HPV qual médico procurar | Dr. Celso Mendanha | São Paulo
O especialista certo para o HPV muda conforme o local da lesão e quem está sendo examinado.
“Muita gente chega depois de passar por vários profissionais, sem saber quem acompanha a infecção pelo papilomavírus. Costumo pedir também o exame da parceria, porque a lesão no parceiro muitas vezes passa despercebida.”— Dr. Celso Mendanha
CRM 189080RQE 101779Infectologia
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Formação acadêmica
- UNIFESP/EPM – Residência em Infectologia
- Fellowship em Imunologia Clínica (UNIFESP)
- Mestrado em andamento na UNIFESP (Imunologia aplicada às Infecções)
- Professor voluntário do Ambulatório de Imunologia da UNIFESP.
Títulos de especialista
- Título de Especialista em Infectologia pela SBI (RQE 101779)
- Fellowship em Imunologia Clínica (UNIFESP)
- Mestrando em Imunologia aplicada às infecções (UNIFESP)
- Especialização em ISTs e Saúde LGBTQIA+
- Capacitação em Medicina do Viajante.
Sociedades médicas
- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI)
- Membro da Sociedade Brasileira de Imunologia
- Membro-Fundador do NAISBDST
- Vinculado à Disciplina de Alergia
- Imunologia Clínica e Reumatologia da UNIFESP.
Onde atende
- Instituto Medicina em Foco (SP); Hospital São Paulo (HSP-UNIFESP); Hospital do Rim (Hrim); ICESP; Rede D'Or São Luíz; Prevent Senior; NuDII; Ambulatório de Imunologia Clínica da UNIFESP.
Áreas de atuação
- Infectologia
Infectologia
Gosto de começar organizando quem examina cada região e quem acompanha o conjunto. Meu papel é olhar a imunidade e a história completa, sem substituir o colega que examina a lesão.— Dr. Celso Mendanha
Quem chega com a dúvida HPV qual médico procurar quase sempre já ouviu três respostas diferentes. Sou o Dr. Celso Mendanha, Infectologia do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco. No consultório, recebo pessoas encaminhadas pelo ginecologista, pelo urologista ou pelo dermatologista quando a infecção persiste ou volta depois do tratamento local.
Pessoas que vivem com HIV (vírus que enfraquece as defesas) ou que fizeram transplante tendem a ter lesões mais extensas. O mesmo vale para quem usa imunossupressores (remédios que reduzem a defesa do corpo), e as verrugas costumam voltar com mais frequência. Nesses casos, o controle do vírus depende do estado das defesas tanto quanto do tratamento da lesão visível.
Como funciona
Passo a passo
- 1Primeira consultaO médico ouve a história, pergunta sobre parcerias e examina com atenção a região onde a lesão apareceu.
- 2Exames complementaresConforme o local, o especialista pode pedir colposcopia (exame do colo do útero com lente de aumento) e coleta de material.
- 3Tratamento localAs lesões visíveis são tratadas pelo especialista da região, com o método escolhido para cada caso.
- 4Avaliação da parceriaA parceria sexual também é examinada, porque o vírus circula entre os dois e pode reaparecer depois.
- 5Casos persistentesSe as lesões voltam ou a imunidade está baixa, o infectologista entra para investigar as defesas do corpo.
- 6ReavaliaçãoRetornos periódicos com novo exame mostram se a região continua sem lesões e definem o intervalo seguinte.
HPV: qual médico procurar primeiro, conforme o local da alteração
Análise completa
O caminho até o especialista certo passa pelo lugar onde a lesão aparece ou o exame mostrou alteração. Verrugas na vulva ou na vagina ficam com o ginecologista, e as do pênis e da bolsa escrotal com o urologista. Lesões ao redor do ânus são avaliadas pelo proctologista mesmo sem relação anal, porque o vírus se espalha pela pele da região.
Quando o alerta vem de um exame
Um papanicolau alterado ou um teste de DNA-HPV (exame que procura o material genético do vírus) positivo é conduzido pelo ginecologista. Ele decide se a próxima etapa é repetir o exame, fazer colposcopia ou retirar material para análise. Nos homens não existe exame de rotina para HPV, e a procura pelo urologista costuma partir de uma lesão visível.Quando não se sabe por onde começar
Temos observado que muita gente adia a consulta por não saber em qual porta bater, e a lesão pode crescer nesse intervalo. Quem digita HPV qual médico procurar sem saber o local pode começar pela unidade básica de saúde, que examina e encaminha.O infectologista entra quando o quadro envolve outras infecções sexualmente transmissíveis, como sífilis ou HIV, investigadas no mesmo pedido de exames. Os detalhes dessa atuação estão no perfil de atendimento em infectologia. Quem recebeu teste de HIV reagente encontra o passo seguinte em orientações após teste HIV positivo.HPV positivo no exame, sem verrugas: o que isso significa e quem acompanha
Análise completa
O sistema de defesa elimina a maior parte dessas infecções sozinho, em um a dois anos, sem deixar alteração. Um resultado positivo sem lesão não equivale a câncer. Ele indica que o colo do útero precisa de vigilância, porque alguns tipos do vírus podem causar alterações lentas quando persistem.
