto-socorro. Depois da alta, o seguimento volta ao gastroenterologista, que revisa a tomografia e organiza a colonoscopia. Ter os laudos e as receitas dessa internação agiliza a primeira consulta.A cirurgia entra em pauta nas crises complicadas, com abscesso (acúmulo de pus) ou perfuração do intestino. Quem opera é o coloproctologista ou o cirurgião do aparelho digestivo, com critérios alinhados ao Colégio Brasileiro de Cirurgiões. Crises leves repetidas também podem levar a essa conversa, que considera sintomas, idade e impacto na rotina.Um olhar para todo o aparelho digestivo
O especialista em diverticulite também avalia queixas do estômago e do esôfago que aparecem junto com as crises. Azia e queimação frequentes pedem investigação própria, descrita na página sobre diagnóstico e tratamento da gastrite.Diverticulose, doença diverticular e diverticulite não são a mesma coisa
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Os divertículos (pequenas bolsas na parede do intestino) aparecem sobretudo no cólon sigmoide (trecho final do intestino grosso). Ter essas bolsas, sem inflamação, recebe o nome de diverticulose. Muitas pessoas com diverticulose passam a vida inteira sem saber que elas existem.
Quando as bolsas passam a dar sintomas
A doença diverticular é o termo usado quando os divertículos causam queixas como cólica, gases e mudança no ritmo intestinal. Nesses casos não há infecção nem febre, e a tomografia não mostra inflamação. As crises de cólica vão e voltam, sem os sinais de infecção da diverticulite (inflamação de pequenas bolsas no intestino).Diverticulite: a bolsa inflamada
A diverticulite é a inflamação ou infecção de um ou mais divertículos. Ela provoca dor no lado esquerdo baixo da barriga, febre e, às vezes, vômitos. A tomografia do abdome confirma o diagnóstico e separa a forma simples da forma complicada.Pelas orientações da Mayo Clinic, a diverticulite simples costuma ser tratada em casa, com dieta leve e, em alguns casos, antibiótico. As formas complicadas, com abscesso ou perfuração, levam à internação e podem exigir drenagem (retirada do pus por agulha) ou cirurgia.Por que a diferença muda o médico que você procura
Na diverticulose achada por acaso, o acompanhamento costuma ficar com o clínico ou o gastroenterologista de rotina. Na doença diverticular com cólicas recorrentes e na diverticulite, o especialista em diverticulite conduz a investigação e o seguimento entre as crises. Queixas de outras partes do tubo digestivo seguem caminho próprio, como mostra a página sobre a avaliação da dificuldade para engolir.
Sinais de alarme: quando ir direto ao pronto-socorro
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A dor da diverticulite simples fica no lado esquerdo baixo da barriga e melhora aos poucos com o tratamento. Quando a dor se espalha por todo o abdome, endurece a barriga ou piora a cada hora, o quadro muda de categoria. Esse padrão sugere peritonite (inflamação da membrana que reveste o abdome), uma das formas graves da doença.
Sintomas que pedem pronto-socorro no mesmo dia
Febre com calafrios, vômitos que impedem beber água e dor que não cede com remédio comum para dor entram nessa lista. Barriga inchada e dura, sem saída de gases nem fezes, pode indicar obstrução intestinal (bloqueio da passagem pelo intestino). Tontura, pressão baixa e confusão mental sugerem que a infecção atingiu a circulação.Quem precisa de atenção redobrada
Pessoas com imunidade baixa podem ter sintomas mais brandos mesmo em crises graves. Isso inclui quem usa corticoide (anti-inflamatório derivado de hormônio), faz quimioterapia ou recebeu transplante. Idosos e pessoas com diabetes também podem ter febre discreta, e qualquer dor abdominal nova nesses grupos merece avaliação rápida.O que acontece no hospital
No pronto-socorro, a equipe pede exames de sangue e tomografia para medir a extensão da inflamação. Abscessos pequenos costumam responder a antibiótico na veia, e os maiores podem ser drenados por agulha guiada por imagem. Perfuração com peritonite leva à cirurgia de urgência, segundo uma revisão clínica sobre diverticulite 2025 (inflamação de pequenas bolsas no intestino).Quando a dor é leve, sem febre e com boa aceitação de líquidos, o especialista em diverticulite pode avaliar em consulta agendada.Como o médico confirma a diverticulite
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A história da dor e o exame da barriga levantam a suspeita, mas não bastam para fechar o diagnóstico. Outras doenças imitam a crise, como apendicite (inflamação do apêndice), infecção urinária, cálculo renal (pedra no rim) e problemas ginecológicos. Por isso os exames de imagem e de sangue entram logo na primeira avaliação.
