Ortopedista de Coluna em SP — Instituto Medicina em Foco
Da primeira consulta ao plano de tratamento: como funciona o cuidado de coluna dentro de um instituto.
“Muita gente chega à consulta convencida de que vai sair com pedido de cirurgia. A maioria sai com um plano sem bisturi — e com a ressonância finalmente explicada em linguagem clara.”— Dr. Pedro Henrique Correa
Ver currículo do profissional
- Hospital Universitário da UNIFESP (Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia)
- UNIFESP (Fellowship em Cirurgia da Coluna)
- Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia pela SBOT
- Título de Especialista da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC)
- Membro da North American Spine Society
- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT)
- Membro da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC)
- Instituto Medicina em Foco | Corpo Clínico dos Hospitais Albert Einstein, Alemão Oswaldo Cruz e Nove de Julho.
- Ortopedista especialista em coluna
Agende sua avaliação com Dr. Pedro
O que mais me marca na primeira consulta é o alívio quando o paciente entende o próprio exame. A dor na coluna assusta porque ninguém explicou o que a imagem mostra. Meu trabalho começa aí: traduzir o exame, examinar a pessoa e só depois falar em tratamento.— Dr. Pedro Henrique Correa
Passo a passo
- 1Escuta
A consulta começa pela sua história de dor, sem pressa, com o ortopedista de coluna em São Paulo.
- 2Exame
Exame físico neurológico avalia força, reflexos e sensibilidade dos membros.
- 3Imagem
Revisamos juntos a ressonância e os exames anteriores na tela.
- 4Plano
Você recebe o plano de tratamento por escrito, com prazo de reavaliação.
- 5Seguimento
O retorno mede a resposta e ajusta a conduta conforme a evolução.
Ortopedista de coluna em São Paulo: como é a avaliação
A avaliação segue um roteiro que não varia: história da dor, exame físico neurológico e revisão das imagens na tela. Nenhuma conduta nasce da ressonância isolada. Na minha prática, esse roteiro raramente muda. O guia completo do atendimento no instituto detalha essa estrutura.
O que o exame físico revela
Força, reflexos e sensibilidade mostram qual raiz nervosa está sofrendo. Testes de elevação da perna estendida e manobras do pescoço localizam o nível da compressão. Esse cruzamento é o que separa o achado de imagem da doença de verdade.
Por que o plano sai por escrito
Paciente bem informado adere melhor ao tratamento. O documento registra o diagnóstico, as metas de cada fase e a data de reavaliação, sempre com o próximo passo definido.
Sintomas que pedem avaliação do especialista
Nem toda dor nas costas pede especialista. Três padrões pedem avaliação: dor que desce para a perna ou o braço, formigamento que não passa e perda de força. A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia orienta que esses sinais sejam investigados sem demora.
Sinais que não podem esperar
- Alteração no controle da bexiga ou do intestino.
- Dormência na região da virilha.
- Perda de força progressiva num membro.
- Dor com febre ou perda de peso sem explicação.
O que costuma ser benigno
A dor muscular que piora com esforço e melhora com repouso raramente esconde algo grave. Mesmo assim, se persiste por mais de seis semanas, merece investigação. O bico de papagaio, por exemplo, raramente explica a dor sozinho. Dor crônica não é normal, mesmo quando é suportável.
A estrutura do Instituto Medicina em Foco
O instituto funciona como um centro de medicina integrada. O especialista em coluna trabalha num corpo clínico que troca informações sobre cada caso. A conduta aqui não depende de uma opinião isolada: cada caso é lido em conjunto, prática que o ortopedista de coluna Dr. Pedro Correa detalha na página da equipe.
Equipe e protocolos
Casos complexos são discutidos entre especialidades antes da decisão. A equipe acompanha as publicações sobre técnicas minimamente invasivas de coluna. Os protocolos seguem as evidências publicadas. Para o paciente, isso significa uma segunda leitura interna sem custo adicional.
Exames e acompanhamento
O acompanhamento não termina na consulta. Retornos são agendados com objetivo definido, e a equipe orienta sobre exames complementares quando eles realmente mudam a conduta.