Quando o resultado pede mais exames
Os tipos 16 e 18 são de alto risco (mais ligados ao câncer do colo do útero). Com um deles no laudo, o ginecologista costuma indicar colposcopia, mesmo quando o papanicolau veio normal. A conduta acompanha as orientações sobre infecções sexualmente transmissíveis da Sociedade Brasileira de Infectologia.Se o vírus persiste em testes seguidos, o colo pode desenvolver lesão precursora (alteração celular que pode virar câncer após anos). O seguimento existe para achar essa alteração cedo, quando ainda está restrita à superfície.Quem acompanha cada caso
Para quem buscou HPV qual médico procurar depois de um laudo assim, a referência é o ginecologista que pediu o exame. O infectologista entra quando há imunidade baixa, HIV ou infecção que persiste por anos sem explicação.O teste positivo costuma motivar a revisão de outras exposições, como uma relação recente sem preservativo. Nesse caso, o atendimento precisa ser rápido, como mostra o guia sobre exposição ao HIV e atendimento urgente.
Verrugas no pênis, na vulva ou no ânus: ginecologista, urologista ou proctologista?
Análise completa
A verruga genital, ou condiloma (lesão elevada causada por tipos de baixo risco do vírus), surge como saliência da cor da pele. O especialista de cada região procura também lesões escondidas, que o paciente não consegue ver sozinho.
O que cada especialista examina
O ginecologista olha a vulva, a vagina e o colo do útero, porque verrugas externas às vezes convivem com lesões internas. O urologista examina o pênis, a bolsa escrotal e a saída da uretra (canal da urina), onde verrugas passam despercebidas.Parte das verrugas anais fica dentro do canal, e só aparece na anuscopia (exame do ânus com um tubo fino iluminado). Esse exame cabe ao proctologista, que também avalia sangramento e coceira na região.Quando o dermatologista também trata
Verrugas na pele externa da virilha, do púbis ou da base do pênis podem ser tratadas pelo dermatologista. Os métodos incluem crioterapia (congelamento da lesão), cauterização (queima controlada do tecido) e pomadas aplicadas em casa. O tamanho e o número de lesões definem a opção, como resumem os tratamentos de verrugas da Mayo Clinic.Verrugas na mucosa (pele úmida interna) ou dentro do ânus voltam ao ginecologista, ao urologista ou ao proctologista. Quem buscou HPV qual médico procurar diante de verrugas costuma precisar de um só especialista, salvo lesões em várias regiões.Quando a lesão não parece verruga
Bolhas ou úlceras (feridas que deixam a pele em carne viva) na região genital costumam ter outras causas, como herpes e sífilis. O caminho nesses casos está no guia sobre ferida genital e especialista indicado.Lesões na boca ou na garganta: quando procurar o otorrinolaringologista
Análise completa
O HPV oral se instala na mucosa (pele úmida que reveste a boca) pelo sexo oral e costuma sumir sozinho. Quando persiste, pode formar papilomas (verrugas pequenas, brancas ou rosadas) na língua, no céu da boca ou nas amígdalas. Alguns tipos de alto risco também se ligam a tumores da orofaringe (parte da garganta atrás da boca).
Sinais que justificam a consulta
Uma ferida ou placa na boca que não cicatriza em duas semanas é motivo de consulta com o otorrinolaringologista. Rouquidão persistente, dor ao engolir de um lado só e um caroço no pescoço também entram nessa lista. Esses sinais têm muitas causas, e a maioria não é câncer, mas só o exame separa uma coisa da outra.Verrugas nas cordas vocais caracterizam a papilomatose laríngea (lesões que voltam várias vezes na laringe, órgão da voz). O sinal principal é a voz rouca que piora aos poucos, em crianças ou adultos. Quando a lesão cresce, pode surgir falta de ar ou chiado ao respirar.Como é o exame e outras infecções da garganta
Para quem busca HPV qual médico procurar por lesão na boca, o otorrinolaringologista examina a região com luz e espelho. A nasofibroscopia (câmera fina passada pelo nariz) mostra a garganta e as cordas vocais. Se algo parecer suspeito, uma biópsia confirma o diagnóstico.O sexo oral também transmite gonorreia e clamídia, que na garganta costumam não dar sintomas. No homem, as mesmas bactérias causam secreção no pênis, tema do texto sobre corrimento uretral e especialista indicado. Se o HBsAg (marcador da hepatite B no sangue) vier reagente, o roteiro está no guia sobre hepatite B e especialista indicado.O que acontece na consulta e quais exames o médico pode pedir
Análise completa
A primeira consulta começa pela conversa sobre sintomas, tempo de evolução, vacinação contra HPV e exames anteriores. Em seguida vem o exame físico da região, com boa luz e, às vezes, lente de aumento. Quem pesquisou HPV qual médico procurar costuma chegar ansioso, e a conversa franca sobre vida sexual define quais exames fazem sentido.