Tomografia: o exame de referência na crise
A tomografia com contraste (líquido injetado na veia que realça imagens) mostra o intestino espessado e a gordura inflamada ao redor. O laudo pode citar a classificação de Hinchey (escala que separa crises simples das complicadas). Essa leitura separa quem segue o tratamento em casa de quem precisa de internação.O hemograma (contagem das células do sangue) e a proteína C reativa (marcador de inflamação) completam a avaliação. Valores altos reforçam o quadro, mas não substituem a imagem. Na gravidez e em quem não pode receber contraste, ultrassom (exame com ondas sonoras) ou ressonância (imagem por ímã) servem de alternativa.Colonoscopia: por que esperar a inflamação passar
Durante a crise, a colonoscopia aumenta o risco de perfurar a parede inflamada, por isso fica para depois. Segundo uma revisão científica sobre diverticulite 2025, ela é indicada após a fase aguda, sobretudo em crises complicadas ou sem exame recente. O objetivo é descartar câncer colorretal (tumor do intestino grosso), que pode imitar a imagem da diverticulite na tomografia.O especialista em diverticulite também separa as queixas que vêm de outros órgãos, como a queimação no estômago depois das refeições. Esse quadro tem investigação própria, descrita na página sobre avaliação da dispepsia funcional (má digestão sem lesão visível).Tratamento em casa, internação ou drenagem: o que define cada caminho
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A crise sem abscesso (acúmulo de pus) nem perfuração do intestino é chamada de diverticulite não complicada, a forma mais comum.
Quem pode se recuperar em casa
Em casa, o tratamento reúne dieta líquida nos primeiros dias, repouso e paracetamol para a dor. Diretrizes recentes permitem dispensar o antibiótico em quem não tem febre alta, imunidade baixa nem complicação na tomografia. Anti-inflamatórios ficam de fora porque agridem o estômago, como explica a página sobre avaliação e tratamento da úlcera duodenal.Sem melhora em dois a três dias, a crise é reavaliada com exames de sangue e, às vezes, nova tomografia.Internação e drenagem do abscesso
A internação reúne as crises com abscesso, febre alta, vômitos persistentes ou imunidade baixa. A drenagem percutânea (agulha guiada por tomografia, através da pele) esvazia o pus e costuma adiar a cirurgia para um momento planejado. Os critérios estão no texto sobre características da diverticulite como doença.Após a alta, o especialista em diverticulite revisa os exames e discute com o coloproctologista se uma cirurgia programada tem lugar.Esta orientação acompanha material de referência clínica, fonte consultada para esta seção.Quando a cirurgia passa a ser considerada
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A decisão de operar é tomada pelo coloproctologista (cirurgião do intestino grosso), com base na tomografia e na evolução das crises. O gastroenterologista participa da conversa, que leva em conta idade, outras doenças e o impacto das crises na rotina.