Convênios e atendimento particular
O atendimento acontece por convênios — como Mediservice e Care Plus — e também na modalidade particular. Quando o plano exige autorização para exames ou procedimentos, a equipe orienta a documentação necessária. O relatório do especialista já sai estruturado para essa análise.
Autorização e documentação
Documentação completa evita recusas. Quando o plano pede complemento, o relatório traz a evolução clínica e a justificativa técnica. A maioria dos casos se resolve nessa etapa.
Atendimento particular
Na modalidade particular, a consulta segue o mesmo roteiro clínico. A diferença está na agilidade do agendamento e na ausência de trâmites de autorização para a consulta em si.
Da consulta ao tratamento: a jornada do paciente
A jornada começa com o diagnóstico explicado na primeira consulta e segue por fases com prazo definido. O paciente sabe, desde o início, o que se espera de cada etapa.
Fase conservadora
Fisioterapia, ajuste de medicação e mudanças de hábito formam a base. O prazo de resposta costuma ser de seis a doze semanas. Na hérnia de disco lombar, por exemplo, a dúvida entre operar ou tratar sem cirurgia se resolve justamente nessa janela. Diretrizes da clínica Mayo, referência global, seguem a mesma lógica de fases com prazo de resposta.
Reavaliações com objetivo
Cada retorno tem uma pergunta a responder: a dor diminuiu? A força voltou? Se a resposta for não, a conduta escala para o próximo nível. Nenhuma fase se arrasta sem critério.
Tratamentos disponíveis antes da cirurgia
O tratamento da coluna tem degraus, e a cirurgia é o último deles. Antes dela vêm a fisioterapia estruturada, a medicação ajustada e os procedimentos minimamente invasivos. Essa escalada por etapas segue o padrão dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA (NIH).
Infiltrações e bloqueios
A infiltração epidural leva o medicamento para perto do nervo inflamado. É indicada quando a dor irradiada não cede com o tratamento por via oral. O efeito varia de semanas a meses, e serve também como teste diagnóstico.
Rizotomia por radiofrequência
Para a dor facetária, aquela que piora ao esticar as costas, existe a rizotomia por radiofrequência em São Paulo. O procedimento usa calor controlado para silenciar o nervo que transmite a dor da articulação. É ambulatorial e a recuperação leva poucos dias.
Quando a cirurgia entra em pauta
A cirurgia entra na conversa por três portas: déficit neurológico em progressão, deformidade que piora e dor que resistiu ao tratamento conservador. Na hérnia de disco lombar, a dúvida entre operar ou tratar sem cirurgia se resolve com a resposta das primeiras semanas. Fora desses cenários, a expectativa realista é de melhora sem operação.
Critérios, não pressa
A indicação correta pesa sintoma, exame físico e imagem na mesma balança. As técnicas vão da descompressão minimamente invasiva à fusão intersomática, conforme o nível e a estabilidade. A equipe acompanha a literatura e o registro público de ensaios clínicos do NIH antes de adotar qualquer novidade. Nenhuma técnica entra no instituto sem evidência acumulada.
O que muda depois da decisão
Indicada a operação, o paciente recebe a explicação da técnica, dos riscos e do cronograma de recuperação. A documentação para o convênio é preparada pela equipe, o que reduz a espera entre a decisão e a data.
O especialista do corpo clínico: Dr. Pedro Henrique Correa
A avaliação de coluna no instituto é conduzida pelo cirurgião Pedro Henrique Correa. Ele é ortopedista com RQE e dedicação exclusiva às doenças da coluna. Integra o corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, numa equipe multidisciplinar.
O que significa fazer parte do corpo clínico
Significa que o caso do paciente pode ser discutido com outras especialidades sem sair do instituto. A autoridade do especialista se soma à estrutura da clínica, e o paciente recebe uma conduta validada por mais de um olhar.
Formação e prática
A prática diária vai da lombalgia comum à cirurgia de fusão. Esse volume de casos é o que afia o critério de quando operar e, principalmente, de quando não operar.
“Critério é saber esperar: a maioria melhora sem operação”, resume o cirurgião Pedro Henrique Correa.