Exames do colo do útero
O papanicolau e o teste de HPV fazem parte do rastreamento (exames feitos em quem não tem sintomas) feito pelo ginecologista. Quando um deles vem alterado, a colposcopia mostra o local exato da alteração. Se a imagem preocupa, um fragmento vai para biópsia, e o laudo define o próximo passo.Exames do ânus e da pele
A anuscopia examina o canal anal e encontra lesões que não aparecem por fora. Em pessoas que vivem com HIV, alguns serviços também fazem citologia anal (coleta de células do ânus, parecida com o papanicolau). Verrugas típicas na pele dispensam exame extra, e a biópsia fica para lesões que sangram, crescem rápido ou mudam de cor.Outros exames pedidos junto
Como o HPV raramente chega sozinho, o pedido costuma incluir testes de sangue para HIV, sífilis e hepatites B e C. Corrimento ou ardor ao urinar levam à coleta de secreção para cultura (teste que identifica o micróbio em laboratório). O passo seguinte aparece no guia sobre o que fazer com cultura positiva.Um teste reagente para HIV deixa os retornos mais frequentes, e o caminho está nas orientações para teste de HIV reagente.Esta seção foi revisada contra material de referência clínica.Como o médico trata as verrugas e as alterações nas células
Análise completa
Os tratamentos agem sobre a lesão que o médico enxerga ou que o exame mostrou. O vírus em si não tem remédio próprio. Quem o elimina é o sistema de defesa, ao longo de meses ou anos.
Opções para as verrugas
Verrugas pequenas e poucas costumam responder ao congelamento, à queima controlada ou a pomadas aplicadas na pele. Lesões grandes ou numerosas são retiradas com bisturi ou com laser (feixe de luz que vaporiza o tecido), sob anestesia local.Alterações nas células do colo do útero
Alterações de baixo grau nas células do colo costumam regredir sozinhas e ficam em observação, com exames repetidos. As de alto grau, mais próximas do câncer, são retiradas pela cirurgia de alta frequência (alça elétrica fina que corta a área). Mulheres que vivem com HIV (vírus que enfraquece as defesas) têm seguimento mais próximo, detalhado nas orientações para quem recebeu HIV positivo.Tratamento caseiro e verrugas que voltam
Ácidos vendidos sem receita, vinagre e alho queimam a pele genital, que é fina, e deixam feridas e cicatrizes. Lesões tratadas em casa também escapam do exame do especialista, e uma alteração diferente pode passar sem diagnóstico.Remover a verruga não tira o vírus da pele ao redor, e novas lesões podem surgir semanas depois. Para quem pesquisou HPV qual médico procurar, os retornos servem para tratar essas recaídas cedo, enquanto ainda são pequenas.Recaídas frequentes levam o infectologista a rever a imunidade e outras infecções transmitidas pela mesma via. A hepatite C também pode passar pelo sexo, embora com menor frequência. Um anti-HCV (exame da hepatite C) reagente tem o passo seguinte no roteiro sobre hepatite C reagente.Gestantes, adolescentes e pessoas com imunidade baixa: o que muda no acompanhamento
Análise completa
A gravidez, a adolescência e a imunidade baixa mudam a resposta do corpo ao HPV. Em cada uma dessas fases, outro médico pode assumir a coordenação, e os retornos ficam com intervalos diferentes.