Complicações que costumam levar à cirurgia
Perfuração com peritonite (inflamação da membrana que reveste o abdome) leva à cirurgia de urgência. Fístula colovesical (canal entre intestino e bexiga) e estenose (estreitamento do intestino por cicatriz) costumam pedir cirurgia programada, longe da crise. Nas crises leves repetidas, uma revisão sobre resultados a longo prazo apoia decidir caso a caso, pesando sintomas e qualidade de vida.Como é a operação
A cirurgia mais feita é a sigmoidectomia (retirada do trecho final do intestino grosso), em geral por videolaparoscopia (cirurgia por pequenos furos). A operação de Hartmann deixa uma colostomia (saída do intestino na barriga, com bolsa coletora), fechada em uma segunda cirurgia meses depois.Resultados de operar ou não a longo prazo
Sem cirurgia, parte das pessoas volta a ter crises, em geral de gravidade parecida com a da primeira. Com a operação, novas crises ficam raras, mas há riscos como infecção e vazamento na anastomose (emenda das partes do intestino). Cólicas e gases podem continuar depois de operar, porque nem todo sintoma vinha da inflamação.O especialista em diverticulite separa essas queixas das que vêm do estômago, como estufamento e estômago cheio com pouca comida. Esse quadro tem investigação própria, explicada em sintomas e causas da dispepsia funcional.Depois da crise: acompanhamento e prevenção de novas inflamações
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A alimentação volta ao normal aos poucos, quando a dor some e o intestino aceita comida sólida sem cólica. Os primeiros retornos conferem a recuperação, os exames de sangue e a data da colonoscopia.
Fibras, água e o mito das sementes
Uma revisão sobre como prevenir novas crises 2025 associa a dieta rica em fibras a menos recorrência da inflamação. As fontes são frutas, verduras, legumes, feijão e grãos integrais, com aumento gradual para evitar gases. Sementes, castanhas e pipoca podem continuar no prato, pois não se ligam a novas crises.A água acompanha a fibra ao longo do dia e deixa as fezes macias, o que reduz o esforço para evacuar.Atividade física, peso e cigarro
Pessoas que fazem atividade física regular, como caminhada, bicicleta ou natação, têm menos crises de diverticulite ao longo dos anos. A obesidade, sobretudo a gordura na barriga, aumenta o risco de recorrência e de formas complicadas. O cigarro também pesa contra, e parar de fumar entra no plano de prevenção.Remédios que pedem atenção
Anti-inflamatórios não esteroides (remédios como ibuprofeno e diclofenaco) se associam a perfuração e sangramento dos divertículos. Eles também ferem o duodeno (início do intestino delgado), tema da página sobre úlcera duodenal e seu tratamento. Quem usa esses remédios para dor crônica revê a lista com o especialista em diverticulite nos retornos.Como avaliar o médico e o que perguntar na consulta
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O site do Conselho Federal de Medicina permite buscar o médico pelo nome e conferir o CRM ativo. A mesma consulta mostra o RQE (Registro de Qualificação de Especialista) em gastroenterologia ou coloproctologia.
Experiência com doenças do intestino grosso
Pergunte com que frequência o médico acompanha casos de diverticulite e se trabalha em conjunto com um coloproctologista. Um especialista em diverticulite com experiência explica com clareza o laudo da tomografia e a classificação de Hinchey. Ele também diz onde fazer a colonoscopia e quem analisa a biópsia (pequena amostra de tecido), se houver.Perguntas para levar à consulta
Leve por escrito as dúvidas sobre a sua crise. Pergunte se a diverticulite (inflamação de pequenas bolsas no intestino) foi simples ou complicada e qual o risco de nova inflamação. Peça para entender quando a cirurgia entraria na conversa e quais sinais pedem pronto-socorro.Pergunte também quais valores ficam fora da autorização do plano, como honorários e aluguel de equipamentos.Queixas de outras partes do aparelho digestivo
Queimação na boca do estômago que piora em jejum também entra na lista de perguntas. Ela pode vir de outra doença, explicada na página sobre diagnóstico e tratamento da úlcera gástrica (ferida no estômago). Azia que sobe pelo peito segue outro caminho, descrito em sintomas da doença do refluxo.Atendimento no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco
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A diverticulite (inflamação de pequenas bolsas no intestino) envolve mais de um especialista ao longo do tratamento. O especialista em diverticulite conduz o diagnóstico e o seguimento entre as crises, e o coloproctologista entra quando a cirurgia é discutida. Na mesma estrutura, os laudos e as decisões circulam entre a equipe com mais agilidade.