Como agendar sua avaliação em São Paulo
O agendamento é feito pelos canais do instituto, com horário confirmado pela equipe. A equipe orienta quais exames levar.
O que levar na primeira consulta
- Ressonância ou tomografia recentes, se houver.
- Lista de medicações em uso.
- Relatórios de tratamentos anteriores.
- Carteira do convênio, quando for o caso.
Depois do agendamento
Os canais de contato e horários atualizados estão no site do Dr. Pedro Henrique Correa. No dia, reserve cerca de uma hora para a avaliação completa. Saia com o diagnóstico explicado e o plano por escrito: é esse documento que organiza todo o tratamento que vem depois.
O que dizem os pacientes
Dr. Pedro me diagnosticou e me explicou o porquê das minhas constantes dores e imobilidade no pescoço e braço. Fui super bem atendida pela secretária dele a Adriana, extremamente competente, educada e nos auxilia prontamente quando precisamos tirar dúvidas. Tempo de espera para ser atendido na clínica praticamente não tem. Você chega e em seguida já é atendido.— Debora Moreira Souza (set/2025)
Impecável em todo atendimento, tratamento.. Resolveu meu problema de hérnia de disco sem cirurgia.— André Pontes (jul/2026)
Excelente experiência! O atendimento desde a recepção foi impecável e muito organizado. Quanto à consulta com o doutor Pedro superou minhas expectativas, ele é um profissional extremamente atencioso, explicou tudo com muita clareza e me passou a segurança que eu precisava para tratar minha coluna. Recomendo com toda certeza!— sandra Lima (mai/2026)
Agende sua avaliação com Dr. Pedro Henrique Correa
A avaliação revisa seus exames, define o diagnóstico e entrega o plano por escrito. Traga ressonância e exames anteriores, se tiver.
Agende sua avaliação com Dr. PedroLigar agora
Perguntas frequentes
Como se chama o especialista que cuida da coluna?
É o cirurgião de coluna, ortopedista ou neurocirurgião com subespecialização em coluna vertebral. Na prática, é o médico que trata desde a dor lombar até as cirurgias de hérnia, estenose e deformidades da coluna.
Qual o médico mais indicado para a coluna?
Para dor sem sinal de alarme, o primeiro passo pode ser o fisiatra ou o clínico. Quando há dor irradiada, formigamento, perda de força ou suspeita de cirurgia, o indicado é o especialista dedicado à coluna vertebral.
O especialista em coluna atende por convênio em São Paulo?
Sim. O Instituto Medicina em Foco atende por convênios e também particular. Quando o plano pede autorização para exames ou procedimentos, a equipe orienta a documentação necessária. Na dúvida, leve a carteirinha do plano à primeira consulta.
Como é a primeira consulta com o especialista em coluna?
A consulta tem três momentos: escuta da história, exame físico neurológico e revisão das imagens na tela. Ao final, você recebe o diagnóstico explicado e o plano de tratamento por escrito, com data de reavaliação.
Quanto tempo dura o tratamento sem cirurgia?
A fase conservadora costuma durar de seis a doze semanas, com fisioterapia e medicação ajustada. Se nesse prazo a dor não ceder ou a força piorar, o plano é revisto com você. Cada retorno responde a uma pergunta objetiva sobre a evolução.
O que é a rizotomia por radiofrequência?
É um procedimento ambulatorial que usa calor controlado para silenciar o nervo da articulação facetária. Serve para a dor que piora ao estender as costas. A recuperação leva poucos dias. No instituto, ela entra como etapa intermediária antes de qualquer cirurgia.
Bico de papagaio na coluna precisa de cirurgia?
Na maioria dos casos, não. O bico de papagaio é uma calcificação da borda da vértebra, frequente depois dos 50 anos. Nem sempre ele é a causa da dor. O tratamento costuma ser conservador, com fisioterapia e controle da inflamação.
Quando a dor na coluna é uma emergência?
Quando vem com perda de controle da bexiga ou do intestino, dormência na virilha ou perda progressiva de força num membro. Esses sinais indicam compressão grave de nervos e pedem avaliação no mesmo dia, em pronto atendimento.