Na gravidez
Na gestação, a resposta para HPV qual médico procurar é o obstetra do pré-natal (consultas de acompanhamento da gravidez). As mudanças hormonais e a queda leve das defesas fazem as verrugas crescerem e se multiplicarem com mais facilidade.Algumas pomadas usadas fora da gravidez ficam suspensas, e o obstetra prefere métodos físicos, como o congelamento da lesão. O HPV raramente leva à cesárea, reservada a verrugas que bloqueiam o canal do parto ou sangram muito.Na adolescência
Adolescentes costumam ser acompanhados pelo pediatra ou pelo hebiatra (médico especializado em adolescentes), que encaminha ao especialista da região. A consulta pode ter um momento sem os pais, com sigilo sobre a vida sexual.A vacina contra HPV protege melhor quando aplicada antes do início da vida sexual, e a carteira de vacinação entra na conversa.Com HIV, transplante ou imunossupressores
Em quem vive com HIV, fez transplante ou usa imunossupressores (remédios que reduzem a defesa do corpo), o infectologista coordena o seguimento. Os exames do colo e do ânus ficam mais frequentes, porque as lesões tendem a voltar depois do tratamento. O pedido inclui hepatites, e um anti-HCV (exame da hepatite C) reagente segue as orientações para hepatite C reagente.O HIV bem controlado deixa as defesas mais aptas a conter o HPV. Ginecologista, proctologista e infectologista trocam laudos, e cada retorno parte do exame anterior.Sinais que pedem consulta rápida e o que levar ao médico
Análise completa
Sangramento genital ou anal sem explicação, lesão que cresce rápido e ferida que não cicatriza em semanas pedem avaliação sem demora. Verrugas que mudam de cor, endurecem ou doem também entram nessa lista. Na maior parte das vezes a causa é benigna, e a consulta rápida confirma isso cedo.
Sinais que pedem atendimento no mesmo dia
Febre com dor no pé da barriga, corrimento com cheiro forte ou ardor ao urinar sugerem outra infecção associada. Quem já usou antibiótico sem melhora encontra o próximo passo no guia sobre sintomas que persistem após antibiótico. Na gravidez, qualquer sangramento ou verruga que cresce rápido vai direto ao obstetra.O que levar para a consulta
Laudos antigos de exames do colo, do ânus e de biópsias (análise de tecido) mostram como a alteração evoluiu. Fotos das lesões ajudam quando elas mudam de aspecto entre a marcação e o dia da consulta. A carteira de vacinação e a lista de remédios em uso completam o quadro.Anote quando a lesão surgiu, se já foi tratada e com qual método. Informar parcerias recentes, uso de preservativo e resultados de HIV e sífilis evita repetir exames. A imunidade baixa, por doença ou remédio, também precisa ser contada logo no início.Perguntas que ajudam na consulta
Perguntas escritas evitam esquecimentos na hora do exame. Vale perguntar qual é o tipo de lesão, quantas sessões o tratamento costuma levar e quando é o próximo retorno. Para a dúvida HPV qual médico procurar não voltar depois, pergunte se outra região precisa de exame.Esta seção foi revisada contra Clinical Overview of HPV.Vacina, preservativo e parceiros: como evitar novas infecções
Análise completa
A vacina contra HPV não elimina o vírus já instalado nem faz sumir as verrugas existentes. Ela ensina o corpo a reconhecer os tipos que ainda não chegaram. Quem já teve um tipo pode ganhar proteção contra os outros tipos da vacina.
Vacina depois do diagnóstico
A oferta pública da vacina segue faixas de idade e grupos prioritários, e fora deles a dose é aplicada em clínicas privadas. O médico que acompanha as lesões avalia se a vacinação ainda faz sentido em cada caso.Preservativo e parceria
O preservativo reduz a transmissão, mas não cobre toda a pele da região genital, onde o vírus também circula. A proteção é parcial e ainda assim diminui o contato com outras infecções sexualmente transmissíveis.Depois do diagnóstico, a parceria fixa costuma já carregar o mesmo vírus, e o exame procura lesões despercebidas. O vírus pode ficar anos sem dar sinal, e a data do contágio costuma ser impossível de definir.Nova parceria ou relação sem proteção
Uma relação sem preservativo com parceria de status desconhecido também expõe ao HIV, à sífilis e às hepatites. Nesse caso, a profilaxia pós-exposição (remédios que reduzem a chance de infecção pelo HIV) precisa começar nas primeiras horas. O caminho está no guia sobre atendimento após exposição ao HIV.Atendimento no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco
Análise completa
O HPV pode atingir o colo do útero, o ânus, o pênis e a boca na mesma pessoa. E cada local tem seu especialista. Numa estrutura multidisciplinar (com médicos de várias especialidades), os laudos circulam entre os colegas e o próximo exame é combinado.