Uma equipe que conversa sobre o mesmo caso
Na equipe multidisciplinar (médicos de várias áreas trabalhando juntos), tomografia, colonoscopia e anotações de retorno ficam acessíveis a todos. O paciente não precisa repetir a história a cada novo profissional. Quando surge uma queixa fora do intestino, como azia ou dor no estômago, o encaminhamento acontece dentro da mesma equipe.Como agendar a primeira consulta
A primeira consulta pode ser marcada após a alta do pronto-socorro ou entre crises, mesmo sem nova dor. Leve os laudos de tomografia, os exames de sangue e a lista de remédios em uso.A Dra. Sabrina de Figueiredo atende em Gastroenterologia no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em estrutura multidisciplinar. Agende uma consulta para revisar suas crises, seus exames e as dúvidas que ficaram. Quem tem também queixas do estômago encontra a avaliação da infecção por Helicobacter pylori (bactéria que infecta o estômago) na mesma equipe.Agende sua avaliação com Dra. Sabrina de Figueiredo
Consulta com Dra. Sabrina de Figueiredo, Gastroenterologia, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo.
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Perguntas frequentes
Qual médico trata diverticulite?
A diverticulite (inflamação de pequenas bolsas no intestino) costuma ser acompanhada pelo gastroenterologista (médico do aparelho digestivo). Esse especialista em diverticulite faz o diagnóstico, segue o paciente entre as crises e orienta a prevenção. O coloproctologista (cirurgião do intestino grosso) entra quando a cirurgia é discutida.
Diverticulite é uma doença grave?
A maioria das crises é da forma simples e melhora sem complicações. Uma parte evolui com abscesso (acúmulo de pus), perfuração ou peritonite (inflamação da membrana que reveste o abdome), que exigem hospital. Dor que piora, febre alta e vômitos são os sinais de que a crise se agravou.
Diverticulite pode virar câncer?
A inflamação dos divertículos (bolsas na parede do intestino) não se transforma em câncer. Um tumor do intestino grosso, porém, pode ter aparência parecida na tomografia (exame de imagem do abdome). A colonoscopia (exame que avalia o intestino grosso por dentro) é o exame que separa as duas situações.
Diverticulite passa de pai para filho?
Ter pais ou irmãos com a doença aumenta a chance de desenvolvê-la, e estudos com gêmeos apontam participação da genética. Os hábitos pesam junto: dieta pobre em fibras, sedentarismo, obesidade e cigarro elevam o risco. Avise o médico sobre esses casos na primeira consulta.
Pessoas jovens podem ter diverticulite?
Sim, a doença é mais comum depois dos 50 anos, mas vem aparecendo com mais frequência em adultos jovens. Nessa faixa, a dor no lado esquerdo baixo da barriga às vezes é confundida com cólica comum ou apendicite (inflamação do apêndice). A idade sozinha não muda a forma de investigar a crise.
Estresse pode provocar uma crise de diverticulite?
Não há prova de que o estresse cause a inflamação dos divertículos. Ele pode aumentar cólicas, gases e mudanças no ritmo do intestino, que se confundem com uma crise. A diferença está na febre e na dor contínua de um lado, que pedem avaliação médica.
Quanto tempo dura uma crise de diverticulite?
Na forma simples, a dor costuma aliviar em poucos dias, e a disposição volta ao normal em algumas semanas. Nas crises com abscesso, a recuperação é mais longa e depende da resposta ao tratamento no hospital. Dor que não melhora dentro do prazo previsto pelo médico é motivo para nova avaliação.
A diverticulite pode voltar depois de tratada?
Pode voltar, e o risco de nova crise varia de pessoa para pessoa. Os fatores ligados à volta incluem obesidade, cigarro, pouca atividade física e uso frequente de anti-inflamatórios (remédios como ibuprofeno). Os retornos servem para revisar esses pontos e ajustar a prevenção.
Sangue nas fezes é sinal de diverticulite?
O sangramento ligado aos divertículos costuma vir da diverticulose (bolsas sem inflamação), e em geral aparece sem dor. Na crise de diverticulite, sangue vivo nas fezes é menos comum. Qualquer sangramento pelo ânus, mesmo pequeno, pede avaliação médica, e o volume grande pede pronto-socorro.