Como a equipe divide o acompanhamento
O especialista da região examina, faz a biópsia quando necessário e trata a lesão visível. O infectologista olha as defesas do corpo, as outras infecções sexualmente transmissíveis e o motivo das recaídas. A troca de laudos evita exames repetidos e deixa claro quem cuida de cada etapa.Outras infecções que voltam com frequência
Infecções genitais que voltam com frequência também passam por essa troca entre especialidades. A candidíase (infecção por fungo) que volta várias vezes tem roteiro próprio no guia sobre candidíase de repetição e especialista indicado.Para revisar a imunidade e as recaídas do HPV, agende uma consulta com o Dr. Celso Mendanha, de Infectologia. O atendimento acontece no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, ao lado de colegas de outras áreas. Antes da consulta, quem recebeu teste de HIV reagente pode ler os passos seguintes ao teste de HIV positivo.O que dizem os pacientes
★★★★★
O melhor profissional em que passei, pensa em um profissional extremamente capacitado, que escuta cada detalhe da consulta e foi totalmente resolutivo. Muito obrigado pelo seu atendimento, você é excelente e recomendarei sempre que possivel, continue assim.— Lucas (mai/2023)
★★★★★
Procurei o atendimento de um profissional diferenciado e consegui achar com o Dr. Celso! Profissional extremamente capacitado e humano! Indico prontamente os seus cuidados.— Josni (mai/2023)
★★★★★
Informação e indicação de tratamento eficaz. Excelente ambiente.— Paciente (mai/2023)
Agende sua avaliação com Dr. Celso Mendanha
Consulta com Dr. Celso Mendanha, Infectologia, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo.
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Perguntas frequentes
Na dúvida sobre HPV qual médico procurar, o clínico geral pode atender?
Pode, e costuma ser uma boa porta de entrada. O clínico geral examina a região, pede exames iniciais e encaminha ao especialista do local da lesão. Na rede pública, a unidade básica de saúde faz esse primeiro atendimento e organiza o encaminhamento.
Homem que teve parceira com HPV precisa ir ao urologista?
Vale marcar a consulta mesmo sem sintomas. O urologista examina o pênis, a bolsa escrotal e a saída da uretra (canal da urina) em busca de verrugas pequenas. Não existe exame de sangue que mostre o HPV no homem, então a avaliação depende do exame da pele.
O HPV tem cura?
O vírus não tem remédio específico, mas o sistema de defesa elimina a maior parte das infecções em até dois anos. As lesões visíveis são tratadas pelo especialista, e novas verrugas podem surgir nesse período. Por isso os retornos continuam mesmo depois que a pele parece normal.
Preciso fazer exame de HPV mesmo sem sintomas?
Nas mulheres, o ginecologista examina o colo do útero mesmo sem sintomas. Ele usa o papanicolau (coleta de células do colo) ou o teste de HPV. Para homens e para o ânus, não existe exame de rotina para toda a população.
Quem trata verrugas genitais: dermatologista ou ginecologista?
Os dois podem tratar verrugas na pele externa da região genital. Lesões na vagina, no colo do útero, na uretra ou dentro do ânus ficam com o especialista daquela região. Quando as verrugas aparecem em mais de um lugar, dois médicos podem dividir o acompanhamento.
Quando o infectologista entra no acompanhamento do HPV?
Ele entra quando as lesões voltam várias vezes, quando a imunidade está baixa ou quando há outras infecções sexualmente transmissíveis. Também acompanha quem vive com HIV (vírus que enfraquece as defesas), fez transplante ou usa imunossupressores (remédios que reduzem a defesa). O tratamento da lesão continua com o especialista da região.
A parceria precisa ir ao médico mesmo sem verrugas?
Sim, o exame da parceria encontra lesões pequenas que a pessoa não percebe sozinha. Cada um procura o especialista da própria região: ginecologista, urologista ou proctologista (médico do reto e do ânus). Tratar só um dos dois deixa o vírus circulando no casal.
O HPV passa pelo beijo ou por objetos?
A transmissão acontece principalmente pelo contato íntimo de pele e mucosa (pele úmida que reveste boca e genitais), inclusive no sexo oral. O beijo profundo tem papel menor que o sexo oral, e a passagem por toalhas ou vasos sanitários é considerada rara. Lesões na boca são avaliadas pelo otorrinolaringologista (médico de ouvido, nariz e garganta).
Posso engravidar tendo HPV?
Sim, a infecção não impede a gravidez. Antes de engravidar, vale atualizar o papanicolau e cuidar das lesões do colo com o ginecologista. Durante a gestação, o obstetra acompanha as verrugas, que podem crescer com as mudanças hormonais.
Quanto tempo depois do contato o HPV aparece?
As verrugas costumam surgir semanas a meses após o contato, mas o vírus pode ficar anos sem dar sinal. Por isso a data do contágio raramente é definida. Alterações no colo do útero demoram mais e aparecem no exame antes de causar sintomas.